Setenta anos do Rio a Chicago | Arcano9 | Digestivo Cultural

busca | avançada
58424 visitas/dia
1,8 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Segunda-feira, 13/1/2003
Setenta anos do Rio a Chicago
Arcano9

+ de 3800 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Musicais, ame-os ou odeie-os.

Juro que procurei por pessoas que tivessem visto o filme Chicago. Amigos, colegas de trabalho, familiares. Uma das minhas companheiras de escritório, geralmente fanática por cinema, me explicou, torcendo o nariz, por que não havia visto ainda: "Ah... musical... Não é minha praia". Já para meu irmão, aí no Brasil, eu nem preciso perder tempo perguntando. Uma vez, notando minha paixão pelo querido Fred Astaire, e minha mania de colecionar vídeos de seus filmes da RKO dos anos 30, me disse: "Não agüento esse negócio deles pararem a ação para sair cantando. Que coisa chata!".

Curiosamente, Astaire voltou com força total à minha vida no final do ano. Comprei um dos últimos filmes dele que ainda não havia visto daquela era de ouro com Ginger Rogers, Carefree (1938). Guardei com carinho a fita para assistir assim que termine de rever todos outros que já tenho, incluindo Top Hat (também de 1938), que nem lembrava mais que começa com o passeio de Astaire e Rogers de carruagem pela Whitehall, seguindo pela Westminster Bridge e desembarcando no Battersea Park (ou será algum green em Wimbledon?) A chuva no parque é a deixa para Isn't it a Lovely Day? Oh, Deus, que coisa boa. Foi a primeira vez que revi o filme desde que passei a morar aqui e, acredite, me fez muito bem. Deu vontade de dar um beijo em Londres.

Para este ano, em que Chicago, seguindo a trilha de Moulin Rouge, concorre à consagração nos Globos de Ouro (oito indicações) e provavelmente na festa do Oscar, cabe uma comemoração paralela para o gênero. Pouca gente deve ter lembrado, mas foi em 1933, há exatos 70 anos, que Fred Astaire e Ginger Rogers encarnaram pela primeira vez o casal de dançarinos mais famoso da história do cinema. Foi em Flying Down to Rio, em que os dois nem são as estrelas, mas roubam a atenção, ofuscando até mesmo a pirotecnia do show de dança em aviões, em pleno ar, no final do filme. Nestes 70 anos, o espírito de Astaire foi morto e enterrado, e mesmo que haja tolos como eu que ainda o recordem, provavelmente a maioria dos jovens do planeta nunca ouviu nem ouvirá falar dele. E se ouvir, será como eu ouvi falar de outras estrelas do passado: Rodolfo Valentino, Gloria Swanson. Nada mais que nomes, embalagens sem significado, apenas emaranhados de letras sem sentido.

A questão é: o musical que se vê no cinema hoje - o musical badaladíssimo que entrou em voga no ano passado com a obra prima de Baz Luhrmann, Moulin Rouge, e neste ano prossegue com Chicago - faz juz, ou representa uma continuidade da arte de Astaire e Gene Kelly?

Certamente, a essência está lá. Chicago seria o primeiro musical de sucesso na Broadway e no West End a tomar as telas do cinema e também fazer sucesso desde Grease, em 1978. Muitos acreditam, ignorando o sucesso de Moulin Rouge no ano passado, que o filme deste ano, com Richard Gere, Renée Zellwegger e Catherine Zeta-Jones, tem tudo para ser o musical mais bem-sucedido na noite do Oscar desde Cabaret, que deu o Oscar de direção a Bob Fosse em 1973. Alguns porquês para as previsões otimistas: os críticos aqui na Grã-Bretanha - e eu concordo com eles - acham que Gere, Zellwegger e Zeta-Jones superam as expectativas nos seus respectivos papéis. Um musical é obviamente muito mais do que um filme normal, na medida que os atores têm que cantar, dançar... e acho que eles até se dão bem cantando e dançando. Talvez Gere e Zeta-Jones tenham tido mais facilidade, afinal, chegaram a fazer musicais no início de suas carreiras. Mas... Zellwegger?! Uma missão improvável para a ex-Bridget Jones, que corria o risco de ser a eterna Bridget Jones e provou que é mais do que dietas e cotas diárias de cigarros.

Uma coisa ajudou a atriz. Ainda na seção "você sabia que...?", é realista pensar que Zellwegger deve ter feito sua lição de casa e assistido a primeira versão cinematográfica de Chicago, de 1928, estrelando Phyllis Harver (alguém aí já viu esse filme?). E também o filme Roxie Hart, de 1942, estrelado por Ginger Rogers e baseado na história de Chicago. (E esse? Alguém pode me emprestar para eu assistir no vídeo?)

Na forma como a música e a dança se encaixam na narrativa da atual produção que começam as grandes diferenças em relação aos musicais do passado. A direção de Chicago ficou a cargo não de um diretor de sucesso de Hollywood, mas de um coreógrafo de musicais da Broadway, Rob Marshall. Aparentemente ciente de suas limitações, ou buscando uma forma de tornar mais palatável para pessoas como meu irmão a falta de sentido de uma pessoa cantando no meio de um momento dramático da história, Marshall decidiu transformar os números de dança em momentos de delírio do personagem de Zellwegger. Com isso, a dança pode ser mostrada mais ou menos como é no teatro. Nos musicais antigos, tinhamos a ação levando naturalmente à dança, ou longos e longos minutos em que a dança levava à dança.

Em termos de roteiro, nada muito excitante, o que se encaixa no que sempre foram os musicais - a história importa menos que a forma em que é contada. A grande diferença é que, se antes tínhamos em quase todos os filmes do gênero um componente inegável de celebração, de alegria, de otimismo, em Moulin Rouge o sentimento predominante era a luxúria, o exagero, e em Chicago, o cinismo. Uma sombra paira sobre os personagens de Chicago durante todos os 113 minutos da produção. Roxie Hart (Zellwegger) e Velma Kelly (Zeta-Jones) são assassinas, Billy Flynn (Gere) é um advogado espertinho, e os atores parecem estar às vezes mais preocupados em cantar e dançar bem do que em colocar um pouco mais de credibilidade em seus personagens. Por isso, acho eu, o cinismo dos personagens acaba sendo mais exacerbado. Acho que a melhor comparação seria com o trabalho dos atores de Guerra nas Estrelas (1977). Na época, nenhum deles imaginava que o filme ia estourar. Imaginava-se que não era algo para se levar muito a sério (esse negócio de Força e cavaleiros Jedi, afinal, é uma grande palhaçada), mas, no final, isso provocou uma certa leveza que acho que não conseguiu ser repetida na atual trilogia ne Anakin Skywalker.

O cinismo, depois de Guerra nas Estrelas, virou sinônimo de "ter personalidade" para muitos atores de Hollywood. Mas certamente isso não é verdade. Talvez a fórmula até já esteja gasta, assim como provavelmente foi gasta há muito tempo a fórmula de alegria e romance dos musicais mais antigos. Em Flying Down to Rio, Astaire e Rogers se sobressaem com seu encanto e ofuscam o estranho espetáculo de dança aérea no final. No ano passado, Moulin Rouge e seus efusivos efeitos visuais se sobressaem aos atores - você consegue lembrar de alguma música que eles cantaram naquele filme? Eu não, só lembro que o filme me deixou tonto de tanta cor e imagens sobrepostas. Em Chicago, o que vai ficar na memória? O visual art deco e as pernas das atrizes? Triste forma de lembrar um filme. Por isso gosto de Woody Allen: é a personalidade do diretor que está lá. Por isso gosto de Fred Astaire: era a personalidade dele em seus filmes, o toque de gênio, o perfeccionismo. Colocar um bando de astros de hollywood para fazer um musical é simplesmente uma opção mercadológica - um filme com Zeta-Jones, Gere e Zellwegger tem tudo para dar certo, porque eles são conhecidos. Eles chegam, exercitam seu cinismo e enchem os bolsos de grana.

O melhor, na minha opinião, seria buscar por atores realmente acostumados a fazer musicais, os que estão em cartaz aqui em Londres, por exemplo, encenando Chicago no teatro Adelphi, na Strand. Vantagens: eles conhecem bem os personagens; estão cansados de dançar, sabem de cor e salteado as letras das músicas e se esforçariam para mostrar que são bons atores. Eles teriam algo para provar, entende? Desvantagem: eles não são Aldebarãs e Antares do firmamento da sétima arte... Não garantiriam dinheiro no bolso da Miramax. Ou será que sim? Veja só que contradição... Chicago é todo sobre a criação artificial de celebridades, o que faz muito mais sentido hoje (com os Big Brothers e No Limites da TV) do que em 1926, quando a jornalista Maurine Watkins escreveu a história. Se há essa ambição de fazer ressurgir o musical como gênero, deveria-se, então, buscar novas estrelas para o gênero, criando todas as condições para que elas desabrochassem. Deveria-se valorizar essa gente completamente nova, esses novos talentos, como, há 70 anos, a RKO decidiu apostar no fantasma magricela e dar a ele e a Ginger o estrelato.


Arcano9
Miami, 13/1/2003


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Paris, a festa continuou de Humberto Pereira da Silva
02. O que mata o prazer de ler? de Duanne Ribeiro


Mais Arcano9
Mais Acessadas de Arcano9 em 2003
01. Quem somos nós para julgar Michael Jackson? - 10/2/2003
02. Um brasileiro no Uzbequistão (V) - 8/9/2003
03. Um brasileiro no Uzbequistão (III) - 28/7/2003
04. Um brasileiro no Uzbequistão (I) - 30/6/2003
05. Empolgação - 10/3/2003


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
21/1/2003
11h18min
Caro Arcano9 Eu assistí na Broadway ha alguns anos atras, não lembro a data, este musical CHICAGO, sob a direção e coreografia de Bob Fosse. Pois, acredite se quizer, mesmo sendo considerado um espetáculo maravilhoso, não ficou siquer um mês em cartaz. Incrivel mesmo, não?? O público parece não ter gostado na época. Tenho procurado saber pela imprensa especializada se alguém soube disso, mas não consegui nada até agora. Nenhum comentario a respeito. Você saberia dizer alguma coisa??? Abraços Sergio
[Leia outros Comentários de sergio sciotti]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A MORENINHA
JOAQUIM M. DE MACEDO
KLICK ED.
R$ 8,00



AVENTURAS NO CAMEL TROPHY - 243
CARLOS PROBST E TITO ROSEMBERG
JOSÉ OLYMPIO
(1988)
R$ 8,00



O RABINO
NOAH GORDON
ROCCO
(2001)
R$ 21,00



FORMAÇÃO ECONOMICA DO BRASIL
CELSO FURTADO
FUNDO DE CULTURA
(1963)
R$ 35,90



CARTA MENSAL JUNHO Nº 735
AURÉLIO WANDER BASTOS ET AL
CNC
(2016)
R$ 10,00



ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA: INDICADORES PARA A SUSTENTABILIDADE
GABRIEL KRAYCHETE, PATRÍCIA CARVALHO
TOMO EDITORIAL
(2012)
R$ 32,00



REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES FEDERAIS - LEI Nº 8. 112/90
CARLOS EDUARDO GUERRA
CAMPUS
(2007)
R$ 17,50



UM COPO DE COLERA
RADUAN NASSAR
FOLHA DE SÃO PAULO
(2012)
R$ 22,00



LITERATURA COMENTADA - MONTEIRO LOBATO
JOÃO LUIZ LAFETÁ
NOVA CULTURAL
(1982)
R$ 6,90



ESPIRITUALIDADE - TOMO PRIMEIRO
PE GASTON COURTOIS E OUTROS
FLAMBOYANT
(1961)
R$ 40,00





busca | avançada
58424 visitas/dia
1,8 milhão/mês