A coerência de Mauricio Macri | Celso A. Uequed Pitol | Digestivo Cultural

busca | avançada
41460 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Terça-feira, 12/1/2016
A coerência de Mauricio Macri
Celso A. Uequed Pitol

+ de 2600 Acessos

Quando Mauricio Macri, presidente recém-eleito da Argentina, disse que seria mais fácil Dilma trabalhar com ele do que com Cristina Kirchner muitos brasileiros ficaram surpresos. Afinal, como se sabe, Dilma e Cristina eram amigas, parceiras e compañeras do Mercosul, da "Pátria Grande" e de todos os demais projetos em comum que Brasil e Argentina organizaram nos últimos anos. Já Macri, eleito com a promessa de ser o contrário do kirchnerismo em todos os aspectos, o seria também neste. Mais: diante da promessa de aplicar a cláusula democrática do Mercosul à Venezuela, contrariando a posição brasileira sobre o tema, houve quem o visse como alguém disposto a ressuscitar a hoje quase defunta rivalidade Brasil e Argentina dos anos 70. Difícil imaginar que alguém com este perfil poderia ser considerado "melhor" para trabalhar.

A narrativa foi aceita no Brasil tanto pela direita quanto pela esquerda. A direita aceitou-a por motivos óbvios; a esquerda, para apoiar aos seus amigos kirchneristas. Exemplo da atitude deste último grupo foi o artigo recente de Emir Sader, publicado em jornais argentinos, sobre um suposto "resfriamento" das relações entre os países. "Estávamos acostumados aos largos abraços", diz ele. Lembrou de sorrisos, de discursos afetuosos, de troca de camisetas do Racing e do Corinthians entre Lula e Néstor Kirchner. Sader lembrou de muita coisa. Mas esqueceu de outras.

Esqueceu, por exemplo, que, nos bastidores dos palanques, a equipe técnica do governo Dilma já não aguentava mais as diatribes de Cristina, suas medidas protecionistas, suas quebras de contrato, a corrupção beirando o inacreditável (até mesmo para os padrões brasileiros) e a sensação geral de insegurança jurídica nas relações comerciais. Esqueceu também que, apesar de tantas trocas de camisetas, de afagos e de beijos entre os presidentes dos dois países, para a Argentina, o Brasil não foi o parceiro número um. Este lugar pertencia à Venezuela de Chávez e Maduro, que comprou títulos da dívida platina quando ninguém mais tinha coragem de fazê-lo e vendeu-lhe petróleo a bons preços nos piores momentos de crise. Além disso, o discurso de peronistas e bolivarianos era muito mais próximo. O Brasil de Lula — o Brasil do BNDES, da indústria nacional, da FIESP, das reuniões em Davos, da presença nos grandes círculos internacionais, da Copa e das Olimpíadas — era demasiado capitalista para eles.

E Macri, o empresário, foi para a reunião com Dilma em busca deste Brasil. Atrás do que restou dele, talvez. Durante todos os anos de kirchnerismo a oposição argentina, representada por ele, Macri, acostumou-se a nos ver como um modelo a seguir. O Brasil do discurso da oposição kirchnerista conjugava ascensão social e incentivo ao empresário e ao investidor num ambiente político sadio e unificado em seus objetivos básicos. Lula, odiado pela direita brasileira, era adorado pela oposição "de direita" argentina: Macri deu-lhe a chave da cidade de Buenos Aires quando foi prefeito, fazendo um discurso que nem o mais simpático lulista faria; a Fernando Haddad, prefeito de SP, deu o título de "Ciudadano Ilustre" da capital e seu partido, o PRO, elaborou um protocolo de cooperação com o PSD de Gilberto Kassab, Ministro das Cidades do governo Dilma. Os jornais anti-kirchneristas derramaram mil elogios a Lula, o operário social-democrata amigo dos empresários de seu país, produto da decantada burguesia nacional brasileira, que a Argentina sempre quis ter e nunca teve: o "La Nación", diário de reconhecidas tendências conservadoras, passava comparando os acertos do PT com os erros dos peronistas, os acertos do Brasil com os erros da Argentina, apostando nos resquemores da velha rivalidade cuja existência só os néscios, os pusilânimes e os mal intencionados negam; e o "Clarín" foi além: chegou a criar uma edição em português para aproveitar-se da onda pró-brasileira.

Os kirchneristas, supostos aliados, seguravam-se para não babar de raiva diante disso. Por trás do sorriso simpático de Lula enxergaram, em não poucas vezes, a face do Brasil imperialista do século XIX, que invadiu sua capital duas vezes, depôs um presidente hostil, Rosas, e pôs em seu lugar um liberal simpático ao país. Muitos perceberam que, a cada abraço em Nestor, cada discurso vazio de integração e cada piada futebolística trazia consigo um grupo de empresas que, pouco a pouco, compraram setores inteiros da economia argentina. Mas não podiam fazer muita coisa: só o Brasil investia na desacreditada Argentina, só o Brasil lhe emprestava dinheiro sem condicionantes, só o Brasil lhes dava algum apoio nas instâncias internacionais, só o Brasil tinha a tão comentada "paciência estratégica" com seus desmandos, com suas infantilidades, com seus mil erros, como um irmão maior que perdoa os comportamentos impensados do irmão menor. Além disso, Lula dizia-se amigo dos Kirchner. Isso tudo bastava. Afinal de contas, o grande parceiro deles era mesmo Chávez.

Macri viajou a Brasília com um ar sorridente, simpático, gentil. Antes de embarcar, aos repórteres brasileiros mandou um "oi, bom dia, tudo bem, tudo legal?", em portunhol legítimo, dizendo que estava praticando para falar com "la presidenta" Dilma Roussef (enfatizando o "la presidenta", como Cristina gostava de ser chamada e ele, Macri, nunca a chamou, preferindo o tradicional "presidente"); à rede de TV do Palácio do Planalto disse que o Brasil é sua segunda seleção, depois da Argentina, e a Dilma dedicou alguns minutos de uma conversa que parece não ter sido desagradável. Saiu dela achando a presidente do Brasil "muito tranquila, firme, combativa e com forte caráter" — palavras suas. E a Venezuela? E a reunião do Mercosul? E os atritos que todos esperávamos? Silêncio. Macri tomou um avião para São Paulo, onde foi recebido pelos industriais da FIESP. Prometeu acabar com as barreiras comerciais levantadas pelos Kirchner aos produtos brasileiros e garantir um mínimo de estabilidade institucional, que foi o principal entrave para os investimentos brasileiros na Argentina nos últimos anos. E Venezuela? E os atritos? Sem respostas.

A resposta veio apenas dois dias depois, após as eleições venezuelanas, que resultaram numa derrota dos chavistas conhecida até pelos túmulos da Recoleta. Ali, em voz baixa, sua chanceler afirmou que, diante da estrondosa vitória reconhecida por Maduro, não via necessidade alguma de acionar a cláusula porque, afinal de contas, a Venezuela se havia mostrado um país democrático. Ponto. Fim de conversa. Vamos para outra pauta. Em menos de quarenta e oito horas, Macri havia passado de guerrilheiro em favor das liberdades venezuelanas a tranquilo espectador do novo processo político daquele país. Maduro continuava no poder, os "presos políticos" continuavam na cadeia, tudo continuava igual, exceto a constituição do Parlamento que todos já esperavam que iria mudar. O que havia, de fato, mudado? Macri não era mais o sujeito combativo dos momentos pós- eleição. Parecia mais tranquilo, mais dócil, mais amigável. É o espírito de um homem que quer olhar para a frente, arregaçar as mangas e pôr mãos e braços para trabalhar.

E não é pouco, o trabalho que terá pela frente. A Argentina que Macri receberá é um país quebrado, em grave crise social, com problemas institucionais gigantescos e zero de credibilidade internacional. Um país assim exige planos de grande porte, e Macri os tem - aliás, o que não falta em seu programa são planos de nome altissonante. Um deles chama a atenção de qualquer brasileiro: trata-se do Programa Económico Social Cuadrienal, um vaso plano de recuperação da sucateadíssima infra- estrutura argentina. O programa atende pelo nome de PEC. Impossível não lembrar do seu quase homônimo, o PAC, e não será sem razão: Macri e sua equipe já disseram que o plano é explicitamente baseado na experiência do governo do PT no Brasil. Mas o PAC brasileiro foi implantado num país onde o dinheiro sobrava. De onde sairá o dinheiro para o PEC argentino?

A resposta nos leva a outro ponto que chamará a atenção de qualquer brasileiro, e revelará muito - ou, talvez, quase tudo - do que se desenhará nos próximos anos. Em entrevista recente para a TV argentina, Macri revelou o que foi abordado na conversa com Dilma: "A presidente Dilma me disse: temos um montante de créditos aprovados no BNDES, que é um banco enorme de fomento e desenvolvimento de Brasil, para investir na ferrovia Sarmiento e em linhas de energia".

Uma grande notícia, sem dúvida. Ainda mais para um país como a Argentina. Grandes notícias, nesse tipo de situação, provocam naturalmente aquela sensação de alívio e satisfação, o famoso "sangue doce" da fala popular. Estará aí explicada a tranquilidade, a docilidade, o "tudo joia", "tudo legal" do outrora confrontativo Macri? Possivelmente. Alguns de seus apoiadores argentinos o estão acusando de mudar o discurso, capitular, deixar suas ideias de lado; nem todos gostaram dos elogios a Dilma: acusam-no de incoerente. Não creio que tenham razão. Macri está sendo plenamente fiel ao que, há muitos anos, defende como político de oposição. Afinal, ele mesmo não disse aos brasileiros que seria mais fácil trabalhar com ele?


Celso A. Uequed Pitol
Canoas, 12/1/2016


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A falta que Tom Wolfe fará de Rafael Lima
02. Saudade de ser 'professor' de Filosofia de Cassionei Niches Petry
03. Precisamos falar sobre Kevin de Renato Alessandro dos Santos
04. Os Doze Trabalhos de Mónika. 9. Um Cacho de Banana de Heloisa Pait
05. Os Doze Trabalhos de Mónika. 2. O Catolotolo de Heloisa Pait


Mais Celso A. Uequed Pitol
Mais Acessadas de Celso A. Uequed Pitol em 2016
01. 'As vantagens do pessimismo', de Roger Scruton - 12/4/2016
02. 80 anos de Alfredo Zitarrosa - 10/5/2016
03. Sarkozy e o privilégio de ser francês - 14/6/2016
04. 'A Imaginação Liberal', de Lionel Trilling - 8/3/2016
05. A coerência de Mauricio Macri - 12/1/2016


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




REFORMA EMPRESARIAL DA EDUCACAO=NOVA DIREITA VELHAS IDEIAS
LUIS CARLOS DE FREITAS
EXPRESSAO POPULAR
(2019)
R$ 29,00



QUANDO TUDO VOLTA
JOHN COREY WHALEY; CAROLINA CAIRES COELHO
NOVO CONCEITO
(2014)
R$ 7,00



O HOMEM DA CHUVA
SUSIE MALONEY
ROCCO
(2002)
R$ 20,00



O ADVOGADO E A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
ALBERTO ROLLO /JOÃO F. L. DE CARVALHO / ALEXANDRE L. M. ROLLO
MANOLE
(2003)
R$ 19,00



O FOLCLORE DOS ESTADOS UNIDOS
TRISTRAM COFFIN
CULTRIX
R$ 7,80



JOSÉ E JÓSEF - UMA CONVERSA SEM FIM
PEDRO CELSO UCHÔA CAVALCANTI E RUBEM CÉSAR
NOVA FRONTEIRA
(1985)
R$ 23,82



A PROFECIA -NOVO THRILLER DA SÉRIE GRAU 26
ANTHONY E. ZUIKER
RECORD
(2011)
R$ 25,00



NUNILA - A MESTIÇA MAIS BONITA DO SERTÃO BRASILEIRO
CARMO BERNARDES - 2ª EDIÇÃO
RECORD
(1984)
R$ 7,00



O REI SE INCLINA E MATA (1ª ED.) - NOVA ORTOGRAFIA
HERTA MÜLLER
GLOBO
(2013)
R$ 37,70



T. S. ELIOT E FERNANDO PESSOA: DIÁLOGOS DE NEW HAVEN
RICARDO DAUNT
LANDY
(2004)
R$ 10,98





busca | avançada
41460 visitas/dia
1,4 milhão/mês