Passe Livre, FdE e Black Blocs - enquanto Mídia | Duanne Ribeiro | Digestivo Cultural

busca | avançada
38130 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Balanceando
>>> Talvez...
>>> 2007 e os meus CDs ― Versão Internacional 1
>>> A felicidade, segundo Freud
>>> Memória das pornochanchadas
>>> Magia além do Photoshop
>>> Meu Telefunken
>>> Meu Telefunken
>>> Vida Virtual? Quase 10 anos de Digestivo
>>> Sombras Persas (X)
Mais Recentes
>>> Comunicando Mensagens Bíblicas de Dennis J. Mock pela Dennis J. Mock (2002)
>>> Comunicando Mensagens Bíblicas de Dennis J. Mock pela Dennis J. Mock (2002)
>>> Guia de Interpretação de Diego Grando pela Leitura XXI (2015)
>>> Princípios e Métodos de Ensino - Curso 8 de Dennis J. Mock pela Dennis J. Mock (2002)
>>> Princípios e Métodos de Ensino - Curso 8 de Dennis J. Mock pela Dennis J. Mock (2002)
>>> Demolidor o Homem sem Medo Nº18 - Confronto Com a Yakuza de Marvel pela Panini (2005)
>>> Cidadania Pequena: Série Polêmicas do Nosso Tempo de Pedro Demo pela : Autores Associados (2001)
>>> Senhor, Faça de Minha Vida um Milagre! de Raymond C. Ortlund pela Mundo Cristão (1986)
>>> Prosperidade Profissional de Luiz Antonio Gasparetto pela Vida e Consciência (1996)
>>> Os Muçulmanos na Península Ibérica de Ruy Andrade Filho pela Contexto (1994)
>>> Monstro do Pântano Especial: a Morte Ronda o Homem-morcego de Bissette / Broderick / Randall / Barreto pela Vertigo/dc. Comics (1999)
>>> Microbiologia Clínica de Roberto A. de Almeida Moura pela Mc Will (1986)
>>> Diferencial Competitivo - o Segredo para Alcançar Nelhores Resultados. de John L. Nesheim pela : Best Seller (2007)
>>> O Direito Humano Fundamental ao Desenvolvimento Social: .. de Sabrina Morais pela Oab/sc (2007)
>>> O Direito Humano Fundamental ao Desenvolvimento Social: .. de Sabrina Morais pela Oab/sc (2007)
>>> O Direito Humano Fundamental ao Desenvolvimento Social: .. de Sabrina Morais pela Oab/sc (2007)
>>> Conhecendo Erval Velho - Dinâmicas e Perspectivas de Maurício A. dos Santos - Org. pela Modelo (2011)
>>> A Saga da Wilson Sons de Patricia Saboia pela Index - Basi (1997)
>>> Paixão por Cabelos: Instruções Passo a Passo para Criar 82 Penteados de Christina Butcher pela Sextante (2015)
>>> Conceitos Sobre Advocacia, Magistratura, Justiça e Direito de B. Calheiros Bomfim pela Oab (2006)
>>> Ouvidos Dominantes Vozes Silenciadas de Noeli Gemelli Reali pela Argos (2001)
>>> O Petróleo é Nosso - 1948/1953 - a Campanha no Paraná de Carlos Alfredo Gomes pela Cefuria (2005)
>>> Glossário de Oceanografia de Argeo Magliocca pela Nova Stella (1987)
>>> A Estratégia da Teia de Aranha de Amit S Mukherjee pela Campus (2009)
>>> Descomplicando a Vida de Christoph Schalk pela Esperança (2005)
>>> Ouvindo os Passos da Memória de Álvaro de Carvalho pela Do Autor
>>> Educar é Apontar Caminhos - Reflexões para o Desenvolvimento de José Zinder pela Autor (2000)
>>> Hipnotismo e Auto-hipnotismo de Indução Rápida de Ana Cristina Massa pela Biruta (2009)
>>> Caminhando para o Cárcere da Liberdade e Outros Escritos de Alexsandro Grola pela Literatura Brasileira (2013)
>>> Charlottes Web de E. B. White / Garth Williams pela Harper USA (1992)
>>> Charlottes Web de E. B. White / Garth Williams pela Harper USA (1992)
>>> Charlottes Web de E. B. White / Garth Williams pela Harper USA (1992)
>>> Fotoleitura de Paul R. Scheele pela Summus (1995)
>>> O Rosto Materno de Deus de Leonardo Boff pela Vozes (2000)
>>> Terapia do Abraço 2 de Kathleen Keating pela Pensamento (2012)
>>> História Resumida da Civilização Clássica - Grécia/Roma de Michael Grant pela Jorge Zahar (1994)
>>> Cães de Guerra de Frederick Forsyth pela Record (1974)
>>> Jogo Duro de Mario Garnero pela Best Seller (1988)
>>> Psicologia do Ajustamento de Maria Lúcia Hannas, Ana Eugênia Ferreira e Marysa Saboya pela Vozes (1988)
>>> Uma Mulher na Escuridão de Charlie Donlea pela Faro (2019)
>>> Pra discutir... e gerar boas conversas por aí de Donizete Soares pela Instituto GENS (2015)
>>> Educomunicação - o que é isto de Donizete Soares pela Projeto Cala-boca já morreu (2015)
>>> Ficções fraternas de Livia Garcia-Roza - organizadora pela Record (2003)
>>> Prisioneiras de Drauzio Varella pela Companhia das Letras (2017)
>>> O diário de Myriam de Myriam Rawick pela Dark Side Books (2018)
>>> Contos de Rubem Fonseca pela Nova Fronteira (2015)
>>> Notícias - Manual do usuário de Alain de Botton pela Intrínseca (2015)
>>> Um alfabeto para gourmets de MFK Fisher pela Companhia das Letrs (1996)
>>> Os Mitos Celtas de Pedro Paulo G. May pela Angra (2002)
>>> A vida que ninguém vê de Eliane Brum pela Arquipélago Editorial (2006)
COLUNAS

Terça-feira, 10/9/2013
Passe Livre, FdE e Black Blocs - enquanto Mídia
Duanne Ribeiro

+ de 4300 Acessos

Esbocemos uma tese nem tão nova: as ações portam conteúdos narrativos e informativos; as ações são mídia, e, como diz a regra, implicam em reações, também midiáticas. Se assim for, nenhum ato ocorre sem estratégia nesse sentido. Os protestos de junho e correlatos nos dão três exemplos distintos disso. O Movimento Passe Livre (MPL) se dispôs no debate público como um tiro: pontual, compacto, específico, não pode ser diluído no jogo de interesses e ponto de vistas que soe ocorrer. A Mídia Ninja foi por sua vez como uma bomba de efeito moral: sua inserção no campo de atenção das pessoas gerou múltiplos e contraditórios efeitos, o maior deles o vazamento da discussão pela brecha do coletivo Fora do Eixo (FdE), quando explodiu e implodiu. Os Black Blocs, enfim, um homem que ateia o próprio corpo em chamas: indefinido e ao mesmo tempo muito bem definido, sem falar por ninguém, sem nem mesmo se preencher de sentido, obrigou a sociedade a formular sozinha os sentidos, em grandes consensos opostos. Mas as metáforas são só metáforas. Vamos aos fatos.

O Vácuo
Os Black Blocs se definem - um momento, os Black Blocs não se definem... não há líderes ou direção centralizada, não há rigorosamente um grupo, não no sentido de algo que se organiza e permanece. Os Black Blocs surgem da dispersão e voltam à dispersão. Agora: alguns dos indivíduos que participaram desses flash mobs, provavelmente os mais politizados entre eles, serviram de fonte a jornalistas. Esses, sim, definiram a prática dos Black Blocs. À Carta Capital, foram citados como "estratégia", "performance", "tática" - palavras que se referem à ação, a algo que ocorre em um tempo e em um lugar; substantivos com tempo verbal? Presente... De modo mais fundamental, são uma estética: "Nossa sociedade vive permeada por símbolos, e saber usá-los é essencial em qualquer demanda, seja ela política ou cultural. (...) Não se trata de depredar pelo simples prazer ou alegria de quebrar ou pichar coisas. Trata-se de atacar o símbolo que existe representado naquele local ou objeto físico".

Causando, sendo fatos incontornáveis, os Black Blocs enfaticamente demandam reações. A sua falta, ou supressão, de "identidade" tem três efeitos. O segundo e o terceiro são determinados pela forma desse tipo de ação direta e suas consequências: de um lado, os que veem nos atos de violência um potencial criativo; de outro, os que subsomem essas atitudes no conceito mais genérico de "vandalismo". O primeiro deriva de seu estado anônimo: ou a crítica não chega a julgar o que fazem e ataca a partir de um princípio - por cobrir o rosto, se tornam criminosos automáticos - ou tenta lhes dar uma face à força. Não discutimos se são ou não "legítimos" - não é essa a pauta aqui - nos interessamos pela sua potência enquanto meio e mensagem simultâneos (para lembrar McLuhan...). Enquanto mídia, como agem/agiram sobre nós? Que é que somos obrigados a ver, pensar, discutir, fazer?

Somos obrigados a atirar conclusões ao vácuo. Todas essas interpretações acima - abertura criativa, mera destruição, licenciosidade - elas valem o que? Não há substância: o Black Bloc de hoje não é o de ontem, que não é o de anteontem nem o de amanhã. Mesmo no interior das unidades provisórias que se formaram e vão se formar, a multiplicidade de intenções não pode ser evitada. (Anselm Jappe vaticina: "Talvez a violência só devesse encontrar-se nas mãos de pessoas sem ódio e sem ressentimento. Mas será isso possível?".) Nesse sentido, a ação direta que realizam perfila, comunica como nada mais um estado de crise. E a resposta a essa crise não consegue ser dada fabricando razões ou atribuindo culpas: não é um caso social. Em que ponto o anônimo é, não uma máscara, porém o rosto rascunhado do social? " - assim sendo, sabemos pelo menos que o social tem olhos verdes...

O Eixo
O Mídia Ninja ganhou celebridade em junho por ter se tornado uma fonte de pé na rua e em tempo real do que ocorria nos protestos. Os repórteres (sim, repórteres) produziam conteúdo (vídeos, fotos, tuítes), a informação corria pelas redes sociais, construindo um espaço público multifacetado e vibrante. A massa de dados também gerava símbolos: foi através da câmera dos ninjas que assisti ao totem comemorativo da Copa do Mundo, no cruzamento da Paulista com a Consolação, propriedade publicitária da Coca Cola, ser queimado. E, logo depois, ao par de rapazes chorando no meio-fio, pois que aquilo não era pelo que tinham vindo lutar, sentiam que seu protesto tinha perdido algo de dignidade. (Terceiro símbolo: o choque do simultâneo desses dois acontecimentos...) Também: a Augusta enevoada de gás lacrimogêneo, as pessoas fugindo, depois se reajuntando. Então, um encontro com a Tropa de Choque. "Se a gente não for contra eles, não tem porque ir contra nós, aqui é todo mundo junto, tá todo mundo com a mão pro alto, é por um país melhor". Os policiais não se movem; os manifestantes passam.

A existência desse grupo, mesmo que desconsiderando todo entusiasmo, implicava em alguns remanejamentos, sendo o mais evidente aquele pertinente à situação do jornalismo (Eliane Brum tratou do tema na coluna "Heróis e Vilões não Cabem na Reportagem"). Avancemos no tempo, porém. A popularidade levou o Mídia Ninja ao programa Roda Viva - e adicionou um personagem "novo" à história: Pablo Capilé, figura proeminente da rede Fora do Eixo. Foi esse o ponto em que a percepção social foi deslocada, em que o eixo do debate mudou de posição. Outro jornalismo, cobertura dos protestos, narrativas parciais que se unem, o avanço técnico que torna consumidores em produtores, prosumidores - isto tudo foi jogado violentamente para segundo, terceiro, quarto planos. O Fora do Eixo e Capilé se transformaram menos pauta e mais alvo: depoimentos e reportagens os acusaram de improbidade, estelionato, fanatismo, obscurantismo, assédio moral e dependência ideológica. Contra o bombardeio, outra porção de textos, entrevistas, notas oficiais (acesse aqui um apanhado do, digamos, conflito). De onde veio a energia para tamanha e tão difundida reação adversa ao FdE?

Perdoem-me se não creio que tenha surgido apenas pelo mérito próprio da questão, ou pela vontade generalizada de esclarecer um assunto polêmico. Em uma, duas semanas após o Roda Viva, tínhamos um leaks do FdE; justo? Pode ser. Não obstante desconheço um site do gênero sobre qualquer empresa, partido ou, não sei, time de futebol no Brasil. Por que agora, por que com eles. Trabalho escravo? O caso Zara não propiciou metade da balfúrdia. Líder messiânico e autoritário? Esse parece ser o perfil de Steve Jobs e o lado negro da Apple, mas quem liga? Os funcionários são expostos a situações vexatórias? Era o caso, em 2011, de 66% dos bancários. Sua ligação com grupos de interesse influencia suas ações? Ora, Natan Donadon foi absolvido na Câmara, apesar do Supremo Tribunal Federal, por alinhamento da bancada evangélica e os linchadores de Twitter trabalharam pelo que, dez minutos? Não estou dizendo que as pessoas têm de se interessar por tudo ou se interessar por nada. Minha intenção, no entanto, é fazer ver que há mais peças no tabuleiro, em cada caso, de Reinaldo a Lino e Piero.

Entre outros possíveis, vejo dois estímulos para essa reação. Primeiro, o idealismo apolítico: as pessoas na sala de jantar pretendiam anjos nos ninjas, não certas pessoas com certas relações e certa vontade - não! era o Bem em curso, contra a PEC 37, e depois... e depois... - caíram por fim desse pedestal de pombo para ver que, como sempre, fazíamos política. Segundo, o FdE transmite a imagem de outro modelo de vida. Casa coletiva, compartilhamento de dinheiro e outros recursos, trabalho dedicado sem se enquadrar em algum "plano de carreira", o uso de um vocabulário diferenciado para traduzir o mundo - tudo isto implica distância, dá vazão ao "nojo cultural", questiona nosso próprio jeito de viver. A imagem perfeita desse conflito me parece estar em uma cena do documentário Evoé! Retrato de um Antropófago. Sílvio Santos encontra Zé Celso, diretor do Teatro Oficina. Sílvio: "Se quer fazer, tem de ver se é possível fazer e o quanto custa". Zé Celso: "E o desejo? Se tem desejo, faz".

A Gravidade
O Movimento Passe Livre como que desencadeou a onda de protestos que marcou o País. Pôs na pauta nacional o transporte público; reabilitou o tema da passagem gratuita, livrando-o em boa parte da pecha de "ingênuo" ou "impraticável" (veja aqui um apanhado desse debate). Deu condições de possibilidade para a instauração de um CPI em São Paulo e para o cancelamento da licitação de empresas de ônibus na cidade. E, parece até irrelevante, obteve seu objetivo único: a tarifa baixou de R$3,20 de volta a R$3 para os usuários paulistanos. O estranhamento de alguns com o MPL se afastando das manifestações e/ou do protagonismo após a vitória (é esse o nome) só demonstra a incapacidade de perceber quais os aspectos fundamentais que fizeram as pretensões do grupo exequíveis. Esses aspectos são: havia um nome, uma face, uma mensagem. Espere; ressaltemos o essencial: havia um nome, uma face, uma mensagem.

Também chegou ao Roda Viva o MPL. Ao longo do programa, observamos em vários instantes o reforço da única ideia, aliado à fuga da personalização. Logo no começo: "A reivindicação das manifestações é bem clara: a gente está na rua contra o aumento"; pouco depois: "Que estão dispostos a negociar?" - "A gente está disposto a negociar a revogação do aumento da tarifa" - "E se não baixar?" - "A gente vai continuar nas ruas até que revoguem". No quarto bloco: "Eu queria que vocês falassem um pouco de vocês" - "A gente está aqui enquanto militante de um movimento social, acho que não cabe colocar as questões pessoais". Essa retórica gera um resultado poderoso: não é possível dispersar as respostas frente a uma pergunta contida e concreta. Se, por outro lado, a narrativa que o MPL expunha recobria outras tantas tensões em gestação nas passeatas, ela possuiu, de todo modo, a capacidade de afiar o conjunto em um só gesto de poder. Forneceu-lhe um centro gravitacional, cuja atração cresceu e cresceu.

Há no parágrafo acima a pretensão de uma fórmula-panaceia para movimentos sociais? Penso que, ao menos, é certamente um assunto nuclear a comunicação das pautas. A dificuldade de comunicar a si e aos outros objetivos específicos pode tornar natimorto todo um esforço. Um exemplo desse gênero de autoincompreensão é o vazio (quase) completo de protestos "contra corrupção". Outro exemplo: recentemente, o secretário municipal de Educação de São Paulo Cesar Callegari disse, em audiência pública sobre a renovação do modelo de escola pública da cidade: "'Educação de qualidade' é o que? Que queremos? Que é qualidade?". O concreto é uma situação de força. Palavras de ordem são instrumentos de organização; estabelecer ou destruir a concretude por trás delas é o verdadeiro jogo.


Duanne Ribeiro
São Paulo, 10/9/2013


Quem leu este, também leu esse(s):
01. 7 de Setembro de Luís Fernando Amâncio
02. Os Doze Trabalhos de Mónika. 2. O Catolotolo de Heloisa Pait
03. A literatura de Marcelo Mirisola não tem cura de Jardel Dias Cavalcanti
04. Histórias de superação que não fazem sucesso de Elisa Andrade Buzzo
05. A realidade, na verdade, é mentira de Ivan Bilheiro


Mais Duanne Ribeiro
Mais Acessadas de Duanne Ribeiro em 2013
01. As Aventuras de Pi - 19/2/2013
02. Discutir, debater, dialogar - 29/1/2013
03. Margarita Paksa: Percepção e Política - 12/3/2013
04. Passe Livre, FdE e Black Blocs - enquanto Mídia - 10/9/2013
05. American Horror Story: Asylum - 13/8/2013


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




INCIDENTES EM ANTARES - ÉRICO VERÍSSIMO
ÉRICO VERÍSSIMO
COMPANHIA DE BOLSO
(2006)
R$ 18,00



HOMENS PROVÁVEIS: DA PROCRIAÇÃO ALEATÓRIA À REPRODUÇÃO NORMATIVA
JACQUES TESTART
INSTITUTO PIAGET (LISBOA)
(2000)
R$ 28,82



CYBERSECURITY FOR EXECUTIVES: A PRACTICAL GUIDE
GREGORY J. TOUHILL - C. JOSEPH TOUHILL
WILEY-AICHE
(2014)
R$ 240,00



TOOTH TROUBLE
ABBY KLEIN; JOHN MCKINLEY
SCHOLASTIC BOOKS
(2004)
R$ 15,00



O MEIO AMBIENTE EM DEBATE
SAMUEL MURGEL BRANCO
MODERNA
(1997)
R$ 4,49



POESIA E PINTURA: UM DIÁLOGO EM TRÊS DIMENSÕES
VALDEVINO SOARES DE OLIVEIRA
UNESP
(1999)
R$ 85,00



DIREITO EMPRESARIAL V. 5
ELISABETE TEIXEIRA VIDO DOS SANTOS
REVISTA DOS TRIBUNAIS
(2009)
R$ 10,00



MAMÃE NÃO PODE SABER
J. M. SIMMEL
NOVA FRONTEIRA
(1982)
R$ 4,00



EN AMOR AMENTO & AMOR
FRANCESCO ALBERONI
ROCCO
(1986)
R$ 25,00



DOCES
VÁRIOS
IMPALA
(2012)
R$ 19,00





busca | avançada
38130 visitas/dia
1,3 milhão/mês