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Quinta-feira, 7/3/2002
Não basta ser pai (ou estado), tem que participar
Adriana Baggio

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Dizer que a educação no Brasil está em decadência é até lugar comum. Todo mundo sabe, e alguns sentem na pele. Tenho a sensação de que há alguns anos a coisa não era tão feia, mas talvez seja só uma questão de ponto de vista. As escolas mantidas pelos governos federais, estaduais e municipais estão sucateadas fisicamente. Os professores são mal remunerados, não têm muitas perspectivas de crescimento profissional, não recebem capacitação adequada e às vezes não estão nem aí para os alunos ou para o que ensinam a eles. O material didático utilizado é questionável, porque o lobby das editoras conta muito na hora da escolha do livro a ser adotado. E para fechar com lápis de ouro, as crianças que estudam em escola pública já começam em desvantagem nutricional, emocional, estrutural.

Mas a decadência à qual me refiro não é só em relação à escola pública. A escola particular parece estar virando um gueto onde as famílias que podem colocam seus rebentos para diminuir a preocupação com eles. A escola particular oferece um pacote atraente para quem já não têm tempo de cuidar das crianças de maneira correta. De início, o valor de algumas mensalidades já garante, em teoria, a participação dos filhos em um grupo social homogêneo, onde todos têm os mesmos brinquedos, viajam para os mesmos lugares nas férias, andam em carros das mesmas marcas, moram nos mesmos condomínios. A chance dessas crianças conviverem com a realidade social do país é pequena. Dificilmente um filho de empregada doméstica, balconista, pedreiro, estivador, vai fazer parte dessa casta.

No pacote oferecido pela escola particular está incluída também a educação básica, cada vez menos uma função dos pais e cada vez mais um encargo para os professores. Muitas vezes já é tarde. O professor não tem mais chance de ensinar nada, mesmo que esteja disposto a isso, porque a criança já está estragada. É prepotente, megalômana, sem limites, mal-criada, alienada. O pacote ainda inclui atividades suficientes para que a criança fique o maior tempo possível dentro da escola, sem que alguém precise parar de fazer alguma coisa para ir buscá-la, acompanhar seus estudos, brincar com ela.

Mas tudo isso tem um preço, abusivo desde a mensalidade até a lista de material escolar. Em João Pessoa, por exemplo, uma escola organizou um passeio para seus alunos, que depois serviria de tema para uma atividade didática. Eles foram para a praia? Eles foram para o parque? Eles foram ver o pôr-do-sol na Praia do Jacaré? Não. Eles foram viajar de avião. Pegaram um vôo comercial de João Pessoa a Recife, a 120 km e 15 minutos de viagem. Depois voltaram. E no dia seguinte, as crianças cujos pais não puderam bancar esse passeio ficaram sem saber o que fazer quando a tia passou a atividade didática: fazer uma redação tipo “Meu passeio de avião”. Pode?

A escola particular assume um compromisso cada vez maior com o vestibular, e cada vez menor com a formação completa de seus alunos. Prova disso é o vestibulinho para uma das escolas mais “conceituadas” daqui. Quando sai o resultado, crianças de 7 anos choram desesperadas por não verem seus nomes na famigerada lista. Que tipo de atitude pedagógica é essa? Já não basta o que vem pela frente na vida?

Mas entre a escola pública, acabada e desacreditada, e a escola particular, uma bolha pasteurizada e alienada, surge uma possibilidade de solução. Aqui mesmo, em João Pessoa, uma escola pública tem mostrado qual é o caminho. Não é uma escola pública qualquer. Uma cooperativa de pais tomou para si a administração da Sesqui, como é carinhosamente chamada a Escola Sesquicentenária. Como sem dinheiro fica difícil fazer alguma coisa, alguns alunos pagam uma mensalidade de R$ 30,00. Os alunos que pagam são aqueles que têm condições de pagar, e ocupam 40% das vagas da escola. Esses alunos só conseguem matrícula na escola se forem indicados por outros pais que já participam da cooperativa. Os que fazem a indicação funcionam como avalistas, ficando responsáveis não apenas pela contribuição financeira de cada família, mas por sua participação ativa na vida e nas regras da escola.

Os outros 60% são formados por alunos carentes, que também devem obedecer critérios para serem aceitos na escola. Cada critério tem um peso. Por exemplo, morar em algum dos bairros da praia, região nobre de João Pessoa, não tem nenhum peso. A renda de cada família também é avaliada. A comissão encarregada da seleção, acostumada com as maracutaias, pede, além do comprovante de renda, as contas de água, luz e telefone. E aí aparecem as discrepâncias. Como a escola é boa e pública, tem muita gente agindo de má fé para poder garantir uma vaga para os filhos.

Mas a briga por uma vaga não acontece só entre os que disputam um lugar na cota destinada à população carente. Muitos funcionários públicos em boa situação financeira, o que não é raro neste estado, quando transferidos para a capital, esfregam uma lei na cara da direção da escola. Por esta lei, funcionário público estadual transferido tem direito de colocar os filhos em qualquer escola pública, tendo ou não vaga. Para não comprometer a qualidade da escola e do ensino, a cooperativa nega. O resultado: todo ano a escola é processada por pessoas que, incoerentemente, querem burlar justamente as regras que fazem da escola o modelo de ensino desejado para seus filhos.

Ao mesmo tempo em que a postura “você sabe quem eu sou”, comum em sociedades com uma consciência política viciada, provinciana e incipiente, é largamente presente, o inverso, mas tão prejudicial quanto, também ocorre. Minha amiga, uma paulista que vou chamar de Marina, conta que quando disse a uma conhecida, mãe de colegas de seus filhos, que eles iriam estudar no Sesqui, a dita cuja nunca mais conversou com ela. Muita gente não se conforma que seus filhos estudem junto com os filhos da empregada, ou com crianças excepcionais, como acontece no Sesqui. Cada turma tem duas vagas reservadas para crianças especiais, desde que essas possam acompanhar as aulas dentro de um certo ritmo. A filha de Marina não vê a colega com síndrome de Down que estuda em sua classe com estranheza. Assim como são iguais, para ela, tanto as crianças filhas de promotores, jornalistas, profissionais liberais, quanto aquelas cujas mães são empregadas domésticas ou cujos pais são operários.

Por falar nos pais, a participação deles nas atividades da escola vai muito além das festinhas de fim de ano. Cada pai ou mãe, ao matricular seu filho, deve comprometer-se a participar de alguma maneira da vida escolar. Além do benefício da colaboração em si que cada um dá, o envolvimento com a vida da escola faz com que os pais se interessem mais pelo desempenho dos filhos, e se preocupem mais com a estrutura física, com a qualidade do ensino e com o desempenho dos professores. Esses últimos, por sinal, recebem da cooperativa um bônus que melhora um pouco o minguado salário recebido do estado.

A verba proveniente das mensalidades também ajuda, por exemplo, na merenda escolar. Para completar os R$ 0,03 centavos (não, você não leu errado: são três centavos mesmo) destinados pelo governo para a merenda de cada criança, a cooperativa reserva uma quantia que vai servir para enriquecer o lanche dos alunos. Enquanto muitos deles podem comprar comida na cantina (tudo custa R$ 0,50, desde o refrigerante até o pedaço de bolo de chocolate), outros contam com a merenda como a principal refeição do dia. Tanto a merenda quanto a cantina são de responsabilidade de pais de alunos. Ou seja, tendo uma mãe cuidando do lanche que o próprio filho vai consumir, tem como a comida ser ruim?

A lista de material escolar é coerente com o espírito da escola. Dela não consta, por exemplo, papel sulfite. Muitos pais trabalham em escritórios e guardam para a escola as folhas que foram utilizadas só de um lado. As crianças fazem seus trabalhos na parte limpa da folha. Além da economia para os pais, os alunos passam a ter uma consciência ecológica que faz com que adotem o mesmo hábito, mesmo quando não estão no colégio. As crianças utilizam também revistas e jornais velhos para fazer os trabalhos de colagem. Como disse Marina: “não importa se o vermelho na flor do trabalho escolar de minha filha veio de uma foto de revista ou de um papel camurça. O que importa é o resultado didático da tarefa”.

Por mais organizada que seja, a Escola Sesquicentenária não deixa de ser uma escola pública. Apesar de bem pintadas, as paredes ainda têm aquele aspecto tristonho de colégio estadual. Apesar da organização da cooperativa, a escola depende das verbas públicas. Mas apesar de todos os pesares, a meu ver a Sesqui mostra um caminho que pode ser seguido por outras instituições. Ficar esperando por uma solução mágica, fácil e paternalista do governo não adianta. Fingir que tudo está bem porque tem-se a possibilidade de matricular os filhos em “boas” escolas particulares também não resolve. Mais tarde, os alunos destas e os daquelas vão se encontrar, cada um do seu lado da linha da marginalidade, e o resultado a gente já sabe qual é.

A formação de uma cooperativa, não só para conseguir dinheiro mas para exigir a participação dos pais na vida escolar, é uma saída viável para as comunidades. Logo no começo do texto falei que antes as coisas não me pareciam tão ruins. Deve ser porque estudei em duas boas escolas públicas de bairro, em uma das quais minha mãe foi orientadora educacional. Por esforço dela e de outras pessoas o colégio era muito melhor do que seria se dependesse apenas dos recursos e da boa vontade de gente que não vive o dia-a-dia da escola. Por isso tenho a impressão de que esse tipo de atitude funciona, e pode ser uma solução. Será que é coisa do passado? Acho que não. A história da Sesqui mostra que é possível.

* Agradecimentos ao colega Fabio Danesi Rossi pelas sugestões a esta coluna!


Adriana Baggio
Curitiba, 7/3/2002


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