Ser escritor ou estar escritor? | Jonas Lopes | Digestivo Cultural

busca | avançada
65370 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Missão à China
>>> Universidade do Livro desvenda os caminhos da preparação e revisão de texto
>>> Mississippi Delta Blues Festival será On-line
>>> Tykhe realiza encontro com Mauro Mendes Dias sobre O Discurso da Estupidez
>>> Trajetória para um novo cinema queer em debate no Diálogos da WEB-FAAP
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Alameda de água e lava
>>> Entrevista: o músico-compositor Livio Tragtenberg
>>> Cabelo, cabeleira
>>> A redoma de vidro de Sylvia Plath
>>> Mas se não é um coração vivo essa linha
>>> Zuza Homem de Mello (1933-2020)
>>> Eddie Van Halen (1955-2020)
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - II
>>> Vandalizar e destituir uma imagem de estátua
>>> Partilha do Enigma: poesia de Rodrigo Garcia Lopes
Colunistas
Últimos Posts
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
>>> Como elas publicavam?
>>> Van Halen no Rock 'n' Roll Hall of Fame
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
Últimos Posts
>>> Normal!
>>> Os bons companheiros, 30 anos
>>> Briga de foice no escuro
>>> Alma nua
>>> Perplexo!
>>> Orgulho da minha terra
>>> Assim ainda caminha a humanidade
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Asia de volta ao mapa
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Micronarrativa e pornografia
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Literatura Falada (ou: Ora, direis, ouvir poetas)
>>> Viva a revolução
>>> AC/DC 1977
>>> As maravilhas do mundo que não terminam
>>> Nem Aos Domingos
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
Mais Recentes
>>> Los Condenados de la Tierra (Os Condenados da Terra) de Frantz Fanon pela Fondo de Cultura Econónica (2018)
>>> Les Confessions de Jean-Jacques Rousseau pela Hachete (1903)
>>> O primo Basílio de Eça de Queirós pela Abril Cultural (1979)
>>> Revue Française de Science Politique Volume XXI Numéro 3 juin 1971 de Jean Brusset, Mattei Dogan e outros pela Puf (1971)
>>> Introdução à Geografia da População de Wilbur Zelinsky pela Zahar (1974)
>>> Revista do Brasil de Antonio Candido, Celso Furtado, Julio Cortázar, Manoel Bonfim, Poty e outros pela Rioarte / Funarte (1984)
>>> Painel da Literatura em Língua Portuguesa de José de Nicola pela Scipione (2010)
>>> Crónica de una muerte anunciada de Gabriel García Márquez pela Plaza Janés (1999)
>>> Marlene D de Marlene Dietrich pela Nordica (1984)
>>> Notícia de un secuestro de Gabriel Gacía Máquez pela Plaza Janés (1999)
>>> Há Males Que Vêm Para Bem de Alec Guinness pela Francisco Alves (1990)
>>> Vivir para Contarla de Gabriel García Márquez pela Debolsillo (2017)
>>> Tango Solo de Anthony Quinn, Daniel Paisner pela Nova Fronteira (1995)
>>> El Coronel no Tiene Quien le Escriba de Gabriel Gacía Máquez pela Plaza Janés (1999)
>>> Laços Eternos de Zibia Gasparetto pela Edicel (1979)
>>> A garota que eu quero de Markus Zusak pela Intrínseca (2013)
>>> O inverno das fadas de Carolina Munhóz pela Casa da palavra (2012)
>>> Treinando a emoção para ser feliz de Augusto Cury pela Academia (2010)
>>> E se for você? de Rebecca Donovan pela Globo (2016)
>>> O guardião de Nicholas Sparks pela Arqueiro (2013)
>>> O casamento de Nicholas Sparks pela Arqueiro (2012)
>>> Inferno atlântico. Demonologia e colonização. Séculos XVI-XVIII de Laura de Mello e Souza pela Companhia das Letras (1993)
>>> Um porto seguro de Nicholas Sparks pela Novo Conceito (2012)
>>> Ouse ir Além - Coaching para Resultados Extraordinários de José Roberto Marques pela Ibc (2016)
>>> Segundo - Eu me chamo Antônio de Pedro Gabriel pela Intrínseca (2014)
>>> Doce Cuentos Peregrinos de Gabriel García Márques pela Plaza Janés (1999)
>>> A cadeira de prata - As crônicas de Nárnia de C. S. lewis pela Martins Fontes (2003)
>>> Ases nas alturas - Wild Cards de George R. R. Martin pela Leya (2013)
>>> Homens de grossa aventura. Acumulação e hierarquia na praça mercantil do Rio de Janeiro 1790-1830 de João Luís Fragoso pela Civilização Brasileira (1998)
>>> Anjos caídos de Asa Schwarz pela Planeta (2010)
>>> Um conto do destrino de Mark Helprin pela Novo Conceito (2014)
>>> O diabo e a Terra de Santa Cruz de Laura de Mello e Souza pela Companhia das Letras (1986)
>>> O Antigo Regime nos trópicos de João Fragoso & Maria Fernanda Bicalho & Maria de Fátima Gouvêa. Organizadores pela Civilização Brasileira (2010)
>>> Dominguinhos o Neném de Garanhuns de Antônio Vilela de Souza pela Garanhuns (2014)
>>> Viva a Vagina de Nina Brochman / Ellen Sorkken Dahl pela Pararela (2017)
>>> Grandes Pensadores em Psicologia - 10A de Rom Harré pela Roca (2009)
>>> A Amiga Genial de Elena Ferrante pela Biblioteca Azul/ Globo (2015)
>>> Steve Jobs : a biografia de Walter Isaacson pela Companhia Das Letras (2011)
>>> A Encantadora de Bebês de Tracy Hogg; Melinda Brau pela Manole (2006)
>>> Cien Años de Soledad de Gabriel Garcia Marques pela Plaza Janés (1999)
>>> O Taro Adivinhatório de Vários pela Pensamento
>>> Os Segredos de Uma Encantado de Bebês de Tracy Hogg; Melinda Brau pela Manole (2002)
>>> A Droga da Obediência de Pedro Bandeira pela Moderna (2009)
>>> O Paraíso na Outra Esquina de Mario Vargas Llosa pela Arx (2003)
>>> A Festa da Insignificância de Milan Kundera pela Companhia das Letras (2014)
>>> História da Menina Perdida de Elena Ferrante pela Biblioteca Azul/ Globo (2017)
>>> A Lenda do Graal (Do Ponto de Vista Psicológico) de Emma Jung e Marie Louise Von Franz pela Cultrix (1991)
>>> Capitães da Areia de Jorge Amado pela Record (1975)
>>> O Verão Sem Homens de Siri Hustvedt pela Companhia das Letras (2013)
>>> Hostória de Quem Foge e de Quem Fica de Elena Ferrante pela Biblioteca Azul/ Globo (2016)
COLUNAS >>> Especial Autores novos

Sexta-feira, 2/6/2006
Ser escritor ou estar escritor?
Jonas Lopes

+ de 12800 Acessos
+ 7 Comentário(s)

Quando foi lançado no ano passado o "Movimento Literatura Urgente", uma coisa me chamou a atenção no site do manifesto - fora as propostas e requisições deles - era a lista de assinantes. Dezenas de nomes, acompanhados de um "escritor" e o nome da cidade em que o cidadão reside. Logo me veio a dúvida: o que faz de alguém um escritor? I mean, o que dá a uma pessoa o "direito" de adicionar esse detalhe em sua assinatura? Criar um blog e colocar exercícios de ficção lá? Fazer amizade com o pessoal do Paralelos? Publicar um conto em uma antologia, seja ela qual for? Quais são os critérios?

A impressão que fica é que nessa nova geração não se quer ser escritor, mas estar escritor. Circular no meio literário, ser convidado para a FLIP, aparecer na "Tinta Fresca" da EntreLivros, ter seu livro resenhado pelo Rascunho ou pelo Digestivo, enfim, todo o status que a "profissão" traz. E nunca desenvolver um projeto ficcional. Há um pouco de ingenuidade romântica nisso, mas às vezes acho que bom mesmo era na época do Stendhal, que orgulhosamente escrevia para cem (bons) leitores. Poxa, não são poucos os blogueiros-escritores que já possuem comunidade no Orkut com mais de cem membros. Não sejamos hipócritas: é evidente que a glória é essencial, que ter o trabalho reconhecido faz parte do processo. Agora, e a obra, cadê?

Uma etapa básica do processo de formação do escritor é, ou deveria ser, a descoberta do escritor em si. Para Proust, "o único livro genuíno, um grande escritor não precisa inventá-lo, no sentido comum, pois ele já existe em cada um de nós, e sim traduzi-lo". Não basta, pois, sentar-se ao computador, abrir o Word e deitar monólogos que se transformarão em contos ou romances. Muitos aspectos estão envolvidos. Como a forma, o estilo, a escolha desta idéia e não daquela. Todas essas certezas só advêm da prática. Anos de prática. Há influência, é evidente, dos autores que admiramos, dos efeitos que determinadas leituras nos proporcionaram. Mas literatura não é algo assim tão amorfo, ora.

Digamos que P.R., um novo autor, tem como modelos literários Ítalo Calvino, Herman Melville e Muriel Spark. Autores bem distintos entre si. Como P.R. saberá para que lado seu texto vai pender? Treinando. Se o processo funcionar bem, nosso jovem autor escreverá livros que não terão nada a ver com os de seus modelos. O que tiramos da experiência de leitura não são apenas noções de estilo e de escolas literárias, e sim pontos de vista, experiências, filosofia. Não é preciso querer escrever sobre marinheiros para admirar e ser influenciado por O Coração das Trevas ou Lord Jim - além de uma boa história, esses livros trazem idéias na entrelinhas, para serem dissecadas.

"Sou donde nasci", afirmou Guimarães Rosa. Todos somos. Faulkner só começou a se destacar na literatura quando percebeu que seu grande tema era o sul decadente onde havia crescido. Balzac praticamente transcrevia o que via nos salões da alta-sociedade parisiense, somando às histórias toques de ficção e brilho narrativo. O grande barato da literatura está nesse descobrir qual é o seu universo ficcional, qual é o tipo de linguagem adequado à sua personalidade e àquilo que se propõe. Não é algo como "vou escrever como Beckett"; somos escolhidos pela linguagem, pelo estilo, pelos cenários e pelos temas. E eles podem ou não dizer respeito a nossa vida e ao nosso meio social.

E o escritor é, antes de tudo, um leitor. E o que é um leitor, senão um acúmulo de idéias conflitantes e/ou convergentes, um punhado de "concordos" e "discordos" que, fundidos, formam um quociente? É um processo demorado? Naturalmente, demanda tempo para que se adquira uma bagagem de leitura suficiente. Por isso é tão bacana. Os pretendentes a autores não têm se dado esse tempo. Querem publicar com vinte e dois, vinte e cinco anos. Não dão mostras de querer viver por aquilo, apenas viver daquilo. Clarice Lispector escrevia para não morrer. Essa necessidade de literatura parece extinta. A idéia de passar anos se preparando soa como tortura das mais cruéis. Ok, a própria Clarice - assim como Thomas Mann - começou a publicar muito cedo. São exceções, e ainda produtos de uma época em que a formação humanística era infinitamente mais consistente do que a que vemos hoje nas escolas e universidades.

Quanto aos blogs e a utilização da internet como fonte de divulgação, não vejo nada de mais, a princípio. A internet é uma ferramenta, como o eram as revistas literárias (tão pouco lidas hoje, uma pena) e os folhetins. E que mal pode fazer para um jovem autor utilizar um espaço para desenvolver sua arte? O problema é quando o blog serve mais como publicidade do que como estudo, e aí voltamos à questão do estar escritor. Navegando por alguns dos sites pessoais de autores, quase tudo que vejo são cumprimentos a amigos e anúncios de lançamentos de livros dos parceiros. Literatura mesmo, pouca. É bacana caminhar ao lado de outros escritores, trocar experiências; só isso não dá. Imagine se Borges e Bioy Casares passariam todo o tempo tecendo loas um ao outro em hipotéticos blogs.

Outra conseqüência perniciosa desse jogo de comadres é se unir contra os "inimigos comuns", como a crítica. Isso aconteceu, por exemplo, com Jerônimo Teixeira, que falou mal de novos autores na Veja e vem sendo massacrado por eles nos blogs. Deus, isso é terrorismo. Jornalista não tem compromisso com nenhum movimento ou geração. Parem para pensar em quantos grandes autores e livros foram criticados em seu lançamento e hoje são tidos como clássicos. Se foi assim com eles, que eram gênios, por que haveria de ser diferente com vocês? Os bons ficam, sempre.

E não, não é por panela ou perseguição que vocês não ganham os prêmios literários. Uma carreira é construída aos poucos mesmo. Vejam o caso do Bernardo Carvalho, que lançou vários romances lidos por meia dúzia de críticos e só veio a receber prêmios e atenção com Nove Noites, quase dez anos depois de sua estréia. Carvalho teve a sorte de ter uma grande editora (a Companhia das Letras) bancando o desenvolvimento de sua carreira. Quanto a isso, os novos autores não podem reclamar, pois alguns deles estão em grandes editoras - André Sant'anna e Daniel Galera na própria Companhia, Marcelino Freire e Marcelo Mirisola na Record, Santiago Nazarian e João Paulo Cuenca na Planeta. Uma chance assim vale mais que mil Jabutis, nesse ponto da carreira. Portanto, escrevam.


Jonas Lopes
São Paulo, 2/6/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A coisa tá preta de Cassionei Niches Petry
02. Amor, sublime Amor de Isabella Ypiranga Monteiro
03. Sobre Jobs e Da Vinci de Noah Mera
04. As revoluções e suas histórias de Tatiana Mota
05. Os diários de Jack Kerouac de Luiz Rebinski Junior


Mais Jonas Lopes
Mais Acessadas de Jonas Lopes em 2006
01. Ser escritor ou estar escritor? - 2/6/2006
02. Tchekhov, o cirurgião da alma - 13/7/2006
03. 15 anos sem Miles Davis, o Príncipe das Trevas - 11/10/2006
04. Cony: o existencialista, agora, octogenário - 3/5/2006
05. Herzog e o grito de desespero humanista - 18/9/2006


Mais Especial Autores novos
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
3/6/2006
13h58min
Você tirou as palavras da minha boca. Esgota tudo o que venho falado sobre essa nova geração de autores que parecem escrever pela manhã e postar à tarde. Realmente escrever requer tempo, esperiência e, logicamente, talento. E o ato de escrever é irmão siamês da do ato de ler. gd ab
[Leia outros Comentários de Julio Cesar Corrêa]
3/6/2006
18h27min
Realmente, excrever requer esperiência. Socorro! Júlio
[Leia outros Comentários de Julio]
9/6/2006
02h21min
Que artigo tão lúcido e sagaz. Eu vi um rapaz dizer numa peça: "escritor não precisa escrever algo, mas pensar em escrever algo". A Clarice Lispector se dizia escritora amadora. Quem escreve para não morrer, sendo escritor ou não, de repente lê seu artigo, morre. Sejam ou estejam, mas não morram.
[Leia outros Comentários de Caiocito Campos]
15/6/2006
01h21min
Minha opinião pessoal é: feliz do agraciado ser que redime sua consumição com a escrita do sentir. Se houver mais disso nessa geração, com certeza teremos verdadeiros escritores.
[Leia outros Comentários de Mariana Souza]
28/2/2008
09h58min
Ser ou estar escritor, é um dilema na minha vida. Sei que quero ser ou estar escritora o tempo todo. Quero que seja minha profissão. Mas isso não depende só da minha vontade.
[Leia outros Comentários de Tiana de Souza ]
3/5/2009
23h28min
Nem adianta eu falar que seu artigo tá uma belezura - seria apenas mais um em meio a multidões. Mesmo assim atrevo-me: você é o cara!
[Leia outros Comentários de Leandro Campos]
22/6/2011
19h01min
Seu artigo é despretensioso e sincero. Também me sinto incomodada com toda essa superficialidade. Não me refiro à comunidades virtuais - a internet é uma ferramenta útil e essencial no mundo contemporâneo -, me refiro a essa vontade estúpida que vários aspirantes têm de obter publicidade, fama e sei lá mais o quê. Também tenho blogs, mas não quero divulgar a minha imagem, mas sim meus textos. Você fez bem em citar a influência dos autores que admiramos. Sou fã de dois escritores completamente diferentes: Clarice Lispector e José Saramago. Estilos diferentes, visões distintas. O que eles têm comum? A universalidade com que exploram a condição humana. Cada qual do seu jeito. Quando li a obra-prima ''A hora da estrela'' (Lispector) decidi que ser escritora não seria apenas um hobby para mim, tive uma espécie de ''epifania''. Se eu quero viver da literatura? Jamais. Não preciso viver da arte. A arte é que precisa viver em mim.
[Leia outros Comentários de Adriane Santos]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




GOLDEN AGES OF THEATER
KENNETH MACGOWAN - WILLIAM MELNITZ
PRENTICE HALL
R$ 15,00



CONCUBINATO UNIÃO ESTÁVEL
IRINEU ANTONIO PEDROTTI
LEUD
(1999)
R$ 5,00



PLANO DIRETOR DO MERCADO DE CAPITAIS 2002 - TEXTO INTEGRAL E BASES CONCEITUAIS 2
CARLOS ANTONIO ROCCA(ORGANIZADOR)
JOSÉ OLYMPIO
(2002)
R$ 12,00



REVISTA PAULISTA DE MEDICINA VOL. 42 N. 2 FEVEREIRO
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDICINA
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MEDI
(1953)
R$ 14,29



À LUZ DO CÉU PROFUNDO
GETULIO BITTENCOURT
NOVA ERA
(1998)
R$ 12,00



ROTINAS TRABALHISTAS E PREVIDENCIÁRIAS
ELIZEU DOMINGUES GOMES
LÍDER
(2009)
R$ 20,00



A COLHEITA DAS ALMAS - COLEÇÃO HORA DO ESPANTO
EDGAR J. HYDE
CIRANDA CULTURAL
(2014)
R$ 8,00



INDIVÍDUO, GRUPO E SOCIEDADE
ARAKCY MARTINS RODRIGUES
EDUSP
(2005)
R$ 32,90



BANYA O MENSAGEIRO - 3
KIM YOUNG OH
CONRAD
(2010)
R$ 8,00



ENTREGA ESPECIAL
DANIELLE STEEL
RECORD
(1998)
R$ 5,00





busca | avançada
65370 visitas/dia
2,1 milhões/mês