O assassinato de Herzog na arte | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

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Terça-feira, 30/9/2014
O assassinato de Herzog na arte
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 16100 Acessos

"Diante de um homem morto, todos precisam se definir. Ninguém pode permanecer indiferente. A morte de um homem é a de todos nós". (Gianfrancesco Guarnieri)

Dois artistas abordaram em suas obras a morte do jornalista Vladimir Herzog nas dependências de uma prisão militar. Cildo Meireles e Antonio Henrique Amaral, cada um dentro de estéticas específicas, questionaram a versão de suicídio dada pelos militares à morte de Herzog. Trataremos neste artigo, em primeiro lugar, de relatar "o caso Herzog", e, em seguida, de tratar da obra dos dois artistas citados.

HERZOG, PRISÃO E MORTE:

Vladimir Herzog assumiu na década de 1970 a direção do departamento de telejornalismo da TV Cultura, de São Paulo. Vladimir era membro do Partido Comunista Brasileiro, passando a atuar politicamente no movimento de resistência contra a ditadura.

Em 24 de outubro de 1975 agentes do II Exército convocaram Vladimir para prestar depoimento sobre as ligações que ele mantinha com o Partido Comunista Brasileiro, partido que atuava na ilegalidade durante o regime militar.

No dia seguinte, Herzog compareceu espontaneamente ao DOI-CODI. Permaneceu na prisão com dois jornalistas, George Benigno Jatahy Duque Estrada e Rodolfo Konder. Pela manhã, Vladimir negou seu vínculo com o PCB. Os jornalistas foram levados para um corredor, de onde escutaram uma ordem para que se preparasse a máquina de choques elétricos para tortura. Em seguida, Konder foi levado à tortura, e Herzog não mais foi visto vivo.

O Serviço Nacional de Informações recebeu uma mensagem em Brasília de que naquele dia 25 de outubro o jornalista Vladimir Herzog havia se matado no DOI/CODI/II Exército". Era prática do governo militar que as vítimas de suas torturas e assassinatos fossem dados por suicidas.

As fotos que mostravam os pés de Herzog tocando o chão depõem contra a ideia de suicídio, pois nessa posição o enforcamento seria impossível. O rabino Henry Sobel, líder da comunidade judaica, viu as marcas da tortura e enforcamento em Herzog, o que levou a decisão de que seu enterro fosse realizado no centro do Cemitério Israelita do Butantã, o que implicava em desmentir publicamente a versão oficial de suicídio. A morte de Herzog se espalhou, inclusive em jornais, contrariando as normas de censura estabelecidas pelos militares.

O ato religioso pela morte de Vladimir Herzog se tornou a primeira grande manifestação de protesto contra a violência da ditadura militar. Uniu milhares de pessoas dentro e fora da Catedral da Sé, em São Paulo.



CILDO MEIRELES: PROJETO CÉDULAS

A obra "Inserções em circuitos ideológicos: projeto cédula", de Cildo Meireles, trata da morte do jornalista Vladimir Herzog. Em algumas notas de cruzeiro, moeda corrente no período militar, Meireles carimba a pergunta: "Quem matou Herzog?"

A obra indaga sobre os assassinos de Herzog. Aproveitando a facilidade da circulação das notas de um Cruzeiro (quanto menor o valor, maior a circulação), ele cria uma forma de denúncia sobre o assassinato do jornalista.

O projeto nasceu a partir de um convite para participar da exposição Information (Museu de Arte Moderna de Nova York). Para a exposição foram enviados dois projetos. Um denominado "Projeto coca-cola" e outro denominado "Projeto cédula".

Em ambos o objetivo era gravas informações, opiniões críticas e devolvê-las à circulação. Cildo definiu o projeto a partir do seu contexto e das intenções da obra: 1) a dolorosa realidade político-social-econômica brasileira; 2) a crítica à política americana expansionista, intervencionista, hegemônica; 3) aspectos formais da linguagem - produzir objetos inspirados nos ready-mades de Marcel Duchamp.

Cildo aponta o seu interesse por livrar-se do culto da arte enquanto objeto puro. Para ele, a arte deveria existir "em função do que podiam provocar no corpo social (...) a partir da necessidade de criar um sistema de circulação, de intercâmbio de informações, que não dependesse de nenhum controle centralizado".

O objetivo era minar o controle das informações pelos órgãos do poder (TV, rádio, Imprensa), fazendo circular informações que nesses órgãos seriam censuradas. Tratava-se, na verdade, de se criar uma rede de contra-informações.

Negando também a ideia de que a arte se baseia numa mística do autor ou do mercado, a exigência era de que a obra só existe na medida em que outras pessoas também a praticassem.

Para Cildo, a estética fundamenta a arte, mas a política é que fundamenta a cultura. Como uma espécie de ready-made duchampiano, o objeto mais banal e cotidiano é transformado temporariamente em obra de arte, para depois ser colocado em circulação em seu circuito social original, negando-se, nesse momento, enquanto arte, e tornando-se veículo de uma ação tática clandestina de resistência política, pois, "a pergunta tão incômoda ao regime quanto a uma população amedrontada, circula livremente em cédulas, porque ninguém guardaria ou destruiria dinheiro para esconder a dúvida".

O que interessa na escolha dos materiais, diz Ciro, é que sejam invadidos por significados externos que contaminem a obra com as tensões do mundo. A máxima reprodutibilidade da obra lhe dá um caráter não autoral, ou seja, o fato da obra poder ser refeita por qualquer pessoa mergulha-a no domínio público. É que retirando seu poder de autoria, aumenta-se seu poder de circulação.

Diz o artista: "A maior parte das minhas obras pode ser reconstruída; a preocupação é fazer obras libertas do autor, da corporeidade que legitima o original. Queríamos nos libertar da aura do original".



A MORTE NO SÁBADO - ANTONIO HENRIQUE AMARAL

A série de quatro obras denominada "A morte no sábado (1975/6), de Antonio Henrique Amaral, enfocam o assassinato de Herzog. "A morte no sábado - tributo a Vladimir Herzog" (1975) e "Ainda a morte no sábado" (1976) são exemplares na descrição alegórica da violência militar sobre o corpo dos presos políticos torturados.

Em "A morte no sábado - tributo a Vladimir Herzog" a oposição entre formas orgânicas e metálicas num jogo de violência é o que predomina nas telas. Sobre um fundo escuro, como que um corpo manchado por pancadas aparece em cores vermelhas, amarelas e brancas uma espécie de representação das vísceras sendo perfuradas por quatro garfos.

Como um "troféu da repressão, garfos erguem o corpo reduzido a um monte de carne ensanguentada". Peles se abrem para fora, depois de rasgadas; veias surgem em meio ao amontoado de gorduras e tripas. O tom vermelho predomina, nos fazendo imaginar órgãos sujos de sangue.

O contraste produzido pelo encontro do metal com a carne reforça a violência da cena. Numa espécie de grande zoom, podemos ver de perto o estrago que se produz. Nesta alegoria sobre Herzog, revela-se a causa de sua morte: a tortura.

Em "Ainda a morte no sábado", mais uma vez o artista retoma a oposição violenta entre metais e vísceras. Desta vez, acrescenta um novo elemento, uma espécie de "coroa de Cristo", que acompanha e ajuda o garfo a perfurar a carne.

Gorduras brancas abundam ao lado das vísceras, sendo também ultrapassadas pelos objetos metálicos. O recurso ao zoom novamente é usado. O título faz referência ao dia da prisão de Herzog e de sua morte.

Em entrevista, Antonio Henrique conta sobre a criação de suas obras com a temática da morte de Herzog.

Jardel: Falemos do caso Herzog. Como foi a notícia da morte dele e esses seus quadros sobre ele?

A notícia da morte dele... eu me lembro até hoje, foi manchete em todos os jornais... Era um cara de trinta e poucos anos, jovem, diretor de jornalismo da TV Cultura. E de repente ele vai depor, todo mundo sabia que ele ia depor, e no dia seguinte aparece a notícia da morte dele. Foi um choque, saiu no Estadão em página inteira, no Jornal da Tarde. Sob esse impacto eu resolvi pintar quatro quadros que eram A Morte no Sábado ― Tributo à morte de Vladimir Herzog. O fato de os militares matarem uma pessoa dessa qualidade humana, cultural, foi um choque, e o cinismo brutal de tentar afirmar que tinha sido suicídio...! Um horror!

Jardel: Houve censura aos quadros nessa época ou não?

Não foram imediatamente expostos. Quando completou um ano da morte dele eu os doei para o Sindicato dos Jornalistas. Depois começaram a serem expostos em exposições.

Jardel: Mas o povo não tinha acesso...

Não tinha. O povo sempre teve pouco acesso à cultura, o povo sempre teve muito acesso ao futebol, às noticias sobre futebol, com o apoio de toda a elite política que se protege à sombra do noticiário futebolístico... O fato de a gente fazer coisas que não são imediatas, que não são claras, exige que as pessoas pensem, se informem, sintam, abram a cabeça. É o papel civilizador da arte. Música popular é de consumo imediato, o cara não precisa pensar, a letra entra, sai. Claro que tem compositores como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gil, Vinicius, Tom Jobim e tantos outros que fazem musica para a pessoa ficar mais alerta. Mas, em geral, o povo brasileiro gosta mesmo é de música que entra por um ouvido e sai pelo outro...! "Eguinha Pocotó" e coisas do gênero...!

Décia: A fase das bananas foi mais zombando, mas o caso Herzog foi um grande impacto que o fez expressar seu sentimento de revolta?

Exatamente. Porque houve outras mortes. Mas foi emblemática a morte de Herzog. Também o caso do filho da Zuzu Angel, o caso do Paiva, que foi jogado do avião... Como o Herzog era um jornalista da TV Cultura, tinha uma projeção maior do que o Paiva, que era um ativista. No fundo essa obra vale para todos os mortos, vítimas da violência da ditadura militar.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 30/9/2014


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