O náufrago, de Thomas Bernhard | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
68231 visitas/dia
2,5 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Workbook de Carl Honoré é transformado em lives
>>> Experiência Quase Morte é o tema do Canal Angelini
>>> 20 anos de Bicho de Sete Cabeças: Laís Bodanzky, Rodrigo Santoro e Gullane se reúnem em bate-papo
>>> Arquivivências: literatura e pandemia
>>> Festival Mia Cara promove concurso culinário “Receitas da Nonna”
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Silêncio e grito
>>> Você é rico?
>>> Lisboa obscura
>>> Cem encontros ilustrados de Dirce Waltrick
>>> Poética e política no Pântano de Dolhnikoff
>>> A situação atual da poesia e seu possível futuro
>>> Um antigo romance de inverno
>>> O acerto de contas de Karl Ove Knausgård
>>> Assim como o desejo se acende com uma qualquer mão
>>> Faça você mesmo: a história de um livro
Colunistas
Últimos Posts
>>> Hemingway by Ken Burns
>>> Cultura ou culturas brasileiras?
>>> DevOps e o método ágil, por Pedro Doria
>>> Spectreman
>>> Contardo Calligaris e Pedro Herz
>>> Keith Haring em São Paulo
>>> Kevin Rose by Jason Calacanis
>>> Queen na pandemia
>>> Introducing Baden Powell and His Guitar
>>> Elon Musk no Clubhouse
Últimos Posts
>>> Em um tempo, sem tempo
>>> Eu, tu e eles
>>> Mãos que colhem
>>> Cia. ODU conclui apresentações de Geração#
>>> Geração#: reapresentação será neste sábado, 24
>>> Geração# terá estreia no feriado de 21 de abril
>>> Patrulheiros Campinas recebem a Geração#
>>> Curtíssimas: mostra virtual estreia sexta, 16.
>>> Estreia: Geração# terá sessões virtuais gratuitas
>>> Gota d'agua
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Influências da década de 1980
>>> 20 de Dezembro #digestivo10anos
>>> Poesia e Guerra: mundo sitiado (parte II)
>>> Notas Obsoletas sobre os Protestos
>>> Uma norma para acabar com os quadrinhos nacionais?
>>> Pode guerrear no meu território
>>> Aconselhamentos aos casais ― módulo II
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Na CDHU, o coração das trevas
>>> A Vida e o Veneno de Wilson Simonal, por Ricardo Alexandre
Mais Recentes
>>> Revista Mãos dadas Equilíbrio Emocional (Revista de apoio) 19 de Vários pela Viva e Ultimato (2008)
>>> O Último Cabalista de Lisboa de Richard Zimler pela Companhia das Letras (1998)
>>> O Grande Amigo de Deus 18ºed. de Taylor Caldwell pela Record (2002)
>>> O Perfume de Patrick Süskind pela Círculo do Livro
>>> O Desenho de Aldemir Martins de Oscar D'Ambróso e Rubens Matuk pela Cepar Cultural (2011)
>>> O Desenho de Aldemir Martins de Oscar D'Ambróso e Rubens Matuk pela Cepar Cultural (2011)
>>> O Homem Que Sabia: a Inquirição de um Homem pela Verdade de Russel Norman Champlin pela Nova Época
>>> Handbuch Der Wissenschaft Und Bildung - 2 de Kultur Und Wirtschaft pela Deutsche Buch Gemeinschaft (1960)
>>> The 78th Art Directors Annual de ADC Publications pela Adc Publications (1999)
>>> Biblioteca da Matemática Moderna - 5 Volumes de Antônio Marmo de Oliveira e Agostinho Silva pela Lisa (1970)
>>> Biblioteca da Matemática Moderna - 5 Volumes de Antônio Marmo de Oliveira e Agostinho Silva pela Lisa (1970)
>>> Tratado de Fisiologia Médica de Arthur C. Guyton pela Guanabara (1986)
>>> Uma Nova República: História dos Estados Unidos no Século XX de John Lukacs pela Jorge Zahar (2006)
>>> Time For Poetry: a Teachers Anthology de May Hill Arbuthnot pela Scott Foresman and Company (1951)
>>> Vers un Nouveau Charleroi de Pierre Faure pela Alexis Redier (1931)
>>> Vers un Nouveau Charleroi de Pierre Faure pela Alexis Redier (1931)
>>> Twentieth Century China de O. Edmund Clubb pela Columbia University Press (1978)
>>> Realidade da Amazônia Brasileira de Otto Gilberto de Arruda Beltrão pela Não Consta
>>> Daar zit muziek in: mechanische muziekinstrumenten van speelklok tot pierement de Jan Jaap Haspels pela Bosch & Keuning Nv (1981)
>>> Bondade de Jacob Netto pela Não Consta
>>> Arquitetura da Paisagem Água de Instituto Monsa de Ediciones pela Monsa (2006)
>>> Perfis - 2ª Série - Obra Póstuma de Humberto de Campos pela José Olympio (1936)
>>> Van Gogh's Flowers de Judith Bumpus pela Universe Books (1989)
>>> Um Mundo Só - Vol. 1 / a Alemanha por Dentro - Vol. 3 de Wendell Willkie e Louis P. Lochner pela Nacional (1943)
>>> Obras Poéticas de Gonçalves Dias - 6º Volume de Manuel Bandeira (org.) pela Nacional (1944)
COLUNAS

Sexta-feira, 4/8/2006
O náufrago, de Thomas Bernhard
Julio Daio Borges

+ de 22900 Acessos
+ 3 Comentário(s)

"Ele era um estudante como qualquer outro, dotado de início de um jeito curioso, depois, do maior talento que já houve neste século."

"Terminado o curso, ficou claro que Glenn era já melhor pianista do que o próprio Horowitz; de repente, tive a impressão de que Glenn tocava melhor do que Horowitz; e, daquele momento em diante, Glenn passou a ser para mim o virtuose do piano mais importante do mundo todo; de todos os muitos pianistas que ouvi a partir de então, nenhum tocava como Glenn, nem mesmo Rubinstein, que sempre amei, era melhor do que ele."


Quem sobrevive ao contato com o gênio? Só o outro gênio? Às vezes, nem o outro gênio. Mas então não é gênio: se gênio fosse, não teria abalada a sua genialidade.

Gênios, encontramos um ou dois na vida. Às vezes, nenhum. Nenhum gênio, a vida inteira. Dizem que nasce um gênio a cada duzentos anos. É possível. Eu acho que já encontrei um gênio... Será que era mesmo?

Nélson Rodrigues, ele próprio um gênio do teatro, dizia de seu irmão, Roberto Rodrigues, que faleceu precocemente: "Foi o único gênio que conheci". Não era verdade; havia pelo menos mais um gênio - esse dos "sports" - na família: Mário Filho, que criou o caderno de esportes dos jornais, e que dá nome ao estádio do Maracanã.

Enfim, O náufrago (Companhia das Letras, 2006, 140 págs.), de Thomas Bernhard, é sobre um gênio, Glenn Gould. Na verdade, sobre o encontro do narrador do livro, e do náufrago em questão, com esse gênio pianístico.

A história é muito simples. Foram os três estudar com Horowitz, Vladimir Horowitz, no Mozarteum, em Salzburgo. Todos com o desejo de se tornar virtuoses do piano, mas apenas um realizou o feito. Por quê?

Por causa das Variações Goldberg, de Bach. Quando Wertheimer, o náufrago da história, ouviu a execução de Glenn Gould, o pianista américo-canadense que de fato existiu, desistiu imediatamente do piano. Wertheimer, que era possivelmente o maior talento do Mozarteum na época, percebeu que nunca executaria as Variações Goldberg daquele jeito. Mesmo sendo o talento máximo da escola, dobrou-se ao gênio, abdicou da carreira de concertista e aposentou o piano definitivamente. O narrador do livro, também: ao perceber que não poderia ser o "máximo", como sempre tinha sido em tudo, desistiu igualmente, fechou a tampa do piano e se desfez dele da maneira mais brutal possível. Ele escreve:

"De fato, não há nada de mais medonho do que ver uma pessoa tão grandiosa que sua grandiosidade nos aniquila, ter que assistir a esse processo, suportá-lo e por fim acabar inclusive por aceitá-lo, ao mesmo tempo em que na verdade não acreditamos num processo desses, não enquanto ele não se torna para nós um fato irrefutável, (...) quando então já é tarde demais."

Há uma cena em Gênio Indomável - que é só um filme, não uma obra de gênio - em que o matemático, detentor da Fields Medal, olha para o gênio e admite: "Eu vivia bem, eu era um sujeito feliz - mas, depois de conhecer você, nunca mais tive tranqüilidade. Depois de saber que você existe, acabou a minha paz de espírito". (Tudo bem, ele não disse exatamente isso, mas vocês pegaram o sentido.)

Wertheimer, no livro, ao descobrir-se "sem talento para a música", impotente diante de um Glenn Gould, entrou num processo de naufrágio. Depois de aposentar o piano, recolheu-se em casa - era herdeiro de uma família abastada da Áustria - e procurou se dedicar à filosofia. Foi ser aforista, mas fracassou nisso também, e na vida, ainda. Possessivo, Wertheimer, o nosso náufrago, tiranizou a irmã, que era a única pessoa que ainda tinha no mundo - enquanto arrasou, simultaneamente, toda e qualquer empresa do narrador da história. Sem talento para a música, acabou melancólico e, por fim, "sem talento para a vida":

"Nós nos deparamos continuamente com esses náufragos e homens sem saída (...) Temos o maior trabalho para nos salvar desses náufragos e homens sem saída, pois tanto os náufragos quanto os homens sem saída fazem de tudo para tiranizar o mundo a seu redor, para acabar com seus semelhantes."

O narrador tenta racionalizar o processo, para ver se escapa do redemoinho - mas é tragado por ele do mesmo jeito. Se Wertheimer se dedica aos aforismos, essa "filosofia de calendário" (como a chama), o narrador dedica algumas décadas de sua existência à escrita - e quase uma década inteira a um ensaio sobre Glenn Gould, que nunca conclui; por achar-se, ora, sem concentração ou por achá-lo, muitas vezes, inautêntico.

Como Wertheimer, nunca mais em seu juízo perfeito depois da consagração de seu colega de Mozarteum (Gould), o narrador procura refúgio em outra atividade que não a música - mas similarmente fracassa:

"Vivemos tentando escapar de nós mesmos, mas fracassamos sempre nessa tentativa, quebramos a cara, porque nos recusamos a compreender que não podemos escapar de nós mesmos, a não ser por meio da morte."

Nietzsche dizia que nunca apreendemos totalmente o gênio. Quando pensamos que o compreendemos, e achamos que alcançamos sua genialidade, estamos, na verdade, reduzindo o gênio à nossa estatura.

Para Wertheimer, o náufrago, e para o narrador da história, o que resta depois da constatação do fracasso na música, na vida e em todas as demais iniciativas? A morte; nem precisa responder. Wertheimer suporta a sua infelicidade apenas até os cinqüenta:

"Quando me levanto, penso com repugnância em mim mesmo e tenho pavor de tudo o que me espera. Quando me deito, só sinto o desejo de morrer, de não acordar mais, mas então acordo, e esse processo horroroso se repete, e continua enfim se repetindo por cinqüenta anos."

Sobre os cinqüenta, o narrador, mais especificamente, complementa:

"Quando passamos dos cinqüenta, nós nos vemos como pessoas vis, sem caráter; a questão é quanto tempo suportamos essa situação. Muitos se matam aos cinqüenta e um (...) Aos cinqüenta e dois também, mas mais aos cinqüenta e um. Nesse qüinquagésimo primeiro ano, tanto faz [a causa mortis] (...) A causa é com freqüência a vergonha da fronteira ultrapassada que sente o qüinquagenário ao completar cinqüenta anos. E isso porque cinqüenta anos são mais do que suficientes."

Glenn Gould, o herói dos dois, morre aos cinqüenta e um, conforme contam seus biógrafos. Em tal estado de clarividência, segundo nosso narrador, no presumível ápice de seu gênio, que não lhe resta nada mais senão o derrame. Wertheimer, o náufrago, mais o narrador, vão visitá-lo uma última vez, nos EUA, nessa época, e constatam com unanimidade que o fim de Glenn está próximo.

E não apenas o fim de Glenn, mas o de Wertheimer também:

"(...) a morte de Glenn (...) [foi] letal para ele, e a palavra letal ele pronunciou com uma precisão monstruosa. Nós não precisamos estar ao lado de uma pessoa para nos sentirmos ligados a ela mais do que a qualquer outra, disse. A morte de Glenn afetou-o profundamente."

O náufrago, depois de abandonado pela irmã - que se liberta de suas garras, quase aos cinqüenta (!), casando-se com um suíço -, escolhe o caminho do suicídio. Não tem uma morte nobre, como a de Glenn Gould - "em combate", como diria Wittgenstein -, prefere enforcar-se numa árvore. Quase de frente para a casa da irmã, que o havia abandonado. Mas é uma morte banal; assim como tinha sido sua vida: banal.

O livro, então, começa com o nosso narrador na pousada em que os três, em sua juventude, costumavam se hospedar. O livro todo, portanto, é uma sucessão de lembranças que, na cabeça do narrador, brotam enquanto ele espera para ser atendido pela dona da pousada. Wertheimer, o náufrago, havia falecido (logo depois de Glenn), e o narrador, pela primeira vez, estava ali sozinho. Cercado de memórias, das falas dos outros e dos pensamentos seus.

Glenn Gould, o gênio, havia aniquilado os outros dois? Ou estes já eram fracassos anunciados, muito antes do Mozarteum, de Salzburgo e de Horowitz? O narrador da história não tem uma resposta definitiva para essas questões. Talvez porque, como o seu náufrago, tivesse vivido suficientemente atordoado e, sendo na mesma medida afetado pelo naufrágio em si, não o admitisse, como sobrevivente que era, embora não lhe tivessem servido para nada suas teorias... O que escrevia sobre o náufrago - um fanático pela infelicidade e um estudioso do sofrimento humano - o narrador podia aplicar, justamente, a si:

"Na teoria, ele dominou todos os desconfortos da existência, todas as situações de desespero, todo o mal que nos consome no mundo, mas, na prática, nunca, jamais foi capaz de fazê-lo. Assim sendo, e contrariamente a suas próprias teorias, ele continuou afundando, até o suicídio."

Até o fim do livro, não temos notícia do suicídio do narrador, mas poderia ter acontecido. Afinal, é uma história sem saída. O livro que, como o ensaio, começa com Glenn Gould, e seu gênio incontestável, então termina como um amontoado de espasmos meditativos - sobre o encontro com o gênio, sobre a sobrevivência depois dele, sobre a morte e sobre o fechamento de um ciclo (a vida?). Assim como o gênio está marcado pelo seu destino, seu antípoda também está condenado? Para que alguns se salvem, toda a humanidade deve perecer?

"Glenn tinha o maior apreço pela palavra náufrago e por seu significado; lembro-me bem; foi na Sigmund-Haffner-Gasse que o náufrago lhe veio à mente. Quando observamos as pessoas, só vemos mutilados, Glenn nos disse certa vez; mutilados interiormente, exteriormente ou ambas as coisas, é só o que se vê, pensei. Quanto mais as observamos, mais mutiladas elas nos parecem, porque estão de tal forma mutiladas que não queremos admitir, mas é como estão. O mundo está cheio de mutilados. Caminhamos pelas ruas e só vemos mutilados. Convidamos alguém para nos visitar e recebemos um mutilado em casa, disse Glenn, pensei."

Nota do Editor
Leia também "Gênios da vida real".

Para ir além






Julio Daio Borges
São Paulo, 4/8/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Estereótipos do Twitter (e do Foursquare) de Fernanda Prates
02. Quem ainda compra música? de Rafael Fernandes


Mais Julio Daio Borges
Mais Acessadas de Julio Daio Borges em 2006
01. Novos Melhores Blogs - 17/3/2006
02. O Gmail (e o E-mail) - 3/3/2006
03. Por que os blogs de jornalistas não funcionam - 22/9/2006
04. Desconstruindo o Russo - 21/7/2006
05. The Search, John Battelle e a história do Google - 6/1/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
2/8/2006
17h48min
Apreciei sua matéria sobre o Glenn Gould. Um amigo meu, pianista amador, já me havia mencionado o seu GÊNIO, mas o seu artigo sobre o livro do Thomas Bernhard despertou-me para saber mais sobre o Gould. Músico amador, tentarei ouvir o que há dele, ou pelo menos alguma coisa dele, para que meus ouvidos medíocres possam aquilatar melhor o que falam. Atenciosamente, Dinaldo Borba de Oliveira, Salvador, Bahia
[Leia outros Comentários de Dinaldo Borba]
2/8/2006
22h44min
Sem dúvida, um grande livro que li na primeira edição brasileira (Rocco). Tua resenha (excelente) faz jus a ele. Sou grande admirardor de Bernhardt - li todos os seus livros - e de Gould. Grande abraço.
[Leia outros Comentários de Milton Ribeiro]
6/8/2006
11h25min
É precisamente esse o papel do resenhista literário. Podemos criar amor ou ódio por ele, logo de cara. Podemos não concordar uma vírgula com o que diz sobre um algum artista e/ou obra: Como pode ele dizer uma asneira dessas sobre fulano? Ou: Quem esse pensa que é pra falar isso de uma obra que nunca ouvi falar. Etc etc... No mínimo, deixa-nos curiosos para desvendar o porquê de seu texto. Gould, a quem planejo ouvir desde tempos imemoriais, parece-me mais próximo depois de teu texto, JDB. E tenho que fazê-lo rapidamente ou... E se ao ouvi-lo o que será de mim com meus alfarrábios delirantes. Terão alguma serventia? Sua técnica (ou sei lá o quê) ao piano dizimará minhas possíveis aspirações literárias? Serei mais um náufrago a balançar-me em frente à alguma editora que nunca, em verdade, esteve lá? Serei mais um Wertheimer ou tenderei a ser um milésimo de um quinto de Bernhard? De todas as dúvidas ponderáveis só não me assalta uma: tenho a urgência em ouvir Gould. Não dá para adiar mais.
[Leia outros Comentários de Pepê Mattos]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Barbie Super Princesa - História para Colorir
Ciranda Cultural
Ciranda Cultural
(2015)



Xaviera: a Rainha das Aliciadoras
Xaviera Hollander; Tradução Nélson Rodrigues
Record



Encontro Em Jerusalém
Tiago Rebelo
Presença
(2005)



O Livro das Diretas: Nasce uma Nação Apesar do Estado
Júlio César Monteiro Martins (texto)
Anima
(1984)



Marketing - Departamento de Marketing da Kellogg ...
Bobby J. Calder - Alice M. Tybout
Saraiva
(2013)



Dicionário de Management para Compreender a Dinâmica da Empresa
Ceneco
Instituto Piaget
(1996)



Adobe Photoshop 5. 5
Marcos Serafim de Andrade
Senac São Paulo
(2000)



2011 Anuário do Futebol Brasileiro
Rodolfo Rodrigues e Robson Morelli (orgs)
Letras do Brasil (sp)
(2012)



Guia Astrológico para o Sexo e o Amor
Sydney Omarr
Market Books
(2000)



Jovens Com Atitude Enriquecem Mais Rapido
Kent Healy e Jack Canfield
Universo dos Livros
(2013)





busca | avançada
68231 visitas/dia
2,5 milhões/mês