A forca de cascavel — Angústia (FUVEST) | Renato Alessandro dos Santos | Digestivo Cultural

busca | avançada
92061 visitas/dia
2,2 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Pauta: E-books de Suspense Grátis na Pandemia!
>>> Hugo França integra a mostra norte-americana “At The Noyes House”
>>> Sesc 24 de Maio apresenta programação de mágica para toda família
>>> Videoaulas On Demand abordam as relações do Homem com a natureza e a imagem
>>> Irene Ravache & Alma Despejada na programação online do Instituto Usiminas
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
>>> O pai tá on: um ano de paternidade
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - I
>>> Contentamento descontente: Niketche e poligamia
>>> Cinemateca, Cinemateca Brasileira nossa
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
Colunistas
Últimos Posts
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
>>> Sucharita Kodali no Fórum 2020
>>> Leitura e livros em pauta
>>> Soul Bossa Nova
>>> Andreessen Horowitz e o futuro dos Marketplaces
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> Reid Hoffman sobre Marketplaces
>>> Frederico Trajano sobre a retomada
>>> Stock Pickers ao vivo na Expert 2020
Últimos Posts
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
>>> Deu branco
>>> Entre o corpo e a alma
>>> Amuleto
>>> Caracóis me mordam
>>> Nome borrado
>>> De Corpo e alma
>>> Lamentável lamento
Blogueiros
Mais Recentes
>>> 9° Festival Internacional do Documentário Musical
>>> Até Faustão apoia os protestos
>>> Zastrozzi
>>> Direita, Esquerda ― Volver!
>>> Como os jornais vão se salvar
>>> É Julio mesmo, sem acento
>>> Concisão e sensibilidade
>>> Blog do Reinaldo Azevedo
>>> Alerta aos que vão chegar
>>> Cultura e Patrocínio
Mais Recentes
>>> Psicologia e Pedagogia de Jean Piaget pela Forense Universitária (1998)
>>> Dicionário Temático do Ocidente Medieval de Jacques Le Goff & Jean-Claude Schmitt pela Edusc (2002)
>>> Como Orientar a Criança Excepcional - vol. 8 - Curso de Orientação Educacional de Jay Aruda Piza pela Pontes (2020)
>>> O Estruturalismo de Jean Piaget pela Difel (1979)
>>> Higiene Mental das Crianças e Adolescentes- vol. 7 - Curso de Orientação e Educacional de Dep. de Instrução Pública de Genebra pela Ponte (1972)
>>> O Pós-dramático de J. Guinsburg e Silvia Fernandes pela Perspectiva (2009)
>>> Poesia soviética de Lauro Machado Coelho pela Algol (2007)
>>> Pétala Soletrada pelo Vento de Mariayne Nana pela Urutau (2018)
>>> Tomidez e Adolescência vol. 6 - Curso de Orientação Educacional de Jean Lacroix pela Pontes (1972)
>>> Ensaios Reunidos (1946-1971), V. 2 de Otto Maria Carpeaux pela Topbooks (2005)
>>> Como compreender seu Potencial de Myles Munroe pela Koinonia Comunidade (1995)
>>> Louvai a Deus Com Danças de Isabel Coimbra pela Profetizando Vida (2000)
>>> A missão de Interceder de Durvalina B. Bezerra pela Descoberta (2001)
>>> O Contrabandista de Deus de Irmão André. John e Elizabeth Sherrill pela Betânia (2003)
>>> Ensaios Reunidos 1942 - 1978 Vol. 1 de Otto Maria Carpeaux pela Topbooks (1999)
>>> O Dízimo e o Sábado não são Cristãos de Fernando César Roelis Padilha pela Xxxxxxxxxxxx (1995)
>>> Socorro, Temos Filhos! de Dr. Bruce Narramore pela Mundo Cristão (1992)
>>> Fale a verdade consigo mesmo de Willian Backus Marie Chapian pela Betânia (1989)
>>> Como controlar as Tensões no Camento de Bill e Vonette Bright pela Candeia (1990)
>>> Satanás está vivo e Ativo no planeta terra de Hal Lindsey pela Mundo Cristão (1981)
>>> Venha O Teu Reino de David W. Dyer pela Ministério Grão de trigo (1985)
>>> Eu, um Servo? Você está Brincando! de Charles Swindoll pela Betânia (1983)
>>> Que Há Por Trás Da Nova Ordem Mundial? de E. G. White pela Vida Plena (1995)
>>> Cerco de Jericó a caminho da vitoria de Pe. Alberto Gambarini pela Ágape (2005)
>>> Comunicação a Chave para o Seu Camento de H. Norman Wright pela Mundo Cristão (1983)
>>> Princípios de Interpretação da Bíblia de Walter A. Henrichsen pela Mundo Cristão (1983)
>>> Apocalipse versículo por versículo de Severino Pedro da Silva pela Cpad (1985)
>>> Boas Esposas de Louisa May Alcott pela Principis (2020)
>>> O que o Ato Conjugal significa para o Homem de Tim e Beverly LaHaye pela Betânia (2020)
>>> Crime e Castigo de Fiódor Dostoiévski pela Principis (2020)
>>> Satanismo de Daniel e Isabela Mastral pela Xxxxxxxxxxxx (2001)
>>> Um Espírito Demoníaco de Morris Cerulo pela Imprensa da Fé (1998)
>>> Assassins Creed de Christie Golden pela Galera (2020)
>>> O dia em que o Presidente Desapareceu de Bill Cliton e James Patterson pela Record (2018)
>>> O dia em que o Presidente Desapareceu de Bill Cliton e James Patterson pela Record (2018)
>>> A Canção do Sangue de Anthony Ryan pela Leya (2014)
>>> Memórias de um Suicida (Obra Mediúnica) de Yvonne do Amaral Pereira pela Federação Espírita Brasileira (2003)
>>> Mundo Como Vontade e Como Representação - I Tomo de Arthur Schopenhauer pela Unesp (2005)
>>> As 100 Melhores Histórias Eróticas da Literatura Universal de Flávio Moreira da Costa pela Ediouro (2020)
>>> As 100 Melhores Histórias Eróticas da Literatura Universal de Flávio Moreira da Costa pela Ediouro (2020)
>>> Mahatma Gandhi - Politik und Gewaltlosigkeit de Otto Wolff pela Musterschimidt-Verlag (1963)
>>> Marionetes Populares de Yvonne Jean pela Din (1955)
>>> As Bacanas = Plauto de Newton Belleza pela Emebê (1977)
>>> Trinta Toques de Rogério Viana pela Engenho da Letra (1999)
>>> O Teatro de Cervantes de José Carlos Lisboa pela Os Cadernos de Cultura (1952)
>>> O Teatro de Oraci Gemba de José Plínio pela Do autor (1994)
>>> Teatro Moderno = O Anúncio feito a Maria de Paul Claudel pela Agir (1968)
>>> O Palco dos Outros de Sérgio Brito pela Rocco (1993)
>>> Importe-se o Bastante para Confrontar de David Augsburger pela Cristã Unida (1996)
>>> Mais de Nogueira Salton pela Do autor (2009)
COLUNAS

Terça-feira, 24/9/2019
A forca de cascavel — Angústia (FUVEST)
Renato Alessandro dos Santos

+ de 22300 Acessos


Muitos leitores preferem Angústia a qualquer outro livro de Graciliano Ramos. Não é meu caso. Ainda. Mas até agora Vidas secas é pra mim aquele monolito de 2001: uma odisseia no espaço. Por quê? Se o MacGyver, com um arame, dava vida a um carro, Graciliano, com meia dúzia de personagens, cria um monumento. Mas Angústia, diante do que exige do leitor, pode realmente tornar-se o Graciliano preferido justamente por sua escrita minuciosa e circular. Como em Vidas secas. É uma escolha que, após o mergulho do leitor nas caraminholas profundas de Luís da Silva, personagem-narrador de Angústia, torna tudo mais difícil, tal a altura que Graciliano alcança com sua obra. Não é pouco, e o autor de Memórias do cárcere, Caetés, Infância etc., figura na ordem das coisas como aquele escritor do qual, se tudo correr bem, a gente vai dessa pra melhor só depois de ter lido T.U.D.O. o que ele escreveu.

Luís da Silva, 35 anos, ama Marina, e vão casar, mas ela se engraça com outro, Julião Tavares, que a engravida. O casal até vinha preparando o enxoval, minando as economias do anti-herói, mas ela, feito carrapicho que se enrosca na barra da calça, bastou Julião passar, foi se enganchar no calcanhar dele, que nem tornozeleira eletrônica. Por falar nisso, já viu Vis a vis, na Netflix?

O casamento colapsa e também Luís, que vai atravessar os nove círculos do inferno, sozinho, sem nenhum Virgílio para lhe segurar a mão, além da gente, que não conta. Abismo adentro, ele abre a porta apenas para nos deixar passar, seus seguidores, como você já sabe, nos dando acesso à sua cabeça de esturjão. Estúrdio, estúrdio... Lá dentro, mergulhamos fundo no castigo que inflige a si mesmo, num desabafo sem autopiedade, sem concessão, sem vergonha alheia. Luís pode parecer um niilista, mas é mais alguém que passou por uma experiência traumática, levando sua revolta ao nível daqueles que perdem a razão, e aí fazem besteira. É o caso desse revoltado que tem de, como no primeiro disco do Metallica, procurar e destruir. Procurar o quê? Sarna? Não, V, de vingança, de vendetta. Como muita gente que, desvalorizada, se vê traída, autocomiseração nas alturas, Hosana e tal, ele não vai aceitar os poucos grãos que a vida lhe dá, e armado com uma metralhadora giratória imaginária, que não passa de sua verborragia carregada de rancor e ódio, leva-nos bem no meio da selva onde seu coração, em trevas, queima. É um romance que exige a atenção do leitor e, mais do que isso, paciência, e mais ainda do que isso, releitura.

Paciência, sim. Sabe aquela história de jogar o livro longe, tipo Dorothy Parker? Não faça isso. Luís da Silva passando na rua, talvez, não chamasse a atenção de ninguém, mas ele, sozinho, carregando nas costas seu calvário pessoal, torna-se interessante, interessantíssimo! Com ele, chegamos ao fundo do poço, sem menos nem mais: quer saber o que passa pela moringa de uma pessoa fora de si, transtornada, prestes a pifar? Se você vier a ler Angústia, vai encontrar uma mente em parafuso; não que alguns estejam faltando, ou talvez até estejam, mas o sujeito desinteressante atravessando a rua vira um narrador-personagem de primeira, daqueles que têm algo importante a dizer e, por isso, só por isso, não dá para deixá-lo sozinho, sem nada na despensa, e é meio impossível não se espantar com a esgrima literária de alguém que, tendo acabado de cometer um crime, comenta: “Corria e chorava, certo de que o esforço era perdido, porque o meu chapéu tinha ficado à beira do caminho, sobre as moitas. No dia seguinte passaria de mão em mão e chegaria à minha cabeça”. Essa capota, esse chapéu, é agonia e perplexidade... É preciso partilhar o pão, e Luís o divide com os leitores, mesmo sem nenhuma Coca-Cola ou qualquer outro refrigerante sobre a mesa. O pão está seco, duro e prestes a mofar.

Releitura, sim. Uma boa estratégia a quem não entende totalmente o final do romance é... voltar ao início. Sim, ao início:

"Levantei-me há cerca de trinta dias, mas julgo que ainda não me restabeleci completamente. Das visões que me perseguiam naquelas noites compridas umas sombras permanecem, sombras que se misturam à realidade e me produzem calafrios."


De cara, esse primeiro parágrafo de Angústia já é uma resposta ao último, e é coerente com a narrativa circular, psicológica, que Luís oferece, sofrendo como títere nas mãos de um audacioso Graciliano. É engenhoso. É voltar ao início para reler o que Luís conta e, quando menos se imagina, as fichas vão caindo, uma a uma, para a satisfação do leitor que não se deu por vencido e pelejou, lá e de volta outra vez...

Cordas, círculos, fios, arames, cascavéis

Um personagem não deve chegar ao final de um romance e morrer de pneumonia, se, antes, em nenhum momento, nem sequer tossiu, certo? Certo. Essa é uma lição que grandes autores passam. Não que o protagonista vá morrer de pneumonia, mas por todo o romance, até o clímax - que dura 20 e poucas páginas da mais pura aflição ao personagem e à gente, que, nessas contradições do espírito, até torce para o moço se safar de um crime, sem castigo, se possível, mas se esquecendo de que, na verdade, ele escapou mesmo, certo? Ileso? Não. Psicologicamente, não. Decompôs-se, fragmentando, evadindo sua loucura em algo que, em literatura, pode ser tangível e mensurável -, Luís vai ver a presença de cordas em tudo quanto é canto: fios, arames, cascavéis, canos... O leitor, especialmente aquele adestrado na arte da leitura, desconfia de que virá algo daí e vai se preparando: Luís olha para o encanamento anexado à parede, exposto, e imagina uma corda estendida; nota os fios de eletricidade e pensa em cordas que não afrouxam; nem mesmo a garganta apertada pelo nó da gravata escapa etc., mas nada supera a cascavel que se enrosca no pescoço do avô, Trajano Pereira de Aquino Cavalcante e Silva, numa das invocações que faz do passado — aqui, da infância. Vale a leitura:

"As cascavéis torciam-se por ali. Uma delas enroscou-se no pescoço de Trajano, que dormia no banco do alpendre. Trajano acordou, mas não acordou inteiramente, porque estava caduco. Levantou-se, tropeçando, gritando, e sapateou desengonçado como um doente de coreia. Uma alpercata saltou-lhe do pé. E ele, arrepiado, metia os dedos entre os anéis do colar vivo: — Tira, tira, tira. Quem ia tirar a cascavel que chocalhava no pescoço do velho? Eu era miúdo e olhava aquilo com espanto. Parecia-me que a cobra era um enfeite, uma coisa que Trajano enrolara no pescoço para ficar diferente dos outros velhos. Quem ia tocar nela? — Tira, tira, tira. Quitéria puxava o rosário de contas brancas e azuis: — “Misericórdia!” Trajano Pereira de Aquino Cavalcante e Silva dançava no chão de terra batida. Afinal a cobra se soltou, Camilo Pereira da Silva matou-a com o macete de capar boi e Quitéria levou-a pendurada num pau, a cabeça encostada ao rabo, balançando como uma corda, e foi jogá-la para lá dos juazeiros."

O que dizer dessa sensação por que passa Trajano? Uma corda, ou melhor, uma cascavel enforcando, enforcando... Os dedos do avô entre o pescoço e o bicho, enquanto ele não se livra da... forca... E por que Luís narra com tanta naturalidade o que aí vai terrível, como se uma cascavel no pescoço fosse algo tão comum quanto... atravessar uma rua num domingo à tarde?

A linguagem é uma cavalaria, e no lombo, nós, pendurados à crina do bichinho, e, horas dessas, a gente vai caindo: Luís vai do presente ao passado sem nem mesmo mudar de parágrafo. O mergulho é medula adentro. A narrativa é costurada aqui, ali, com prezar de rendeira — as rugas a despontar uma a uma. É que diante de tamanho engenho, em retribuição, o leitor não deve desistir, e ele não desiste; insiste, sobe de novo no cavalinho, até que cai, e levanta, cai, e levanta, cai e levanta, cai e levanta cai e levanta cai e levanta cai e levanta... Assim mesmo: de tropeço em tropeço até o galope definitivo quando, finalmente, é laçado, numa expressão que leva a gente de novo às cordas.

No romance, o leitor não estranha quando Seu Ivo, um mendigo, presenteia Luís com um pedaço de corda que, em hora grave, o agressor vai encontrar em seu bolso. Como toda vingança, não há paladar que se ajuste ao prato servido cru, e se tudo poderia melhorar, tornar-se um assassino não há de ser nunca uma recompensa adequada ao que há de vir. Assim, no galho de uma árvore (símbolo de vida), um corpo ficará balançando, feito um pêndulo, que de lá para cá vai ceifando a sanidade do narrador, para desespero nosso, seus leitores, que ao final até poderíamos ficar incapazes de saber se um crime teve seu castigo em curso — feito essas maldições que num filme de terror sempre chegam ao seu destino —, o que não foi o caso; o caso é que, longe da prisão, o diabo foi mesmo tomar cachaça dentro da cabeça do protagonista, com as janelas da casa cerradas, enquanto à revelia uma festa ia acontecendo — uma festa à qual Luís da Silva não queria ir e que se estende, circular, ininterrupta, do primeiro ao último parágrafo, feito uma corda, feito a forca de cascavel do avô Trajano.

Nota do Autor
Renato Alessandro dos Santos, 47, é autor de Todos os livros do mundo estão esperando quem os leia e de O espaço que sobra, seu primeiro livro de poesia (ambos publicados pela Engenho e arte).

Nota do Editor
Você encontra várias edições de Angústia no Portal dos Livreiros. Também, outros títulos clássicos de Graciliano Ramos.


Renato Alessandro dos Santos
Batatais, 24/9/2019


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A menos-valia na poesia de André Luiz Pinto de Jardel Dias Cavalcanti
02. O Orkut, o Twitter e o Existir de Marcos Donizetti
03. Não me envie a sua newsletter de Julio Daio Borges
04. Vida Virtual? Quase 10 anos de Digestivo de Andréa Trompczynski
05. Reforma na Paulista e um coração pisado de Elisa Andrade Buzzo


Mais Renato Alessandro dos Santos
Mais Acessadas de Renato Alessandro dos Santos em 2019
01. A forca de cascavel — Angústia (FUVEST) - 24/9/2019
02. Meu Telefunken - 16/7/2019
03. Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1 - 20/8/2019
04. Cidadão Samba: Sílvio Pereira da Silva - 19/2/2019
05. K 466 - 26/3/2019


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




IDÉIAS QUE PINTARAM
WALMIR CEDOTTI
AQUARIANA
(2003)
R$ 12,00



CABALLITO GRIS - CONTOS (EM ESPANHOL) - LITERATURA INFANTO-JUVENIL
MARÍA ELVIRA FERNÁNDEZ SA
EDITORIAL ORIENTE (CUBA)
(2004)
R$ 8,00



A LIBERDADE DOS INDIOS A COMPANHIA DE JESUS SUA PEDAGOGIA E SEU RESULT
M. DE MADUREIRA - 9797
IMPRENSA NACIONAL
(1929)
R$ 30,00



ARSENAL DE UMBANDA
EVANDRO MENDONÇA
ANUBIS
(2012)
R$ 28,00



PRÉCIS DE PATHOLOGIE MÉDICALE TOME 3 MALADIES DE L APPAREIL
FERNAND BEZANÇON
MASSON ET CIE EDITEURS
(1931)
R$ 61,41



ENCONTROS E DESENCONTROS NA ESCOLA
LÁIS ESTEVES LOFFREDI
FRANCISCO ALVES
(1980)
R$ 5,00



SEMIOLOGIA QUIRURGICA DEL APARATO LOCOMOTOR
CARLOS A. DEFILIPPI NOVOA
BIBLIOGRAFICA ARGENTINA
(1963)
R$ 49,02



HALF WILD: 2
SALLY GREEN
INTRÍNSECA
(2015)
R$ 17,99



O EU, O PODER, AS OBRAS - CONTRIBUIÇÃO DE UMA EXPERIÊNCIA
LUIGI GIUSSANI
CIDADE NOVA
(2001)
R$ 5,00



O HOMEM O DRAMA DE UM NEGRO NA PRESIDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS
IRVING WALLACE
RECORD
(1964)
R$ 6,90





busca | avançada
92061 visitas/dia
2,2 milhões/mês