As noites insanas de Zizi Possi | Márcio Seidenberg | Digestivo Cultural

busca | avançada
28252 visitas/dia
851 mil/mês
Mais Recentes
>>> Sidney Rocha lança seu novo livro, A Lenda da Seca
>>> Oficina de Alegria encerra o mês das crianças com a festa Bloquinho na Praça - 27 de outubro
>>> EMP Escola de Música faz apresentação gratuita de alunos e professores
>>> Miami Ad School Rio promove curso sobre criatividade que desmistifica o padrão do que é ser criativo
>>> Exposição destaca figura feminina com a leveza da aquarela
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Inferno em digestão
>>> Hilda Hilst delirante, de Ana Lucia Vasconcelos
>>> As pedras de Estevão Azevedo
>>> O artífice do sertão
>>> De volta à antiga roda rosa
>>> O papel aceita tudo
>>> O tigre de papel que ruge
>>> Alice in Chains, Rainier Fog (2018)
>>> Cidades do Algarve
>>> Gosta de escrever? Como não leu este livro ainda?
Colunistas
Últimos Posts
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Regina Dalcastagné em BH
>>> Leitores e cibercultura
>>> Sarau Libertário em BH
Últimos Posts
>>> Por um triz
>>> Sete chaves a sete cores
>>> Feira livre
>>> Que galho vai dar
>>> Relâmpagofágico
>>> Caminhada
>>> Chama
>>> Ossos perduram
>>> Pensamentos à política
>>> A santidade do pecado em Padre António Vieira
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Cuidado: Texto de Humor
>>> O Oratório de Natal, de J. S. Bach
>>> My fair opinion
>>> Hitler e outros autores
>>> A alma boa de Setsuan e a bondade
>>> Cigarro, apenas um substituto da masturbação?
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Queijos
>>> A trilogia da vingança de Park Chan-Wook
>>> Redentor, a versão nacional e atualizada da Paixão
Mais Recentes
>>> Awakening the Buddha Within: Tibetan Wisdom for the Western World de Lama Surya Das pela Broadway Books (1998)
>>> Practicing Peace in Times of War de Pema Chodron pela Shambhala (2006)
>>> Nietzsche: O Humano Como Memoria e Como Promessa de Oswaldo Giacoia Júnior pela Vozes (2013)
>>> Nietzsche e Sião: a União de Duas Forças Ideológicas Opostas de Jacob Golomb pela Madras (2005)
>>> Mito e Música em Wagner e Nietzsche de Luiz Claudio Moniz pela Madras (2014)
>>> Ilusoes do Eu: Spinoza e Nietzsche de A Martins, H Santiago, L C Oliva pela Record (2011)
>>> Caitanya Sataka. Cem versões em glorificação de Chandramukha Swami pela Govinda (2013)
>>> The I Ching, Or, Book of Changes (bollingen Series Xix) de Ed Richard Wilhelm pela Princeton University Press (1997)
>>> A Experiência humana de Deus como experiência de graça de Inácio Luiz Rhoden pela Unisinos (2004)
>>> Origem do Ocidente. a antiguidade em Nietzsche de Alan Sampaio pela Unijuí (2008)
>>> Nietzsche Asceta de Mauro Araújo de Sousa pela Unijuí (2009)
>>> Em Busca de um Lugar ao Sol: Nietzsche e a Cultura Alema de Ivo da Silva Junior pela (vide) (2008)
>>> Wagner em Bayreuth de Friedrich Nietzsche pela Zahar (2009)
>>> Nietzsche... (dos companheiros) de Carlos Henrique Escobar pela 7 Letras (2000)
>>> Gilberto Freyre. Pensamento e Ação de Manoel Correia de Andrade (org) pela Fundação Joaquim Nabuco (1995)
>>> As Raízes do Separatismo no Brasil de Manuel Correia de Andrade pela Ufpe (1997)
>>> Ldb - 1996 Contemporanea: Contradicoes, Tensoes, Compromissos de Iria Brzezinski (Org) pela Cortez (2014)
>>> A Temática Indígena na Escola de Pedro Paulo Funari, Ana Piñon pela Contexto (2011)
>>> Arqueologia das Ciências e História dos Sistemas de Pensamento de Michel Foucault pela Forense Universitária (2013)
>>> Tristes Trópicos de Claude Lévi-strauss pela Companhia das Letras (1996)
>>> O Pensamento Selvagem de Claude Lévi-strauss pela Papirus (1990)
>>> A Doença Como Caminho de Thornwald Dethlefsen, Rudiger Dahlke pela Cultrix (2002)
>>> Introdução à Linguística Africana de Margarida Petter pela Contexto (2015)
>>> Curso De Linguística Geral de Ferdinand de Saussure pela Cultrix (2012)
>>> Bartolomeu De Las Casas de Frei Carlos Josaphat pela Paulinas (2008)
>>> O Expressionismo de Jacó Guinsburg pela Persoectiva (2002)
>>> Avaliação: novos tempos, novas práticas de Edmar Henrique Rabelo pela Vozes (1998)
>>> Dicionario Paulo Freire de Danilo Streck pela Autêntica (2008)
>>> Atualidade de Paulo Freire de João Francisco de Souza pela Cortez (2002)
>>> Conscientização de Paulo Freire pela Cortez (2016)
>>> Conversas com Igor Stravinski de Igor Stravinski pela Perspectiva (2016)
>>> Um Jato na Contramão. Buñuel no México de Eduardo Peñuela Cañizal pela Com-Arte (1991)
>>> Som-Imagem no Cinema de Luiz Adelmo F. Manzano pela Perspectiva (2010)
>>> As sombras móveis: atualidade do cinema mudo de Luiz Nazário pela da UFMG (1999)
>>> Condicao Humana, A Um Tema Para Religioes Comparadas de Robert Cummings Neville pela Paulus (2005)
>>> El vuelo magico The Magic Flight (Spanish Edition) de Mircea Eliade pela Siruela (1995)
>>> La esencia del cristianismo (Spanish Edition) de Ludwig Feuerbach pela Claridad (2006)
>>> A Construção Histórica da Literatura Umbandista de Diamantino Trindade pela do Conhecimento (2010)
>>> Três Livros de Filosofia Oculta de Henrique Cornelio Agrippa de Nesttesheim pela Madras (2016)
>>> Estética da Melancolia de Marie-Claude Lambotte pela Companhia de Freud (2000)
>>> Bem-vindo ao Deserto do Real! de Slavoj Zizek pela Boitempo (2008)
>>> 500 Anos de Educação no Brasil de Eliane M. Lopes, Luciano Faria, Cynthia G. Veiga pela Autêntica (2007)
>>> Historia da Educação Brasileira de Paulo Ghiraldelli Jr pela Cortez (2013)
>>> Avaliação da Aprendizagem: Componente do Ato Pedagógico de Cipriano Carlos Luckesi pela Cortez (2011)
>>> Hegel y el Idealismo de Wilhelm Dilthey pela Fondo de Cultura Economico (1956)
>>> Introducción a las Ciencias del Espiritu Tomo I de Guilhermo Dilthey pela Espasa Calpe (1948)
>>> Linhas Fundamentais do Pensamento de Nietzsche de Werner Stegmaier pela Vozes (2013)
>>> Antropologia Cultural de Franz Boas pela Ed Zahar (2004)
>>> Eu, Pierre Riviere, Que Degolei Minha Mae, Minha Irma E Meu Irmao de Michel Foucault pela Graal (2012)
>>> Buddhismo de A Cura Di Giovanni Filoramo pela Laterza (2011)
COLUNAS

Quinta-feira, 29/6/2006
As noites insanas de Zizi Possi
Márcio Seidenberg

+ de 6100 Acessos
+ 4 Comentário(s)

"Vai rolar, sim!", escreveu, entusiasmada, Zizi em seu perfil do Orkut, confirmando as três apresentações no palco intimista do Sesc Pompéia, no início de junho. Bastou o breve recado para que admiradores de Porto Alegre, de Salvador, do Rio, de Recife e de outras cidades se juntassem aos de São Paulo em busca dos disputados ingressos a R$ 20. Não é sempre essa euforia, não. É que, desta vez, quem acompanha a carreira da artista, sabia: o show seria muito, muito diferente de tudo o que se viu e ouviu nos últimos 8 anos. Zizi, sabiamente e com sobriedade, radicalizou, ao classificar de "insanas" as noites de música que estava preparando...

E quanto significado e quanta importância tem a insanidade para a sempre ponderada, sofisticada e perfeccionista Zizi Possi, que, mesmo podendo desfrutar de irrestrita liberdade artística, nos últimos trabalhos vem se dedicando a projetos de conceito fechado, que exploram, em profundidade, diferentes facetas de seu universo musical. O mais recente deles, o CD/DVD Pra Inglês Ver e Ouvir, traz clássicos de diferentes épocas e estilos do idioma dos Beatles. Em temporada no Teatro Frei Caneca, no ano passado, o show, caríssimo, manteve a intérprete passeando por um repertório em inglês inédito em sua voz - a exceção de "Yesterday", do CD anterior, Bossa, que, apesar de inspirado no movimento idealizado por João Gilberto, permitiu à cantora transitar por parte de sua obra nas poucas apresentações da turnê. Liberdade maior houve em 1999, com Puro Prazer, que, todo em formato piano-e-voz, revisitou músicas mais recentes, depois de 3 anos em que Zizi só cantara em italiano, graças ao bem-sucedido Per Amore, profundo mergulho da artista em suas raízes, na herança familiar e nas canções napolitanas que o avô cantava.

Pois bem, agora Zizi finalmente está às voltas com sua "alma de cantora", em viagem por um repertório que sublinha a trajetória que começou em 1978. Três shows em que o esmero musical, a partir da combinação do violoncelo e violões de Lui Coimbra, da percussão de Guello e do piano e teclados de Jether Garotti Júnior serviu de poderoso instrumento para a voz da intérprete. Ainda que os roteiros, diferentes para cada noite, privilegiassem a triologia acústica - os álbuns Sobre Todas as Coisas (1991), Valsa Brasileira (1993) e Mais Simples (1996) -, que consagrou Zizi como uma das grandes vozes da MPB, foram as canções da década de 1980 que mais surpreenderam.

Zizi pop, Zizi diva
Ela tinha 25 anos quando gravou "Caminhos de Sol" (Hernan Torres/ Salgado Maranhão) com viola 12 cordas, baixo e bateria. Descobriu, 25 anos depois, uma leitura mais suave e singela, somente ao piano preciso de Jether. O mesmo para "Toda Uma História" (Luiz Avellar/ Zizi Possi), hoje mais disciplinada e adaptada ao formato acústico do trio. Teve também a junção de "O amor vem pra cada um" (Beto Fae) e "Asa Morena" (Zé Carapídia), com percussão, piano e violão - um clássico até hoje, ainda que o público, lá no início da carreira da artista, fosse só "Caminhos de Sol": "as pessoas não queriam ouvir a música que eu tinha para cantar. Me lembro que eu parei e falei: gente, vocês precisam me dar a oportunidade de mostrar uma coisa nova. Eu acho que vocês vão gostar dessa música", relembra ela, numa entrevista à rádio Jovem Pan, sobre quando mostrou "Asa Morena" pela primeira vez.

"Nunca" (Lupicínio Rodrigues) é outra que ficou mais envolvente na versão madura. Zizi esticou os tempos da música, dividiu o verso "pra que eu viva", para depois completar "em paz", além de inserir uma citação de "Yesterday" ao final. "É muito interessante cantar com a maturidade de hoje [essas músicas] porque é outra pegada, é outro jeito de dividir, é outra emoção", refletiu, durante o show de reabertura do Scalla, no Rio de Janeiro, há dois anos. Foi quando ela trouxe ao palco algumas músicas antigas, anteriores a Sobre Todas as Coisas, o disco da "virada" artística da intérprete, que, a partir dali, passou a buscar um repertório mais coerente e autêntico consigo mesma, como ela define. Mas o que dizer de toda a obra construída antes e durante os anos 1980?

Parecia que, ao valorizar o apuro musical dos trabalhos acústicos, Zizi se desvinculava do lado supostamente "brega" dos dois últimos discos da fase pop, de quem o hit "Perigo", uma das músicas mais executadas daquela época é fruto, assim como "Noite" (Nico Rezende/ Jorge Salomão), que, numa atitude "insana", foi recriada para o show do Sesc. Saem a guitarra e o baixo da gravação de 1987; entram piano e violoncelo. E Zizi arrancou aplausos saudosistas da platéia.

A verdade é que as músicas, mesmo as mais recentes, crescem no palco. E como crescem... Um exemplo é "O samba e o pandeiro" (Jackson do Pandeiro/ Ivo Martins), em que a cantora vai imprimindo o tom, retardando e acelerando os versos e Guello respeitando a velocidade na percussão, em sintonia. Ou ainda em "Explode Coração", em que Maria Bethânia expande-se e que Zizi canta contido e baixinho, sufoca e espreme ainda mais os versos pungentes de Gonzaguinha. Ela tem o poder de transformar as canções.

E Zizi é também uma cantora que se transforma. Mas uma característica sua manteve-se linear: o domínio cada vez mais definitivo de voz e interpretação. Chico Buarque já reconhecia o talento da artista quando a convidou para gravar com ele "Pedaço de Mim" em 1979; Ivan Lins, também, ao oferecer a canção "A Força", uma preciosidade resgatada recentemente pela compilação Pérolas Raras; Gilberto Gil compareceu com "A Paz" e "Meu Amigo Meu Herói", entre outros compositores.

Estandarte e liberdade
Zizi parece ter recuperado a alegria de poder cantar sua história. Para enaltecer esse momento, depois de uma depressão que a afastou por 4 anos dos discos, o final do show do Sesc foi apoteótico. Primeiro com os versos de "Ar Puro" (Fátima Guedes) à capela, depois a fusão com a marcha "Porta Estandarte" (Geraldo Vandré/ Fernando Lona), verdadeiro hino de celebração: "eu vou levando a minha vida enfim/ cantando e canto sim/ e não cantava se não fosse assim/ levando para quem me ouvir/ certezas e esperanças para trocar/ por dores e tristezas que bem sei/ um dia ainda vão findar". De longe, a mais bonita música das noites, que terminaram com a luxuosa interpretação para "O que é o que é" (Gonzaguinha) e "Juízo Final" (Nelson Cavaquinho/ Élcio Soares).

Talvez os 50 anos, completados em março, tenham trazido essa liberdade irrestrita e a possibilidade de experimentar sem preconceitos, sem amarras. Para a cantora que, ao longo dos 28 anos de carreira, conquistou a maturidade que lhe autoriza qualquer viagem, por que não iluminar com boa dose de insanidade seus próximos vôos?


Márcio Seidenberg
São Paulo, 29/6/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O escritor e as cenas: mostrar e não dizer de Marcelo Spalding
02. Para que o Cristianismo? de Jardel Dias Cavalcanti
03. Gênios de Luiz Rebinski Junior
04. Era uma vez... de Rafael Fernandes
05. Sobre palavras mal ditas de Rafael Rodrigues


Mais Márcio Seidenberg
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
29/6/2006
12h10min
Um texto que tem a finalidade de tratar da voz de Zizi, uma ternura sem fim, qualquer que seja o show desta Diva, é um recado de amor ouví-la cantar, falar, andar, inexplicavelmente linda transcede todas as formas de imaginar arte. Zizi, uma paixão do canto.
[Leia outros Comentários de Manoel Messias]
5/7/2006
10h29min
Quem pôde assistir aos shows do SESC pode agora confirmar cada palavra do Márcio em seu texto. Foram apresentações belíssimas, que marcaram as retinas e as memórias de todos aqueles que saíram de diversos lugares para ver a grande intérprete brasileira! Parabéns, Márcio! Viva Zizi!
[Leia outros Comentários de Eduardo Oliveira]
27/7/2006
19h08min
Lindo texto, onde a gente pode sentir que o prazer de escutar, e ver no palco, a grande intérprete que é Zizi Possi: permanece entre as impressões incomensuráveis da arte musical brasileira dos últimos trinta anos.
[Leia outros Comentários de Zé Caradípia]
16/8/2008
22h07min
Amo Zizi Possi acima de qualquer coisa, tudo que ela canta é maravilhoso. Fico muito triste pelo fato de ela demorar tanto para fazer show em Recife.
[Leia outros Comentários de Giselle Lins ]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




MANGÁ VARIANTE REQUIEM FOR THE WORLD Nº 2
IQURA SUGIMOTO
SAMPA ARTE / LAZER
(2004)
R$ 11,90



ORALIDADE E CULTURA ESCRITA
WALTER ONG
PAPIRUS
(1998)
R$ 134,90



A FORMAÇÃO DO MUNDO CONTEMPORÂNEO
FRANCISCO FALCON GERSON MOURA
CAMPUS
(1989)
R$ 7,00



A CRIAÇÃO DO MUNDO II
MIGUEL TORGA
COIMBRA
R$ 17,10



A BÍBLIA DA INTRANET
LYNN M. BREMMER- ANTONY F. IASI- AL SERVATI
MAKRON BOOKS
(1997)
R$ 11,93



TOPOGRAFIA APLICADA À ENGENHARIA CIVIL - VOL. 2
ALBERTO DE CAMPOS BORGES
EDGARD BLÜCHER LTDA
(1992)
R$ 30,00
+ frete grátis



AS RELAÇÕES PERIGOSAS
CHODERLOS DE LACLOS
NOVA CULTURAL
(2002)
R$ 12,90



ARTIGOS, ANÁLISES E TUTORIAIS DE TELECOMUNICAÇÕES
JUAREZ QUADROS DO NASCIMENTO (AUTOGRAFADO)
DO AUTOR
(2014)
R$ 18,00



MISTÉRIO ? MISTERIOSO AMOR
ODETTE DE BARROS MOTT
BRASILIENSE
(1982)
R$ 10,00



LEADING LIFE-CHANGING SMALL GROUPS
BILL P. DONAHUE
ZONDERVAN
(1996)
R$ 40,00





busca | avançada
28252 visitas/dia
851 mil/mês