Um mundo além do óbvio | Elisa Andrade Buzzo | Digestivo Cultural

busca | avançada
29939 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
>>> Livro Alma Brasileira
>>> Steve Jobs em 1997
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Em busca de cristãos e especiarias
>>> Fim dos jornais? Desconfie
>>> O gênesis na argila
>>> Desejo de Status
>>> Até você se recompor
>>> Lobão e Olavo de Carvalho
>>> Sabemos pensar o diferente?
>>> Crítica à arte contemporânea
>>> A literatura feminina de Adélia Prado
>>> Jorge Caldeira no Supertônica
Mais Recentes
>>> Querido John de Nicholas Sparks pela Novo Conceito (2012)
>>> Ramsés Sob a Acácia do Ocidente de Christian Jacq pela Berttrand Brasil (1999)
>>> O Ventre da Baleia de Esdras do Nascimento pela Nórdica (1980)
>>> A Turma da Rua Quinze de Marçal Aquino pela Ática (2015)
>>> Aí vem o sonhador de Ronald S. Wallace pela Vida (2014)
>>> Cantando ao Senhor de D. Martyn lloyd- Jones pela Pes (2013)
>>> A vida crucificada de A.w. tozer pela Vida (2013)
>>> Relógio de Pandora de John J. Nance pela Record
>>> A Vinha do Desejo de Sylvio Back pela Geração Editorial (1993)
>>> Mana Silvéria de Canto e Melo pela Civilização Brasileira (1961)
>>> O Ladrão de Palavras de Marco Túlio Costa pela Record (1983)
>>> Belle Époque de Max Gallo pela Globo/ RJ. (1989)
>>> Sonetos (livro de Bolso) de Antero de Quental pela Edições Cultura/ SP.
>>> O Imprecador de René-Victor Pilhes pela Círculo do Livro
>>> Escola de Mulheres (Capa dura) de Molière (Tradução): Millôr Fernandes pela Circulo do Livro (1990)
>>> Vida Incondicional de Deepak Chopra pela Best Seller (1991)
>>> Poesias Escolhidas de Sá de Miranda pela Itatiaia (1960)
>>> Prosas Históricas de Gomes Eanes De Zurara pela Itatiaia (1960)
>>> Historiadores Quinhentistas de Rodrigues Lapa (Seleção pela Itatiais (1960)
>>> Os Oceanos de Vênus de Isaac Asimov pela Hemus (1980)
>>> O Vigilante de Isaac Asimov pela Hemus (1976)
>>> Today and Tomorrow And... de Isaac Asimov pela Doubleday & Company (1973)
>>> Como Fazer Televisão de William Bluem pela Letras e Artes (1965)
>>> Clipper Em Rede - 5. 01 de Gorki da Costa Oliveira pela Érica (1999)
>>> Para Gostar de Ler - Volume 7 - Crônicas de Carlos Eduardo Novaes e outros pela Ática (1994)
>>> londres - American Express de Michael jackson pela Globo (1992)
>>> Programando em Turbo Pascal 5.5 inclui apêndice da versão 6.0 de Jeremy G. Soybel pela Makron Books (1992)
>>> Lisa- Biblioteca do Ensino Médio -vol. 7 - Ciências - Minerais e sua pesquisa de Aurélio Bolsanelo pela Livros Irradiantes (1973)
>>> Ciências - Corpo Humano de Francisco Andreolli pela Do Brasil (1988)
>>> standard postage stamp catalogue de Sem autor pela Scott (1976)
>>> standard postage stamp catalogue de Sem autor pela Scott (1977)
>>> standard postage stamp catalogue de Sem autor pela Scott (1977)
>>> A World on Film de Stanley Kauffmann pela Harper & Row (1966)
>>> American Wilderness de Charles Jones pela Goushã (1973)
>>> Brazil on the Move de John dos Passos pela Company (1963)
>>> A Idade Verdadeira ( Sinta-se mais Jovem cada dia) de Michael R. Roizen M.D. pela Campus (2007)
>>> The Experience of America de Louis Decimus Rubin pela Macmillan Company (1969)
>>> Regions of the United States de H. Roy Merrens pela Nally & Company (1969)
>>> The Making of Jazz de James Lincoln Collier pela Company (1978)
>>> The Borzoi College Reader de Charles Muscatine pela Alfred. A. Knopf
>>> Architecture in a Revolutionary Era de Julian Eugene Kulski pela Auropa (1971)
>>> Asatru - Os Deuses do Tempo de Bruder pela Do autor (2018)
>>> Talento para ser Feliz de Leila Navarro pela Thomas Nelson Brasil (2009)
>>> Trappers of the West de Fred Reinfeld pela Crowell Company (1957)
>>> Familiar Animals of America de Will Barker pela Alastair (1956)
>>> Asatru - Os Deuses do Tempo de Bruder pela Do autor (2018)
>>> O Outro Lado do Céu de Arthur C. Clarke pela Nova Fronteira (1984)
>>> international human rights litigation in U. S. courts de Beth stephens pela Martiuns (2008)
>>> the round dance book de Lloyd shaw pela Caxton printers (1949)
>>> Fonte de Fogo de Anne Fraisse pela Maud (1998)
COLUNAS

Quinta-feira, 28/4/2011
Um mundo além do óbvio
Elisa Andrade Buzzo

+ de 4400 Acessos
+ 6 Comentário(s)


foto: Sissy Eiko

Um dia imaginei um mundo sem amarras nem mordaças, em que não dependeríamos de um click para abrir as grades de nossa própria casa, nem da caixa registradora para comprar um pé de alface. Onde todos cooperassem nas mínimas situações cotidianas, cuidassem dos próprios jardins e se sentissem aptos a realizar as mais diversas e simples tarefas, em vez de delegá-las.

Tal mundo é tão inconcebível que chega a ser difícil pensá-lo objetivamente, de maneira que massacraríamos suas possibilidades antes mesmo de tentarmos compreendê-las. Não se trata em absoluto de que todos sigam a mesma religião ou ideologia. Trata-se de algo igual e ao mesmo tempo inédito em sua concepção: vivermos mais ou menos como já vivemos, tratarmos de tocar nossos afazeres, só que sem salário, sem cartão de ponto, sem lucro, sem moeda nem esmolas.

Podemos chamar na linguagem que conhecemos em algo como "espírito coletivo". Não se trata de trabalho voluntário, muito menos carregar nas costas o fardo do que dizem ser o papel do Estado, da prefeitura ― bom que se lembre ―, mas de um trabalho de si, para si, dos outros e para todos. Diz respeito, enfim, em fazer o que precisa ser feito, consumir o que precisa ser consumido, não necessitar mais de cercas e baias, nada mais do que chiqueirinhos infantis em tamanho família. E como podemos saber tudo isso com exatidão? Como discernir diante do capricho e das necessidades prementes? Onde termina o meu espaço e começa o do outro? Ser espaçoso, passar os outros para trás a fim de se levar vantagem não tem lugar neste mundo perseverante das ideias bem acabadas e dos sonhos realizáveis.

O amor com amor deverá se pagar, ou melhor, se retribuir. Assim, desde os desiludidos do coração vão entrar em extinção, até os que buscam feitiço para trazer de volta a pessoa amada. Estes vão se encontrar, talvez sem as delongas dos fricotes, e agradecer por não ter se concretizado o descabido que um dia desejaram. Reparem que será uma era de entendimento mútuo facilitado por um espírito de boa vontade generalizado. Não tentem denominar com velhas palavras este sistema, ou modo de vida. Que se criem santuários de cobaias, que não se trucidem homens em nome de ideologias.

Como podemos ver, parece que é mais fácil dizer o que este mundo não é do que o que ele é. Pode ser que trabalhar com pares antitéticos seja uma boa forma de se fazer compreender, já que ninguém nunca o viu para poder dizê-lo e quem começa a imaginá-lo vai se rebelar antes que ele possa tomar seus mínimos contornos. É por isso que este mundo além do óbvio não pode existir senão em um delírio ― a sua realização não é possível pois sempre haverá discordância e escárnio diante dele. Então, ainda não é tempo deste mundo, o qual deve encontrar uma total sintonia de relações e funções, entre o querer e o ter, o dar e o receber.

Algumas situações e exemplos práticos.

1) vai-se ao supermercado, pega-se leite, bolachas, iogurte, guaraná, caviar. E não se paga nada por isso. Entretanto, não é porque é de graça que vamos pegar de tudo, esvaziar as prateleiras, estocar. Ainda que não de todo gratuito, mas com descontos na venda dos produtos para seus membros é o que já vem acontecendo no The People's Supermarket, em Londres. Em troca você deve trabalhar algumas horas no supermercado, abastecendo as prateleiras, atendendo no caixa etc.

2) anos atrás li em um blog, creio que da Soninha, que sempre que via lixo no chão ela pegava e jogava em seu devido lugar. Por que não fazemos o mesmo? É claro que neste mundo ideal não haveria necessidade disso, pois simplesmente ninguém atiraria papel de bala da janela do ônibus ou deixaria entulho ou poda de plantas na calçada. Quando moramos em um prédio há sempre alguém para tirar nosso lixo, limpar o chão dos (nossos) corredores. E se as tarefas aqui também fossem divididas? Cada morador limpa o chão de seu corredor uma vez por mês. Pois se há sempre alguém para ganhar pouco, outros para sobrefaturarem o preço dos materiais, e fazer o que achamos que não podemos fazer, nem temos tempo, ainda estamos longe de um mundo mais compartilhado ― diferente desse em que algumas tarefas são tidas como indignas e outras como maravilhosas, rentáveis ou intelectuais.

E quando vemos formas disparatadas mesmo no mundo real, além da normalidade espúria? Vejamos o recente apoio de um grupo de estudantes da USP às reivindicações justas dos funcionários terceirizados da limpeza. Por que os alunos não catam o lixo e limpam o chão e as escadarias puídas para chamar a atenção da reitoria e da mídia em relação ao assunto? Os alunos demonstrariam em pequena escala uma tentativa de sociedade cooperativa, em que todos podem assumir diversos papéis. Enquanto eles limpam por algumas poucas horas os banheiros, corredores, tiram o lixo, os faxineiros assistem aulas. Se já não houvesse o Programa Universidade para Todos, acho que cairia bem aqui seu nome. Em vez disso, em um motim festeiro alguns contribuem com a sujeira que se alastra na faculdade. Na certa parece mais bonito e rebelde como forma de protesto virar as latas de lixo e sujar os corredores da FFLCH com papéis e borra de café. Convenhamos que dá menos trabalho do que varrer e limpar. Nada disso precisaria ocorrer naquele mundo em que tudo é dividido e inteiro ao mesmo tempo.


Elisa Andrade Buzzo
São Paulo, 28/4/2011


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Eleições: democracia como um falso slogan de Jardel Dias Cavalcanti
02. A síndrome da rejeição via internet de Adriana Baggio
03. Eu sei o que é melhor pra você de Julio Daio Borges
04. Arquitetura e harmonia de Ana Elisa Ribeiro
05. Corrida de ratos (e outros roedores da tevê) de Daniela Sandler


Mais Elisa Andrade Buzzo
Mais Acessadas de Elisa Andrade Buzzo em 2011
01. Triste fim de meu cupcake - 17/2/2011
02. No tempo da ficha telefônica - 12/5/2011
03. Adeus, Belas Artes - 20/1/2011
04. Doces bárbaros - 23/6/2011
05. Um mundo além do óbvio - 28/4/2011


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
3/5/2011
20h36min
Texto bem argumentado e escrito: convicente, eu diria. Acho legal ter contato com outras opiniões até pra entender melhor outras visões de mundo e poder criticá-las de modo mais certeiro. Embora a autora divague de forma interessante sobre o mundo melhor - quando imagina o "tratarmos de tocar nossos afazeres, só que sem salário, sem cartão de ponto, sem lucro, sem moeda nem esmolas", ela, no decorrer do texto, deixa bem claro, intecionalmente ou não, que pensa em mudanças radicais, mas dentro da ordem em que vivemos. Uma contradição absurda, temos que falar. Não é uma posição chocante - no sentido da inovação - querer transformar o mundo (com os milhares de problemas da fome, guerras, miséria, homicídios, repressão, etc.) sem abalar a ordem social em que vivemos. Na verdade, eu acho que a maior parte das pessoas que se preocupam durante toda a vida com as questões sociais veem a coisa dessa forma.
[Leia outros Comentários de Marquinhus Vinicius]
3/5/2011
20h38min
É como se, para que a sociedade fosse igualitária, bastasse uma vontade benévola generalizada em todos os cidadãos de um país, ou do planeta. Será que para mudar o meio social em que vivemos basta um querer-bem a/por todos? É aí que entra, ao meu ver, o maior (e mais antigo) debate sobre o assunto. Sendo bem franco, eu amaria se a sociedade moderna pudesse alcançar o seu "apogeu de solidariedade" apenas por pequenas boas práticas no cotidiano (não que eu discorde delas ou que ache que elas não contribuem para nada) de cada pessoa, mas tratar os problemas da atualidade por esse caminho me parece ser uma reformulação sofistacada (no sentido de que quer condições de vidas iguais para todas as pessoas) do pensamento liberal, que aponta o indivíduo como o último culpado pelos seus atos. Não que eu pense que as pessoas não podem ajudar umas as outras dentro da ordem que vivemos, mas penso que as pequenas ajudas não arrancarão a mais simples das raízes do caos e da miséria deste mundo.
[Leia outros Comentários de Marquinhus Vinicius]
3/5/2011
20h39min
A maior prova do caráter liberal do texto é o final - que, na verdade, parece-me ser a "solução basilar" indicada pela autora. Depois de defender um mundo mais justo, sem salários, sem exploração, etc, a autora diz que a atitudade em apoio a greve de uma categoria da classe trabalhadora (no caso dos funcionários terceirizados da limpeza) é uma atitude egoísta e preguiçosa. Bem... como assim? "Ah, porque os estudantes poderiam fazer a limpeza do espaço que eles mesmo usam". E como isso ajudaria os funcionário terceirizados da universidade?
[Leia outros Comentários de Marquinhus Vinicius]
3/5/2011
20h40min
Ao meu ver, a greve dos trabalhadores não tem como causa "a sujeira em demasia que os estudantes fazem na universidade". Mas são questões salariais (de acordo com vídeos e textos que li) que, na minha ótica, não podem ser solucionados se não pelo embate com quem os emprega, já que apenas pedir/implorar por um aumento do salário não adianta, como bem sabemos. Fazendo um esforço fantasioso, poderíamos até perguntar pra que serviria o trabalho dos que fazem a faxina se todos que utilizam a universidade não as deixasse com um pingo de sujeira. Pra quê faxineiros onde não existe sujeira? Mergulhando a fundo no imaginário da autora (que acha que os grandes problemas podem ter soluções minúsculas), e se vivessemos no Fantástico Mundo de Bobby, poderíamos ter, como consequência dessa educação integralmente higiênica dos estudantes, a eliminação dos empregos dos faxineiros.
[Leia outros Comentários de Marquinhus Vinicius]
3/5/2011
20h42min
Claro que não quero dizer, com essa argumentação, que eu acho que os universitários têm mais é que sujar as salas de aula e os corredores porque isso dá emprego q pessoas que precisam. Eu só não vejo com incoveniência o apoio a manifestação dos trabalhadores da limpeza pelos estudantes. Na verdade, penso eu, trata-se de um dos tipos de práticas sociais com maior "teor" de solidariedade da sociedade em que vivemos, se quisermos construir "um mundo sem amarras nem mordaças". obs: sendo o texto muito grande, quis pontuar as questões que me pareceram mais interessantes de por em discussão... peço perdão pelo tamanho do texto!
[Leia outros Comentários de Marquinhus Vinicius]
5/5/2011
18h21min
Novidades sempre causam espanto e perplexidade. E assusta. Quem sabe? Já não houve tempo sem dinheiro, na base do escambo? Texto curto. Aprovação total o da autora. Abraços!
[Leia outros Comentários de Cilas Medi]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O LIVRO DO AMOR DE CABECEIRA 3 VOLUMES
JOSE BATISTA
REPLICAÇÃO
(2000)
R$ 37,70



CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DO DOURADO
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
(1955)
R$ 90,00



TERÇO DA LIBERTAÇÃO
REGIS CASTRO/MAISA CASTRO
RABONI
R$ 6,00



ÁLCOOL O TÓXICO LIVRE
DR. CID PARONI FILHO
PETIT
(1990)
R$ 4,44



TERAPIA
DAVID LODGE
GRADIVA
(1995)
R$ 16,50



MUTAÇÕES A CONDIÇÃO HUMANA
MINISTÉRIO DA CULTURA
MINISTÉRIO DA CULTURA
(2008)
R$ 26,28



DOIDÃO
JOSÉ MAURO DE VASCONCELOS
MELHORAMENTOS
(2019)
R$ 41,50



A TELEMÁTICA O QUE É ? AS REDES TELEMÁTICAS - ARQUITECTURA E A ADMI...
PIERRE MATHELOT
EDIÇÕES 70
(1985)
R$ 13,60



O SONHO E A TÉCNICA A ARQUITETURA DE FERRO NO BRASIL
CACILDA TEIXEIRA DA COSTA
EDUSP
(1994)
R$ 14,00



CONCURSO PÚBLICO : DA DECISÃO À APROVAÇÃO
FRANCISCO VELTER - LUIZ ROBERTO MISSAGIA
CAMPUS
(2012)
R$ 29,90





busca | avançada
29939 visitas/dia
1,1 milhão/mês