Por que não devemos ter Copa do Mundo no Brasil | Adriana Baggio | Digestivo Cultural

busca | avançada
34554 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Festa na floresta
>>> A crítica musical
>>> 26 de Julho #digestivo10anos
>>> Por que escrevo
>>> História dos Estados Unidos
>>> Meu Telefunken
>>> Uma Receita de Bolo de Mel
>>> O apanhador no campo de centeio
>>> Curriculum vitae
>>> O Salão e a Selva
Mais Recentes
>>> Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling pela Rocco (2000)
>>> Infinite Jest de David Foster Wallace pela Back Bay Books (1996)
>>> Nine Dragons de Michael Connelly pela Hieronymus (2009)
>>> The Innocent de Taylor Stevens pela Crown Publishers (2011)
>>> The Watchman de Robert Crais pela Simon & Schuster (2007)
>>> The Watchman de Robert Crais pela Simon & Schuster (2007)
>>> Filosofia Para Crianças e Adolescentes de Maria Luiza Silveira Teles pela Vozes (2008)
>>> O Caminho da Perfeição de A. C. Bhaktivedanta Swami pela The Bhaktivedanta (2012)
>>> O Caminho da Perfeição de A. C. Bhaktivedanta Swami pela The Bhaktivedanta (2012)
>>> Vida de São Francisco de Assis de Tomás de Celano pela Vozes (2018)
>>> Apóstolo Paulo de Sarah Ruden pela Benvirá (2013)
>>> Apóstolo Paulo de Sarah Ruden pela Benvirá (2013)
>>> Astrologia e Fatalismo Magnetismo e Hipnose de Ferni Genevè pela Fase (1983)
>>> Práticas da leitura de Roger Chartier (org.) pela Estação Liberdade (2001)
>>> Universo em Desencanto A Verdadeira Origem da Humanidade Vol 1 de Não Informada pela Mundo Racional
>>> Matemática Financeira de Roberto Zentgraf pela Ztg (2002)
>>> Como Negociar Qualquer Coisa Com Qualquer Pessoa Em Qualquer Lugar do Mundo de Frank L. Acuff pela Senac (1998)
>>> Morte e Vida Severinas: das Ressurreições e Conservações ... Ed. Ltda. de Nelci Tinem e Luizamorim: Organização pela Impre. Univ. J. Pessoa (2012)
>>> Mais Trinta Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura de Luiz Ruffato pela Record (2005)
>>> Príncipe Sidarta A Fuga do Palácio de Patricia Chendi pela Rocco (2000)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Smart Work Why Organizations Full Of Intelligent People ... de Steven A. Stanton pela Do Autor (2016)
>>> Estatística Objetiva de Roberto Zentgraf pela Ztg (2001)
>>> Diários Messiânicos: uma Experiência de Extensão Universitária de Bruno Cesar Euphrasio de Mello pela Univ. Federal Rgs. (2015)
>>> The Lost Symbol de Dan Brown pela Doubleday (2009)
>>> Dez Dias de Cortiço de Ivan Jaf pela Ática (2009)
>>> Medicina do Além Um Presente de Jesus para a Humanidade de Fabio Alessio Romano Dionisi pela Dionisi (2014)
>>> Energia Renovável de Dme pela Dme
>>> São João Paulo Grande Seus Cinco Amores de Jason Evert pela Quadrante (2018)
>>> At Risk de Patricia Cornwell pela Little Brown And Company (2006)
>>> Gone For Good de Harlan Coben pela Na Orion Paperback (2007)
>>> When The Wind Blows de James Patterson pela Little Brown And Company (1998)
>>> Windmills Of The Gods de Sidney Sheldon pela William Morrow And Companhy (1987)
>>> If Tomorrow Comes de Sidney Sheldon pela William Morrow And Companhy (1985)
>>> Pearl Dakotah Treasures 2 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2004)
>>> Pearl Dakotah Treasures 2 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2004)
>>> Children Of The Lamp Book One de P. B. Kerr pela Orchard Books (2004)
>>> The Tale Of Despereaux de Kate Di Camillo pela Candlewick Press (2003)
>>> What She Left For Me de Tracie Peterson pela Bethany House (2005)
>>> Mulher (Trilingue) de Orestes Campos Barbosa pela Sografe, Belo Horizonte (2009)
>>> Mulher (Trilingue) de Orestes Campos Barbosa pela Sografe, Belo Horizonte (2009)
>>> A Christmas Carol de Charles Dickens pela Bendon (2014)
>>> A Christmas Carol de Charles Dickens pela Bendon (2014)
>>> Ruby Dakotah Treasures 1 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2003)
>>> Opal Dakotah Treasures 3 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2005)
>>> Amethyst Dakotah Treasures 4 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2005)
COLUNAS >>> Especial Copa 2010

Quinta-feira, 17/6/2010
Por que não devemos ter Copa do Mundo no Brasil
Adriana Baggio

+ de 7100 Acessos
+ 5 Comentário(s)

No último dia 15, assisti à estreia do Brasil na Copa do Mundo da África. A vitória de 2 x 1 sobre a Coreia do Norte parece não ter animado os torcedores e nem a imprensa. Dividindo a atenção entre a TV, o marido e o Twitter, acabei acompanhando mais as reações do que o jogo em si.

Os narradores e comentaristas, como sempre, não deixavam o Dunga em paz. Na minha timeline do Twitter, os posts falavam sobre a chatice do jogo e davam continuidade à internacionalmente famosa campanha #calabocagalvao. O marido também não estava lá muito empolgado, mas não sei se foi por conta do jogo fraco ou da indefectível gripe do inverno curitibano.

Falando bem ou falando mal, o fato é que as pessoas estão mobilizadas, como acontece em todas as Copas desde que me entendo por gente. Empresas mudam o horário de trabalho, bancos e estabelecimentos comerciais fecham, as ruas ficam vazias. Quantos acontecimentos têm tamanho poder de fazer as pessoas alterarem suas rotinas?

Fico imaginando o que vai acontecer assim que o juiz apitar o final da última partida na África, independente de chegarmos ou não nesta fase. A partir deste momento começará a contagem regressiva para o campeonato mundial de 2014, que vai acontecer aqui no Brasil. E aí, sim, todo patriotismo e euforia serão multiplicados a tal ponto que poderão nos alimentar (e alienar) pelos próximos quatro anos.

Se você aguarda ansiosamente este grande evento, melhor parar de ler. O que vem a seguir pode chocar muita gente pelo alto grau de insensibilidade e mau humor: eu acho uma irresponsabilidade realizar a Copa do Mundo no Brasil.

Os únicos brasileiros preparados para avaliar estrategicamente e friamente a Copa, pensando em todos os prós e contras e traçando objetivos claros, são as empresas e a classe política. As empresas, pelas grandes oportunidades mercadológicas que um evento deste porte proporciona. Os políticos, pelas grandes oportunidades de angariar votos e ocupar cargos públicos sem, necessariamente, fazer um trabalho digno destas conquistas.

Já os brasileiros comuns estarão mais movidos pela paixão de ver acontecer em casa o maior evento do futebol. Esquecem que, para fazer uma Copa e reformar estádios, é preciso dinheiro. E que esse dinheiro não dá em árvore, nem mesmo nos magníficos exemplares da exuberante flora brasileira.

Alguns argumentam que a Copa vai trazer desenvolvimento, ajudando a resolver certas deficiências básicas como infraestrutura e transporte. Vai gerar empregos, divulgar lá fora uma imagem mais positiva do país, movimentar o turismo etc. Pode até ser. Mas temos problemas mais graves e urgentes para encarar (que não têm sido resolvidos, em grande parte, por crime e incompetência), e a força da nossa mobilização deveria estar voltada para isso.

Quando o Brasil foi eleito como sede da Copa e das Olimpíadas, um dos critérios que pesou na decisão foi a alegria do povo e sua vontade em receber estes eventos. Durante as filmagens dos locais repletos de pessoas vibrantes, acho que deveríamos ter aproveitado nossa mania de mostrar cartazes para a TV com dizeres como:

"Esporte é saúde! Só nos escolham para as Olimpíadas se os governantes resolverem o caos nos hospitais públicos brasileiros."

ou

"Queremos um 10 também no boletim, não só na camisa do craque. Antes de ter Copa, precisamos de educação!".

E ainda:

"De ladrão, já basta o juiz. Jogo, no Brasil, só se acabarem com a corrupção."

Depois de anos acompanhando as notícias sobre maracutaias em todas as instâncias do poder público, não consigo deixar de lado uma visão pessimista em relação aos acordos que serão feitos para viabilizar estes dois grandes eventos em terras brasileiras. Fico imaginando desvios de verba, conchavos entre empreiteiras e governantes, descaso com necessidades básicas de infraestrutura em nome de obras mais vistosas.

Pode ser que você não concorde comigo, mas não dá para negar que essas situações, infelizmente, fazem parte do imaginário coletivo brasileiro. E então, quando vi a logomarca que escolheram para a Copa de 2014, não pude evitar a associação.

A marca, que será apresentada oficialmente no próximo dia 8 de julho em meio a certas controvérsias, mostra mãos estilizadas formando uma bola. O grafismo sugere uma taça, talvez a taça que os jogadores brasileiros poderão levantar depois de uma emocionante final. É uma imagem muito parecida com outra, que faz parte do nosso imaginário positivo: aquela do Carlos Alberto Torres levantando a Jules Rimet na Copa de 1970 (relembre aqui, junto com outras dentre as imagens mais vistas do Brasil).

Para mim, no entanto, estas mãos são meio tétricas. Os dedos finos que engrossam nas pontas lembram algo malévolo. A forma como envolvem uma hipotética bola sugerem ganância, todo mundo querendo botar a mão na sua parte. E o 2014 em vermelho, ali todo espremidinho, é o povo tentando sobreviver em meio a tantos problemas, dando seu sangue no trabalho para comprar uma nova e grande TV que mostre os lances da Copa em todos os detalhes.

Minhas impressões não têm nada a ver com o trabalho dos designers que desenvolveram a marca. Esteticamente não me causa grande rejeição, apesar de eu preferir linhas mais elegantes e menos orgânicas. Em defesa dela e de uma análise mais aprofundada em termos de design, sugiro que os interessados assistam ao vídeo feito pelo professor Roberto Tietz, da PUC-RS. Ele discute a logomarca com bastante propriedade a partir de três aspectos: o modernismo americano do pós-guerra de Paul Rand, imagens relacionadas ao Brasil e referências a Henri Matisse.



Quem não gostar da marca pode botar a culpa em Ivete Sangalo, Paulo Coelho e Gisele Bündchen. Eles, entre outras personalidades mais qualificadas, participaram da escolha da imagem.

E então, aproveitando a onda de espírito crítico, poderíamos ir além dos assuntos relacionados ao futebol e questionar os desvios de verba, a corrupção, os problemas da saúde e de violência. Poderíamos nos mobilizar, assim como fizemos com o Galvão, só que para temas mais relevantes. Aliás, poderíamos exercitar essa postura logo depois da Copa, quando a campanha eleitoral vai pegar fogo de verdade.

Depende muito de nós se, daqui a quatro anos, as mãos da logomarca vão representar a conquista legítima da taça ou uma apropriação ilegítima dos recursos que produzimos para o desenvolvimento do nosso Brasil. É isso aí. A bola está com a gente.


Adriana Baggio
Curitiba, 17/6/2010


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Carta ao(à) escritor(a) em sua primeira edição de Ana Elisa Ribeiro
02. O papel aceita tudo de Jardel Dias Cavalcanti
03. Nobel, novo romance de Jacques Fux de Jardel Dias Cavalcanti
04. E por falar em aposentadoria de Fabio Gomes
05. O quanto podemos compreender de Guilherme Carvalhal


Mais Adriana Baggio
Mais Acessadas de Adriana Baggio
01. Apresentação - 31/5/1974
02. Maria Antonieta, a última rainha da França - 16/9/2004
03. Dicas para você aparecer no Google - 9/3/2006
04. Ser bom é ótimo, mas ser mau é muito melhor* - 24/4/2003
05. E você, já disse 'não' hoje? - 19/10/2011


Mais Especial Copa 2010
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
16/6/2010
15h45min
Respeito sua opinião, mas acho que uma coisa não impede a outra. Não é a Copa que impede a gente de melhorar a saúde. O custo-Copa é algo que se paga na própria Copa, é um evento muito rentável. Vai resolver todos nossos problemas? Não. Mas não é por isso que devemos deixar de dar esse passo pra frente. Um país como o Brasil tem muito a ganhar com a projeção que um evento desse porte nos traz. Não vamos pensar pequeno por conta dos nossos governantes e nossos problemas ;) Abraço!
[Leia outros Comentários de Victor Rodrigues]
18/6/2010
06h36min
Adriana, eu concordo com a sua linha de argumentacao e fico contente em ver um texto critico como o seu, mesmo que ele represente um oasis de pessimismo (realismo, melhor dizendo) no meio de toda essa patriotada. Os argumentos de que a copa vai "gerar empregos, divulgar lá fora uma imagem mais positiva do país, movimentar o turismo etc" sao uma falacia. A Copa gera empregos temporarios, na sua grande maioria. Para se divulgar uma imagem positiva do Brasil, a Embratur nao precisa de Copa nenhuma. Alias, fica dificil uma imagem positiva com o numero de turistas que sao vitimas da violencia. Ou sera que durante a Copa a bandidagem vai dar uma tregua, pois vao estar assistindo os jogos? Fico pensando no que vem a seguir...Daqui a pouco alguem na FIFA faz lobby pro Oriente Medio e vao propor fazer uma Copa no Iraque. Voce podia comentar tambem da Olimpiada no Rio num proximo artigo. Eu estou curioso para saber como vao organizar as provas de tiro que acontecem em 'paralelo'...
[Leia outros Comentários de Marcio]
25/6/2010
09h49min
Se imaginar primeiro o dever depois o prazer, não vamos fazer nada prazeiroso na vida, pois sempre vai estar faltando algo. Como em qualquer país mais rico que o nosso.
[Leia outros Comentários de dilamar santos]
3/7/2010
05h39min
Com todo o respeito, acho que o argumento principal do texto é sofismático. As premissas são verdadeiras, mas a conclusão não é real. Se partirmos do princípio defendido pela cronista, então, os antigos gregos ao inventarem as Olimpíadas estavam sendo irresponsáveis com os objetivos principais da nação - afinal, não os tinham alcançado ainda e estava drenando recursos para a realização de jogos. Ou poderíamos concluir que países como Estados Unidos, Itália e Japão - o primeiro com uma saúde pública muito pior que a nossa, e os dois últimos também às voltas com eternos escândalos de corrupção - não poderiam realizar Olimpíadas ou receber a Copa enquanto não solucionassem seus problemas internos. Na verdade, somente Suíça, Suécia, Mônaco e talvez Holanda pudessem ser palco da Copa do Mundo e das Olímpiadas. Não compartilho desse escalonamento de valores entre os bens a serem defendidos e mantidos pelo Estado (pelos recursos públicos... (continua)
[Leia outros Comentários de Glaucia Amaral]
3/7/2010
05h59min
Acho que uma postura útil para o cidadão consciente a ponto de ler este blog seria informar-se acerca dos limites constitucionais de investimento na saúde e educação e cobrar sua efetiva destinação para estas áreas. Até porque tais limites em nosso país são extremamente razoáveis, superiores aos dos países ricos. E priorizada a vida e a possibilidade de educação mínima do cidadão, não vejo nada de errado no Estado fomentar outras áreas: esporte, saúde, agricultura, proteção ao meio ambiente, ciência (aliás, é dever...e condição de sobrevivência social). Discussões como a proposta no artigo precisam ir muito além do argumento fácil que beira a dizer que a Copa do Mundo é futilidade, para condená-la num país em desenvolvimento. Olha que nem gosto muito de futebol... Mas negar ao Esporte sua possibilidade de existência com fomento estatal (leia-se tributos, o dinheiro que cada um de nós investe na vida em sociedade) para mim é absurdo.
[Leia outros Comentários de Glaucia Amaral]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O HOSPITAL: A LEI E A ÉTICA
JOSÉ DE QUEIROZ CAMPOS E JUAREZ DE QUEIROZ CAMPOS
LTR (SP)
(1976)
R$ 21,28



SE EU TIVESSE NADADEIRAS
JEANE CABRAL SCHLATTER
CIRANDA CULTURAL
(2012)
R$ 19,90



O QUE É JAZZ
ROBERTO MUGGIATI
BRASILIENSE
R$ 8,00



COMENTÁRIOS À CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO
VALENTIN CARRION
SARAIVA
(2005)
R$ 27,00



VILLA LOBOS - O FLORESCIMENTO DA MÚSICA BRASILEIRA
MANUEL NEGWER
MARTINS FONTES
(2009)
R$ 26,00



O SENHOR DA CHUVA
ANDRÉ VIANCO
NOVO SECULO
(2002)
R$ 15,00



ANJOS DO MEU ALTAR
IRIS DE CARVALHO
RAZÃO CULTURAL
(1988)
R$ 24,00



ORIGEM DOS DIREITOS DOS POVOS
JAYME DE ALTAVILA
MELHORAMENTOS
R$ 10,50



TURISMO E HOTELARIA UMA VISÃO MULTIDISCIPLINAR
LECY CIRILO E SILVANA FURTADO ( ORG. )
ANHEMBI MORUMBI
(2007)
R$ 4,78



NÃO ME DEIXE AQUI RINDO SOZINHO
ANDRÉ LAURENTINO
REALEJO EDITORA
(2017)
R$ 31,84





busca | avançada
34554 visitas/dia
1,1 milhão/mês