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Sexta-feira, 18/4/2003
Alfredo Bosi e a dignidade da crítica
Urariano Mota

+ de 6600 Acessos

Neste tempo de guerra que passamos, chega a parecer um luxo, uma fuga, uma alienação torpe, falar-se de outro assunto que não seja a barbárie da agressão do governo dos Estados Unidos. Dizemo-nos, nestes dias, ao rascunhar as primeiras palavras, "mas o que é que isto tem mesmo a ver com as bombas que caem sobre os povos nossos semelhantes?". É como se a nossa vida e todos os nossos interesses entrassem em um reino de suspensão. A guerra e a agressão dos novos bárbaros tomaram conta de tudo.

Parece. Mas é só uma aparência de pecado de nossa consciência cristã. Porque, pensando bem, é uma prova de que estamos vivos, é uma indicação de que a barbárie ainda não venceu, a leitura de um pensamento que nos reconcilia com um tempo de paz provisória, com alguma coisa de harmonia ainda não assaltada pelo desassossego de hoje. É isto o que nos dá o professor e crítico Alfredo Bosi em seu livro recém-publicado "Céu, inferno", uma seleção de ensaios e estudos.

Se não, vejam: "O que admira n'O Ateneu, escrito em 1888, é a superação precoce do naturalismo que nele se opera enquanto narrativa, estilo e ideologia. Ao contrário de Aluísio Azevedo que, n'O Cortiço, trata como fisiológicos lances da acumulação capitalista, Raul Pompéia apreende o momento em que as paixões se socializam. Atando o sonho noturno à consciência diurna, o narrador permeia de historicidade os afetos do seu protagonista...".

Ou então isto: "Que os críticos puristas me perdoem, mas vou começar citando uma confissão de Cecília Meireles. Perguntada sobre qual seria o seu maior defeito, ela respondeu: 'uma certa ausência do mundo'". E é interessante notar, de passagem, que nessa visão de Cecília o crítico Bosi faz quase uma corte à memória de nossa mais bela autora, bela física e espiritual, que recebeu de Bandeira o comentário: "O que me espanta em Cecília não é a mulher bela que ela foi, mas a mulher bela que ela é, na maturidade".

Seria bom um comentário sobre um livro (e o leitor nos perdoe o medo e o pudor que nos invadem, o recuo que temos diante da palavra "crítica", ao comentar um livro do crítico Bosi), seria bom um comentário que em lugar das palavras expressas do comentarista deixasse apenas citações do comentado, numa progressão, em que o comentarista-fantasma sumisse da vista dos leitores, como um narrador "ausente", responsável apenas pela seleção dos trechos destacados. Ou melhor, o comentarista seria um entrevistador, oculto, de perguntas furtadas ao texto vindo à luz. Se assim fosse possível, o comentário teria em seu desenvolvimento um trecho assim:

"E na Consciência de Zeno impressiona aquele deter-se no enfermiço, aquele comprazer-se nos atos falhos (célebre o episódio em que Zeno segue um enterro que não é o do seu sócio e cordial amigo), na representação de viciados que se espreguiçam no vão desejo de se emendarem; dos fanfarrões que ingerem doses (fracas) de veronal para fingirem suicídio; dos abúlicos que se estendem no sofá do psicanalista e não pretendem levantar-se tão cedo, não por fé no método, mas pela tibieza acariciante de uma distração. São gordos flácidos que querem e não querem emagrecer; são ineptos mornos que querem e não querem agir; são impotentes precoces, sem amor, mas curiosos de sensações e de prazer. O romance é o diário de um universo obsolescente colhido pela via humorística da auto-exibição".

E no parágrafo imediato a esse trecho: "Ora, tudo isso tem um nome na história da cultura européia, um nome corrente na crítica italiana: decadentismo. Mas o decadentismo não é senão a inflexão agônica e contraditória de um Realismo que se quer mais profundo, isto é, a sua hora negativa...".

Ou isto: "Vai aceso o debate entre estetas e políticos, puros e engajados. Gramsci dá uma pista nova. Ao artista cabe 'fixar' uma imagem do real, torná-la presente e, ainda que por um átimo, prendê-la nas amarras do signo. Já o homem de ação não tolera que as coisas voltem sempre com a mesma face. Assim, o 'atraso' da arte em relação à política é estrutural, porque o tempo da imagem é, por força, o de um passado que se faz presente; o tempo da ação é o de um presente que se abre para o futuro..."

(Como tal ainda não é possível, apesar do lucro e da beleza que ganharíamos todos, resenhadores, leitores e resenhados, avancemos sem prudência com nossas próprias palavras. Que são, e nos perdoem o feijão-com-arroz pobre...)

Em "Céu, inferno", o crítico Alfredo Bosi tem a graça de olhar a vizinhança da obra que critica, como o faz no ensaio "Do inferno ao céu..." ao trazer Guimarães Rosa para o mesmo corpo em que faz a análise de "Vidas Secas", de Graciliano. O que pareceria uma digressão tem o sabor de um olhar mais amplo, que abarca o diverso para ressaltar o específico. Digressão mesmo, diria um jornalista amarrado às cordas da objetividade imediata (como se a crítica à obra de arte não fosse ela mesma uma obra de arte e, portanto, avessa à objetividade óbvia), digressão de matar, ele faz em "Em torno da poesia de Cecília Meireles". Esse "em torno" do título já diz tudo. Mas que digressão boa! Como daquelas de Borges em palestra, que insubstituível digressão ele nos dá, ao nos fazer viajar com a nossa libérrima e exata pela Índia, pela Itália, até atingir Ouro Preto, no Romanceiro da Inconfidência.

E não sentimos o transporte. Seguimos, naturalmente. Assim como seguimos a sua volta a nossos clássicos, sem nos dar conta, em mais uma leitura de "Vidas Secas". Sentimos, sim, e aí sentimos como um abalo, na releitura que nos dá em "O Ateneu, opacidade e destruição". Desconfio, e quem não é crítico é somente intuição, presságio, desconfio que essa crítica a "O Ateneu" o acompanhará para sempre, como um posfácio grudado aos ossos de Raul Pompéia, como o ensaio de Lukács a "Os Anos de Aprendizado de Wilhelm Meister". Como uma canção que encontrou o seu intérprete. Como Agostinho dos Santos cantando "A Felicidade".

E para que não pensem que isso é discurso de banquete, para que um novo Alienista não nos interne por doença do imponderado, anotemos de passagem, muito contra a vontade, e aí sim, seremos imponderados, digamos e fujamos numa carreira que em "Mário de Andrade, crítico do Modernismo", o nosso crítico paga um tributo à sua condição de paulista e professor da USP. Mais precisamente no passo em que escreve, em itálico: "Com isso, a grande literatura dos anos 30 e 40 foi condicionada pelo Modernismo, mas dialeticamente resultou diversa dele".

Ora, dizer, por exemplo, que "Menino de Engenho", "Bangüê", vêm, ainda que por vias de astúcia do real, do Modernismo, é o mesmo que não levar em conta, neste exemplo, a grande presença, fecundante, de Gilberto Freyre no Recife, da influência direta de Gilberto sobre o jovem José Lins.

São palavras do menino de engenho, em "Dias Idos e Vividos": "Conheci Gilberto Freyre em 1923. Foi numa tarde do Recife... Para mim teve começo naquela tarde de nosso encontro a minha existência literária. O que eu havia lido até aquele dia? Quase nada. Talvez que nem um livro sério do princípio até o fim. Lera o grande Eça de Queirós. Mas escrevia por instinto contos e crônicas. E João do Rio com a sua simplicidade de escrever me entusiasmara. Lima Barreto, também... E a minha aprendizagem com o mestre da minha vida se iniciava sem que sentisse as lições. Começou uma vida a agir sobre outra com tamanha intensidade, com tal força de compressão, que eu me vi sem saber dissolvido, sem personalidade, tudo pensando por ele, tudo resolvendo, tudo construindo como ele fazia... Posso dizer sem medo que a ele devo os meus romances, ao seu constante e benéfico convívio o ânimo para não parar, não desistir..."

A passagem foi grande. Pelo tamanho, até parece citação de um menino de Água Fria, do Recife, reclamando para a sua cidade a influência exclusiva sobre uma grande obra, como se o Modernismo fosse apenas a semana de 22. Então encerremos, para não manchar com um provincianismo este comentário. Voltemos então ao início, ao título. Se o leitor até aqui não entendeu onde está a dignidade da crítica de Alfredo Bosi, deixamos-lhe palavras de "Céu, inferno", que remetem por fim e no fim a Graciliano Ramos:

"No âmago da condição humilhada e ofendida, os que a partilham transmutam em fantasia compensadora as carências do cotidiano. O menino sonha com a serra que se confunde com o céu estrelado... Entretanto, logo se esvai esse efeito quase-onírico de sentido: a fantasia padece um duro confronto com a cara irredutível do real. O menino não mora naquele morro onde se tocam o céu e a terra... 'Repetiu que não havia acontecido nada e tentou pensar nas estrelas que se acendiam na serra. Inutilmente. Àquela hora as estrelas estavam apagadas'".

Para ir além





Urariano Mota
Olinda, 18/4/2003


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