G3 | Rafael Fernandes | Digestivo Cultural

busca | avançada
28879 visitas/dia
957 mil/mês
Mais Recentes
>>> Tejon e banda Rock For All apresentam hoje (23), em São Paulo,
>>> 'D. Quixote de La Mancha pelas mãos de Canato'
>>> Projeto nacional de educação musical estará em santos no próximo dia 24.10, em Guarujá 25.09 e Santo
>>> Teatro Fase abre palco para comédia
>>> Artistas da 33ª Bienal participam do open studio na Residência Artística da FAAP
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Alice in Chains, Rainier Fog (2018)
>>> Cidades do Algarve
>>> Gosta de escrever? Como não leu este livro ainda?
>>> Assum Preto, Me Responde?
>>> Os olhos de Ingrid Bergman
>>> Não quero ser Capitu
>>> Desdizer: a poética de Antonio Carlos Secchin
>>> Pra que mentir? Vadico, Noel e o samba
>>> De quantos modos um menino queima?
>>> Entrevista com a tradutora Denise Bottmann
Colunistas
Últimos Posts
>>> Eleições 2018 - Afif na JP
>>> Lançamentos em BH
>>> Lançamento paulistano do Álbum
>>> Pensar Edição, Fazer Livro 2
>>> Ana Elisa Ribeiro lança Álbum
>>> Arte da Palavra em Pernambuco
>>> Conceição Evaristo em BH
>>> Regina Dalcastagné em BH
>>> Leitores e cibercultura
>>> Sarau Libertário em BH
Últimos Posts
>>> A dignidade da culpa, em Graciliano Ramos
>>> O conservadorismo e a refrega de símbolos
>>> Ingmar Bergman, cada um tem o seu
>>> Em defesa do preconceito, de Theodore Dalrymple
>>> BRASIL, UM CORPO SEM ALMA E ACÉFALO
>>> Meus encontros com Luiz Melodia
>>> Evasivas admiráveis, de Theodore Dalrymple
>>> O testemunho nos caminhos de Israel
>>> UM OLHAR SOBRE A FILOSOFIA (PARTE FINAL)
>>> Os livros sem nome
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Uma Vaga para o Integral
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Quem é (e o que faz) Julio Daio Borges
>>> Retrato em branco e preto
>>> Dilma na Copa 2014
>>> Receita para se esquecer um grande amor
>>> Duas escritoras contemporâneas
>>> Henry Moore: o Rodin do século XX
>>> Entrevista com Antonio Henrique Amaral
>>> O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford
Mais Recentes
>>> The Spectator: O Teatro das Luzes de Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke pela Hucitec (1995)
>>> As Ciências Geológicas no Brasil de Silvia Figueirôa pela Hucitec (1997)
>>> Bons Amigos, Maus Amigos de Jan Yager pela Gente (2007)
>>> Da Luta Pela Terra à Luta Pela Vida de Eliane Brenneisen pela Annablume (2004)
>>> Políticas Sociais e Transição Democrática de Reginaldo Souza Santos pela Mandacaru/ Cetead (2001)
>>> Cidadãos Não Vão ao Paraíso de Alba Zaluar pela Escuta/ Unicamp (1994)
>>> O sofrimento de Deus de Jamê nobre e Christopher walker pela Impacto (2018)
>>> Oração um encontro com Deus de Oswald chambers pela Vida (2009)
>>> Entre Arte e Ciência: Fundamentos Hermenêuticos da Medicina Homeopática de Paulo Rosenbaum pela Hucitec (2006)
>>> Folclore e Cultura Popular Judaicos de Dov Noy pela Associação Universitária de Cultura Judaica
>>> O Meio Ambiente de Jacques Vernier pela Papirus (1994)
>>> Diálogos Interculturais de Pierre Rivas pela Hucitec (2005)
>>> A Santificação do Trabalho de José Luis Illanes pela Quadrante (1982)
>>> Pacto Re-Velado: Psicanálise e Clandestinidade Política de Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes pela Escuta (1999)
>>> O Espaço Geográfico: Ensino e Representação de Rosângela D. de Almeida e Elza Y. Passini pela Contexto (1999)
>>> Refrigeração de Ennio Cruz da Costa pela Blucher (2005)
>>> Isaías Melsohn: A Psicanálise e a Vida de Bela M. Sister e Marilsa Taffarel pela Escuta (1996)
>>> A Imagem Rebelde: A Trajetória Libertária de Avelino Fóscolo de Regina Horta Duarte pela Pontes/ Unicamp (1991)
>>> A Noite da Memória de Péricles Eugênio da Silva Ramos pela Art (1988)
>>> A Carga e a Culpa de Fernando Teixeira da Silva pela Hucitec (1995)
>>> Mudança de Harvard Business Review pela Campus (2000)
>>> O Vôo do Cisne: A Revolução dos Diferentes de José Luiz Tejon Megido pela Gente (2004)
>>> Terror e Esperança na Palestina de José Arbex Jr. pela Casa Amarela (2002)
>>> O Doido da Garrafa de Adriana Falcão pela Planeta do Brasil (2003)
>>> El Lazarillo de Tormes de Anónimo Español pela Edelsa (2005)
>>> Mulher Daqui Pra Frente de Marina Colasanti pela Círculo do Livro (1983)
>>> Aspectos Politicos de la Sociedad de Masas de William Kornhauser pela Amorrortu Editores (1969)
>>> Gaúchos: A Fisionomia Social do Rio Grande do Sul de Thales de Azevedo pela Livraria Progresso (1958)
>>> Guerra e anti-guerra de Alvin e heide toffler pela Record
>>> A paz como caminho de Dulce magalhaes pela Qualitymark
>>> Vale tudo--tim maia. de Nelson motta pela Objetiva
>>> Marketing-o que e?--quem faz?--quais as tendencias?. de Carlos frederico de andrade pela Ibpex
>>> Analise de credito e risco de Christian marcelo rodrigues pela Ibpex
>>> Judas--maxi-serie-1-3-4-5-7-9-10-11-12-13-14-16. de Sergio bonelli pela Record
>>> Richard ferber de Bom sono pela Celebris
>>> Ze colmeia--numero 1--raro. de Editora abril pela Abril
>>> Turma da monica-coleçao coca cola de Editora globo pela Globo
>>> Almanaque do popeye--2--raro. de Editora rge pela Rge
>>> Cura pela agua--a nova ciencia de curar. de Louis kuhne pela Hemus
>>> Mandrake--254. de Editora rge pela Rge
>>> Gibi de ouro-os classicos em quadrinhos-mandrake-cavaleiro negro-ferdinando--nick holmes de Editora rge pela Rge
>>> Popeye--13--rge. de Editora rge pela Rge
>>> Maldito-a vida e o cinema de jose mojica marins,o ze do caixao. de Andre barcinski e ivan finotti pela 34
>>> Materiais de construçao de W. j. patton pela E. p. u (1978)
>>> Diferentes formas de amar de Susana balan pela Best seller
>>> O novo paradigma dos negocios de Michael ray e alan rizsler pela Um
>>> Prisma--girando a piramide corporativa. de Werner k. p. kugelmeier pela Publit
>>> A fazenda mal assombrada de Alexandre dias pela Lachatre
>>> Conhecendo e trabalhando com o visual basic 6.0. de Pedro luiz cortes e roberto alessandre scherr. pela Erica
>>> Aguerra se torna mundial de Folha de sao paulo pela Folha de sao paulo
COLUNAS

Quarta-feira, 15/11/2006
G3
Rafael Fernandes

+ de 4100 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Todo texto é pessoal. Mas este será ainda mais personalista. Não chegará a uma confissão, mas seu conteúdo será reflexo do amor deste que vos escreve pela guitarra - mais precisamente a guitarra no rock. Sou um devoto admirador de seus guitar heroes (literalmente os "heróis da guitarra", expressão que agora virou nome de jogo de videogame) desde sempre - de Hendrix aos "fritadores" dos anos 80, aos nomes atuais. Portanto, aqui vai um aviso: se você odeia a auto-indulgência dos guitarristas e seus solos pirotécnicos, este não é seu texto. Se você odeia rock este não é seu texto. E mais: se você acredita que o Jack White do White Stripes é um virtuose do instrumento (eu já li isso...), fuja deste texto e vá ler a NME.

Este não será um texto especificamente sobre guitarra rock, mas sobre um show do G3, um projeto criado por Joe Satriani para juntar três guitarristas (Satch é sempre um deles) num show conjunto, em que cada um faz uma apresentação solo de cerca de uma hora e no final todos se juntam para uma jam. O pontapé inicial deu-se me 1996, quando Satriani se juntou ao seu ex-pupilo Steve Vai e a Eric Johnson. A coisa deu tão certo que o projeto continua firme e forte até hoje, sempre com apresentações a cada dois anos, aproximadamente. Já passaram pela formação, além dos já citados, Kenny Wayne Shepherd, Robert Fripp, John Petrucci, Yngwie Malmsteen (numa formação histórica com Vai e Satriani, reunindo o triunvirato da guitarra oitentista num só show), Adrian Legg, Michael Schenker e Uli Jon Roth. Já viraram CD/DVD as formações de 1996 (Satriani, Vai, Johnson), 2003 (Satriani, Vai, Malmsteen) e 2004 (Satriani, Vai e Petrucci). Esse projeto já veio ao Brasil em 2004 com Satriani, Vai e Fripp e retornou há algumas semanas, com Joe Satriani, John Petrucci e Eric Johnson, que fizeram apresentações fantásticas e mostraram características bastante diferentes entre si. No primeiro dia dos shows o Credicard Hall não esteve lotado, mas chegou muito perto disso. O público era composto basicamente de homens de 20 a 40 anos; algumas poucas mulheres, em geral acompanhando seus namorados ou maridos - gostaria de saber qual foi a tática de convencimento deles para levá-las para ver e ouvir quatro horas - quase ininterruptas - de guitarras. Que poder de persuasão! Brincadeiras à parte e antes de voltar ao show em si, é preciso fazer algumas observações sobre o "mundo das guitarras" no Brasil.

Acho incrível como esse mercado se ajeitou em seu nicho, que começou a ganhar mais consistência há cerca de 10 anos, quando uma série de fatores ajudou o seu crescimento: guitarristas internacionais começaram a vir com maior freqüência para o país; novos ídolos da guitarra brasileira (particularmente no rock) surgiram, como Edu Ardanuy, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Frank Solari, Sérgio Buss, entre outros; revistas de qualidade surgiram (a Guitar Player lançou versão brasileira e foi criada aqui a Cover Guitarra); algumas escolas de música ganharam força (como o Conservatório Souza Lima) e novas surgiram (o IG&T foi inaugurado em 1997, para depois virar EM&T); a abertura comercial do início dos anos 90 começou a surtir efeito e, aliada ao câmbio estável de meados da década, impulsionou o mercado de instrumentos e acessórios, com grande variedade de opções importadas (para todos os bolsos) e levando a melhora significativa da indústria nacional; a tecnologia (internet basicamente) ampliou o acesso a informações. Não à toa, como dito acima, o show do G3 teve grande público, apenas com anúncios em revistas especializadas, alguns anúncios em jornal e artigos pequenos nos grandes jornais apenas na véspera dos shows. Se levarmos em conta que qualquer nova banda internacional "muderna" que enche uma casa de espetáculos de médio porte por aqui é exaltada como "fenômeno" por parte mídia (quase sempre se referindo às apresentações como "catárticas"), é significativo que os guitarristas continuem a encher seus shows por aqui sem grande alarde.

De volta ao G3, a apresentação começou com Eric Johnson, acompanhado de uma banda "só" com baixo e bateria (Roscoe Beck e Tommy Taylor, respectivamente) - e fizeram um sonzaço! Johnson tem um belíssimo timbre, bem característico, uma sonoridade única, doce, em contraponto a sua execução que por vezes "come" algumas notas - não é erro, é estilo de tocar, com uma displicência quase estudada; gosta de usar acordes que acompanhem as melodias. Ele é uma espécie de anti-rockstar: toca torto, meio desengonçado, sem pose. Sua música é uma espécie de fusion, com influência de Steve Ray Vaughan e Jimi Hendrix e com melodias "cantáveis", com ecos de pop - uma combinação bastante interessante que resulta num som encorpado, mas ao mesmo tempo com um sabor adocicado. Abriu o show com a ótima "Summer jam" de seu disco Bloom. Entre outras tantas boas músicas, tocou dois de seus clássicos, "SRV" e "Manhattan", que são excelentes mostras de seu som, e encerrou com "Cliffs of Dover".

John Petrucci veio em seguida como um contraponto: um som pesadíssimo, cortante, altamente influenciado pelo metal e com uma execução precisa, quase sem erros. Acompanhado de seu companheiro de Dream Theater, Mike Portnoy, na bateria e o lendário Dave La Rue no baixo, tocou músicas de seu primeiro e único disco solo: Suspended Animation. Os pontos baixos de seu show foram as baladas "Curve" e "Lost without you" que em alguns momentos chegam a ser bregas; aliás, muitos guitarristas do rock têm enorme dificuldade de fazerem baladas sem soarem bregas. Por outro lado, quando "pegou pesado" em músicas cheias de riffs e licks se deu mais do que bem, como "Jaws of life", "Glasgow kiss" e "Damage control", que encerrou outra excelente apresentação.

Fechando a noite, antes da tradicional jam, veio Joe Satriani - que entrou com o jogo ganho. Ele é um cara cool, com um carisma low-profile (em contraponto à farofice intencional e divertida de Steve Vai, por exemplo); é certamente um dos grandes ícones de uma linha de guitar heroes iniciada nos anos 80 pós-Van Halen (junto com Steve Vai e Yngwie Malmsteen, mas com a diferença de vir lançando apenas discos instrumentais enquanto, por exemplo, Malmsteen lança discos com vocais) e tem um estilo musical que influencia milhares de guitarristas até hoje. Satriani também tem um estilo de tocar característico e suas músicas são construídas, em geral, com estrutura do pop, com espaços distintos para "parte A", "parte B", "pontes", refrões e solos - talvez por isso seja um dos que mais agrade a "não-guitarristas" ou aos que estão se iniciando nessa seara; já a sonoridade é bastante influênciada por Hendrix, blues e Eddie Van Halen (two-hands tapping, alavancadas, etc.).

Seu show começou com a clássica e climática "Flying in a blue dream" (do disco homônimo), seguida da excelente "The extremist" (também de um álbum homônimo). De seu último disco, Super Colossal foram tocadas a faixa-título (uma candidata a novo clássico), as boas "Redshift riders" e "Just like lightnin'" e a divertida "Crowd chant", com interação da banda com o público. Ainda sobrou espaço para mais clássicos: "Satch boogie", originalmente gravado no seu grande clássico disco Surfing with the alien, a sensacional e swingada "Cool Nº 9", "Summer song" (famosa por ter sido vinheta do Vídeo Show, da TV Globo, por muitos anos). Encerrando veio "Always with me, always with you" (famosa por ter sido trilha de comercial de uma marca de cigarro) que contou com um final especial, em que os dois outros guitarristas entraram no palco para finalizá-la; em seguida iniciaram a jam, na qual os três tocaram "Voodoo child (Slight return)" e "Red house" (de Jimi Hendrix, cantadas por Eric Johnson) e "Rockin' in the free world" (clássico de Neil Young, cantado por Joe Satriani). Três grandes canções que serviram de base para a chuva de licks, escalas, bends, alavancadas e fritações desses três fantásticos guitarristas: Joe Satriani, Eric Johnson e John Petrucci, provando que a guitarra rock bem tocada está viva, e muito.


Rafael Fernandes
São Paulo, 15/11/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Nobel, novo romance de Jacques Fux de Jardel Dias Cavalcanti
02. O pai da menina morta, romance de Tiago Ferro de Jardel Dias Cavalcanti
03. Saudade de ser 'professor' de Filosofia de Cassionei Niches Petry
04. Claudio Willer e a poesia em transe de Renato Alessandro dos Santos
05. Como se me fumasse: Mirisola e a literatura do mal de Jardel Dias Cavalcanti


Mais Rafael Fernandes
Mais Acessadas de Rafael Fernandes em 2006
01. 10 vídeos musicais no YouTube - 23/8/2006
02. Quem ainda compra música? - 2/8/2006
03. Ana Luiza e Luis Felipe Gama: bela parceria - 13/9/2006
04. Ney Matogrosso: ótimo intérprete e grande showman - 5/7/2006
05. Uma homenagem a Maysa - 25/4/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
14/11/2006
20h51min
Olá Rafael, eu tb sou um apreciador de guitar heroes e fui no G3 de 2004, onde só foi possivel ver Satriani e Vai. O Robert Fripp confirmou sua fama de freak e se escondeu nao só da plateia mas tb. nas musicas. Particularmente, sou fã da maioria dos guitarristas q já passaram pelo G3, mas confesso q um show desses chega a ser cansativo. No final já não agüento mais tanta demolição. Fora isso, o Satriani é um gênio, sem dúvida, e foi mto. feliz em apostar nesse projeto. Fiquei feliz com a volta do Eric Johnson pois é um cara "não-guitar-heroe" e faz contraponto aos outros. Agora, é inevitavel almejar q Eddie Van Halen possa ser um eventual participante, pois foi o precursor de mto do q guitarristas fazem no dias de hj e o proprio VH está parado há um bom tempo (correm boatos d q eles voltarao ano q vem)... Enfim é esperar pra ver, se vai dar certo, e se algum dia o Eddie fará parte do G3. Se o Yngwie Malmsteen e seu enorme ego conseguiram, o Eddie tb consegue.
[Leia outros Comentários de Diogo Salles]
14/11/2006
21h22min
Rafael, gostei mt da sua resenha. Poucas vezes vi um review tão completo e que falasse da emoção que foi um show. Infelizmente eu não fui ao show, embora adore esse mundo de guitarras, rock, heavy metal. (Odiei a brincadeira sobre as poucas mulheres, pq eu iria feliz ao show e ficaria as 4 horas tomando cerveja e viajando no som.) Achei mt interessante o Digestivo ceder espaço pro rock, mesmo q seja para um virtuose; acho q tem mt coisa boa q não é apenas modismo ou revolta. Rock, metal tb é culura, ora. Parabéns. Continue a falar sobre outros shows de rock, pq se formos depender da imprensa especializada para ler textos de qualidade...
[Leia outros Comentários de Camila Martucheli]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ESTADOS UNIDOS - COLEÇÃO VIAGEM PELA GEOGRAFIA
FERNANDO PORTELA / JOÃO RUA
ÁTICA
(2011)
R$ 13,90



ZÉ PREQUETÉ - COLEÇÃO TABA - COM VINIL / MILTON NASCIMENTO
MIRNA PINSKY
ABRIL CULTURAL
(1982)
R$ 50,00



O PENSAMENTO POLÍTICO CLÁSSICO: MAQUIÁVEL, HOBBES, LOCKE, MONTESQUIEU, ROSSEAU.
CÉLIA GALVÃO QUIRINO E MARIA TERESA SADEK R. DE SOUZA.
T.A. QUEIROZ
(1980)
R$ 35,00



A ORGANIZAÇÃO MUNICIPAL E A POLÍTICA URBANA
JORGE BERNARDI
IBPEX
(2009)
R$ 5,00



A ÚLTIMA MORTE
RICARDO LAURINO
INVERSO
(2018)
R$ 48,00



ELOGIO DA MADRASTA
MARIO VARGAS LLOSA
ALFAGUARA
(2009)
R$ 29,90



DE FRUTO ONDE DEUS SEMEAR VOCÊ
CAIO FÁBIO
SEPAL
(1995)
R$ 19,00



O LIVRO DOS MILAGRES
ZSOLT ARADI
IBRASA
(1967)
R$ 13,68



CONFIANÇA: A ARTE DE SE ENTREGAR A VIDA E CONFIAR EM SI MESMO - 1ª EDIÇÃO
OSHO
CULTRIX
(2016)
R$ 28,95



ATRÁS DA VITÓRIA - ERLON JOSÉ PACHOAL E MARGARETE GALVÃO (TEATRO BRASILEIRO)
ERLON JOSÉ PACHOAL E MARGARETE GALVÃO
STUDIO ARTE
(1992)
R$ 8,00





busca | avançada
28879 visitas/dia
957 mil/mês