Uma noite de julho | Celso A. Uequed Pitol | Digestivo Cultural

busca | avançada
81512 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Oficina de Objetos de Cena nas redes do Sesc 24 de Maio
>>> Lançamento: livro “A Cultura nos Livros Didáticos”, de Lara Marin
>>> Exposição coletiva 'Encorpadas - Grandes, largos, políticos: corpos gordos'
>>> Clássicos da Literatura Unesp ganha mais cinco títulos
>>> Bertolt Brecht inspira ÉPICO
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
>>> A Velhice
>>> Casa, poemas de Mário Alex Rosa
>>> Doutor Eugênio (1949-2020)
Colunistas
Últimos Posts
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
Últimos Posts
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
>>> A Ceia de Natal de Os Doidivanas
>>> Drag Queen Natasha Sahar interpreta Albertina
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Mais jornais morrendo
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Ficção e previsões para um futuro qualquer
>>> Maná, de Rodrigo Amarante
>>> Lecturis Salutem
>>> Palavras impressas
>>> Teoria da Conspiração
>>> Movimento Literatura Urgente
>>> O fim das mídias físicas
>>> Ayn Rand ou o primado da razão
Mais Recentes
>>> Coleção Grandes Impérios e Civilizações - 17 Volumes de Del Prado pela Del Prado
>>> Coleção História em Revista - 25 Volumes (COMPLETA) de Time Life e Abril Livros pela Time Life
>>> Álgebra Linear de Alfredo Steinbruch - Paulo Winterle pela Makron (1987)
>>> Um Curso de Cálculo 1 de Hamilton Luiz Guidorizzi pela Ltc (1995)
>>> Marketing Ambiental de Reinaldo Dias pela Atlas (2007)
>>> Projeto Presente - História 3º Ano de Ricardo Dreguer & Cássia Marconi pela Moderna (2012)
>>> Projeto Presente - Geografia 3º Ano de Neuza Sanchez Guelli & Allyson Lino pela Moderna (2012)
>>> A Troca de Paulo Novaes pela Agir (1984)
>>> O Linguado de Günter Grass pela Nova Fronteira (1983)
>>> A dieta do tipo sanguíneo: A, B, O e AB de Peter Dadamo pela Elsevier / Alta Books (2005)
>>> Projeto Presente - Matemática 3º Ano de Luiz Márcio Imenes, Marcelo Lellis & Estela Milani pela Moderna (2012)
>>> Dicionário Ilustrado Verbo da Língua Portuguesa 4 vols. de Francisco Fernandes pela Verbo-Globo (1972)
>>> Matemática 2ª Série - Coleção Conhecer e Crescer de Jacqueline Garcia & Márcio Dantas pela Escala Educacional (2005)
>>> Rio de Assis - Imagens Machadianas do Rio de Janeiro de Aline Carrer - John Gledson - Pedro da Cunha e Menezes pela Casa da Palavra (1999)
>>> Missão Investigar Entre o Ideal e a Realidade de Ser Policial de Maria Cecília de S. Minayo-Edinilsa R. de Souza pela Garamond (2003)
>>> A Estranha Nação de Rafael Mendes de Moacyr Scliar pela L&pm (1983)
>>> Deixa Tuas Lágrimas Em Moscou de Barbara Armonas pela Ipanema (1963)
>>> Declarando-se Culpado de Scott Turow pela Best Bolso (2012)
>>> O Medo à Liberdade de Erich Fromm pela Zahar (1977)
>>> Cadastro-geral dos Suspeitos de Ódio ao Presidente de Luiz Gutemberg pela Alhambra (1991)
>>> Então foi Assim? Os Bastidores da Criação Musical Brasileira 4 vols. de Ruy Godinho pela Abravideo (2017)
>>> Conformismo - Tópico de Psicologia Social de Kiesler e Kiesler - Tradução Dante Moreira Leite pela Edgard Blucher Usp (1973)
>>> O Direito a Ter Direitos de Jose Vaidergorn pela Autores Assossiados (2000)
>>> Amor é Só uma Palavra de Johannes Mario Simmel pela Círculo do Livro
>>> Vida sem Morte? de Dr. Nils Jacobson pela Círculo do Livro (1976)
>>> A Lenda do Violeiro Invejoso de Fábio Sombra pela Rocco (2005)
>>> Ombusdsman - O relógio de Pascal de Caio Túlio Costa pela Geração Editorial (2006)
>>> Águas do Brasil de Araquém Alcântara pela ´Terrabrasil (2007)
>>> O tigre de Sharpe de Bernard Cornwell pela Record (2013)
>>> Os Doze Trabalhos de Hércules 1/2/4 volumes de Monteiro Lobato pela Brasiliense (1944)
>>> Morte dos reis de Bernard cornwell pela Record (2016)
>>> Bom Apetite vol II de Diversos pela Abril Cultural (1972)
>>> A menina que semeava de Lou Aronica; Maria ângela Amorim De Paschoal pela Novo Conceito (2021)
>>> Curso de Desenho e Pintura 9 volumes de Equipe Globo pela Globo (1985)
>>> 1889 Juvenil ilustrada de Laurentino Gomes; Rita Brugger pela Globo Livros (2014)
>>> Quem me roubou de mim? de fabio de Melo pela Canção Nova (2010)
>>> Se conto ninguem acredita- autografado de Rafael pedrosa pela pandogA (2018)
>>> The Young Riders of Mongolia de Rob Waring pela Footprint (2011)
>>> Let’s Do It Together de Luiz H. Rose, Maiza Fatureto & Tereza Sekiya pela Cambridge University (2008)
>>> A Matter of Prejudice de Luiz H. Rose, Maiza Fatureto & Tereza Sekiya pela Cambridge University (2007)
>>> Depois do Funeral de Agatha Christie pela Círculo do Livro
>>> Strange Noises de Luiz H. Rose, Maiza Fatureto & Tereza Sekiya pela Cambridge University (2007)
>>> A Casa Vazia de Rosamunde Pilcher pela Bertrand Brasill (2006)
>>> Lost in the Woods de Luiz H. Rose, Maiza Fatureto & Tereza Sekiya pela Cambridge University (2007)
>>> Devastação Ou a Volta à Natureza de Rene Barjavel pela Círculo do Livro (1976)
>>> Os segredos da mente milionária de T harv eker pela Sextante (2010)
>>> A Day on the Farm de Luiz H. Rose, Maiza Fatureto & Tereza Sekiya pela Cambridge University (2007)
>>> Economia Solar Global de Hermann Scheer pela Cresesb (2002)
>>> Alguém Que já Não Fui de Artur da Távola pela Nova Fronteira (1986)
>>> Enquanto Eu Estivesse Fora... de Sue Miller pela Bertrand Brasill (2000)
COLUNAS

Terça-feira, 4/11/2014
Uma noite de julho
Celso A. Uequed Pitol

+ de 2000 Acessos



Se há uma palavra que define bem os primeiros tempos de retorno à democracia no Brasil esta palavra é "excesso". Excesso em todos os campos e em todos os sentidos: excesso de sentimentos represados, recalcados, amarrados por uma corda que, quando arrebentasse, liberaria algo de muito grande - um grande líder popular, uma grande mudança para o país ou um grande fracasso. Assim como o prisioneiro que, tendo passado anos atrás das grades, quer de todas as formas recuperar o tempo perdido quando se vê livre, aqueles cuja juventude e vida adulta transcorreram sob o olhar arrogante dos militares aproveitaram as recém-conquistadas liberdades, garantidas pela Constituição intitulada "Cidadã", para colocá-las em prática com ânsia de jovem recém-liberto. Todas as demandas tinham de ser imediatamente atendidas; todas as liberdades, protegidas; toda autoridade, em princípio questionada; toda manifestação de pensamento ou opinião, admitida. Um estado de espírito até certo ponto natural para o país que viveu um dos mais longos períodos ditatoriais da America Latina.

É preciso ter em conta este estado de espírito ao dirigirmos olhar para aquela noite de 17 de julho de 1989, quando onze candidatos a presidente da República compareceram à Rede Bandeirantes, em São Paulo, para travar o primeiro debate eleitoral da história do Brasil. Sim, porque eram onze de treze convidados, e treze de trinta e quatro candidatos inscritos para concorrer, de todos os partidos e tendências conhecidas. Os não-convidados estão, com exceção de Fernando Gabeira, candidato do PV, e Enéas Carneiro, candidato do PRONA, esquecidos pela população. Já as outras duas faltas eram de muito peso. Uma foi a de Ulisses Guimarães, do PMDB, uma das mais importantes vozes de oposição ao regime militar, figura respeitada por praticamente todos. A outra, Fernando Collor, o líder das pesquisas, uma incógnita para a maioria. Os onze presentes àquele momento histórico foram Mário Covas (PSDB), Leonel Brizola (PDT), Lula (PT), Paulo Maluf (PDS), Afonso Camargo (PTB), Aureliano Chaves (PFL), Ronaldo Caiado (PSD), Guilherme Afif Domingues (PL) e Roberto Freire (PCB). Três inequivocamente de esquerda: Brizola, Lula e Freire. Um de centro-esquerda, Mário Covas. Dois de centro-direita, Afif Domingues e Afonso Camargo. E quatro de direita explícita: Aureliano Chaves, Ronaldo Caiado e Paulo Maluf. Uma leve vantagem numérica para o lado esquerdo do time, compensada pelo imenso peso político e histórico dos seus representantes, superior aos do lado direito.

Naquela noite de julho, o comando da mesa ficou a cargo de Marília Gabriela, escolhida para a difícil tarefa de entrar para a história como a primeira mediadora de debates da história do país. Sem ter nenhum modelo anterior para basear-se e com a constante rebeldia dos escoladíssimos convidados, todos políticos calejados, malandros e bons oradores, Marília teve uma tarefa difícil. Afinal, tudo era novo. Mas saiu-se muito bem.

Assisti-lo agora, vinte e cinco anos depois, é uma experiência reveladora em vários níveis. Para nós, acostumados aos debates com regras rígidas, com microfones cortados e tempo cronometrado à risca, é impressionante ver as mudanças súbitas de regras, os apartes concedidos (algo típico de oradores), o clima geral de informalidade, a longuíssima duração - mais de três horas - e, mais do que tudo, a atuação dos seus participantes.

Atuação que causa surpresas. Vemos, por exemplo, Paulo Maluf abrir a possibilidade de não-pagamento da dívida externa, a 2h42min - algo impensável para um político supostamente liberal - e Leonel Brizola, justo ele, negar peremptoriamente esta possibilidade sob o liberalíssimo argumento de que há contratos a cumprir, a 43:20. Vemos um Lula que contradiz muito do que se diz dele naquela época: tão preparado , articulado e inteligente quanto hoje, e com um discurso conciliatório entre as diversas correntes de esquerda e o establishment. No entanto, o Lula de 1989 ainda defendia, - quase ao mesmo modo de Maluf, diga-se - a suspensão do pagamento da dívida externa, a 12:40, bem como a renegociação da dívida pública. E quando perguntado por Covas sobre as regras para a presença do capital estrangeiro, a 18:30, respondeu claramente e com maturidade. E surpreende por um impressionante "liberalismo" ao dizer , a 1h:59:10, que o papel do estado não é o de se meter mas sim de aceitar que livremente o movimento sindical possa estabelecer negociação coletiva com a classe empresarial - pelo que foi criticado asperamente por Roberto Freire logo em seguida, que, como comunista, era contrário a livre negociação de salários.

Freire, aliás, fazia o difícil papel de defensor do comunismo em plena desagregação da URSS. Capitalismo e comunismo ainda eram tema de discussão naqueles tempos e Freire foi duramente fustigado pelo então jovem André Singer acerca da estabilidade do emprego na URSS, a 2h29. Freire responde que isso é uma questão da URSS e que o Brasil terá o seu próprio caminho para a construção do socialismo - e ele deixa claro a 3ho8 que é isso que deseja. Sobre o tema, Brizola se pronuncia a 1h48min, dizendo que o Brasil precisa de um choque interésse publico - de soberania e consciencia nacional - e que está sob o dominio do capitalismo selvagem.

A direita também falou, nos seus mais variados matizes. Afonso Camargo teve participação tímida e Aureliano Chaves, na dificílima condição de ex-vice do general Figueiredo, parecia travado. Já Ronaldo Caiado, líder da bancada ruralista, fala a 14min em diminuir o Estado e defende o interesse dos grandes produtores a todo momento, como a 1h38 - o que, naquela época, eram alvo preferencial do MST, que atuava com toda a força. Mas nenhum discurso dos direitistas foi tão coerente quando o de Guilherme Afif Domingos. Ex-presidente da associação comercial de São Paulo, Afif já discutia, cinco anos antes de Bresser Pereira, a 15 minutos, a reforma administrativa e enxugamento de ministérios, e expunha, a 1h33min, o discuso liberal clássico sobre a inflação. Sem fazer referências a exemplos externos com pouco a ver com a realidade brasileira (Maluf incorreu nesse erro), com retórica consistente sem ser excessivamente técnica, didático e claro, Afif desempenhou muito bem o papel de defender de uma linha de pensamento que, lamentavelmente, nunca conseguiu ter muito espaço político brasileiro apesar de contar com bons nomes no campo do pensamento.

No meio disto tudo, um tema comum: a inflação. Mário Covas, a 7 minutos, preconizando o óbvio, que a crise inflacionária era o primeiro passo e problema a ser enfrentado. Maluf fala a mesma coisa, a 49:10. Já Brizola, perguntado sobre o tema, fala, a 1h34:40, opina que a causa da inflação são as perdas internacionais, clássico discurso dos trabalhistas.

As regras do debate são alvo de discussão a 1h:20: Covas e Marilia Gabriela discutem sobre a má aplicação delas. São numerosos os apartes, o tempo estourado que os candidatos não respeitam, a confusão geral, o que acaba gerando, a 2h:01min:30, a necessidade de o diretor geral de jornalismo da emissora, José Paulo de Andrade, afirmar que esses problemas ocorrem porque, afinal de contas, este é o primeiro encontro de presidenciais da história do Brasil.

E Brizola soube aproveitar-se como nenhum outro destas falhas de organização. A 1:51:20, fala sobre a necessidade de um "salariaço" e pede um aparte a 1h54:35 para discorrer sobre o crescimento econômico e aproveitar para atacar o seu inimigo de sempre a 1h56:20: Roberto Marinho, então presidente das organizações Globo. Não contente, ainda se indispôs com Ronaldo Caiado, a 2h20:30,falando sobre os grandes industriais e capitalistas que receberam concessões de terra na ditadura. Este lhe responde lembrando, a 2h23min, das propriedades de Brizola no Uruguai. Por isso, Brizola ganha, a 2h24, o direito a responder a afirmação. Ali, neste momento, é muito provável que tenha surgido o instituto do direito de resposta, que então não estava previsto.

Um nome a se destacar é o de Mário Covas. Tem um discurso muito coerente com o PSDB, que nascia naquele momento. A 1h:46, respondendo a Fernando Mitre, Covas dá as linhas do discurso social-democrata do partido: se temos um capitalismo o façamos de maneira que a maioria do povo brasileira seja deles beneficiário. E lança, a 1h:47:15, o discurso que viria a se tornar anátema: o de que o PSDB era a favor de privatizar alguns setores. Termina sua participação a 2h51:35, dizendo que tem orgulho de ser político e que é possível, sim, ser um político honesto no Brasil. Por fim, Ulisses Guimaraes não foi uma figura esquecida: A 2:54:20, Brizola lamenta a sua falta, que teria enriquecido e muito o debate. E é profético com Collor.

A eleição teve participação entusiasmada da população: votos brancos e nulos somaram, juntos, em torno de 5%, grande parte dos quais pode ser creditados aos erros ao escrever seu voto na cédula, algo bastante comum naqueles tempos pré-urna eletrônica. Tudo isso fruto daquele " excesso de sentimentos represados, recalcados, amarrados por uma corda que, quando arrebentasse, liberaria algo de muito grande - um grande líder popular, uma grande mudança para o país ou um grande fracasso". No caso, foram as três coisas juntas, consubstanciadas na figura de Fernando Collor, o caçador de marajás que fazia promessas mirabolantes sem nunca ter sido testado nas urnas e acabou terminando seu governo de forma melancólica dois anos depois.

Uma comparação com o momento atual se impõe. Temas muito presentes hoje, como a violência urbana, estão surpreendentemente ausentes naquele momento, assim como a legalização das drogas, ações afirmativas e políticas ligadas ao público GLS. O único momento em que temos desta natureza aparecem está a 29:45, quando Maluf pergunta sobre a legalização do aborto para Covas - e ainda deixa claro que é uma pergunta diferente de todas. Covas responde de maneira franca: contra. Trata-o junto a temas como pena de morte, intitulando "tema de natureza existencial" e que, como qualquer um destes temas, só pode ser tratado por plebiscito. A resposta de Covas merece especial atenção por abrir uma nova via de interpretação desta questão tão maltratada pelo debate público, indo além da já clássica disputa "direito sobre o corpo da mulher" x "minha religião não permite", refinando-a e elevando-a a outro patamar. Este momento de Covas serve para mostrar bem a distância que nos separa, hoje, daquela noite de 17 de julho de 1989.O Brasil democrático nascia, em 1988, como a maior democracia do Ocidente, dando voz a 100 milhões de eleitores. Naquela noite de julho, quando Mário Covas, Leonel Brizola, Lula , Roberto Freire, Paulo Maluf, Afonso Camargo , Aureliano Chaves Ronaldo Caiado e Guilherme Afif Domingues sentaram lado a lado, parecia nascer também como a melhor.


Celso A. Uequed Pitol
Canoas, 4/11/2014


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A poesia afiada de Thais Guimarães de Jardel Dias Cavalcanti
02. A grande luta das pessoas comuns de Guilherme Carvalhal
03. Um livro para Fernando Morais de Guilherme Pontes Coelho
04. O que queremos do Natal? de Daniel Bushatsky
05. Os piores músicos da década de Rafael Fernandes


Mais Celso A. Uequed Pitol
Mais Acessadas de Celso A. Uequed Pitol em 2014
01. Miguel de Unamuno e Portugal - 12/8/2014
02. Entrevista com Dante Ramon Ledesma - 9/9/2014
03. A vida exemplar de Eric Voegelin - 10/6/2014
04. Émile Zola, por Getúlio Vargas - 6/5/2014
05. Ler Oswald Spengler em 2014 - 25/3/2014


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




WAKE - DESPERTAR
LISA MCMANN
NOVO SECULO
(2010)
R$ 10,00



MAIS QUE VENCEDOR
ALEX DIAS RIBEIRO
AUTOR
R$ 10,00



ANJO A FACE DO MAL
NELSON MAGRINI
NOVO SÉCULO
(2004)
R$ 10,00



MANOBRAS E ESTRATAGEMAS DA VIDA SEXUAL - COMPÊNDIO DE CULTURA ATUAL
A. H. CHAPMAN
RECORD
(1968)
R$ 10,00



A VOZ DO DONO - 3643
TAMA STARR
ÁTICA
(1993)
R$ 10,00



NUAS
MARGARIDA DE AGUIAR PATRIOTA
ROSWITHA KEMPF EDITORES
(1986)
R$ 10,00



INSETOS E OUTROS BICHINHOS. CIENCIA DIVERTIDA
ROSIE HARLOW
MELHORAMENTOS
(1999)
R$ 10,00



A EXPERIÊNCIA DE DEUS NA FAMÍLIA. OFMCAP: EDIÇÃO DE TEXTO, ABGAIL LOUREIRO DIÓGENES E LUIS ANTONIO VIOLIN
BERNARDO CANSI
BSB
(2001)
R$ 10,00



DENTES AO SOL
IGNACIO DE LOYOLA BRANDÃO
CIRCULO DO LIVRO
(1974)
R$ 10,00



DESCAMINHAR
PEDRO TOSTES
E EDITORIAL
(2008)
R$ 10,00





busca | avançada
81512 visitas/dia
2,4 milhões/mês