Carta para Sonia Rodrigues | Adriana Baggio | Digestivo Cultural

busca | avançada
37543 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Quinta-feira, 24/11/2005
Carta para Sonia Rodrigues
Adriana Baggio

+ de 6700 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Cara Sonia,

O estilo "carta" não é muito comum quando se deseja fazer um comentário sobre um livro, com a proposta de informar os leitores do periódico em que é publicado. No entanto, à medida em que eu lia seu Amor em segredo: as histórias infiéis que aprendi com meu pai, Nelson Rodrigues (Agir, 2005, 222 págs.) e refletia sobre seus escritos, ia imaginando uma carta. Deve ser porque o tom do seu texto é extremamente intimista, praticamente uma conversa com quem está do outro lado.

A aba informa que o livro, "a meio caminho entre a memória e a reflexão", está dividido em "capítulos curtos, emocionantes e reveladores". Pois essa combinação de características me fez pensar neste livro como uma espécie de antologia de crônicas. Crônicas sobre o que você pensa do mundo e dos relacionamentos, sobre as histórias da sua família, sobre as teorias que os terapeutas, psicanalistas e psicólogos têm para nossas angústias e comportamentos.

Enfim, não me parecem capítulos. Acho que o único momento em que percebi que poderia se tratar de uma narrativa única foi no último texto, quando você diz "agora estou pronta (.)". Aliás, a declaração de estar "pronta para o amor", para "romper os laços que me prendem ao que é triste, amargo e responsável em excesso", não é "exorcizar esse mar de histórias" (e a aba do seu livro diz que não esse o objetivo)?

Estou abordando esse aspecto das incoerências não porque sejam um crime ou desqualifiquem sua obra, mas porque se realmente fosse uma narrativa, acho que seria uma das não muito boas. Uma história única presume ligação entre os capítulos, relação entre o que se diz antes e o que se diz depois. Percebo, claro, que os temas são recorrentes, que a maneira como você fala das pessoas mais importantes que permeiam essas histórias é a mesma. Mas não existe uma linearidade que caracterize uma história completa - a sua história. Por isso digo que não seria uma boa narrativa.

E enquanto escrevo "não muito boas", me vem à cabeça uma preocupação com este ato de comentar um livro. Em primeiro lugar, porque apesar de já ter escrito sobre vário livros aqui no Digestivo, não sou crítica literária profissional (então eu posso vir a falar muita asneira). Em segundo, porque criticar uma obra de ficção é uma coisa, e criticar as memórias e as histórias de alguém é outra coisa (então posso vir a cometer muitas injustiças).

Bem, podemos dizer que se critica a forma, e não a vida da pessoa. Mas é difícil separar os dois aspectos quando se trata de textos como os seus, Sonia. Uma das coisas que me incomodaram foi a menção constante, quase um mantra, sobre sua filiação. Será que precisaria repetir tantas vezes que você é filha de Nelson Rodrigues? E se o seu livro é dividido em capítulos - não em crônicas - então essa repetição não se justifica. E se forem crônicas - como eu acho que são - o fato de aglutinar vários textos no mesmo livro tem esse risco (o link leva a uma outra coluna em que falo sobre isso), que pode ser minimizado na edição.

E aqui estou eu criticando as várias vezes em que você fala do seu pai, quando o seu reconhecimento como filha dele foi um processo traumático. Eu me solidarizo com você, com a sua luta por crescer e descobrir seu lugar no mundo, mesmo com todas as dificuldades que uma infância conturbada impôs à sua vida. Mas já que a exposição que você fez da sua história pessoal me dá o direito de opinar sobre o que você tornou público, me pergunto: não seria mais valoroso ser reconhecida como a Sonia escritora, jornalista, roteirista, doutora em Literatura, ao invés da Sonia filha do Nelson Rodrigues?

Este último parágrafo é um exemplo da posição complicada de criticar histórias pessoais. Afinal, quem sou eu para dar pitaco na vida dos outros? A princípio, desnudar a alma parece um ato de coragem. Mas quando é muito freqüente, perde o efeito. Se houvesse um pouco mais de parcimônia no uso desse estratagema no livro, acredito que ele teria o tempero certo: o mistério que permanece após o vislumbre pelo buraco da fechadura - que revela só uma parte; ouvir um boato e não ter a certeza - que mantém o segredo.

Esse tipo de exposição pode ter vários significados, alguns muito mais ingênuos ou nobres dos que os que eu vou citar aqui. Um desses significados é a necessidade de chamar a atenção. Outro, é uma manobra para neutralizar críticas. Na medida em que se escancar os insucessos, os comentários alheios perdem seu poder. Mas qual a consequência disso? Para mim, é a sensação de incômodo, de constrangimento e até de ser enganada por uma possível tentativa de oportunismo (não cheguei a uma conclusão se a exposição no seu livro tem algum desses objetivos. A intenção aqui é fazer uma reflexão sobre os casos em que ela acontece).

Em algumas crônicas, me parece que o que o leitor acompanha é um fluxo de consciência. Sabe quando a gente pensa alguma coisa, mas só verbaliza quando o pensamento já está lá na frente? Nesses casos, a pessoa que nos ouve não "pega" o que quisemos dizer, porque ela só teve acesso a uma parte do raciocínio. Parece que você passa para o papel apenas alguns fragmentos, sem dar condições para que o leitor entenda a relação. Não é como o pensamento não-linear ou as elipses, que estimulam o leitor e enriquecem a leitura. É uma falta mesmo, que nos deixa ansiosos para compreender o que você realmente quis dizer.

Eu gosto de subjetividade, e talvez por isso tenha lido Amor em segredo de uma sentada, no último feriadão. Mas à medida em que passava de uma página a outra, crescia em mim um tênue déja-vu, uma sensação que demorei a identificar. Depois de um tempo, descobri: entremeado às suas palavras, ao que você realmente pensa, percebi um intertexto bem característico do divã. Imagino que você tenha feito terapia, ou lido muitos livros de auto-ajuda. Eu fiz terapia e reconheci esse discurso nas suas linhas. Pelo jeito, no que se refere a formas de lidar com frustrações, erros, autocrítica e relação com os homens, existem algumas fórmulas comuns aos consultórios de psicanálise e afins.

As histórias infiéis
Mais uma vez correndo o risco de ser abusada ou injusta, imagino que suas posições sobre infidelidade tenham a ver com sua história. É natural que você tenha uma tolerância maior a relacionamentos extraconjugais, visto que seu pai nunca assumiu os três filhos que teve com sua mãe. Você diz que a mulher que seu pai realmente amava era sua mãe. E que foi por covardia que ele não deixou a família "oficial" para ficar com ela.

Não sou moralista, muito menos ingênua. Os relacionamentos fora do casamento deixaram de ser um erro em si há muito tempo, apesar de eu acreditar que a fidelidade e o respeito são valores atemporais. O problema é: ter um relacionamento com uma pessoa casada implica clandestinidade, mentiras, ficar em segundo plano. Para quem não se importa, tudo bem. Mas se a mulher ou o homem desejam companheirismo, disponibilidade, dormir e acordar junto, não é nada saudável. E às vezes me parece que seu texto não considera esse lado e até romantiza o tal do "amor em segredo".

Qual o erro desse ponto de vista? Nenhum. Apenas acho que, no seu caso, essa visão pode ter a ver mais com uma absolvição do seu pai do que com princípios liberais em si. Uma absolvição necessária, já que você faz questão de valorizar sua ascendência. Procuro motivos para isso, além do seu possível desejo de ser reconhecida como filha do "maior artista do país", ao invés de buscar reconhecimento por si própria. Fazendo uma comparação talvez meio esdrúxula, nunca vi a Silvia se referindo a si mesma como filha do Chico Buarque. Bem, pode ser porque ela nunca escreveu livros ou eu nunca tenha lido nada dela.

Gostaria de lembrar que todas as coisas que eu disse aqui foram baseadas no que você conta no livro. As interpretações são minhas, mas os fatos são seus. Não li nenhuma biografia sobre seu pai, portanto não conheço a vida pessoal dele. Pelo que você conta, me parece que os personagens de Nelson Rodrigues são hipérboles, metonímias ou metáforas das pessoas da vida real. Aliás, pelo que ele mesmo conta: "o personagem do palco é mil vezes mais real, mais denso e, numa palavra, 'mais homem' que cada um dos espectadores. (.) Percebemos, então, que a espectadora de carne e osso não vive realmente, imita apenas a vida. (.) Nada conhece, nada sabe dos desesperos, das paixões, das agonias que a poderiam alcançar à plenitude de sua condição humana".

Seu pai escreveu essas frases em 1954, para o programa de Senhora dos afogados, encenada pela Companhia Dramática Nacional, com direção de Bibi Ferreira. E o texto completo deste programa está disponível em Peças míticas, o segundo dos quatro volumes que compõem a coleção Nelson Rodrigues: teatro completo (Nova Fronteira, 2004, 303 págs.).

Sonia, o sofrimento talvez tenha feito você "viver realmente". Mas é preciso colocar um limite entre o dramaturgo e o pai. O talento de um não desculpa os defeitos do outro. E mesmo que não se possa ser filha de Nelson Rodrigues impunemente, imagino que você poderia aproveitar melhor a genética se colocasse, em primeiro lugar, a Sonia, e depois o Rodrigues. Ou você acha que contar no blog quem é seu pai vai fazer as pessoas gostarem mais do seu texto?

Como você pode ver, os meus comentários não foram muito lisonjeiros, mas vieram em grande quantidade - o que mostra como seu livro é passional. Talvez eu não tenha refletido sobre "as armadilhas dos afetos, a liberdade de gostar, a solidão e os encontros possíveis" da minha própria vida. Mas o fiz em relação à sua. Filosofia de boteco, análise superficial, meter o nariz na vida alheia? Pode ser tudo isso. Mas é o preço que pagam aqueles que têm a audácia de abrir o coração.

Para ir além






Adriana Baggio
Curitiba, 24/11/2005


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Pra que mentir? Vadico, Noel e o samba de Renato Alessandro dos Santos
02. A falta que Tom Wolfe fará de Rafael Lima
03. 40 anos sem Carpeaux de Celso A. Uequed Pitol
04. Os Doze Trabalhos de Mónika. 8.Heroes of the World de Heloisa Pait
05. De Middangeard à Terra Média de Celso A. Uequed Pitol


Mais Adriana Baggio
Mais Acessadas de Adriana Baggio em 2005
01. Traficante, sim. Bandido, não. - 16/6/2005
02. Por que eu não escrevo testimonials no Orkut - 6/10/2005
03. A importância do nome das coisas - 5/5/2005
04. O erótico e o pornográfico - 20/10/2005
05. É preciso aprender a ser mulher - 4/8/2005


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
24/11/2005
10h45min
Adriana, já faz um bom tempo que eu tenho gostado dos seus textos escritos no Digestivo Cultural. As suas análises são muito bem feitas e coerentes, além de criativas. Continue a ser o que você é (ótima...). Abraços e mil saudações, Maurão
[Leia outros Comentários de Mauro Gorenstein]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




CONTOS COMPLETOS LIMA BARRETO
LIMA BARRETO
COMPANHIA DAS LETRAS
(2010)
R$ 67,12



SINOPSES JURÍDICAS. PROCEDIMENTOS ESPECIAIS - VOLUME 13
VÁRIOS AUTORES
SARAIVA
(2013)
R$ 35,90



OS CAMPOS TORNARAM-SE VERDES
FRANCES PARKINSON KEYES
ITATIAIA
(1959)
R$ 7,19



A IMAGEM DA GALIZA EM PORTUGAL
CARLO PAZOS-JUSTO
ATRAVÉS
(2016)
R$ 30,00



PLANTAS E FLORES ORNAMENTAIS PARA SUA CASA E JARDIM
CARLOS PERRY
ARTENOVA
(1975)
R$ 20,00



ENCONTROS COM A VERDADE
ELISA MASSELI
MENSAGEM DE LUZ
(2007)
R$ 20,00



MEVITEVENDO
ARTUR DA TÁVOLA
SALAMANDRA
(1977)
R$ 7,90



A ILHA
ALDOUS HUXLEY
RIOGRÁFICA
(1986)
R$ 8,00



O MASSACRE DE SABRA E CHATILA
AMNON KAPELIOUK
VEGA NOVO ESPAÇO
(1983)
R$ 4,60



CURSO DE DIREITO PROCESSUAL CIVIL - VOLUME II
HUMBERTO THEODORO JÚNIOR
FORENSE
(2007)
R$ 10,00





busca | avançada
37543 visitas/dia
1,2 milhão/mês