O Presépio e o Artesanato Figureiro de Taubaté | Ricardo de Mattos | Digestivo Cultural

busca | avançada
41233 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Sexta-feira, 23/12/2005
O Presépio e o Artesanato Figureiro de Taubaté
Ricardo de Mattos

+ de 18900 Acessos

"Ora, estando ali, aconteceu completarem-se os dias em que devia dar à luz, e deu à luz o seu filho primogênito. Enfaixou-o e o reclinou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na estalagem" (São Lucas: 2,6-7)

As primeiras peregrinações à Jerusalém com o intuito de celebrar o nascimento de Jesus deram-se por volta do século III. Se não demorou muito para que ganhassem vulto as homenagens ao tema específico, através da pintura, do mosaico e da escultura, a forma mais difundida de expressão do grande acontecimento precisou esperar até o século XIII para surgir. Todos sabemos que São Francisco de Assis, em 1.223, organizou o primeiro presépio, constituído meio por imagens, meio por figuras reais. O santo resolveu trocar a missa na igreja por uma celebração ao natural, reunindo animais, imagens e pessoas numa gruta da floresta de Greccio. Calcule-se para a época o impacto da novidade: as pessoas voltaram no tempo e "presenciaram" o fato narrado no evangelho de São Lucas. Uma idéia tão impressionante não merecia ser esquecida. Por isso a repetição do feito através dos séculos.

Fala-se que o termo "presépio" origina-se o hebraico praesepium, o que é um engano evidente visto o termo ser latino. Seria mais exato afirmar que praesepium seria a latinização dum termo hebraico. Enfim, praesepe, praesaepe, praeseps, praesaeps, praesepium, praesaepium: o significado é estábulo, curral, redil, cavalariça, estrebaria. Por extensão, manjedoura - ou manjadoura, como querem os portugueses. No sentido figurado, o lugar onde se come ou janta, provavelmente caracterizado pela extrema rusticidade. Os autores neo-testamentais podem ter querido dizer que o Santo Casal, não encontrando melhor hospedagem, conformou-se com um albergue imundo. A tradução latina e depois a transposição para o idioma de cada país é que podem ter desconsiderado o sentido pejorativo, empurrando São José e a Virgem Maria para o estábulo, onde a tradição católica instalou-os definitivamente para melhor caracterizar a humildade do nascimento do Cristo. Quanto ao significado de lugar fechado, cercado, guardado, praesepium e praesidium aparentam-se. Não esquecer do taubateanês presépi: "'Bora armá o presépi, lerdeza!".

Uma das primeiras construções taubateanas é o Convento de Santa Clara, fundado no século XVII pelo franciscano Frei Jerônimo de São Brás. Por doação do século XIX, o conjunto foi entregue aos capuchinhos. Entretanto, foram os franciscanos quem trouxeram aos da terra a tradição de armar o presépio na véspera de Natal. As primeiras peças eram italianas e sabe-se lá por onde andam. Seja para repor peças danificadas, seja para atrair o interesse dos fiéis e fazer com que se entrosassem nos assuntos da religião, seja até para aumentar o número das peças, os frades encomendavam a alguns moradores mais hábeis imagens dos santos, anjos pastores e animais. Ao lado dos primeiros artesãos - os santeiros - que buscavam seguir os modelos europeus, surgiram os encarregados de fazer as demais figuras: os figureiros. A ocupação inicial limitava-se à confecção, inclusive para adorno particular, de carneiros, burricos, vacas e outros animais. Logo outras figuras foram sendo inventadas e adicionadas: trabalhadores, aves locais, gatos, raposas, cavalos. Em pouco tempo os figureiros passaram a criar presépios inteiros, do Menino Jesus aos animais. O que era fabricado para uso próprio e doméstico, passou a ser objeto de presente e finalmente de venda. Até a classificação predominou, pois atualmente tanto o que se ocupa de imagens de santos quanto os que se especializam nas demais são igualmente chamados figureiros. No começo o ofício era próprio das mulheres, por isso é mais comum referir-se às figureiras.

As figuras são feitas com a argila recolhida na beira dos rios ou comprada de fornecedores. São moldadas por mãos treinadas e logo verifica-se a intenção da figureira. Não há um equipamento adrede destinado, o auxílio vem de pedaços de madeira, palitos, canivetes ou facas. Recorre-se ao arame para a sustentação das peças maiores e mesmo como parte delas, a exemplo das "chuvas" (primeira imagem). Quando a figura está pronta, é colocada pra secar ao Sol durante um mínimo de 24 horas. Se o clima está nublado ou frio, a secagem dá-se na beirada de fogões a lenha. Já existe na "Casa do Figureiro" um forno elétrico para trabalhos maiores, que podem exigir secagem mais rápida e garantida. Finalizada esta fase, vem a pintura. As peças mais antigas que eu já vi tinham a policromia mais simples e com predomínio de cores primárias. Hoje o recurso pictórico é maior, assim como a atenção aos detalhes. Tenho uma dupla de dançarinos de moçambique cuja fisionomia foi delineada com esmero. Antes e agora, o predomínio é da vivacidade. Há artesãos que, além de pintar suas figuras, enfeitam-nas com penas, fitas, palha e o que mais considerar conveniente. É necessário esclarecer que a habilidade destas pessoas não se traduz em facilidade.

Como todo trabalho humano, há obras de principiantes e obras praticamente barrocas, de tão ricas e esmeradas. Visitando o local onde concentra-se a produção para a venda, encontrei figuras que eu mesmo poderia ter feito. Outras deixam o apreciador boquiaberto. Todos seguem as mesmas características, mas não há um padrão - que beira o normativo. Tanto que os conhecedores sabem identificar a autoria desta ou daquela figura pelos detalhes pessoais que o artesão adiciona. Além da citada dupla de moçambiques, possuo um pavão grande no escritório e um menor em casa, no presépio.

Pode-se dizer ilimitado o acervo de figuras. Os de maior evidência são o presépio - quer de peças soltas, quer de peça única (segunda imagem) - as chuvas, São Francisco de Assis, e o pavão. Tudo iniciou-se com o presépio. A "chuva" parece ter sido inspirada numa árvore cheia de pássaros: tirou-se a árvore, mas conservaram-se as aves em suspenso. Muitos outros animais podem formar a chuva, como galinhas d'angola, pombos, tucanos, galos e galinhas, bois, boi-bumbá. Não sei dizer se a presença de São Francisco é uma homenagem consciente ou não ao criador do presépio pelo qual eles ficaram conhecidos e de onde muitas vezes tiram seu sustento. Com o nome de São Francisco das Chagas, é o padroeiro da cidade. Quando nomeado "de Assis", é representado com pombos. O pavão, chamado também de "galinho do céu", é uma das figuras mais bonitas e tão conhecida que tornou-se símbolo do folclore taubateano. A maioria tem a cauda em leque; quando está com ela abaixada, é chamado "pavoa". Este pavão é nosso produto de exportação. Já foi localizado no Louvre e antiquários de Paris. Além de correr todo o país, há registros de que tenha sido levado para a Itália, Argentina, China, Japão, Inglaterra, Alemanha e Estados Unidos.

[Pavão da autoria de Eduardo Leite Santos, figureiro taubateano]


Fora as quatro figuras destacadas, podemos encontrar animais variados: cães, gatos, cavalos, burros, vacas, bois, carneiros, galinhas, pássaros, onças e aves nativas. Num entrosamento valioso, surgiram as figuras extraídas da literatura infantil de Monteiro Lobato: Emília, o Saci, Visconde de Sabugosa, Tia Nastácia, Dona Benta, Pedrinho, Narizinho. Peças do folclore, como o lobisomem e o curupira. Todas as profissões são encontradas, desde as mais antigas e próprias das cidades coloniais, até as mais modernas: lavadeiras, lenhadores, vendedores de galinhas, médicos, engenheiros, advogados e dentistas. Podem ser acrescidos palhaços, cenas domésticas, danças folclóricas - moçambique, quadrilha, congado, bumba-meu-boi -, sanfoneiros e outros músicos, a Sagrada Família, procissões e orixás. O que a pessoa interessada procurar e não encontrar, pode ser encomendado.

As figuras começaram a ser vendidas no mercado municipal. Os figureiros armavam suas barracas ao lado das que vendiam alimentos, ou contentavam-se em estender uma toalha no chão. Isso ainda existe por aqui e em São Luiz do Paraitinga. Como as artesãs moravam todas no bairro onde situa-se a capela de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, a referência local prevaleceu: as figureiras da Imaculada. Ainda hoje é possível correr a Rua da Imaculada Conceição e entrar em contato direto com elas em suas casas. Há alguns anos a municipalidade teve a feliz idéia de concentrar os trabalhos num local mais amplo, a Casa do Figureiro. Cerca de quarenta figureiros lá expõem e vendem seu trabalho. A loja possui estantes com prateleiras reservadas para cada um deles, prateleiras estas identificadas com a foto, nome e contato do expoente. Anexo à loja, um pátio onde elas podem reunir-se para trabalhar "ao vivo" e uma oficina onde encontram-se as peças nos diferentes estágios de produção.

Reparo que uma forma de homenagem acabou virando o tema principal. Se primeiro recorria-se ao presépio para celebrar o advento do Cristo, o alvo atual do engenho humano é o presépio em si, desprovido do carácter celebratório inicial. A imaginação desvincula-se da Fé e tenta criar o presépio mais criativo, original, surpreendente e até polêmico. Vale tudo, de papel, sarrafos, plástico, copos descartáveis e sucata até mulheres nuas, como recentemente na Itália, si lembro-me bem. Por isso admiro o trabalho das figureiras. Vendem peças e aceitam encomendas por haver demanda e por viverem disso. Entretanto, seus trabalhos são sustentados pelo benigno orgulho de bem continuar a tradição de suas avós e pela crença, no caso dos presépios, de não estarem a modelar meros enfeites.

Para ir além

Casa do Figureiro "Maria da Conceição Frutuoso Barbosa": Rua dos Girassóis, número 60, Campos Elíseos, CEP 12.090-290, Taubaté, Estado de São Paulo. Telefone: (12) 3625-5154


Ricardo de Mattos
Taubaté, 23/12/2005


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Ficção hiper-real de Gian Danton
02. Essa tal de Dança Contemporânea de Airton Tomazzoni
03. Kurt Cobain; ou: I Miss the Comfort in Being Sad de Duanne Ribeiro
04. Histórias de gatos de Carla Ceres
05. O Próximo Minuto, por Robson Pinheiro de Ricardo de Mattos


Mais Ricardo de Mattos
Mais Acessadas de Ricardo de Mattos em 2005
01. O Presépio e o Artesanato Figureiro de Taubaté - 23/12/2005
02. Cultura e Democracia Na Constituição Federal - 17/3/2005
03. Como E Por Que Ler O Romance Brasileiro - 20/1/2005
04. Anotações do Jardineiro - 10/11/2005
05. Anjos Caídos, de Tracy Chevalier - 31/3/2005


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ENTRE O PASSADO E O FUTURO - 7ª EDIÇÃO - 2ª REIMPRESSÃO
HANNAH ARENDT
PERSPECTIVA
(2014)
R$ 48,95



DICIONÁRIO DA BÍBLIA
JOHN D. DAVIS
JUERP
(1980)
R$ 55,00



CASA CLAUDIA ABRA ESPAÇO PARA O COMPUTADOR Nº 463
VÁRIOS AUTORES
ABRIL
(2000)
R$ 9,00



A ÚLTIMA GRANDE LIÇÃO. O SENTIDO DA VIDA.
MITCH ALBOM
SEXTANTE
(1998)
R$ 15,00



JÓIAS DE OURO PRETO: PROSA E POESIA
TOBIAS PINHEIRO (2ª EDIÇÃO)
AUTOR
(1997)
R$ 26,28



QUEM MANDA EM MIM SOU EU.
FANNY ABRAMOVICH
TRANSAS & TRAMAS
(1989)
R$ 6,00



UM MILAGRE, UM UNIVERSO - O ACERTO DE CONTAS COM OS TORTURADORES
LAWRENCE WESCHLER
CIA. DAS LETRAS
(1990)
R$ 8,00



ESTUDOS LITERÁRIOS
M. CAVALCANTI PROENÇA
LIVRARIA JOSÉ OLYMPIO
(1974)
R$ 11,00



NADA MAIS QUE A VERDADE: HISTÓRIA DO JORNAL NOTÍCIAS POPULARES
CELSO CAMPOS JR; DENIS MOREIRA E OUTROS
CARRENHO
(2002)
R$ 14,00



AFECÇÕES RESPIRATÓRIAS NÃO ESPECÍFICAS EM PEDIATRIA
TATIANA ROZOV
SARVIER
(1986)
R$ 13,00





busca | avançada
41233 visitas/dia
1,4 milhão/mês