A vida como não deveria ser | Urariano Mota | Digestivo Cultural

busca | avançada
28584 visitas/dia
1,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
>>> Do inferno ao céu
>>> Meninos, eu vi o Bolsonaro aterrando
>>> Manual para revisores novatos
>>> A Copa, o Mundo, é das mulheres
Colunistas
Últimos Posts
>>> Brandenburg Concertos (1 - 6)
>>> 100 nomes da edição no Brasil
>>> Eu ganhei tanta coisa perdendo
>>> Toda forma de amor
>>> Harvard: o que não se aprende
>>> Pedro Cardoso em #Provocações
>>> Homenagem a Paulo Francis
>>> Arte, cultura e democracia
>>> Mirage, um livro gratuito
>>> Lançamento de livro
Últimos Posts
>>> João Gilberto: o mito
>>> Alma em flor
>>> A mão & a luva
>>> Pesos & Contra-pesos
>>> Grito primal II
>>> Calcanhar de Aquiles
>>> O encanto literário da poesia
>>> Expressão básica II
>>> Expressão básica
>>> Minha terra, a natureza viva.
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O Frankenstein de Mary Shelley
>>> Christian Barbosa no MitA
>>> Obama e o oba-oba
>>> E se Amélia fosse feminista?
>>> O que é ser jornalista?
>>> Toda forma de amor
>>> O filósofo da contracultura
>>> Oderint Dum Metuant
>>> Beleza e barbárie, ou: Flores do Oriente
>>> A fragilidade dos laços humanos
Mais Recentes
>>> Trotski - O Profeta Banido de Isaac Deutscher pela Civilização Brasileira (1984)
>>> Nos Tempos de Getúlio: Da Revolução de 30 ao Fim do Estado Novo de Sonia de Deus Rodrigues Bercito pela Atual/ Sp. (1995)
>>> De Getulio a Getúlio: o Brasil de Dutra e Vargas (1945 a 1954) de Francisco Fernando Monteoliva Doratioto (e outro) pela Atual/ Sp. (1995)
>>> Indústria, Trabalho e Cotidiano: Brasil (1889-1930) de Maria Auxiliadora Guzzo de Decca pela Atual/ Sp. (1996)
>>> Indústria, Trabalho e Cotidiano: Brasil (1889-1930) de Maria Auxiliadora Guzzo de Decca pela Atual/ Sp. (1991)
>>> Império do Café: a Grande Lavoura do Brasil (1850 a 1890) de Ana Luiza Martins pela Atual/ Sp. (1995)
>>> Império do Café: a Grande Lavoura do Brasil (1850 a 1890) de Ana Luiza Martins pela Atual/ Sp. (1994)
>>> Independência Ou Morte: a Emancipação Política do Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos /Lui Affonso Seigneur de Albuquerque pela Atual/ Sp. (1992)
>>> Código da Vida - Fantástico Litígio Judicial de Uma Família de Saulo Ramos pela Planeta (2008)
>>> Independência Ou Morte: a Emancipação Política do Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos /Lui Affonso Seigneur de Albuquerque pela Atual/ Sp. (1992)
>>> Independência Ou Morte: a Emancipação Política do Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos /Lui Affonso Seigneur de Albuquerque pela Atual/ Sp. (1991)
>>> O Império da Boa Sociedade: a Consolidação do Estado Imperial Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos / Marcia de A. Gonçalves pela Atual/ Sp. (1993)
>>> O Império da Boa Sociedade: a Consolidação do Estado Imperial Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos / Marcia de A. Gonçalves pela Atual/ Sp. (1993)
>>> O Império da Boa Sociedade: a Consolidação do Estado Imperial Brasil de Ilmar Rohloff de Mattos / Marcia de A. Gonçalves pela Atual/ Sp. (1992)
>>> Contabilidade introdutória de Sergio Iudicibus, Stephen e outros pela Atlas (1977)
>>> Language Its Nature - Development and Origini de Otto Jespersen, (Prof. Univ. Coppenhagen)./ pela George Allen & UnwinnLtd/London (1949)
>>> El Espejo y La Lámpara: Teoría Romántica y Tradición Clásica de M. H. Abrams pela Eitorial Nova/ Argentina (1962)
>>> Clause Sauf Encaissement de Casimir Pajot pela Librairie Nouvelle de Droit Et de Jurisprudence (1891)
>>> Catolicismo para Leigos de John Trigilio e Kenneth Brighenti pela Altabooks (2008)
>>> Estudos Sobre Sucessões Testamentária de Orosimbo Nonato pela Forense (1957)
>>> Los Caminos Actuales de La Critica (Encadernado) de René Girard/ G. W. Ireland/ Jacques Leenhardt... pela Planeta/ Barcelona (1969)
>>> Instituições de Direito Civil Portuguez de M.A. Coelho da Rocha pela Garnier Livreiro (1907)
>>> Régimen Argentino de la Propiedad Horizontal de José A. Negri pela Arayú (1953)
>>> Enciclopédia de Cultura de Joaquim Pimenta pela Freitas Bastos (1963)
>>> Direitos de Família de Lafayette Rodrigues Pereira pela Freitas Bastos (1945)
>>> Demarcação Divisão Tapumes de Alfredo de Araujo Lopes da Costa pela Bernardo Alves S.A. (1963)
>>> Consultor Civil de Carlos Antonio Gordeiro pela Garnier (1913)
>>> El Derecho de Familia en La Legislacion Comparada de Luis Fernandez Clerico pela Hispano Americana (1947)
>>> Estudos de Direito Civil de Manoel Martins Pacheco Prates pela São Paulo (1926)
>>> Direitos Reaes de Garantia de J.L. Ribeiro de SouSa pela C. Teixeira
>>> Obrigações de Pagamento em Dinheiro (Três Estudos) de Paulo Barbosa de Campos Filho pela Jurídica e Universitária (1971)
>>> Teoria e Pratica dos Testamentos de Manoel Ubaldino de Azevedo pela Saraiva (1965)
>>> Les Groupements D' Obligataires de Albert Buisson pela Librairie Générale de Droit et de Jurisprudence (1930)
>>> Novo Código Civil Anotado Volume II ( Direito das Obrigações) de J.M.Leoni Lopes de Oliveira pela Lumen Juris (2002)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 6 ) Direito das Sucessões de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1964)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 5 ) (Direto das Obrigações 2ª parte) de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1991)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 4 ) Direito das Obrigações de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (2019)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 3 ) Direito das Coisas de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1991)
>>> Curso de Direito Civil ( Volume 2 ) Direito Família de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1992)
>>> Curso de Direito Civil ( Parte Geral) Volume 1 de Washington de Direito Monteiro pela Saraiva (1964)
>>> Usucapião de Imóveis de Lourenço Mario Prunes pela Sugestões Literárias S/A
>>> Instituições de processo Civil (Volume VI) de Caio Mário da Silva Pereira pela Forense (2007)
>>> Direito Civil Volume 6 de Silvio Rodrigues pela Saraiva (2004)
>>> O Pensamento Vivo de Einstein (Edição Ilustrada) de José Geraldo Simões Jr.: (Pesquisa e Tradução) pela Martin Claret (1986)
>>> Direito Civil Volume 2 de Silvio Rodrigues pela Saraiva (2002)
>>> Posse o Direito e o Processo de Guido Arzua pela Revista dos Tribunais (1957)
>>> Estudo da Posse e das Acções Possessorias de Leopoldino Amaral Meira pela Livraria Academica (1928)
>>> Acção Possessória de J.M. de Azevedo Marques pela São Paulo (1923)
>>> O Direito de Ação e o Modo de Execê-lo de Ataliba Vianna pela Forense (1969)
>>> O Pensamento Vivo de Darwin (Edição Ilustrada) de Eide M. Murta Carvalho (Pesquisa/Org. Tradução) pela Martin Claret (1986)
COLUNAS

Quinta-feira, 27/2/2003
A vida como não deveria ser
Urariano Mota

+ de 2400 Acessos

Na Veja desta semana, no artigo "A vida como ela é", há uma resenha sobre o livro O Assassinato e Outras Histórias, de Tchekhov. De imediato, façamos a anotação de três pequeninos pontos:

a) é sintomático na revista que divulga neologismos, como Lula de Mel, o rebatismo de Tchekhov para Tchekov, com um "k" sem "h", quem sabe para evitar a insinuação de um cacófato, a lembrança das duas consoantes unidas;

b) é discutível afirmar-se que o autor de O Assassinato e Outras Histórias é Tchekhov, pois num escritor que escreveu histórias curtas com a sua fecundidade, melhor seria referir-se a coletânea, apanhado - a organicidade do volume termina por ser a de quem reúne os contos;

c) é confuso o título "A vida como ela é" ao se referir à obra do russo, pois mistura o realismo de Tchekhov à descrição naturalista, à sátira caricatural, mais própria em título de crônicas de Nelson Rodrigues.

Esses três pontos anotados, vale dizer, esse triângulo inscrito, já dizem bem dos limites e das incompreensões da resenha na Veja. Mas não fiquemos no insinuado, juntemos mesmo o k e o h da resenha, como ela é. Numa palavra, vejamos. Lá se escreve:

"as situações (dos contos de Tchekhov) são corriqueiras, e as tragédias apenas uma sucessão de fracassos e frustrações..." . Paremos um pouco: a resenha não se enganou de contista? Esta não será aquela típica redação-chapão-padrão, com perdão do "ão", que se aplica a tudo e portanto não se aplica a nada? À primeira vista, vemos Trevisan como o modelo original desse paletó, que não engole ele, porque o número de Tchekhov é maior. Mas continuemos, vejamos:

"...Aliás, (o à-vontade da resenha ao falar do coleguinha russo é uma graça) não há um desfecho que seja em Tchekov, pois suas histórias acabam como tinham começado, no eterno retorno da mesma desolação e banalidade...".

É uma desgraça, é uma lástima, que resenhas sobre livros de escritores, e escritores clássicos, fundamentais, do nível de Tcheckhov, não sejam feitas por escritores, vale dizer, não sejam feitas por quem é do ramo. Evitar-se-iam desastres do tipo da resenha que estamos comentando. Chega a ser uma covardia apontar falhas, erros e ignorâncias, ignorâncias básicas, como as do pequeno trecho apontado. Se não nos furtamos é porque, sem abrir mão da covardia, não podemos deixar que prosperem erros que pela força do veículo terminam por se tornar uma norma de leitura do russo, que, saibam por favor, não merece tão burro tratamento. Se não, vejam:

Hemingway, num conselho de cozinha literária, observava que o escritor deve saber mais do que aflora à superfície da página, que o processo da realização literária deveria ser como um iceberg, cuja ponta é o que se lê, mas que está sobre sólida e volumosa base assentada, ou flutuada, para ser mais próprio. Assim também deveria ser o crítico de arte, o crítico de um livro, acrescentamos. Ora, se a autora do artigo conhecesse um pouco mais Tcheckov, não diria a bobagem (bobagem, gentil palavra eufemística) de que seus contos fazem o eterno retorno à mesma desolação e banalidade do começo. Convenhamos, e isso é elementar: o personagem que não resolveu o problema em que estava do começo de um conto não é a mesma pessoa, ao fim, do começo. Se isto se desse, o conto não estaria realizado. Mais: a própria compreensão que os de fora, nós, os leitores, guardamos do seu problema não é a mesma do começo, do que, do quando éramos antes da sua leitura. E esta nossa luz, que ganhamos, importa mais que o pobre-diabo sair a contento dos impasses em que vive. Ora, e isto mais uma vez é o elementar dos elementares, nós próprios, em nossa vida, não somos os mesmos desde que nos debatemos com os nossos grandes e miseráveis problemas. Se um autor nos diz isto, queremos dizer, se um autor realiza num destino, em atos e narrações esse problema..... é claro, esse autor subiu ao céu, ainda que seu narrado tenha descido ao inferno. Se as situações são corriqueiras (mas em que mundo mesmo esses pobres-diabos vivem?), se as tragédias vêm numa sucessão sem rumo, caímos de novo no elementar: perguntamos: dois contos são iguais porque têm o mesmo enredo? Dois contos de Maria e José, em que José matou Maria por ciúme, dois contos que se referem à mesma notícia de jornal, são iguais pelo entrecho e referência? Poupemo-nos de bater nas costas do bêbado que desce a ladeira. Por favor.

Mas grande e saborosa é a covardia. Continuemos, portanto. O que embatuca as pessoas, os leitores convencionais, desde que Tchekhov é Tchekhov, mas não Tchekov, é que seus finais não resolvem, não desamarram o nó, não respondem à situação em que se meteram e vivem seus personagens. Vejam, ou melhor, Veja: a coisa não é nem que seus contos não tenham uma chave de ouro, um grande final. Não precisamos caluniar para crescer no discurso, a verdade já é uma poderosa e exibidora do ridículo força. Veja: isto, essa ausência, esse aparente retorno, essa frustração de esperança, antes de ser uma decorrência de um estilo, de um modo de ser do escritor, era, segundo palavras do próprio:

"... Começo um conto no dia 10 de setembro, sabendo que terei que terminá-lo até o dia 5 de outubro, prazo máximo; se não o cumprir, além de ser tachado de irresponsável, acabarei ficando sem o dinheiro... É por isso que os meus inícios sempre prometem, como se estivesse começando um romance, o meio sai espremido, tímido, e o final, como num conto breve, é uma espécie de fogo de artifício...". (Carta a Suvorin, de 1888)

É possível, claro, que essa "carência", como ocorre em toda criação, tenha se tornado uma ferramenta para o criador, que a usou em benefício de sua invenção. Ou melhor, que fez de sua própria falta um invento. (E haveria mesmo invenção que não respondesse a uma carência, a uma falta que desconforta?) É possível. Mas a isso, a essa carência na gênese, o autor dá uma dimensão que é uma aula de arte. Veja-se:

"... Em conversas com meus confrades escritores, insisto sempre no fato de que não cabe ao artista resolver questões estritamente especializadas. Não é bom o escritor tratar daquilo que ele não entende.... Que sua esfera não comporta questões, mas apenas respostas, só pode ser dito por quem nunca escreveu e nunca lidou com imagens. O artista observa, escolhe, adivinha, compõe - só estas operações já pressupõem, em sua origem, um problema; se o problema não foi colocado desde o princípio, não há o que adivinhar nem o que escolher.... Ao exigir do artista uma atitude consciente para com o seu trabalho, você está certo, mas está misturando dois conceitos: a solução do problema e a colocação correta do problema. (Destaques de Tchekhov) Só o segundo é obrigação do artista....". (Da mesma carta a Suvorin, de 1888)

É claro, sabemos, que tais citações não cabem numa resenha de fim de semana, que comportam mais uma pose ("o mundo não tem solução"), uma atitude ("o mundo não tem solução, e por isso..."), e um estilo ("crianças, já vi tudo, portanto..."), do que um conhecimento pacientemente adquirido e ponderado. É claro. Mas gostaríamos de ter pelo menos informações mais confiáveis. Por exemplo, é absolutamente "a ignorância como ela é" a informação de que Tchekhov antes de se tornar escritor já era médico. Para não cair na lição número 1 da compreensão do fenômeno humano, aquela que nos ensina, "atenção, redatores, ninguém se torna escritor após o curso de medicina", preferimos o factual: atenção, resenhadores, as biografias disponíveis de Tchekhov afirmam que ele escrevia e publicava bem antes de iniciar o curso de medicina. Inclusive nas do gênero A Vida como ela é.

A covardia já vai longe. Resta-nos só lembrar o último tropeço: onde se lê, na Veja, que Tchekhov "destila impessoalidade e resignação, frieza e compaixão - excepcionais ferramentas para descrever a vida ela é", leia-se por favor o que o próprio contista escreveu sobre a sua resignação, impessoalidade e frieza:

"Escreva um conto sobre um jovem, filho de servo.... que foi educado para respeitar a hierarquia funcional, para beijar a mão dos popes e para curvar-se às idéias alheias, que agradecia cada pedaço de pão, que foi açoitado muitas vezes, que ia às aulas sem galochas... que gostava de almoçar na casa dos parentes ricos... - escreva como esse jovem espreme, gota a gota, o escravo que tem dentro de si, e como ele, ao acordar numa bela manhã, sente que em suas veias já não corre o sangue de um servo, mas o de um verdadeiro homem....".

É com esse gênero de resignação que nosso bravo, ilustre e humaníssimo Tcheckov sobreviveu em seus dias e sobrevive aos nossos e nos nossos: contra a vida como ela é, aquela mesma que fazia o filho de um servo sorrir às pancadas e agradecê-las, até o dia em que sentiu correr em suas veias um melhor sangue.


Urariano Mota
Olinda, 27/2/2003


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Nem tudo é pessoal de Marta Barcellos
02. O iPad não é coisa do nosso século de Marcelo Spalding
03. História (não só) de livraria de Rafael Rodrigues
04. Gênio bom é gênio morto de Marta Barcellos
05. Humor: artigo em extinção de Luis Eduardo Matta


Mais Urariano Mota
Mais Acessadas de Urariano Mota em 2003
01. Lulu Santos versus Faustão - 11/7/2003
02. A nova escola - 29/8/2003
03. Alfredo Bosi e a dignidade da crítica - 18/4/2003
04. O chimpanzé, esse nosso irmão - 20/6/2003
05. O rei nu do vestibular - 8/12/2003


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O TOQUE - MÉTODOS E MILAGRES DE CURA
M. A. DOUG HEYES
MADRAS
(2018)
R$ 34,90



INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS
PIERRE JACCARD
LIVROS HORIZONTE
(1977)
R$ 24,82



DO MEU AO TEU CORAÇÃO
PE. PAULO H. MOURA
ED. LOYOLA
R$ 15,00



THE HOLLOW EARTH
RAYMOND BERNARD
ADVENTURES UNLIMITED PRESS
(2009)
R$ 35,00



ORAÇÃO QUE TRANSFORMA
SUELY BEZERRA
FÔLEGO
(2009)
R$ 10,00



A 8 SERIE C
ODETTE DE BARROS
MUNDO JOVEM
(1987)
R$ 11,00



OS TERRITÓRIOS DO REINO DE DEUS:
MARCUS CASTRO FARIA
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 258,00



O SELF ESSENCIAL
WILL SELF
ALFAGUARA BRASIL
(2014)
R$ 35,00
+ frete grátis



CLARA-COMO-O-SOL, ESCURO-COMO-A-NOITE 2º EDIÇÃO
JOSÉ BORTOLINI
PAULUS
(2005)
R$ 4,00



SÓCRATES ENCONTRA SARTRE
PETER KREEFT
VIDE EDITORIAL
(2013)
R$ 150,00





busca | avançada
28584 visitas/dia
1,0 milhão/mês