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Segunda-feira, 1/12/2014
Imagina se fosse o contrário
Julio Daio Borges

+ de 1500 Acessos

* Depois de um vitória apertada sobre a petista Dilma Rousseff, o tucano Aécio Neves concedeu uma coletiva, num hotel em Belo Horizonte, vestindo branco e convocando o atual governo para o "diálogo". Ao lado de FHC e Walter Feldman, ex-candidato a vice pela chapa de Marina Silva, proclamou que era hora de "superar a polarização". E, para enterrar de vez a "velha política", sugeriu uma ampla "reforma". "Uma constituinte exclusiva?", alguém da platéia logo bradou, arrancando gargalhadas do "tucanato" em festa. (Alckmin, o único ausente, alegou "crise hídrica".) A militância do PSDB, renascida das cinzas, ainda entoou: "Fora, PT" e "Abaixo a *Falha* de São Paulo". Aécio, entre beijos da esposa e abraços da irmã, fingiu que não escutou...

* Alegando compromissos antecipados do G-20, a candidata derrotada do PT preferiu enviar seus representantes para a coletiva em Brasília: o candidato derrotado a vice, Michel Temer, o já ex-ministro da Fazenda Guido Mantega e o futuro ex-ministro-chefe da Casa Civil Aloizio Mercadante. Mantega, arquidefensor do governo, assumiu prontamente o microfone e, parafraseando Marina Silva, proclamou: "Assim como a nossa política econômica, a presidenta, mesmo perdendo, saiu vitoriosa. Enquanto que o candidato de Armínio Fraga ganhou, mas não apenas uma eleição - ganhou um saco de maldades, para usar e abusar, um pacote de medidas bastante impopulares, para vigorar já em 2015 — fora a seca, a crise mundial e fantasmas como nós", concluiu em tom ameaçador. Mercadante se esquivou de responder sobre "o sonho adiado de ser ministro da Fazenda". E Temer fugiu de jornalistas que perguntavam "para onde ia o PMDB"...

* O PT, tendo suas fileiras engrossadas pelos recém-soltos Dirceu e Delúbio, encampou logo a teoria do "golpe", originalmente divulgada no blog de Luís Nassif, que sempre desconfiou das urnas eletrônicas e que, dessa vez, sugeriu que Dias Toffoli, na verdade, era agente duplo, infiltrado no TSE pelos norte-americanos (que nunca se emendaram desde 1964). Num "hangout" promovido pelo coletivo Mídia Ninja, Emir Sader, em apoio a Nassif, acusava a apuração "quase secreta" de "Toffóli" (sic) e não se conformava que Dilma houvesse perdido, justamente, no Pernambuco de Lula, na Minas de Pimentel e no Rio de Cabral (o Mídia Ninja protestou nessa hora). Marilena Chauí, numa breve participação via iPhone 6 Plus, acusou a classe média de ir votar mais cedo, "no lugar dos eleitores de Dilma", fora as máquinas que "votavam sozinhas" (para o PSDB; segundo vídeos) e outras que começavam com "400 votos a mais" (para Aécio). Direto da Itália, Pizzolato lembrou que a empresa fabricante das urnas - Smartmatic - não era confiável e fora responsável pela "quase derrota" de Maduro na Venezuela...

* A militância petista - renascida como oposição - marcou logo uma manifestação para dia 1º de Novembro (um sábado, ainda que muitos preferissem "um dia útil qualquer"). Claro que a mídia golpista não deu a devida cobertura. Falou em "cerca de mil" manifestantes, e fez questão de destacar um "coletivo" - provavelmente infiltrado pela "direita fascista" - que pedia "intervenção das FARC" (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Não adiantou tentar desmentir que eram poucos cartazes "pró-FARC" - Nassif bem que tentou... No dia seguinte, o iFHC, em sua página no Facebook, destacou: "Eu fiz tanta campanha pela regulamentação da maconha, agora estão pedindo 'intervenção do narcotráfico', será que alguém sabe o que isso significa?".

* Após dias de recordes sucessivos, com a bolsa à beira dos 100 mil pontos, e o dólar em queda vertiginosa, beirando os R$ 2, Aécio surpreendeu o mercado (e a Economist) ao demitir Armínio Fraga sem sequer tê-lo diplomado. Por sugestão de Xico Graziano, que achava que Aécio deveria fazer um "afago" na esquerda derrotada, o anúncio da nova equipe econômica ficava adiado "indefinidamente". A fim de diminuir as incertezas, quanto aos rumos do novo governo, Aécio, no entanto, decidiu antecipar, para a pasta da Agricultura, João Pedro Stédile, líder do MST. Walter Feldman, da Rede de Sustentabilidade, cogitado para ministro-chefe da Casa Civil, pediu seu desligamento "imediato", tão logo Aécio partiu em viagem para a fazenda de sua família, em Cláudio (MG). Nas colunas de bastidores sobre Brasília, deixou escapar que "Aécio não ouvia nem o marqueteiro dele". Também que "não esquecesse seu compromisso com a economia" - que era "isso que os brasileiros esperavam dele". E terminava com a ameaça velada de Marina Silva de "voltar ao PT", caso o "registro" do Rede não saísse até 2016...

* E o falecido ex-presidente do PSDB não teve como se desvencilhar do escândalo da Petrobras. Mas Aécio se apressou em dizer que o PSDB era o único partido "vitorioso" que se deixava investigar pela Polícia Federal e pelo Ministério Público de um partido "derrotado", o PT. Um ex-ministro aposentado do Supremo, acusado de "tucano" quando em exercício, foi aos jornais lembrar que "quem dava esmola", no farol, "corrompia [igualmente] os pedintes". E um empresário, ex-autor de best-sellers, veio a público revelar que escândalo mesmo fora a construção de Brasília; ou, ainda, a chegada da Corte em 1808, que fundou um banco só para si (o Banco do Brasil); concluindo que "nunca a vida fora tão boa", afinal "descendíamos de índios antropófagos" e, hoje, se podia andar tranquilamente pelas ruas de Alckmin...

* Depois das manifestações antidemocráticas pedindo intervenção das FARC no dia 1º de Novembro, a militância da "esquerda democrática" voltou à carga no dia 15 de Novembro (um feriado, embora muitos preferissem "um dia útil qualquer"). Líderes do PT, do PSOL, do Fora do Eixo e até dos Black Blocks, dessa vez, tentaram combinar que estava *proibido* se manifestar pela "intervenção das FARC". Mas não teve jeito: um carro de som - infiltrado pela TFP (dizem) - distribuía fotos de Pablo Escobar e terminou seguido pelos Black Blocks, que não se conformavam em, mais uma vez, depredar agências de banco... Músicos como Chico César e Zeca Baleiro, que eram anunciados desde o dia 1º, preferiram não se misturar com a confusão instalada na Paulista e rumaram, diretamente, para a Praça da Sé, onde Frei Betto e Leonardo Boff realizavam um "culto ecumênico". Numa entrevista a um jornal de grande circulação, Lula - já candidato da oposição em 2018 - declarava para quem quisesse ouvir: "Querem me empurrar para a extrema esquerda, mas eu não vou! Eu vou pra Maracangalha, eu vou! Eu vou de uniforme branco, eu vou! Se a Dilma, não quiser ir, eu vou só! Eu vou só..."

* Embora Aécio houvesse sugerido o "diálogo", no agora longínquo discurso da vitória, a nova oposição do PT não dava trégua. E embora houvesse sugerido o "fim da polarização" - todo vestido de branco -, o vermelho da "Pátria Grande" era uma realidade, incontrastável, nas manifestações (merecendo extensas coberturas da Al Jazeera English). Aécio, então, num gesto ousado, girando 180 graus, resolveu mandar uma banana para o "grau de investimento", reconheceu que a inflação era "do bem" e que o crescimento "dava pra levar". Decidiu manter Guido Mantega no ministério da Fazenda - "nunca antes na História deste País" etc. -, e foi imediatamente acusado de "estelionato eleitoral" por ninguém menos que João Santana. Economistas ligados ao PSDB, e ao Rede, de Marina, também não deixaram barato e soltaram um "manifesto" (escrito a lápis), acusando Aécio de "rasgar seu programa" - "e, se continuar nesse passo, a própria Constituição". Já o PT ficava sem argumento: como iria combater Guido Mantega, seu mais árduo defensor? Lula declarou que Guido - um desenvolvimentista convicto - não iria sobreviver ao "fogo amigo" de gente como Armínio Fraga, Henrique Meirelles e "aquele outro do Bradesco" (Joaquim Levy). E economistas petistas como Luiz Gonzaga Belluzzo já faziam "contagem regressiva" para a saída de Mantega ("ele não aguenta desaforo"). A Carta Capital vinha com a enigmática capa: "Será que Mantega, o pai do emprego e da renda, vai conseguir trabalhar?".

* Em sua primeira coletiva após ser "re-nomeado", Mantega prometeu um 2015 "melhor do que 2014". E disse que "quem apostar na subida do dólar, vai se lascar". O prefeito Haddad, tão confuso quanto a Economist, resolveu pedir ajuda a Aécio, para aumentar o IPTU em São Paulo. Procurando neutralizar Paulo Skaf - que já ameaçava processar Haddad -, Aécio convidou o eterno presidente da Fiesp para o ministério das Cidades ("que a Dilma ia passar para o Kassab..."). Skaf, ambicionando disputar a prefeitura de São Paulo contra Walter Feldman em 2016, ficou de pensar. E o PMDB, que até então ficara na dúvida cruel entre governo e oposição, recebeu a presidência da Câmara "de bandeja", com o apoio inaudito do PSDB. Sarney tentou se aproximar do "neto de Tancredo", lembrando ao distinto público que, inclusive, votara nele... E até Paulo Maluf disse que sempre foi Tancredo "de coração" (e que aquele vídeo, de seu voto em Dilma, devia ser desconsiderado - assim como sua foto com Alexandre Padilha...). Collor tentou, igualmente, uma aproximação, através do presidente do Senado, Renan Calheiros, mas ambos foram rechaçados... Lula, mesmo candidato em 2018, evocou, com nostalgia, os bons tempos do "Lulécio"... E até Dilma, quem diria, sonhou com uma nova foto, como aquela - dos ex-presidentes - na volta dos funerais de Mandela... "Será que um dia ele há de me perdoar?", suspirou, em sua solidão de fim de mandato.


Julio Daio Borges
São Paulo, 1/12/2014


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