Michael Jackson e a Geração Thriller | Diogo Salles | Digestivo Cultural

busca | avançada
28879 visitas/dia
957 mil/mês
Mais Recentes
>>> Tejon e banda Rock For All apresentam hoje (23), em São Paulo,
>>> 'D. Quixote de La Mancha pelas mãos de Canato'
>>> Projeto nacional de educação musical estará em santos no próximo dia 24.10, em Guarujá 25.09 e Santo
>>> Teatro Fase abre palco para comédia
>>> Artistas da 33ª Bienal participam do open studio na Residência Artística da FAAP
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Alice in Chains, Rainier Fog (2018)
>>> Cidades do Algarve
>>> Gosta de escrever? Como não leu este livro ainda?
>>> Assum Preto, Me Responde?
>>> Os olhos de Ingrid Bergman
>>> Não quero ser Capitu
>>> Desdizer: a poética de Antonio Carlos Secchin
>>> Pra que mentir? Vadico, Noel e o samba
>>> De quantos modos um menino queima?
>>> Entrevista com a tradutora Denise Bottmann
Colunistas
Últimos Posts
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Regina Dalcastagné em BH
>>> Leitores e cibercultura
>>> Sarau Libertário em BH
Últimos Posts
>>> A dignidade da culpa, em Graciliano Ramos
>>> O conservadorismo e a refrega de símbolos
>>> Ingmar Bergman, cada um tem o seu
>>> Em defesa do preconceito, de Theodore Dalrymple
>>> BRASIL, UM CORPO SEM ALMA E ACÉFALO
>>> Meus encontros com Luiz Melodia
>>> Evasivas admiráveis, de Theodore Dalrymple
>>> O testemunho nos caminhos de Israel
>>> UM OLHAR SOBRE A FILOSOFIA (PARTE FINAL)
>>> Os livros sem nome
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Uma Vaga para o Integral
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Quem é (e o que faz) Julio Daio Borges
>>> Retrato em branco e preto
>>> Dilma na Copa 2014
>>> Receita para se esquecer um grande amor
>>> Duas escritoras contemporâneas
>>> Henry Moore: o Rodin do século XX
>>> Entrevista com Antonio Henrique Amaral
>>> O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford
Mais Recentes
>>> Tem Aquela do... (Humorismo Brasileiro) de Chico Anísio pela Círculo do Livro (1978)
>>> Cascatinha: Histórias-Charadas (Humorismo) de Castrinho pela Nova Fronteira (1984)
>>> Outras do Analista de Bagé (Literatura Brasileira) de Luis Fernando Veríssimo pela L&PM (1982)
>>> The Spectator: O Teatro das Luzes de Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke pela Hucitec (1995)
>>> As Ciências Geológicas no Brasil de Silvia Figueirôa pela Hucitec (1997)
>>> Bons Amigos, Maus Amigos de Jan Yager pela Gente (2007)
>>> Da Luta Pela Terra à Luta Pela Vida de Eliane Brenneisen pela Annablume (2004)
>>> Políticas Sociais e Transição Democrática de Reginaldo Souza Santos pela Mandacaru/ Cetead (2001)
>>> Cidadãos Não Vão ao Paraíso de Alba Zaluar pela Escuta/ Unicamp (1994)
>>> O sofrimento de Deus de Jamê nobre e Christopher walker pela Impacto (2018)
>>> Oração um encontro com Deus de Oswald chambers pela Vida (2009)
>>> Entre Arte e Ciência: Fundamentos Hermenêuticos da Medicina Homeopática de Paulo Rosenbaum pela Hucitec (2006)
>>> Folclore e Cultura Popular Judaicos de Dov Noy pela Associação Universitária de Cultura Judaica
>>> O Meio Ambiente de Jacques Vernier pela Papirus (1994)
>>> Diálogos Interculturais de Pierre Rivas pela Hucitec (2005)
>>> A Santificação do Trabalho de José Luis Illanes pela Quadrante (1982)
>>> Pacto Re-Velado: Psicanálise e Clandestinidade Política de Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes pela Escuta (1999)
>>> O Espaço Geográfico: Ensino e Representação de Rosângela D. de Almeida e Elza Y. Passini pela Contexto (1999)
>>> Refrigeração de Ennio Cruz da Costa pela Blucher (2005)
>>> Isaías Melsohn: A Psicanálise e a Vida de Bela M. Sister e Marilsa Taffarel pela Escuta (1996)
>>> A Imagem Rebelde: A Trajetória Libertária de Avelino Fóscolo de Regina Horta Duarte pela Pontes/ Unicamp (1991)
>>> A Noite da Memória de Péricles Eugênio da Silva Ramos pela Art (1988)
>>> A Carga e a Culpa de Fernando Teixeira da Silva pela Hucitec (1995)
>>> Mudança de Harvard Business Review pela Campus (2000)
>>> O Vôo do Cisne: A Revolução dos Diferentes de José Luiz Tejon Megido pela Gente (2004)
>>> Terror e Esperança na Palestina de José Arbex Jr. pela Casa Amarela (2002)
>>> O Doido da Garrafa de Adriana Falcão pela Planeta do Brasil (2003)
>>> El Lazarillo de Tormes de Anónimo Español pela Edelsa (2005)
>>> Mulher Daqui Pra Frente de Marina Colasanti pela Círculo do Livro (1983)
>>> Aspectos Politicos de la Sociedad de Masas de William Kornhauser pela Amorrortu Editores (1969)
>>> Gaúchos: A Fisionomia Social do Rio Grande do Sul de Thales de Azevedo pela Livraria Progresso (1958)
>>> Guerra e anti-guerra de Alvin e heide toffler pela Record
>>> A paz como caminho de Dulce magalhaes pela Qualitymark
>>> Vale tudo--tim maia. de Nelson motta pela Objetiva
>>> Marketing-o que e?--quem faz?--quais as tendencias?. de Carlos frederico de andrade pela Ibpex
>>> Analise de credito e risco de Christian marcelo rodrigues pela Ibpex
>>> Judas--maxi-serie-1-3-4-5-7-9-10-11-12-13-14-16. de Sergio bonelli pela Record
>>> Richard ferber de Bom sono pela Celebris
>>> Ze colmeia--numero 1--raro. de Editora abril pela Abril
>>> Turma da monica-coleçao coca cola de Editora globo pela Globo
>>> Almanaque do popeye--2--raro. de Editora rge pela Rge
>>> Cura pela agua--a nova ciencia de curar. de Louis kuhne pela Hemus
>>> Mandrake--254. de Editora rge pela Rge
>>> Gibi de ouro-os classicos em quadrinhos-mandrake-cavaleiro negro-ferdinando--nick holmes de Editora rge pela Rge
>>> Popeye--13--rge. de Editora rge pela Rge
>>> Maldito-a vida e o cinema de jose mojica marins,o ze do caixao. de Andre barcinski e ivan finotti pela 34
>>> Materiais de construçao de W. j. patton pela E. p. u (1978)
>>> Diferentes formas de amar de Susana balan pela Best seller
>>> O novo paradigma dos negocios de Michael ray e alan rizsler pela Um
>>> Prisma--girando a piramide corporativa. de Werner k. p. kugelmeier pela Publit
COLUNAS >>> Especial Michael Jackson

Terça-feira, 21/7/2009
Michael Jackson e a Geração Thriller
Diogo Salles

+ de 10000 Acessos
+ 5 Comentário(s)

Pois é, esse garoto aí ao lado sou eu mesmo, em foto de 1984. Pode rir à vontade, é brega além do que permite o bom senso (devo ter perdido o meu). Tinha pensado em colocar uma foto do Thriller e enumerar todos os seus feitos para abrir esse texto, mas aí eu apenas repetiria o que já se leu à exaustão a respeito de Michael Jackson desde sua morte. Agora que os fatos já foram digeridos, é mais fácil contextualizar a carreira e falar apenas de sua música ― pois é esse o legado que ele deixou para a minha geração. As vendas hiperbólicas e o alvoroço que Thriller causou o tornaram um divisor de águas na indústria fonográfica. Olhando de novo para a foto, é perceptível como fui absorvido pelo redemoinho midiático que se formou dos anos 80... Mesmo eu sendo um dos piores dançarinos que já habitou esse planeta, era quase instintivo tentar imitar a pose e o olhar "Beat it". Tudo aquilo era "muito legal", segundo o meu conceito da época.

A lembrança que ficou desse tempo é muito forte. Thriller foi meu primeiro contato mais significativo com a música. Foi a primeira vez que peguei um disco (em vinil) e apreciei todas as faixas, uma a uma. E foi uma audição tão marcante que acabou me trazendo Off the wall (outro grande disco) a reboque. Tudo ali era cativante para uma criança de 7, 8 anos (antes que você pense em alguma piadinha maliciosa, é bom lembrar que, nos anos 80, "Jacko" ainda não era "Wacko"). Tudo em Thriller soava perfeito, mesmo as músicas menos conhecidas. A suavidade de "Baby be mine", o simpático dueto com Paul McCartney em "The girl is mine", o groove contagiante de "P.Y.T.", mas "Beat it" era mesmo a minha favorita. Minha primeira incursão (ainda que tímida) no rock. Pela primeira vez, fiquei impressionado com um riff de guitarra e fui atingido, como uma flechada no meio da testa, por aquele solo raivoso de um certo guitarrista, que eu só descobriria anos mais tarde (já, já, eu falo dele).

Lançado em dezembro de 1982, Thriller só "aconteceu" de fato a partir de março de 1983, depois que Michael Jackson participou da festa de 25 anos da Motown, onde interpretou "Billie Jean" e apresentou ao mundo o passo "moonwalk". No final de 1983 veio o videoclipe de "Thriller", uma grande revolução para a época. Feito a partir de uma costela de Um lobisomem americano em Londres, o diretor John Landis importava a linguagem do cinema, fazendo o clipe funcionar como um curta metragem de terror. A voz cavernosa e a risada sinistra de Vincent Price davam o toque final. Fiquei impressionadíssimo. Era assustador, mas eu queria ver (e ouvir) mesmo assim. Seguiram-se a massiva cobertura da imprensa e as imitações em programas de TV em todo o mundo. A febre parecia não ter fim, mas, com o tempo, se dissipou. Talvez porque Thriller fosse um feito impossível de igualar, ou talvez porque o disco que o sucedeu tenha demorado muito a sair: Bad só foi lançado em 1987.

O problema é que, em 1987, tudo era diferente. Eu mesmo já começava a enveredar para o rock, depois de ouvir The Joshua Tree, do U2. Mesmo assim, me lembro bem, resolvi ver o que Michael Jackson trazia de novo, e nada me cativou muito. Não que aos 11 anos eu já tivesse condições de ter uma visão crítica. Bad é um grande disco e tem ótimos momentos, como "Another part of me", "Man in the mirror" e "Leave me alone", mas faltava a magia e originalidade de Thriller. Algo simplesmente não estava mais lá. A ideia do clipe de "Bad" me pareceu mera repetição de "Beat it". A partir dali, fui me distanciando cada vez mais do pop e, consequentemente, de Michael Jackson. É fato que ele tinha talento de sobra. Cantava, compunha, coreografava, dançava, era um artista multifacetado. Mas é fato também que ele só pôde brilhar do jeito que brilhou pelas mãos do mago Quincy Jones ― que foi uma espécie de arquiteto de sua carreira solo. A produção dos discos, a escolha do repertório, as direções musicais tomadas, tudo isso foi fundamental na escalada de Michael Jackson para ter o reino do pop a seus pés. Mesmo que Quincy Jones ainda estivesse à frente da produção de Bad, ali a percepção sobre música já era outra. Cinco anos depois, a fórmula estava desgastada, a indústria fonográfica havia mudado e a MTV já pautava o mercado, com candidatos a estrela brotando em cada esquina. Mesmo assim, seu séquito de "die hard fans" se manteve impressionante até sua morte ― e agora tende a aumentar ainda mais.

De volta ao Thriller, muito se fala a respeito das barreiras que Michael Jackson derrubou na época, atingindo todas as idades, gostos, etnias e atropelando todos os preconceitos. A partir dali, a distinção entre "música para negros" e "música para brancos" seria sepultada de vez. A mistura de pop, soul, funk e R&B já estava no caldeirão, mas era o rock o ingrediente que derrubaria a barreira racial. Era um mercado (essencialmente "branco") a ser conquistado. Quincy Jones sabia disso e pediu a Michael que escrevesse um rock vigoroso, para equilibrar o repertório. Um "My sharona" negro, segundo suas palavras. Michael Jackson escreveu "Beat it", que caiu como uma ogiva nuclear na seara roqueira dos anos 80, invadiu rádios de "música branca" e fez Michael Jackson ganhar o respeito até mesmo dos roqueiros mais incautos. Hoje, ninguém se lembra de "My sharona", mas todos se lembram de "Beat it".

O solo de "Beat It" em dois takes*
A gravação de "Beat It" transcorreu bem, mas faltava o solo de guitarra. Mesmo contando com guitarristas tarimbados no estúdio para executá-lo (como Steve Lukather), Quincy Jones sabia que aquele não poderia ser um solo qualquer. Teria de ser algo poderoso, transcendental. Poucas pessoas eram capazes disso naquele tempo. Por indicação de Lukather, Quincy Jones ligou para o mais genial e inventivo guitarrista surgido desde a morte de Jimi Hendrix: Eddie Van Halen.

Toca o telefone:

― Alô! ― responde Eddie.
― Alô?
― Alô! ― Número errado. Eddie desliga. "Sempre ficam ligando aqui em casa!", reclamou. Toca o telefone novamente. "É melhor que seja algo desta vez", esbraveja.
― Alô!
― É o Eddie? Aqui é o Quincy, cara!
― Que Quincy? O que você quer, seu idiota ("you fucking asshole")?
― Eddie, não desligue! É o Quincy Jones, produtor musical!
― Meu Deus. Me desculpe, Quincy. Tudo bem?
― Olha, o Steve Lukather me pediu para te ligar e perguntar se você poderia participar da gravação de um solo de guitarra numa música que eu estou produzindo para o novo disco do Michael Jackson.
― O Steve é um grande amigo... Bom, vou ver o que posso fazer. Me dê seu telefone aí.

Ali Eddie entrava numa contradição. O Van Halen já era a maior banda de hard rock do cenário, só que trabalhos fora da banda ― que vivia dias turbulentos ― causavam grande mal estar em todos. Mas seu irmão Alex Van Halen estava fora da cidade, David Lee Roth estava aqui, no Brasil, explorando a Amazônia e Michael Anthony estava com a família na Disneylândia... Por que não? Ah, eu vou fazer esse favor ao Steve e ao Quincy e ninguém jamais saberá dessa gravação, pensou ele. Anos depois, Eddie dá a seguinte declaração para a revista Rolling Stone sobre o tão polêmico e genial solo: "Eu fiz [o solo] como um favor. Eu não quis nada. Talvez o Michael me dê algumas lições de dança algum dia. Eu fui um completo idiota, de acordo com os meus bandmates, com o nosso empresário e com todo mundo. Mas eu não fui usado. Eu sabia o que estava fazendo. E só fiz porque eu quis fazer".

Eddie Van Halen liga para seu amigo Donn Landee, engenheiro de som do Van Halen, e eles acertam a ida até o estúdio em Hollywood, onde aconteciam as gravações de Thriller. Lá chegando, eles encontram a música quase pronta. Quincy Jones pede para ele ouvir e dar algumas sugestões. Eddie achou que o ponto em que eles queriam o solo era uma espécie de "zona morta" da música e sugeriu que ele solasse em cima de outra base. Segundo ele, era um trecho em que havia mudanças de acordes e seria perfeito para o solo. E assim foi feito.

O Eddie pega sua Charvel Frankenstrat (um modelo de Stratocaster que ele mesmo adaptou) e realiza dois takes. Pelo que consta, o segundo take é que entrou no disco. Posteriormente, o solo teve de ser "abafado", pois Quincy Jones o achou muito distorcido ― queria uma sonoridade menos "metálica". Como o Eddie solou numa base diferente da que estava prevista, eles tiveram de reorganizar toda a música. Após os 20 minutos da gravação do solo, Michael Jackson entra no estúdio: "I really like that high fast stuff you do, Eddie". Hoje, o solo figura entre os 100 melhores solos de guitarra na história do rock.

"Beat it" atingiu as paradas no dia 12 de março de 1983, ficando por 15 semanas e alcançando o 1º lugar nos EUA, Países Baixos e Espanha, 2º lugar na Suíça e 3º lugar no Reino Unido. E a música ainda reuniria Eddie Van Halen e Michael Jackson de novo, dessa vez no palco. Ambos em turnê, eles sincronizaram as agendas e o encontro aconteceu em Irving (Texas), no dia 13 de julho de 1984.

No final de 1982, pouco antes do lançamento de Thriller, Eddie Van Halen recebe uma carta de agradecimento de Quincy Jones, que, no final vem assinada como: "The Fucking Asshole". Eddie emoldurou a carta e a guarda até hoje em seu estúdio 5150, em Los Angeles.

* Fonte: Guitar World (Edição especial, de abril de 1992) ― com colaboração de Simon Holanda.


Diogo Salles
São Paulo, 21/7/2009


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A Fera na Selva, filme de Paulo Betti de Jardel Dias Cavalcanti
02. Cães, a fúria da pintura de Egas Francisco de Jardel Dias Cavalcanti
03. Primavera para iniciantes de Elisa Andrade Buzzo
04. A confissão de Lúcio: as noites cariocas de Rangel de Renato Alessandro dos Santos
05. Joan Brossa, inéditos em tradução de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Diogo Salles
Mais Acessadas de Diogo Salles em 2009
01. Millôr Fernandes, o gênio do caos - 17/2/2009
02. Michael Jackson e a Geração Thriller - 21/7/2009
03. 10 palavrões 1 livro didático e ninguém no governo - 2/6/2009
04. O fundamentalismo headbanger - 10/3/2009
05. PMDB: o retrato de um Brasil atrasado - 17/11/2009


Mais Especial Michael Jackson
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
14/7/2009
22h23min
Nossa, que história legal! Realmente foi um encontro e tanto. Sobre sua foto tentando dançar "Beat it", de minha parte só posso dizer que eu fazia o mesmo. E assistia ao "Programa Barros de Alencar" para acompanhar o concurso "Michael Jackson Brasileiro". Abraços!
[Leia outros Comentários de Luiz Augusto Lima]
21/7/2009
11h09min
Parabéns, muito legal o texto. Um gaaatinho na foto!!!
[Leia outros Comentários de patty]
21/7/2009
12h38min
Diogo, eu imito os passos até hoje.... hahaha. Belo texto que coloca a dupla Michael/Quincy no lugar que eles merecem, ressaltando a contribuição para a música pop, o talento incrível e principlamente sem toda a "loucura" em torno do mito Michael Jackson. Abs.
[Leia outros Comentários de Saulo Ferraz de Camp]
22/7/2009
01h00min
Adorei saber da história do solo de guitarra de "Beat It". Sou fã do Eddie e de fato o solo dá um toque nessa música tão incrível.
[Leia outros Comentários de Catarina]
25/7/2009
21h10min
Nossa, adorei esse texto, gosto de Michel Jackson e adoro Van Halen. Esse solo de Eddie literalmente faz a gente se arrepiar. Muito bom.
[Leia outros Comentários de Helio]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




THE GIRL WITH THE GLORIOUS GENES
A. B. CARBURY
BANTAM BOOKS
(1968)
R$ 8,99



A ESCOLHA
NICHOLAS SPARKS
NOVO CONCEITO
(2012)
R$ 14,00



ENCONTROS COM A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA Nº 22
OLÍVIO DUTRA / OUTROS
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
(1980)
R$ 7,99



O FILHO ÚNICO
ERICH HERMANN
PAULINAS
(1956)
R$ 39,90



PESQUISA ESCOLAR - ENSINO FUNDAMENTAL - VOL. 3
ZULEIKA DE SIQUEIRA RIBEIRO
IRACEMA
R$ 8,99



ATRAVESSANDO FRONTEIRAS: AVENTURAS DE UM CICLISTA "TROTAMUNDO"
DAVID CRUZ
JOSÉ OLYMPIO
(1995)
R$ 12,00



DINÂMICA DE GRUPO E DESENVOLVIMENTO DE ORGANIZAÇÕES - PRIMEIRO VOLUME
JOÃO EURICO MATTA
PIONEIRA
(1975)
R$ 13,00



HOW TO PLAY BLUES GUITAR THE BASICS E BEYOND
RICHARD JOHNSTON (EDI)
BACKBEAT BOOKS
R$ 80,00



HARRY POTTER E A FILOSOFIA
J. K. ROWLING
MADRAS
(2004)
R$ 5,00



COM CERTEZA TENHO AMOR
MARINA COLASANTI
GLOBAL
(2014)
R$ 9,00





busca | avançada
28879 visitas/dia
957 mil/mês