Política e Cidadania no Sertão do Brasil (parte 1) | Diogo Salles | Digestivo Cultural

busca | avançada
58424 visitas/dia
1,8 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Sexta-feira, 21/2/2014
Política e Cidadania no Sertão do Brasil (parte 1)
Diogo Salles

+ de 3400 Acessos

Toca o telefone. Era Luis Salvatore. Mas quem estava ali do outro lado da linha não era o fotógrafo profissional e idealizador do Instituto Brasil Solidário (IBS), referência em projetos sociais, educacionais e de sustentabilidade. Era o amigo. O tom era pesado, sua voz pendia entre o desespero e a desilusão, o choro parecia iminente. Em mais de vinte anos de amizade, eu nunca tinha ouvido aquele timbre. Naquele novembro de 2012 eu também passava por um período difícil, com o fechamento do Jornal da Tarde e as incertezas em relação ao futuro. Mas o problema ali não era sobre mim. Nem sobre ele. Pela gravidade do assunto, era o futuro do IBS que parecia em jogo.

Fui à casa dele numa tarde e conversamos longamente sobre o problema. O papo se estendeu madrugada adentro. Por anos, o IBS evitou ao máximo se envolver com a parte política. Nunca recebeu verba de nenhum partido, nunca serviu de plataforma para nenhum governo. Sempre adotou uma postura de distância à questão partidária e respeito aos debates políticos de cada município. Como eu já havia relatado em outra oportunidade, a política já tinha batido de lado com o IBS algumas vezes. De cada dez cidades, sempre tinha uma ou duas em que o prefeito/coronel tentava se apossar do trabalho para se promover.

Sempre que a população abraçava o IBS, só restava ao prefeito duas saídas: ou abraçava a causa junto ou engolia seco. Na grande maioria das cidades em que o Instituto passou, foi bem recebido e o trabalho correu alheio às questões partidárias, já que nosso ideal é trabalhar junto a professores, alunos e gestores locais e deixar que eles assumam total controle dos projetos. Nosso papel era o de implementação; o deles, de multiplicação. Sempre partimos do pressuposto de que as pessoas querem autonomia para tomar suas próprias decisões e assumir seus projetos de vida. Os resultados que colhemos juntos durante esses dez anos comprovam isso (e deixo aqui meu recado a esse povo do Sudeste que acha que o Nordeste se resume ao turismo e ao Bolsa Família).

Mas agora a situação era séria. A política tinha batido de frente com o IBS e os destroços estavam espalhados pela estrada. Eram tempos de transição entre prefeituras em todo o país. Para nós aqui nos grandes centros isso pode não significar muita coisa, mas para o povo do sertão, é um período dramático, principalmente se o candidato da oposição ganhar. Enquanto Luis discorria sobre os fatos recentes, seu desespero parecia aumentar a cada palavra. Para um cara que sempre soube enfrentar as situações mais desafiadoras, pela primeira vez na vida, o vi dizendo que não sabia o que fazer. Como eu já tinha alguma rodagem no jornalismo político, poderia trazer um olhar de fora e, quem sabe, propor alguma saída para essa situação.

Eu achava que já tinha visto de tudo na política, mas foi naquele dia que fiquei conhecendo algumas das piores práticas políticas do Brasil profundo. Para começar, existe a questão da festa da cidade, geralmente a de São João. É ali que boa parte do orçamento da cidade é torrada com comes e bebes gratuitos e ao som de bandas famosas (algumas delas conhecidas nacionalmente), contratadas de forma fraudulenta e superfaturada. De alguma forma, existe por aqueles lados uma crença de que quem produzir a festa mais megalomaníaca fica com os votos. Vem daí o bordão "prefeito que não faz festa, não se reelege". Não surpreende que prefeitos vivam dizendo que não tem dinheiro para mais leitos em hospitais ou para melhorar o salário dos professores.

Outra prática conhecida é a do político vendendo serviços à sua própria população. Funciona assim: o candidato é eleito, e compra um carro para a prefeitura. Depois ele aprova o aluguel desse carro e coloca um parente como motorista, cobrando pelo transporte das pessoas. Em síntese, é uso da máquina pública em beneficio próprio. No fim, ele lucra tanto, que pode se dar ao luxo de abrir mão de seu salário, doando-o a potenciais eleitores. É o melhor negócio do mundo. Ele não cumpre com suas obrigações de governante, fatura muito dinheiro e ainda se reelege ao final do mandato.

Quando eu já chegava à conclusão de que alguma atitude drástica precisava ser tomada, veio o tiro letal: o "assalto de dados". Em diversas regiões do país, é prática corrente no final do mandato a prefeitura que deixa o poder simplesmente desmantelar tudo o que foi feito para que o prefeito que chegar não colha os resultados obtidos nos últimos quatro anos. Carros, computadores, celulares, tudo é levado embora como se não fossem de propriedade do Estado. E assim o governo seguinte começa em meio ao caos. Salários atrasados, rombos no caixa da prefeitura, alunos sem aula, postos de saúde abandonados. Por isso que as eleições municipais acabam sendo muito mais cruciais para o povo do sertão do que as eleições presidenciais.

Para a população dos grandes centros, quando um programa de sucesso é desmantelado, temos manchetes na imprensa, reportagens de TV e toda a gritaria das redes sociais. Bem ou mal, existe pressão em cima do poder público e o prefeito acaba tendo de ceder. No sertão, onde não há uma imprensa tão atuante (ou ela é de propriedade dos coronéis), o "assalto de dados" pode ser feito a céu aberto, sem qualquer questionamento. A impunidade é garantida, já que a população tem receio de confrontar os donos do poder, temendo represálias. E os poucos professores e secretários de educação que tentaram combater essa prática sofreram toda a sorte de ameaças.

Ao ouvir as explicações do Luis, visualizei todos os trabalhos do IBS junto às escolas sendo empurrados descarga abaixo. Projetos de meio ambiente, coleta seletiva, reciclagem, hortas comunitárias, bibliotecas, saraus literários, escovódromos sustentáveis, salas de informática, exposições de arte e fotografia, tudo. Escolas devastadas e um trabalho de anos indo para o ralo em poucos dias.

Há anos eu tinha um projeto de cidadania da gaveta. Para não matar o público de tédio, minha ideia era promover palestras falando de política e cidadania usando a linguagem da charge política como fio condutor. Era a hora de desengavetar o projeto. Durante os meses seguintes, escrevi, reescrevi, editei e formatei o conteúdo. O Luis me retornava com suas observações e encontramos o momento certo para lançar: o II Encontro Nacional do IBS, em Lençóis (BA) em setembro de 2013, onde as 14 cidades selecionadas expunham os resultados do último biênio em suas palestras.

Havia muita apreensão também, pois os temas que eu levaria nunca tinham sido discutidos em nenhuma cidade. Minha presença lá seria uma surpresa (não muito agradável, talvez) para todos que não faziam parte da equipe. Era um recomeço, um longo processo de abertura do debate político, por isso era preciso adotar um tom sério e expor a gravidade da situação.

Em minha pesquisa para criar essa palestra, dois livros se destacaram: 1808, de Laurentino Gomes e Raízes do Brasil, de Sergio Buarque de Holanda. Os vícios criados com a chegada da corte portuguesa ao Brasil e a figura do "homem cordial" eram de uma atualidade nauseante. Assim, a espinha dorsal da discussão que eu queria propor era a de que temos de aprender a separar o bem público do bem privado. O Brasil nunca compreendeu bem esse conceito em toda sua história. É a partir dessa separação que pode-se defender qualquer ideal, esteja ele à esquerda ou à direita. É o princípio de todo o bom debate político. Do jeito que estamos hoje, chegamos ao ponto em que vemos partidos atacando a corrupção do adversário sem atentar para as suas próprias corrupções.

Dessa forma, a separação entre o público e o privado seria o antídoto para todas as mazelas que o Luis trouxera do sertão. Caso esse princípio fosse observado, não haveria "assalto de dados", nem a gastança nababesca em festas, nem a venda de serviços básicos à população. Montei minha exposição a partir daí e abordei outras questões que corriam em paralelo, como o paternalismo, o fisiologismo, os truques do marketing político para enganar o eleitor, nossa cultura de "levar vantagem em tudo", os perigos dos "salvadores da pátria" e de se misturar política com religião. Cada slide era acompanhado por uma charge ou tirinha, aumentando a carga crítica.

Abordei também algumas boas práticas que vem sendo adotadas em cidades que decidiram se mobilizar e participar ativamente do debate público, interferindo no processo político. Analisei também o flanco aberto pela internet para questionar governantes, já que blogs e redes sociais funcionam como ferramentas de mobilização. E algumas considerações sobre as tais jornadas de junho, um fenômeno que ainda será muito estudado, debatido e destrinchado na área das ciências políticas. No geral, o conteúdo da palestra era explosivo, mas fundamental, a meu ver.

Para minha surpresa, a palestra foi muito bem recebida. Durante o Encontro, as palestras duravam cerca de uma hora e pouco. A minha foi estendida para duas horas e meia, devido ao longo debate que gerou. Como era de se esperar, algumas saias ficaram justas e algumas outras carapuças serviram (não que eu tenha algum problema com isso, afinal, minha função como chargista de jornal era exatamente essa). Mas no geral senti que as pessoas estavam perdendo o medo de falar de política, tanto que fui procurado por gente de quase todas as 14 delegações depois da palestra. Todo mundo tinha o seu "causo" para contar. Na maioria das vezes o tom era de agradecimento, pois era visível que estavam com as politicagens de sua cidade entaladas pela garganta.

Ouvi todos os desabafos, opiniões e sugestões e refleti muito nos meses seguintes, já que o plano era incluir a palestra de "Cidadania e Política" no circuito de Seminários que o IBS vem promovendo. A ideia era iniciar o novo biênio falando cada vez mais de política, para evitar que os fatos de 2012 se repetissem. A primeira etapa desse biênio ocorreu em fevereiro de 2014 e passou por Piauí, Maranhão e Paraíba, onde pude aprofundar os temas iniciados no Encontro em Lençóis e começar a propor e debater soluções para os problemas. Acredite ou não, o sucesso desses seminários foi ainda maior, mas isso é assunto para a próxima coluna...

Leia também
Política e Cidadania no Sertão do Brasil (parte 2)


Diogo Salles
São Paulo, 21/2/2014


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Cães, a fúria da pintura de Egas Francisco de Jardel Dias Cavalcanti
02. Minha plantinha de estimação de Elisa Andrade Buzzo
03. Canadá, de Richard Ford de Celso A. Uequed Pitol
04. Vaidade, inveja e violência de Carla Ceres
05. A poesia concreto-multimídia de Paulo Aquarone de Marcelo Spalding


Mais Diogo Salles
Mais Acessadas de Diogo Salles
01. Conceitos musicais: blues, fusion, jazz, soul, R&B - 22/7/2011
02. Telemarketing, o anti-marketing dos idiotas - 20/9/2007
03. Eric Clapton ― envelhecendo como um bluesman - 9/2/2010
04. Solidariedade é ação social - 2/12/2008
05. Millôr Fernandes, o gênio do caos - 17/2/2009


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PRACTICAL PHYSIOLOGICAL CHEMISTRY
PHILIP B. HAWK OLAF BERGEIM
P BLAKISTONS
(1931)
R$ 283,12



EURICO, O PRESBÍTERO
ALEXANDRE HERCULANO
TRÊS
(1972)
R$ 5,00



EDUCAÇÃO E PODER NACIONAL
ANA MARIA MENDONÇA
FUBRA
(1979)
R$ 5,00



SOMBRAS DE UM SEGREDO - ROMANCE MEDIÚNICO
BERENICE GERMANO
VIVALUZ
R$ 41,90



O PROFESSOR REFÉM- PARA PAIS E PROFESSORES ENTENDEREM POR QUE FRACASSA A EDUCAÇÃO NO BRASIL
TANIA ZAGURY
RECORD
(2006)
R$ 34,75



O SEGREDO CHINÊS
CHEN GUIDI; WU CHUNTAO
RECORD
(2008)
R$ 6,90



FIQUE FORTE - VOCÊ PODE SUPERAR O BULLYING
NICK VUJICIC
NOVAS IDÉIAS
(2015)
R$ 20,94



NÃO HÁ VITÓRIA SEM LUTA - PALAVRAS DA VIDA 3
FRAN E JILL SCIACCA
VIDA
(1995)
R$ 8,90



O PORTAL DA FILOSOFIA - VOL. 2
ROBERT ZIMMER
WMF MARTINS FONTES
(2014)
R$ 25,00



FALANDO DE AMOR, DIFICULDADES NO AMOR
FLÁVIO GIKOVATE
CIRCULO DO LIVRO
(1985)
R$ 7,90





busca | avançada
58424 visitas/dia
1,8 milhão/mês