Dilúvio, de Gerald Thomas | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
22804 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> FÁBRICA DE CALCINHA, PARTE DA MOSTRA CENA SUL, EM TRÊS APRESENTAÇÕES NO SESC BELENZINHO
>>> PROJETO MÚSICA EXTREMA, DO SESC BELENZINHO, TRAZ EM MARÇO A BANDA REFFUGO, DE DEATH METAL
>>> ESPETÁCULO DE DANÇA ENCHENTE, COM DIREÇÃO DE FLAVIA PINHEIRO (PE), EM TRÊS DATAS NO SESC BELENZINHO
>>> EU e MÁRIO DE ANDRADE Livro de Anotações para Viagens Reais e Imagin
>>> Atom Pink Floyd Tribute retorna ao Rio Grande do Sul
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Minimundos, exposição de Ronald Polito
>>> Famílias terríveis - um texto talvez indigesto
>>> O Carnaval que passava embaixo da minha janela
>>> A menos-valia na poesia de André Luiz Pinto
>>> Lançamentos de literatura fantástica (1)
>>> Cidadão Samba: Sílvio Pereira da Silva
>>> No palco da vida, o feitiço do escritor
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> Algo de sublime numa cabeça pendida entre letras
>>> estar onde eu não estou
Colunistas
Últimos Posts
>>> Por que ler poesia?
>>> O Livro e o Mercado Editorial
>>> Mon coeur s'ouvre à ta voix
>>> Palestra e lançamento em BH
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
Últimos Posts
>>> Prefácio
>>> Descendências
>>> Nem mais nem menos
>>> Profissão de fé
>>> Direções da véspera III
>>> Mirante
>>> In Albis
>>> Mulher, ontem hoje e sempre
>>> Amor, entre o céu e o fardo
>>> O Estranho Mundo Atual que Julgamos
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Festival da Mantiqueira
>>> Eleições
>>> Portal dos Livreiros: 6 meses!
>>> Por que ler poesia?
>>> Entrevista com Miguel Sanches Neto
>>> Os superestimados da música no Brasil
>>> O pai da menina morta, romance de Tiago Ferro
>>> Quanto custa rechear seu Currículo Lattes
>>> Influências da década de 1980
Mais Recentes
>>> Noções do Grego Bíblico de Lourenço Stelio Rega pela Vida Nova (1995)
>>> Análise Real: uma Introdução de A. J. White; Elza P Guimarães (coordenação) pela Edgard Blucher; Edusp (1973)
>>> Juventude e Revolução : uma Investigação Sobre a Atitude Revoluci de Hermes Zaneti pela Edunb (brasília) (2001)
>>> Ritos Mágicos e Ocultos de Idries Shiah pela Três (1973)
>>> Sócrates: os Pensadores de Nova Cultural pela Nova Cultural (1987)
>>> Da Revolução de 30 ao Terror do Estado Novo de J I Cabral de Vasconcellos Filho pela Cátedra (1982)
>>> Quo Vadis: a Ordem Mundial Perspectiva 2 de Alexander Zhebit pela Bennett (2003)
>>> Antologia Mitavaí: Poesia e Prosa da Oficina Literária Icp de Ivan Cavalcanti Proença pela Mitavaí (rj) (1986)
>>> Joana dos Santos de Ivan Bichara pela Bertrand Brasil (1995)
>>> Dictionnaire de La Bible de Andre Marie Gerard pela R Laffont (1989)
>>> Terapêutica Clínica - Segunda Edição de Paul G. Ramsey e Eric B. Larson & Cols. pela Artes Médicas (porto Alegre) (1995)
>>> Introduction to Opera (capa Dura) de Mary Ellis Peltz (editor) pela Barnes & Noble (1957)
>>> A Princesa e o Profeta de Shafique Keshavjee pela Ediouro (2004)
>>> Michelin Red Guide 1990: Main Cities, Europe de Michelin Travel Publications pela Michelin Travel Publications (1990)
>>> O Mandado de Seguranca e Outras Acoes Constitucionais Tipicas de Jose da Silva Pacheco (3ª Edição) pela Revista dos Tribunais (1998)
>>> Pedro Calmon de Luis Henrique Dias Tavares pela Fundação Cultural da Bahia (1977)
>>> Comandos do Ms-dos: Inclui Versão 4 e dos Shell de Van Wolverton pela Campus (1989)
>>> Ensayos Sobre Narrativa Francesa Contemporánea de Willi Hirdt pela Alfa (1984)
>>> A Filosofia da Medicina Oriental de Georges Ohsawa 5ª Edição pela Associação Macrobiótica (rs) (1977)
>>> La Muerte En El Alma - los Caminos de La Libertad III de Jean Paul Sartre pela Losada (1967)
>>> A Sociedade e o Crime de Luís de Carvalho e Oliveira pela Arcádia (lisboa Portugal) (1960)
>>> São José do Norte Aspectos Linguístico-etnográficos do Antigo Municípi de Heinrich A. W. Bunse (2ª Edição) pela Mercado Aberto (1981)
>>> Daemon de Daniel Suarez pela Planeta do Brasil (2011)
>>> Gustavo Cisneros: un Empresario Global de Pablo Bachelet pela Planeta (buenos Aires) (2004)
>>> Guia do Acervo do Arquivo Museu de Literatura Brasileira de Eliane Vasconcellos e Laura Regina Xavier pela Casa de Rui Barbosa (2012)
>>> Lista Vermelha de Animais Ameaçados de Extinção no Estado do Para de Márcia de Guadalupe, Olaf Mielke e Outros pela Sema; Piab (1995)
>>> Redigindo a Sentença Cível 5ª Edição de Elpídio Donizetti pela Lumen Juris (rj) (2008)
>>> Hip Hotels: Paris (em Inglês) de Herbert Ypma pela Thames & Hudson (2007)
>>> A Máquina de Xadrez - 2ª Edição de Robert Löhr pela Record (2007)
>>> Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (rename) de Ministério da Saúde - 5ª Edição pela Ministério da Saúde (2007)
>>> Quem Matou John Maynard Keynes? de W. Carl Biven pela Mcgraw Hill (1990)
>>> Química na Sociedade: Projeto de Ensino de Química Em um Contexto de Eliane Nilvana F. de Castro, Rogério S. Mol pela Unb (1998)
>>> Curso de Direito do Trabalho Aplicado. Parte Geral Vol 1 de Homero Batista Mateus da Silva 3ª Edição pela Revista dos Tribunais (2015)
>>> Antes Tempos Depois: Pequenos Ensaios de Roberto Cavalcanti de Albuquerque pela José Olympio (2007)
>>> Na Imprensa... Coletânea de Artigos (1987 - 2004) de Ives Gandra da Silva Martins (capa Dura) pela Do Brasil (2005)
>>> Antes Tempos Depois: Pequenos Ensaios de Roberto Cavalcanti de Albuquerque pela José Olympio (2007)
>>> Cultura del Renacimiento - Tercera Edicion de Robert F Arnold (capa Dura) pela Labor (barcelona Espanha) (1936)
>>> Reengenharia do Setor Público: as Bases para a Construção do Esta de Francisco Paulo de Melo Neto pela Quartet (1995)
>>> O Novo Oriente Médio de Shimon Peres pela Relume Dumará (1994)
>>> Expedições Militares Contra Canudos: Seu Aspecto Marcial de Tristão de Alencar Araripe pela Bibliex (1985)
>>> Petrobrás: um Monopólio Em Fim de Linha de Gilberto Paim pela Topbooks (1994)
>>> Estratégia Militar e Desarmamento de Nelson Freire Lavenère Wanderle pela Bibliex (1971)
>>> O Estado Super Desenvolvido de Gilberto Mathias e Pierre Salama pela Brasiliense (1983)
>>> Manual da Constituição - 2ª Edição de Themistocles Brandão Cavalcanti pela Zahar (1963)
>>> Jesus de Nazaré: Esplendor no Ocidente de Marco Aurélio Baggio pela Compos (bh) (2002)
>>> O Demônio da Barba Manchada de Rodolfo Gomes Pessanha pela Saint Paul (niterói) (1991)
>>> Três Faces de uma Cidade de José Aparecido de Oliveira pela Gdf (1987)
>>> O Problema do Trabalho de Alceu Amoroso Lima (2ª Edição) pela Agir (1956)
>>> O Homem do Gravador de Jean Jaques Abrahams pela Imago (1978)
>>> Fresno Contra o Mundo; o Passado Secreto do Nazismo no Brasil de Rolling Stone, Nº 51 de 2010 pela Spring (2010)
COLUNAS

Terça-feira, 6/2/2018
Dilúvio, de Gerald Thomas
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 2300 Acessos



O cenário inicial (e final) da peça Dilúvio, de Gerald Thomas, apresenta uma paisagem solitária, com um amontoado de guarda-chuvas quebrados e contorcidos num ambiente esfumaçado. Antes que qualquer ator entre em cena, já estamos diante da imagem trágica do resultado de um dilúvio: aqueles guarda-chuvas que figuram em nossa mente como símbolo da proteção contra a tempestade, agora são apenas desolação e destruição. Essa imagem pós-dilúvio é desconcertante e é com ela gravada em nossa mente que assistimos toda a peça. (Um amigo artista plástico, Fabricio Nery, que assistiu Dilúvio comigo, me disse ao pé do ouvido que apenas essa abertura já teria valido a peça – avec toutes les raisons).

O guarda-chuva quebrado e abandonado, existindo como uma espécie de símbolo do desalento, do abandono, do imprestável é uma constante na obra plástica de Gerald Thomas. E agora ele figura como personagem central na sua nova peça. Não poderia ter escolhido imagem melhor como metáfora de sua visão pessimista do mundo contemporâneo.

Dessa imagem desoladora dos guarda-chuvas, passamos para outra mais perturbadora ainda: duas atrizes aparecem penduradas, com sangue jorrando pelos seus corpos nus, postas sobre colunas gregas, que são o símbolo da Civilização Ocidental. Gerald Thomas cria uma imagem que vale por mil tratados sociológicos sobre o Ocidente.



Como numa montagem cinematográfica, em cenas seguintes a imagem do guarda-chuva já destruído retorna, agora na mão da atriz que luta contra uma ventania enfurecida nos fazendo pensar em alguma tempestade infernal e dantesca. O resultado dessa luta inglória contra as tempestades do mundo (Gerald pensa por metáforas), é a destruição do guarda-chuva e o desaparecimento da espécie humana – dada a solidão dos guarda-chuvas despedaçados no início e fim da peça.



Gerald Thomas produz a sua obra através de imagens, sons, luzes, falas e performances corporais. Seu teatro é plástico, operístico e, porque não, carregado de uma energia que vem do rock e da batida dos tambores da escola de samba. As referências que desaguam do seu inconsciente estético, sejam plásticos, musicais ou literários, passam pela convivência com criadores como Wagner, Schöenberg, Glass, Stones, Beckett, Kafka, Gertrude Stein, Godard, Eisentein, com toda a vanguarda de artes plásticas, de Duchamp até Francis Bacon, o Pop e o Minimalismo, no mínimo. A modernidade e sua desconstrução é o solo onde seus pés pisam. Outro dado importa: sua atenta, aguda e crítica observação do mundo (suas crônicas em Nada Prova Nada refletem sua tensão e insatisfação diante das contradições do mundo).

“Dilúvio” me parece uma síntese criativa (ou um ir além) desse caldo estético citado acima sem o qual não se pode falar em arte contemporânea. Gerald Thomas já reclamou do “excesso desconstrutivo” que atordoa a arte atual, sugerindo que estamos no momento de catar os cacos e criar um vitral novo a partir deles. O dramaturgo está nesse momento fazendo isso. Com Dilúvio criou a possibilidade de lidarmos com os fragmentos, agora transformados num belíssimo mosaico, que não deixa de fora a rasteira que os bons artistas sempre nos dão.

E é esse mosaico ao mesmo tempo construído por belíssimas imagens, guiadas por escolhas musicais arrepiantes e pelo desempenho notável de atrizes e performances, além de um texto “em ruína”, que faz de Gerald Thomas um dramaturgo renovador. A sensação a partir dessa obra prima que é Dilúvio é que seu teatro está se revolucionando e apontando para o futuro. D’ après Kafka: dê-lhe o machado e ele abrirá nossas cabeças.

Sua entrada na área de risco, a partir da criação de imagens metafóricas e simbólicas, que possibilitam a criação de uma obra aberta (Umberto Eco), só é possível, no entanto, porque seu inconsciente estético foi fertilizado pelas referências acima citadas.

Em Dilúvio as imagens paradoxais revelam o desgaste das existências consumidas no nosso tempo de horrores midiatizados à exaustão. Uma espécie de café da manhã com sangue nos acorda e atordoa. Diferente da famosa frase de um filósofo (Heidegger?) que dizia que para o homem moderno o jornal era sua oração matinal, o Google, Instagram, Facebook e Twitter nos oferecem um circo de horrores e imbecilidades liquidificadas no nosso suco de laranja de toda manhã.

O paradoxo das imagens: a busca pela beleza e pela poesia aparecem e logo são corrompidas. Na performance da leveza das atrizes em sua delicada conjunção amorosa, flutuando como num balanço (que lembra a atmosfera de “O Balanço” de Fragonnard e Wim Wenders em “Asas do Desejo”), até a luta que encenam em câmera lenta - como as imagens que vemos e revemos a todo momento na tela do computador, num círculo infernal e dantesco do qual não conseguimos sair.



O paradoxo das imagens: uma cena brutal de sexo entre duas mulheres -“come o meu cu”, diz uma delas desesperadamente- , onde o desejo explode, mas a frase “o meu pau não sobe mais” revela a impotência diante da oferta descartável de imagens eróticas e produção insana e aberrantes de desejos. A cena recebe a luz de uma luminária-máquina-roda-duchampiana.



A importância da concepção plástica das imagens no teatro de Gerald Thomas aparece em “Dilúvio” nos desenhos que são carregados e que passam como imagens de um museu diante dos olhos dos espectadores. São partes da peça, não apenas ilustrações, e tem seu uso conjugado na ideia wagneriana de uma “arte total”, cara a Gerald Thomas. Dessas imagens o sempre enigmático tubarão ferido e uma referência ao São Sebastião flechado – signos da violência transformada em espetáculo.

A peça se encerra com uma fala em tom comovente da atriz Maria de Lima, que está num cenário de desolação, dizendo algo como “eu até poderia achar algo positivo nisso tudo”, que ressoa a frase dita anteriormente invocando Beckett, um dos mestres da consciência artística de Gerald Thomas – “Você conhece o mundo maravilhoso e, claro, sombrio e, ainda, melancólico e, porque não dizer, um tanto cinzento, de Samuel Beckett?”.



Sobre sua condição de criador, dentro desse universo aterrador, diz Gerald Thomas: “Eu me vejo, como autor, numa terra perdida, sozinho, depois de uma guerra nuclear, com um balde de pipoca na mão. É o sinal da minha sobrevivência”.

“Teatro é Risco!!!” diz o Dramaturgo. Não apenas risco na forma do que se apresenta, mas na maneira como ele é gerado/criado. Sabemos que uma peça não existe a priori na cabeça de Gerald Thomas. Work in progress, eis o lema da arte moderna e da direção e criação do autor de Dilúvio. Nisso, Gerald Thomas é um mestre! E pode haver algum artista se se estiver aquém disso?



ELENCO: Maria de Lima, Julia Wilkins, Lisa Giobbi, Ana Gabi, Beatrice Sayd, Isabella Lemos, André Bortolanza.

APRESENTAÇÃO: SESC SP: 11 nov a 17 de dez.

Obs: A fotos foram retiradas do Blogg do Gerald Thomas


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 6/2/2018


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A barata na cozinha de Luís Fernando Amâncio
02. Inferno em digestão de Renato Alessandro dos Santos
03. O tigre de papel que ruge de Celso A. Uequed Pitol
04. Sebastião Rodrigues Maia, ou Maia, Tim Maia de Renato Alessandro dos Santos
05. As crianças do coração do Brasil de Elisa Andrade Buzzo


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2018
01. Entrevista com a tradutora Denise Bottmann - 26/6/2018
02. Hilda Hilst delirante, de Ana Lucia Vasconcelos - 16/10/2018
03. Goeldi, o Brasil sombrio - 20/11/2018
04. A Fera na Selva, filme de Paulo Betti - 22/5/2018
05. O pai da menina morta, romance de Tiago Ferro - 3/4/2018


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




MERCHANDISING NO PONTO-DE-VENDA
REGINA BLESSA
ATLAS
(2003)
R$ 56,00



CONVERSANDO COM DEUS (LIVRO II)
NEALE DONALD WALSCH
AGIR
(2011)
R$ 22,00



CADÊ A AGUA DO MESTRE ALEIJADINHO (NOVA ORTOGRAFIA)
FERNANDO A. PIRES
FORMATO
(2014)
R$ 34,90



(RE)PENSAR AS PRÁTICAS EDUCATIVAS
ROSA MARIA GOMES
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 594,00



A RELAÇÃO ENTRE PÚBLICO E PRIVADO NAS TV CULTURA E TV BRASIL
MELISSA RABELO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 391,00



SINASTRIA - ESTUDO DOS RELACIONAMENTOS - TEORIA E PRÁTICA
ANNA MARIA DA COSTA RIBEIRO
HIPOCAMPO
(1989)
R$ 65,00



CARTILHA DO CONSUMIDOR
DEPARTº DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR
SEC. DIREITO ECONÔMICO
(1999)
R$ 6,00



DEMOCRACIA E PARTICIPAÇÃO: REPRESENTAÇÕES DOS ALUNOS DO 3º CICLO
CARIDADE MARIA DIAS COSTA DE ALMEIDA LIMA SANTOS PEREIRA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 489,00



RELACIONAMENTO NA CADEIA PRODUTIVA DA MAÇÃ E TEORIA DA COMPLEXIDADE
MARCIA ROHR DA CRUZ
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 454,00



E AGORA, CHE? A REVOLUÇÃO DAS BANANAS
HUMBERTO BORGES
EUROPA (RJ)
(1980)
R$ 28,82





busca | avançada
22804 visitas/dia
1,1 milhão/mês