Reflexões a respeito de uma poça d´água | Paulo Polzonoff Jr | Digestivo Cultural

busca | avançada
67078 visitas/dia
2,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Mega evento de preparação ao ENEM reúne personalidades e conteúdo exclusivo ao público jovem
>>> Lançamento do livro 'Pesquisa e ensino de história na Amazônia'
>>> Maurício Limeira lança coronavídeo GUERRA
>>> Mostra de Teatro traz quatro peças para assistir on-line
>>> Festival Som na Faixa apresenta edição online com atrações da música instrumental
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Coisa mais bonita é São Paulo...
>>> Cuba e O Direito de Amar (1)
>>> Aos nossos olhos (e aos de Ernesto)
>>> Carol Sanches, poesia na ratoeira do mundo
>>> O fim dos livros físicos?
>>> A sujeira embaixo do tapete
>>> Moro no Morumbi, mas voto em Moema
>>> É breve a rosa alvorada
>>> Alameda de água e lava
>>> Entrevista: o músico-compositor Livio Tragtenberg
Colunistas
Últimos Posts
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
Últimos Posts
>>> Saudade do amanhã
>>> Cata-lata
>>> A busca
>>> O poder da história
>>> Caraminholas
>>> ETC. E TAL
>>> Acalanto para a alma
>>> Desde que o mundo é mundo
>>> O velho suborno
>>> Normal!
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Bailes & Festas
>>> Une jeune fille normale
>>> O retorno dos que não foram
>>> A Música Erudita no Brasil
>>> Vândalos são eles
>>> Nelson ao vivo, como num palco
>>> Nelson ao vivo, como num palco
>>> Suzana Andres
>>> Que exemplo arrebatador a Colômbia dá ao mundo
>>> Poeira, pra que te quero?
Mais Recentes
>>> Coleção Concursos - Volume.11 de Aniello Aufiero pela E.Aufiero (2007)
>>> Coleção Concursos - Volume.11 de Aniello Aufiero pela E.Aufiero (2007)
>>> Escritos e ambiente do Novo Testamento de Odette Mainville (org) pela Vozes (2002)
>>> Nunca pare de lutar de Ludmila Ferber pela Thomas Nelson (2012)
>>> The secret / o segredo de Rhonda Byrne pela Ediouro (2007)
>>> Medical update. Demência vascular n°20 / 2005 de Vários pela Bolina (2005)
>>> As Dez Leis da Realização e A força de Ian Mecler pela Best bolso (2012)
>>> Diário de um Banana Volume 7: Segurando Vela de Jeff Kinney pela V&R (2013)
>>> Diário de um Banana Volume 12: Apertem os Cintos de Jeff Kinney pela V&R (2017)
>>> Diário de um Banana Volume 9: Caindo na Estrada de Jeff Kinney pela Vr (2015)
>>> O conceito de amor em Santo Agostinho de Hannah Arendt pela Instituto Piaget
>>> O inusitado na vida e na morte de Ellio Tigger-Hiriesty de J. V. Di Bobbo pela J. V. Di Bobbo (1982)
>>> Os quatro grandes de Agatha Christie pela L&Pm Pocket (2014)
>>> A mulher que escreveu a biblia de Moacyr Scliar pela Companhia de Bolso (2007)
>>> 1919 de John dos Passos pela Abril Cultural (1983)
>>> As Brumas de Avalon: O prisioneiro da árvore de Marion Zimmer Bradley pela Círculo do livro
>>> As Brumas de Avalon: A grande Rainha livro dois de Marion Zimmer Bradley pela Imago (1982)
>>> As Brumas de Avalon: A senhora da Magia de Marion Zimmer Bradley pela Imago (1982)
>>> Sem olhos em gaza de Aldous Huxley pela Abril Cultural (1985)
>>> A igreja Latino-americana no contexto mundial de Martin N. Dreher pela Sinodal (1999)
>>> Se houver amanhã; Nada dura pra sempre de Sidney Shedon pela Best-Bolso (2010)
>>> A teia da aranha de Agatha Christie pela L&Pm Pocket (2014)
>>> Um brinde de de Agatha Christie pela L&Pm Pocket (2014)
>>> Punição para a inocência de Agatha Christie pela L&Pm Pocket (2014)
>>> Diário de um Banana Volume 8: Maré de Azar de Jeff Kinney pela Vr (2014)
>>> As Brumas de Avalon: O gamo-rei de Marion Zimmer Bradley pela Imago (1982)
>>> O senhor dos ladrões de Cornelia Funke pela A página (2012)
>>> Coração de tinta de Cornelia Funke pela A página (2010)
>>> O Mistério de Jesus de Vamberto Morais pela Edições (1990)
>>> O Gesto Essencial - Literatura, Politica e Lugares de Nadine Gordimer pela Rocco (1995)
>>> Brandão Entre o Mar e o Amor de Jorge Amado;José Lins e outros pela Record (2000)
>>> Getting Things Done: A Arte de Fazer Acontecer de David Allen pela Elsevier (2005)
>>> Dracula - Pre-Intermediate - Acompanha CD de Bram Stoker pela Disal (2011)
>>> O Jovem Torless de Robert Musil pela Biblioteca Folha (2003)
>>> O Andar do Bêbado: Como o Acaso Determina Nossas Vidas de Leonard Mlodinow pela Zahar (2009)
>>> Questões Comentadas - Direito Administrativo de Matheus Carvalho e Raphael Santana pela Juspodivm (2016)
>>> Inteligência Emocional no Trabalho de Hendrie Weisinger,PhD pela Objetiva (1997)
>>> O caçador de pipas de Khaled Hosseini pela Nova Fronteira (2006)
>>> Encontro com o Cristo de Jesus de Wilson Ribeiro pela Master Book (1999)
>>> A História do Século 20 Para Quem Tem Pressa: Tudo Sobre os 100 Anos que Mudaram a Humanidade em 200 Páginas! de Nicola Chalton; Meredith MacArdle pela Valentina (2017)
>>> Ficando Longe do Fato de Já Estar Meio que Longe de Tudo de David Foster Wallace pela Companhia das Letras (2012)
>>> A novela do curioso impertinente - Edição Bilíngue de Miguel De Cervantes Saavedra pela Relume Dumara (2005)
>>> Gestão da Educação Corporativa: Cases, Reflexões e Ações em Educação a Distância de Eleonora Jorge Ricardo pela Pearson Prentice Hall (2007)
>>> Porongos: Fatos e Fábulas de Cesar Pires Machado pela Praça da Matriz (2011)
>>> Maomé - Uma Biografia do Profeta de Karen Armstrong pela Companhia das Letras (2002)
>>> Merlin Volume 3: Teia de Traições de M. K. Hume pela Novo Século (2014)
>>> APRENDENDO A ESCREVER (AZUL) de EDITORA TODOLIVRO pela TODOLIVRO
>>> 13 Razões Para Votar no PT de BITTENCOURT, AURELIO MARCONDES E LINS pela MATRIX
>>> #Por Que Eu Leio de HARPER COLLINS pela HARPERCOLLINS
>>> La Sabiduría Para Ser Feliz y Crear la Paz de Daisaku Ikeda pela Azul Índigo (2019)
COLUNAS

Quarta-feira, 19/12/2001
Reflexões a respeito de uma poça d´água
Paulo Polzonoff Jr

+ de 9700 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Só o acaso estende os braços
a quem procura abrigo e proteção

(Renato Russo)

Sei que devo ter começado este texto à esquerda (no sentido católico) já, decepcionando alguns dos meus leitores por citar Renato Russo, o poeteco do rock brasiliense. Bem, apesar de achar que os compositores que se atrevem a poetas só conseguem ser medíocres nas duas coisas, em geral, tenho de me curvar quando vejo um verso bonito. E este verso aí em cima, que consta na música Há Tempos, vem a calhar neste momento. Que sirva-me de epígrafe, pois.

Vou a pé de casa para o trabalho e do trabalho para casa todos os dias. É uma caminhada de meia hora, ao menos. E, talvez, seja a parte mais interessante do dia. Apesar de andar meio distante do mundo ultimamente, não suportando me sentar numa mesa com mais de duas pessoas para conversar sobre qualquer coisa, gosto de observar as pessoas na rua. Aglomerações, pois, me fazem bem. O indivíduo destituído de si, envolto nesta abstração absurda chamada sociedade. Admiro isso com certo nojo, porque para mim o que importa é o indivíduo e somente o indivíduo, e quando eles resolvem tirar a individualidade de você... Bem, o fato é que, andando, eu também acabo virando um ser-social, privado de minha condição individual. Enojo-me, pois, ao andar pelas ruas, mas é um nojo bom de se sentir — coisa incompreensível, bem sei.

De qualquer modo, vou vendo as meninas indo para o colégio, com aquele sentimento bom dos adolescentes, que acham que as amizades são para sempre. Tudo é para sempre. Riem de tudo, do sinal que muda de verde para amarelo e verde, da roupa de um hippie que tenta lhes vender brincos horríveis, do pipoqueiro e até de mim, que não tenho absolutamente nada de especial. Vou vendo as velhinhas, carolas, e me pergunto há quanto tempo elas não fazem sexo, será que há mais ou menos tempo que eu, e imagino como deve ser a velhice e a sexualidade na velhice, até que um guarda me interpela e ameaça me prender por atentado ao pudor ou à boa conduta do pensamento judaico-cristão nas ruas de Curitiba. Vou vendo os trabalhadores que, enquanto eu vou para o trabalho, já estão na segunda hora de sua jornada: cabeleireiros, carregadores de água mineral (em bicicletas assassinas), pedreiros, motoristas de táxi; e penso que estes distintos anônimos, cujos nomes não estarão em nenhum cânone jamais, ganham menos do que eu, em sua maioria, trabalham mais, têm filhos para sustentar, enfim, responsabilidades que ainda me são estranhas. É claro que, a esta hora, já estou me sentindo culpado por reclamar do meu salário e da minha falta de tempo para o ócio. Tudo isso e outras coisas impublicáveis neste curto espaço penso até chegar ao fim da Mariano Torres, ou seja, por 1 km.

Aí eu chego no ponto-crucial tanto do trajeto quanto deste texto: o Passeio Público. Trata-se de um parque com cerca de cem anos, que é a idade de verdade de Curitiba. Explico: Curitiba tem trezentos e poucos anos, mas só no papel. No início do século 20, Curitiba era uma pequena vila. O Passeio Público foi criado nesta época para regular as cheias que inundavam um grande brejo no centro da cidade. Uma das atrações mais interessantes do Passeio, por isso, é o lago muito verde, que muitos acham morto, mas que está entupido de peixes e de tartarugas. É, tartarugas, que disputam com os peixes e com os patos as pipocas que as crianças jogam no lago. Entra-se no Passeio e dá-se de cara com este lago. No centro deste lago há duas ilhotas. A primeira tem macacos ariscos, marrons. Na outra a macacos pretos, acho que se chamam macacos-prego, mas não tenho certeza. Gosto de parar ali e ficar olhando os macacos. Passo pelas tartarugas e depois entro numa alameda cercada de árvores dos mais diferentes tipos. Eu não entendo nada de botânica, mas vejo ali palmeiras e carvalhos, além de outras espécies, cobertas de bromélias. Do lado esquerdo desta alameda também há uma ilhota, ligada ao “continente” por uma ponte pênsil. Naquela ilhota, há uns bons dez anos, vivia um casal de... pingüins. No meio de uma metrópole como Curitiba, num país tropical, vivia um casal de simpáticos pingüins. Pode?

Foi nesta alameda que atentei pela primeira vez para ela: a poça d´água. Em Curitiba chove o tempo todo. É incrível que não tenhamos vidado sapos ainda. Por isso há sempre poças d´água nas ruas. A maioria das pessoas, acho, nem olha para as poças. Para mim, que estou acostumado a andar olhando para o chão, desde o dia em que, em frente às Lojas Americanas, achei R$ 50, as poças são uma paisagem constante. E o que pode pensar um homem a respeito de uma poça d´água? Elas são espelhos do Universo. Não pensem que enlouqueci. Nem estou querendo bancar algum tipo de poeta. Simplesmente adoro poças d´água porque elas me fazem pensar em abismos. Eu as contorno, olhando o céu refletido no chão, e me imaginando caindo dentro da poça e a poça se abrindo e o céu tornando-se inalcançável. Uma queda eterna. Um inferno. Contorno as poças d´água como um abismo que ao mesmo tempo em que temo, desejo. Não importa o céu, se nublado ou azul: as poças são um atalho para o divino em mim.

Por que estou falando isso? Bem, porque eu descobri, esta semana, que há algo de muito esotérico neste passeio pelo Passeio (passeio pelo passeio pelo passeio pelo passeio...). Calma, não estou dando uma guinada para os lados do Quiroga e, em verdade, estou longe de dar uma guinada mínima até mesmo em direção ao esoterismo sério, cujos debates tenho acompanhado de longe, com admiração e, não posso negar, certo tédio. Há algo de muito especulativo nesta alameda, na lembrança dos pingüins, nos macacos e nas tartarugas. Até mesmo nas prostitutas gordas e velhas que infestam o Passeio como se fossem apenas mais um adendo exótico naquela fauna central há algo de esotérico. Algo de divino. Algo de transcendente.

Ao contornar as poças d´água, contorno também a tendência (provavelmente russa) ao intelectualismo espiritual que em mim habita. Não cair naquele abismo é, no sentido inverso, não deixar que meu raciocínio levite muito. E isso serve para outras coisas, como o amor. Bem, mas de amor eu falarei daqui a umas duas ou três semanas, que o amor exige muito mais reflexão do que uma mera poça d´água.

Ensaiei este texto durante a semana inteira, andando, principalmente — advinha! — no Passeio. E hoje eu tenho de contar a vocês que tenho dois amigos no Passeio. É que o parque tem um mini-zoológico e, indo pela alameda, na ida, passo por um viveiro de pássaros. Meu primeiro amigo, na verdade, é um casal. Um casal de tucanos-tocos. Não sei o que quer dizer este “toco”, mas eu adoro aqueles tucanos-tocos. São bichos simpaticíssimos, que emitem um som estranho. Já ouviram o canto do tucano? Quero dizer, não é um canto, exatamente. É quase um... relincho (?!). Ele bate rapidamente o bico, num som ameaçador, mas lindo. E os bicos, ah, os bicos, com aquele amarelo que é o puro contraste com a cidade que os acolheu. Curitiba é cinza. Eu sou um curitibano nato, por este prisma, já que enxergo a vida em preto-e-branco.

O outro meu amigo é um pelicano, que visito na volta para casa. Que bicho louco. Branco, quase rosa, neste quesito ele se parece com um flamingo. É gordo e pesado e desajeitado. Meu pelicano não tem nome e é um bicho ferocíssimo. Eu chego perto dele para dar oi e ele vem com aquela papada amarela e me grita um “sai daqui seu filho da mãe!”. Já ouviram o som de um pelicano? É horrível. Parece o escarrar de um velho. Desculpem-me por este texto atípico, em que não falo nem de literatura nem de cinema nem de nenhum assunto cultural, como faço desde que comecei a escrever para este site. É que a poça d´água se sobrepôs, esta semana. Espero que vocês, depois de lerem este texto, jamais enfiem o pé numa poça d´água, afinal, podem cair no universo-inverso e, além disso, podem acabar como eu nesta noite: com uma pilha de cigarros, uma tristeza inexplicável, um sorriso menos ininteligível ainda e elucubrações filosóficas as mais superficiais possíveis, de fazer corar qualquer estudante de filosofia.

E eu estava terminando este texto sem explicar ao certo aquela epígrafe, né? Vou ser sucinto: acho extremamente forte a idéia de que o acaso, exatamente aquilo que a gente não controla de modo algum, possa ser nossa única esperança de abrigo e proteção. Escutei esta música (o termo não é exato. Mas eu não tenho mais certeza quanto a termos) esta semana e pensei “dane-se que eu não suporto rock; dane-se que o Renato Russo era um compositor que se pretendia a poeta, o que me irritava muito; dane-se que algumas pessoas podem me achar o maior idiota por usar um versinho de roquinho como epígrafe”. Aí está: porque só o acaso me estendeu os braços quando procurei abrigo e proteção.

Ah, este versinho é acompanhado por uma interjeição curiosa e em desuso ultimamente: meu amor!


Paulo Polzonoff Jr
Rio de Janeiro, 19/12/2001


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Simone Weil no palco: pergunta em forma de vida de Heloisa Pait
02. Brasileiros aprendendo em inglês de Carla Ceres
03. Paris, a festa continuou de Humberto Pereira da Silva
04. Semana de 22 e Modernismo: um fracasso nacional de Jardel Dias Cavalcanti
05. O turista motorista de Adriana Baggio


Mais Paulo Polzonoff Jr
Mais Acessadas de Paulo Polzonoff Jr em 2001
01. Transei com minha mãe, matei meu pai - 17/10/2001
02. Está Consumado - 14/4/2001
03. A mentira crítica e literária de Umberto Eco - 24/10/2001
04. Reflexões a respeito de uma poça d´água - 19/12/2001
05. Deus - 25/7/2001


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
19/12/2001
03h48min
Esse cara ou é um gênio da crônica ou um vazio em busca de qualquer coisa. Não é que conseguiu escrever tanta coisa em torno de "nada" ? Mas sua escrita é agradável e merece atenção dos leitores. Flavio
[Leia outros Comentários de Flavio F. de Souza]
19/12/2001
19h08min
Moro em frente ao Passeio Público, e é dali que começo, diariamente, minha caminhada para o trabalho. O miserável do pelicano, com o qual já tentei fazer amizade, é intratável. Aliás, pior. Tem um senhor que vai lá toda tarde, e o bicho fica louco quando o vê. Acompanha o cara pra lá e pra cá, se desespera quando ele finge ir embora, fica alvoroçado e agita as asas quando ele volta, abaixa a cabeça pra ganhar festinha. E ai de quem chegar perto do homem durante esses idílios: o bicho fica bufando pra lá e pra cá, e se você chegar perto da cerca ele tenta te bicar. Pelicano miserável. PS. Detesto os macacos.
[Leia outros Comentários de Alexandre R. Silva]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




UMA OU OUTRA FORMA DE TIRANIA
MARCOS VINÍCIUS FERREIRA DE OLIVEIRA
7 LETRAS
(2006)
R$ 12,00



NIETZSCHE: FILOSOFIA E PENSAMENTOS - A INFLUÊNCIA DO PENSAMENTO E
EDITORA GEEK
GEEK
R$ 25,82



CAMINHOS DO MUNDO E DA VIDA
ANTONIO DE SOUSA
SCORTECCI
(2008)
R$ 15,00



O FANTASMA QUE FALAVA ESPANHOL - COL. QUE MISTÉRIO É ESSE ?
LUIZ GALDINO - 4ª EDIÇÃO
FTD
(1991)
R$ 7,00



PROENF: SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE: CICLO 6. MÓDULO 3
CARMEN ELIZABETH KALINOWSKI
ARTMED
(2006)
R$ 9,90



O PENSAMENTO VIVO DE DA VINCI
DA VINCI
MARTIN CLARET
(1985)
R$ 6,90



SOMOS AS ÁGUAS PURAS
CARLOS RODRIGUES BRANDÃO
PAPIRUS
(1994)
R$ 15,00



DIGITAL FORTRESS
DAN BROWN
ST MARTINS PRESS
(2004)
R$ 20,00
+ frete grátis



A PROFECIA DO MAGO
RENATA DE CASTRO MELO-MAURÍCIO MONTNOVE
FREITAS BASTOS
(1992)
R$ 27,65



COMO VOCÊ SE CHAMA?
R. MAGALHÃES JR.
EDITORA DOCUMENTÁRIO
(1974)
R$ 10,00





busca | avançada
67078 visitas/dia
2,0 milhão/mês