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Quinta-feira, 18/4/2002
Eros, Tânatos e Mnemósina
Assunção Medeiros

+ de 5500 Acessos
+ 6 Comentário(s)

É tão estranha nossa sociedade moderna! Falamos o tempo todo da evolução da humanidade, de como hoje as pessoas vivem mais e melhor, dos avanços da ciência e da medicina... e da genética então! Clonamos seres vivos, iguaizinhos uns aos outros. Mas socialmente, estamos cada vez mais nos afastando de nossa humanidade. Antes, havia contato entre as gerações, havia o grupo familiar maior que pai, mãe e filhos... uma quantidade espantosa de tios, primos, avôs, avós, tios-avôs e bisavós, gerações muito diferentes convivendo juntas, às vezes numa mesma casa. Muitas crianças de todas as idades crescendo lado a lado. Mamãe paria o irmãozinho no quarto, ajudada pela vovó, enquanto as tias preparavam o almoço na cozinha e os homens fumavam, nervosos, na sala. Vovô morria em sua cama e era velado carinhosamente na mesa da sala. As crianças estavam por toda a parte e viam tudo: todo o ciclo de nascimento, morte e renascimento. Isso dá uma inteireza às pessoas que nos falta hoje.

Estamos agora todos fragmentados. Crianças afastadas de suas famílias, presas em "creches". Idosos isolados de todos em "casas de repouso". Adultos presos por dez, doze horas ou mais por dia, em "escritórios". Os adolescentes, coitados, são os únicos acusados sempre de "andar em grupo" e de formarem "gangues". Mas não estamos todos agrupados em nossas caixinhas? Será que fomos todos condenados à prisão perpétua, e ninguém nos avisou? Estamos cativos em nossos apartamentos com grades, em nossos cubículos de dormir e de trabalhar. Este isolamento em pequenos grupos nos isolou de sentimentos como a dor e a morte.

A dor nos assusta. Não se foge do sofrimento, entretanto, porque ele é tão parte da existência quanto qualquer outra emoção, e tentar fugir dele é tentar se esconder da vida. Você não consegue, mas ao mesmo tempo empaca o seu desenvolvimento pessoal. Você na realidade duplica seu sofrimento: sofre pelo que acontece e pelo que pode acontecer. Seria melhor vivermos a realidade como ela se apresenta, mas estamos em uma sociedade que busca a fantasia e a fuga. Estamos levando às últimas conseqüências o pavor que os egípcios tinham da morte. Eles tentavam a todo custo, como nós tentamos, prolongar a vida, e chegaram à mumificação como tentativa de preservar o corpo para sempre, numa busca de uma outra vida para o espírito. Nós, hoje, queremos conservar nosso corpo para sempre através de clonagem. Queremos fazer "mudas" de seres humanos, como se estes fossem laranjeiras.

Cada vez mais, usamos próteses artificiais para "aperfeiçoar" nossos corpos, para prolongar a vida. Cada vez mais estabelecemos padrões de perfeição e beleza inatingíveis pelas pessoas comuns ou pobres. Estimula-se a juventude a passar horas a fio em academias, num culto extremo ao corpo e ao individualismo. E nunca, mas nunca mesmo, convivemos naturalmente com a dor e a morte. Agora, vovô morre no hospital, numa ala separada da mamãe, que também pariu o nosso irmãozinho no hospital, que fica numa sala com outras criancinhas, como numa fábrica de bebês. Tudo bem organizadinho, pareceria a alguém que olhasse de fora que nunca essas coisas se misturariam. Acontece que não é assim que a vida funciona. Quando se vive uma vida mais naturalmente humana, com contato com todas as facetas da existência, a dor tem seu lugar e sua função, e também o seu tamanho certo. Não se pode estar SEMPRE feliz, ou triste, ou enlutado, ou brincando. A vida humana é um caleidoscópio sempre em movimento, e tentar limitar esse caleidoscópio às emoções que nos parecem mais prazerosas é parte do que tem distorcido nossa sociedade.

E ficamos lutando para esquecer, através do prazer, que a dor e a morte existem. É Eros gritando: Some daqui, Tânatos! Criamos todo o tipo de mecanismo para não vê-las. Mas as grandes mestras não se deixam ignorar assim. Elas demandam a nossa atenção. Sempre nos lembramos mais dos momentos em que a gente sofre. A dor cria a lembrança, que cria a dor, que cria a lembrança que cria a dor... Parece masoquismo, mas a dor física tem a função de avisar ao corpo que algo está errado, que corremos algum tipo de ameaça à nossa integridade corporal. A psicológica tem a função de nos lembrar que já trilhamos um determinado caminho e não deu certo; ou que algo é radicalmente contra nossa personalidade, nos avilta, nos incomoda demais e deve ser mantido à distância; ou que devemos mudar, destruir algo em nossas vidas URGENTE! A dor é um alerta.

Existem no entanto dores que não são pessoais, que não têm origem dentro de nós, que nem sequer poderiam ser consideradas dores. Na realidade, são chamadas "dores" porque nos afetam de forma tão profunda, como espécie quase, não as podemos impedir de entrar, nem as entendemos ou aceitamos, sequer temos nome para elas. Então dói, e as chamamos de dores por falta de um nome melhor. Ao contrário do que pensa a maioria das pessoas, o mundo é maior que apenas o número de indivíduos que vive nele. Essas dores não são avisos do nosso sistema neurológico, mas sim fatos maiores que nós, vindos do mundo, sem aviso, sem racionalização possível, e essas grandes dores são as nossas maiores mestras... Essas são as dores que derrubam as barreiras cuidadosamente erguidas entre nós e os outros. Todas as pequenas classificações e separações caem por terra.

Quando se vê, como vimos, duas gigantescas torres, com milhares de pessoas trabalhando, virarem entulho diante de nossos olhos, o choque é tão profundo que não conseguimos descrever o que acontece. Sabemos, mesmo sem ter nenhuma relação direta com isto, que está acontecendo de alguma forma conosco também. Não são pessoas conhecidas - eu, pelo menos, não conheço pessoa alguma que trabalhasse no World Trade Center - mas essa dor atinge um nível profundo do nosso inconsciente, nos mantém grudados na cadeira, em estado de profundo choque. É a mesma fascinação que se vê no rosto das pessoas quando presenciam um acidente. Ninguém consegue se afastar da cena. Aquela dor é parte de todos nós.

A memória da dor também serve para manter nossa identidade. Tudo o que sentimos, sentimos porque LEMBRAMOS. Ah, doce Mnemósina, deusa da memória, mãe das musas! Se não nos lembramos das coisas que passamos, não sabemos mais quem somos. Além disso, como um amigo querido me lembrou, a maior parte da nossa cultura foi transmitida oralmente durante gerações e gerações. Os poetas e bardos da Antigüidade possuíam memória prodigiosa, e podiam lembrar de cabeça todas as sagas e épicos das suas culturas. Imaginem alguém hoje tentar decorar toda a obra de William Shakespeare! Imaginem agora tentar recitar de memória todas as obras de literatura inglesa! Pois haviam pessoas nas civilizações antigas que faziam exatamente isso... eram a memória da sociedade. Hoje, infelizmente, somos menores do que fomos. Porque não lembramos.


Assunção Medeiros
Rio de Janeiro, 18/4/2002


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O holismo conformado de David Butter
02. O preconceito estético de Guilherme Pontes Coelho
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Mais Assunção Medeiros
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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
18/4/2002
11h03min
Recruta Sue. Excelente estréia. Bravo, bravíssimo! Gostei realmente do texto. Vou pedir ao general Alexandre que lhe promova a cabo, quiçá sargento. Apenas uma pequena discordância: não acho que somos menores do que fomos. Eu tenho um metro e oitenta e um e meus antepassados, pelo que sei, não passavam de um e setenta e cinco. :) Parabéns! Um beijo, Fabio.
[Leia outros Comentários de Fabio]
18/4/2002
14h47min
Meu caro Fábio, que bela altura, um e oitenta e um... realmente, você seria considerado um gigante em altura nos tempos medievais... mas a próxima vez que visitar a Europa, peça a alguém que deixe você tentar levantar uma broadsword daquelas e depois pense que aqueles homens baixinhos passavam horas, quiçá (adorei o quiçá!) dias lutando ferozmente com aqueles trambolhos. Depois pense um pouco se somos menores ou não. Obrigada pelo pedido de promoção, mas por enquanto fico como recruta mesmo, pois preciso treinar meu braço da espada. Depois que conseguir ficar confortável com a arma na mão (epa!) e pegar experiência de batalha, aí veremos. Enquanto isto, faço como os Celtas: enfrento o inimigo cantando, principalmente tendo meu general Alexandre e meu capitão Fabio ao meu lado! Que bela luta será! As Valkírias cantarão louvores a nós! Beijos da Sue! :o))
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18/4/2002
16h11min
Muito bem, Sue! Splendid job, what? Mas afinal eu não esperava nada menos da tradutora do Venerável Beda...Quanto à memória da humanidade- talvez algum leitor queira dar uma olhada em http://www.brathair.cjb.net/ , que também recebe a colaboração da autora deste texto. E, Sue- bem-vinda ao Digestivo, onde você entrou por direito de conquista. Um beijo, Alexandre
[Leia outros Comentários de Alexandre Soares]
18/4/2002
21h35min
Atenção tropa! Sentido! Obrigada comandante, pelas belas palavras. E pelo comercial também! Realmente, quem gosta de história antiga e medieval, e das culturas celta e germânica, vai gostar do Brathair. Nós todos do Brathair estamos envolvidos na tradução do monge Beda. Eu sou apenas uma recrutinha lá, como sou aqui! Mas sempre querendo melhorar! Beijos da Sue
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23/4/2002
03h55min
Mas de alguma forma, alguem como voce, lembrou e ficou na memoria o que eramos e alguem como voce, a traduziu em palavras o que fomos e o que somos agora.
[Leia outros Comentários de Marli]
23/4/2002
06h01min
O grande exercício para descobrirmos o que somos é tentar refazer o caminho de onde viemos. Por isso nossa sociedade anda tão perdida... Lembre-se você também do que você era, e veja que naravilhoso caminho você percorreu até aqui. Examine as coisas que abandonou, e pondere se deveria ter abandonado ou não; tome-as de volta, se quiser. Abandone outras coisas. Seja o SUJEITO de sua existência. Depois disso, todos nós juntos deveríamos fazer o mesmo pela nossa sociedade. Beijo carinhoso da Sue.
[Leia outros Comentários de Assunção Medeiros]
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