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Domingo,
18/4/2010
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Leitores
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Oceano chamado Ayn Rand
Não sei quantas vezes já li esse texto. Cada leitura é um mergulho nas profundezas desse oceano chamado Ayn Rand. Somente na hora em que volto à superfície é que me dou conta de tanta beleza e honestidade, aliadas a um posicionamento firme e destoante do emaranhado de discursos eivados daquilo que se convencionou chamar de politicamente correto. Confesso que à primeira vista (ou lida) tal retidão de ideias atordoa. Passado o primeiro impacto, em mentes que são ferramentas ou se deixam se escravizar por terceiros, essa retidão fere de morte os que assim se acham. Aos que se mantêm fora do alcance de palavras envelhecidas em livros de conteúdo secular essa leitura cai como um bálsamo, libertando-os de amarras carcomidas. Posso não me encaixar na pureza do discurso randiano, mas encontrei em suas palavras mais do que motivos suficientes para acreditar cada vez mais no ser humano como causa e efeito de tudo o que acontece consigo e na natureza que o rodeia.
[Sobre "Ayn Rand ou o primado da razão"]
por
Pepê Mattos
http://www.pepemattos.zip.net
18/4/2010 às
02h03
189.59.10.98
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Os filmes dos Coen
Ótima resenha. Os Coen não fazem filmes para imbecis e vivemos num mundo cada vez mais imbecializado. A tendência é aceitar a primeira impressão. Adoro diretores que não entregam tudo de bandeja. Abraço.
[Sobre "Ausência do mal?"]
por
Julio Corrêa
http://jccbalaperdida.blogspot.com
17/4/2010 às
15h31
187.67.161.180
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Fantasias frustradas
A fofoca sobre Nono como fauno ("Afinal, ele vivia correndo atrás das belas e jovens instrumentistas, compositoras e participantes do curso") é totalmente idiota, além de falsa. Nono nunca teve que ser "chamado às falas para o assunto principal, a música". Sempre teve muito claro o que era primordial. Ninguém tem direito de projetar no homem morto as fantasias frustradas próprias.
[Sobre "68 e a Música Nova"]
por
C. A.
16/4/2010 às
23h00
190.134.65.176
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Murdoch é um grande dinossauro
Murdoch é um grande dinossauro (assim como seus primos Civitas, Frias, Marinhos, Mesquitas...). Como todo grande dinossauro, impressiona pela aparência poderosa, mas sua extinção é parte incontornável da História do mundo.
[Sobre "Jeff Jarvis atacando Rupert Murdoch no Guardian"]
por
Paulo Cezar
16/4/2010 às
15h47
189.68.13.199
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Sendo assim, tudo é arte
Sendo assim, tudo é arte... conforme os olhos de quem vê.
[Sobre "Pessoa sobre Arte"]
por
Débora Carvalho
http://www.debcaroli.wordpress.com
16/4/2010 às
11h14
189.110.232.167
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OI Carla o texto é perfeito...
OI Carla o texto é perfeito! Auto ajuda, burocratização do grito contindo! rsss
sandra vacchi
[Sobre "Parodiando a autoajuda"]
por
sandra vacchi
16/4/2010 às
09h12
200.144.5.59
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Coragem pra não falar bem
Oras, mas se A. C. Cesar e Torquato foram chamados de gênios por serem loucos, por que Rodrigo não pode ser gostado por isso? Tem muita porcaria de Ana Cristina e de Torquato só alçada à categoria de literatura por sua turma de amigos saudosos, imitados pelos que os seguiam. Sometimes penso que a qualidade não importa tanto, o que vale é ter amigos famosos que falem bem de seus escritos em lugares públicos. E não foi o caso aqui. Pena, ou não: enfim alguém com coragem de não falar bem de um morto.
[Sobre "Rodrigo de Souza Leão"]
por
Flá
15/4/2010 às
22h27
187.88.153.33
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É isso aí que o iPad faz?
É isso aí que o iPad faz? Mais um motivo para não comprar.
[Sobre "O novo Google Docs"]
por
Carlos Goettenauer
http://estadocronico.blogspot.com/
14/4/2010 às
22h53
189.62.125.165
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Calmo mesmo sob ataque
O velhinho era o melhor debatedor que existia. Sem dúvida. E mesmo quando era atacado nunca levantava a voz.
[Sobre "Friedman, sem dúvida..."]
por
Renato
http://www.cafecolombo.com.br
14/4/2010 às
14h11
98.228.141.39
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O mundo precisa disso
Russell exercita o pensamento como forma de iluminar o mundo, enxergar o mundo com clareza. Isso é liberdade na prática. O mundo precisa muito, muito disso.
[Sobre "Por que não sou cristão"]
por
Paulo Cezar
14/4/2010 às
10h34
201.95.203.171
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O que é ser jornalista?
Apenas estou começando a estudar jornalismo, no entanto, pesquiso e não chego a uma conclusão do que é realmente ser um jornalista. Tenho sonhos com essa profissão, como se há muito tempo eu já soubesse o que é ser jornalista, tenho amor pela profissão sem mesmo a conhecê-la bem. Então penso que ser jornalista é aprender um pouco a cada dia sobre a vida, sobre o mundo, é analisar, ter uma boa percepção, saber críticar, argumentar e mostrar ao mundo com suas palavras o que ele nos transmite a cada instante, pois somos espectadores de plantão.
[Sobre "O que é ser jornalista?"]
por
Elisangela Mendes
13/4/2010 às
16h09
189.10.29.128
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O espírito da autoajuda
Oi, Carla! Muito bom encontrá-la por aqui! Você captou com maestria o "espírito" da autoajuda. Foi perspicaz, irônica e divertida! Vou guardar em meus favoritos e visitar mais vezes este espaço. Abrs, Ivana
[Sobre "Parodiando a autoajuda"]
por
Ivana M. F. de Negri
13/4/2010 às
14h21
200.207.59.176
(+) Ivana M. F. de Negri no Digestivo...
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O livro sempre existirá
O comentário vai atrasado, que seja. Achei muito instigante a discussão. Sou uma amante apaixonada pelos livros, pelo papel com que são feitos, pela tinta com que se se imprimem seus textos, pelo seu inebriante perfume. A cada vez que entro em uma livraria (e escondo-me cada vez mais dentro delas), saio de mim e do meu tempo, viajo por continentes inesperados e desconhecidos. E esse arrebatamento é comum a todos os que amam os livros, eu penso, porque advém das histórias que contam os livros. Não serei destituída de meu contentamento porque o papel mudou de forma e a leitura do que há no papel será feita mediante instrumentos outros, ou novas tecnologias e conceitos. O livro sempre existirá, enquanto existirem os homens, enquanto existirem histórias para contar ao redor do fogo, em noites claras de lua alta no céu, entre risos e espantos, depois de um longo e árduo dia de caça nas montanhas.
[Sobre "A Reinvenção da Leitura, na Época Negócios"]
por
mari prol
http://contosefolhetins.blogspot.com
12/4/2010 às
22h54
189.60.117.68
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Assisti ao filme e discordo
Assisti ao filme e discordo da autora com relação à sua "norte-americanização". Ele é basicamente policial e por isso precisa partir de um crime, desenvolver um processo de investigação e descobrir quem foi o assassino e quais foram suas motivações. A escolha do crime de estupro com morte da vítima não foi gratuita, muito pelo contrário, apropriada ao se relacionar com as outras vertentes do filme: o interesse de Espósito pela juíza, o vício (paixão) de Sandoval pelo álcool, a paixão do assassino pela vítima, a fixação do marido na justiça correta (prisão perpétua) etc. Como Sandoval explica no filme, a pessoa pode mudar tudo, menos sua paixão. A exposição do corpo mutilado não foi excessiva, apenas o suficiente para marcar a fixação dos envolvidos com o crime, que altera bastante a vida deles. Darín, mais que popular, está ótimo no seu personagem, uma escolha acertada do diretor. A única coisa que não gostei foi o final feliz para Espósito e a juíza, ranço americano.
[Sobre "Como se vive uma vida vazia?"]
por
José Frid
http://blogdofrid.blogspot.com
12/4/2010 às
16h56
201.28.40.249
(+) José Frid no Digestivo...
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Avatar e o mercado
"Avatar" é um produto extremamente mercadológico, pensado para vender. Como o foram "Parque dos Dinossauros", "Superman", "Spiderman", "Titanic" e muitos outros, todos filmes "revolucionários" em seus efeitos especiais, e todos descartáveis e esquecíveis. Parafraseando um famoso texto sobre deuses mortos, pergunto: onde estão enterrados esses filmes, todos inovadores, todos revolucionários, e todos descartáveis, como todo bom produto de marketing pensado apenas para entreter e vender? Alguém lembrará de pôr flores nos seus túmulos? Espero que não. Que "Avatar" também descanse em paz como um filme-pipoca que nada acrescentou à arte nem à vida das pessoas. Amém.
[Sobre "O futuro do ritual do cinema"]
por
Luciano Pita
12/4/2010 às
13h08
200.156.97.164
(+) Luciano Pita no Digestivo...
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Julio Daio Borges
Editor
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