Para amar Los Angeles | Daniela Sandler | Digestivo Cultural

busca | avançada
41138 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Quarta-feira, 13/4/2005
Para amar Los Angeles
Daniela Sandler

+ de 6600 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Surpresa, ouvi o casal de norte-americanos, de Los Angeles, exclamar: "Como São Paulo tem construções bonitas! Quantos prédios tão interessantes!" Eles tinham visto a Berrini, Moema, os Jardins. Eu pensei que estavam de troça. Mas não havia ironia: estavam mesmo encantados. Já faz uns oito anos e, nesse meio tempo, vim parar nos Estados Unidos; há seis meses moro na Califórnia. Trabalho em Los Angeles desde janeiro. E, no meu primeiro dia de trabalho, dentro do ônibus que corta a cidade seguindo sempre pelo célebre Sunset Boulevard, do centro ao extremo oeste, entendi finalmente por que o casal angeleño achou os edifícios paulistanos tão belos. Porque Los Angeles é feia.

Falando assim até parece preconceito, ou juízo de valor infundado. Afinal, a cidade não é homogênea, e contém belezas de mistura com feiúras como qualquer outra cidade do mundo. Além do que, obviamente, o belo é relativo - e o feio, muitas vezes, pode ser muito mais sedutor. Mas em Los Angeles as belezas se enfronham em ostentação agressiva, ou se dissolvem no cinza da poluição. E o que é feio salta aos olhos com vigor insuspeito, como de vingança. Em muitos trechos, Los Angeles lembra São Paulo, mas a falsa familiaridade é uma armadilha: a sensação de reconhecimento aparente é seguida de uma estranheza maior ainda. Imagine que você está andando na Paulista e vê uma amiga querida. Você se aproxima de braços já alçados para o abraço, já sorrindo para a pessoa conhecida. Chama o nome da pessoa, toca em seu ombro, olha nos olhos e, num átimo, se dá conta: é a pessoa errada, uma desconhecida. Eis você de defesas abertas, com o coração já pronto para um encontro, de cara com uma estranha e com um engano. Tão incômodo quanto a decepção é saber que existe alguém tão imensamente parecido com a pessoa querida, tão familiar, e tão completamente estranho.

A aura do hábito

O caminho para o meu trabalho é pontilhado por sobrados pequenos, irregulares, uns avançando sobre a rua e grudados no vizinho, outros recuados com uma escadinha estreita na lateral; sacadas, janelas com grade, letreiros pintados na fachada cor-de-rosa ou amarela ou azul desbotado. Árvores frondosas no meio. Parece tantas ruas da minha memória, no Aeroporto, Pinheiros, Santo Amaro. Mas o que, nessas ruas paulistanas, havia de cativante ou tranqüilizador - a aura do hábito - aqui não existe. Despidas da familiaridade, essas casas são simplesmente uma coleção de construções mal-ajambradas, umas alquebradas e com manchas de mofo nas quinas, outras vazando a sombra de quartos escuros pelas janelas pequenas sem insolação, letreiros envelhecendo, uma calçada mirrada.

Sim, essa é Sunset Boulevard, a rua mais famosa de Los Angeles, levando do centro a Hollywood e Beverly Hills. A rua é longa, muda, e mais adiante se apruma em hotéis de luxo, clubes noturnos, lojas de roupas caras com vitrinas reluzentes, restaurantes espalhando cadeiras de bistrô parisiense pela calçada ampla e pessoas muito arrumadas, loiras e bonitas flanando como se a manhã de segunda-feira fosse recreio. O sol que bate de viés deixa tudo meio dourado. O comércio chique me faz pensar nos Jardins, na Oscar Freire e na Lorena. Até a banca de revista na esquina ancora a lembrança. Mas o que seria a Oscar Freire se não fosse eu tê-la percorrido com a minha mãe que me levava para o balé ali perto, ou com minha avó que me apresentou às burekas da Z-Deli, ou mais tarde com grandes amigos trocando as confidências da noite passada? Seria Sunset Boulevard? Digo, esse amontoado de lojas vistosas demais, metros e metros de vitrinas de cristal e bares pretensiosos em meio ao caos do trânsito e ao mendigo dormindo no banco de ônibus. Sim, há mendigos em Los Angeles, e, toque de mestre!, descansam em frente aos letreiros dourados do trecho mais metido da cidade.

Não há favelas em Los Angeles, mas há lugares simples e pensões baratas e bairros pobres e violentos, e gente que sacoleja quatro horas em três conduções para chegar ao trabalho. Há áreas como o Morumbi: mansões escondidas na folhagem, ruas curvas subindo morros, muros tapando a visão. Só que os Morumbis de Los Angeles se medem em dólar, cenários da vida luxuosa de artistas de cinema. Prédios de apartamentos como os tais "condomínios de alto-padrão" brasileiros, só que mais altos, mais largos, mais extensos, maiores, supersize. Alinhados, numerosos, formam uma parede gigante que deixa a rua - Wilshire Boulevard - em sombra. Nesse gigantismo, nessa desproporção, essas residências de luxo são, mais que qualquer outra coisa, sinistras.

Os ônibus se arrastam no trânsito grudados ao asfalto como caramujos, lotados: nada de novo. O mar de carros ao redor também é prisioneiro dos semáforos e dos cruzamentos lotados. Mas, em vez de sonhar com uma rede de metrô decente (Los Angeles tem apenas quatro linhas que mal avançam além da área central), os passageiros sonham apenas com o dia em que poderão comprar um carro e poder enfrentar o mesmo trânsito dentro do espaço privado e confortável do automóvel. O trânsito, então, será muito pior.

Cidade vazia

A cidade é espalhada e rasa. Os aglomerados de arranha-céus em downtown ou no centro empresarial de Century City estão distantes uns dos outros, são ilhas; ao redor, pedaços de cidade se esparramam, esparsos, numa imensidão. Por isso, apesar de Los Angeles ser enorme, a sensação é de estar sempre num vazio, em ruas no meio do nada. Não se vê o skyline ao redor, nem vistas de telhados ou mosaicos de janelas. Vê-se o céu, ou a beirada da via expressa elevada, ou os morros verdes em que as ruas parecem acabar abruptamente. Sei que estou numa metrópole, mas sinto estar numa vilazinha.

Los Angeles é uma colcha de retalhos notória. Não tem centro - ou, mais precisamente, tem um centro que não fica exatamente no meio e que não funciona exatamente como centro urbano. É composta de bairros díspares, subúrbios contíguos cada um com seu centrinho, caroços de cidade distribuídos no mapa. Esse mapa se espalha como uma mancha fresca de tinta no papel, comendo as bordas, juntando-se às cidades vizinhas. Conurbação. Região metropolitana. São Paulo também é assim. Mas São Paulo guarda ainda em sua trama a coesão de uma cidade só, ainda que múltipla e cheia de conflitos; já Los Angeles são fragmentos quase autônomos costurados uns aos outros pelo alinhavo frouxo das highways. Essas largas fitas de asfalto povoadas pelo metal dos carros: é isso o que faz dos fragmentos um todo. Mas que raio de cidade é essa feita de pista de trânsito?

Para fazer justiça, há, em cada fragmento, vida de cidade. O centro original, com construções da época em que a região era posse da Espanha, tem gente a pé, barraquinhas vendendo coisas e comidas mexicanas, praça arborizada, rua de pedestres. Os bairros ao redor do centro são redutos de comunidades étnicas: Chinatown, Koreatown, Little Tokyo. O cotidiano nesses bairros - as ruas, a arquitetura, as interações sociais, os estabelecimentos - é vibrante, único, envolvente. Esses bairros têm histórias longas, e continuam se transformando. E há outros encantos. A presença mexicana, misturando o espanhol ao inglês da capital do cinema. As universidades - UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles) e USC (Universidade da Califórnia do Sul) - e o que as rodeia: estudantes, produção acadêmica, criatividade, áreas jovens e animadas. Os museus de primeira classe, um deles gratuito (o Getty Center). Uma arquitetura modernista maravilhosa e fascinante feita em meados do século vinte por Frank Lloyd Wright, Richard Neutra, Rudolph Schindler.

Toda cidade tem contrastes, contradições e descontinuidades. Em Los Angeles, no entanto, essas descontinuidades não são parte da multiplicidade inevitável. São o próprio tecido constitutivo da cidade. Robert Altman, em Shortcuts, captou com brilho o espírito - ou, melhor dizendo, os espíritos - de Los Angeles, nas diversas histórias entrecortadas e atravessadas dos personagens. E David Lynch, em Mulholland Drive, representou o lado trágico dessa fragmentação. Fora de si, descarnada, projetada nas telas de cinema e na imaginação do mundo, Los Angeles tem uma identidade definida (paraíso cinematográfico ou perdição), e essa identidade parece definir a cidade. Mas um todo, qualquer todo, é mais do que a soma de suas partes. Aqui, neste lugar, só vejo os horizontes vazados das rodovias sob o céu de metal.

Em livro

City of Quartz, de Mike Davis, é uma das análises mais brilhantes e penetrantes sobre Los Angeles.

Só mesmo nesta cidade

O consulado brasileiro fica no mesmo prédio dos escritórios de Larry Flynt, o editor da revista pornográfica Hustler.


Daniela Sandler
Riverside, 13/4/2005


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Uma Receita de Bolo de Mel de Heloisa Pait
02. occupytheoffice de Lisandro Gaertner


Mais Daniela Sandler
Mais Acessadas de Daniela Sandler em 2005
01. Festa ou casamento? - 16/3/2005
02. Uma outra moda - 30/3/2005
03. E depois, perder-se também é caminho - 8/6/2005
04. Eu não sei blogar - 25/5/2005
05. Abrir os portões de Auschwitz sessenta anos depois - 2/2/2005


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
13/4/2005
19h07min
Lembro de Los Angeles por dois incidentes. Eu e um amigo ficamos num lugar entre Beverly Hills e a calcada da fama, que era uma area mais ou menos. Uma coreana-brasileira nos reconheceu no cafe da manha, e disse para nao andarmos de camera devido aos estupros... Parece que em LA mais homens sao estuprados que mulheres. No outro, acabamos topando com uma destas atrizes conhecidas, enquanto fingiamos de ricos e analizavamos joias e presentes na infame Rodeo Drive. PS: A secao ao longo do mar, Beverly Hills (inclusive os "slums of Beverly Hills") e arredores e' bem cuidada e bonitinha. E acho que no bojo, incluindo visitas a Caltech em Pasadena, as casas no suburbio proximo ao oceano, e highways, a cidade e mais bem cuidada que Sao Paulo. E o mar e bem mais bonito que o Tiete :).
[Leia outros Comentários de Ram]
11/7/2010
15h39min
É natural que morando tantos anos em São Paulo você crie uma identidade (e até uma relação íntima) com a cidade. Qualquer cidade do mundo, por mais bela e diferente que seja, não substitui o nosso lar. No entanto, Los Angeles é uma cidade muito mais bem cuidada que São Paulo. Tomar sorvete em Santa Monica e visitar a famosa praia de Malibu com suas casas ao pé da areia é sem dúvida uma experiência maravilhosa. Particularmente acho o skyline de Los angeles mais bonito que o de São Paulo. LA tem ilhas de edifícios mas ao mesmo tempo existe espaço para olhar o céu e sentir uma certa liberdade. São Paulo é uma verdadeira selva de pedra com concreto por todos os lados contrapondo-se até onde a vista alcança. Para viver e aproveitar Los Angeles acredito que seja necessário deixar as comparações com São Paulo, Rio, ou qualquer outra cidade na bagagem.
[Leia outros Comentários de Dan]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O GRANDE CONFLITO
ELLEN G. WHITE
CASA PUBLICADORA BRASILEIRA
(2010)
R$ 8,00



SOCIEDADE ISRAELENSE SOCIOLOGIA - ESTUDOS
S. N. EISENSTADT
PERSPECTIVA
(1977)
R$ 28,01



MULHERES NO ATAQUE - BATE BOLA NO CAMPO ADVERSÁRIO
CARLA RODRIGUES - MARTHA MENDONÇA
PLANETA
(2003)
R$ 7,96



VOCÊ SABIA?
READERS DIGEST
READER S DIGEST
(1999)
R$ 23,00



MEMÓRIAS DE UM DES-CASADO
ANTONIO LUIS FONTELA
EDICON
(2000)
R$ 7,00



A REVOLUÇÃO FALTOU AO ENCONTRO - OS COMUNISTAS NO BRASIL
DANIEL AARÃO REIS FILHO
BRASILIENSE
(1990)
R$ 310,00



O GRANDE DESAFIO
RICHARD SIMONETTI
ED. CEAC
(2013)
R$ 30,00



ECONOMIA DE EMPRESAS E ESTRATÉGIAS DE NEGÓCIOS - 6ª ED.
MICHAEL R. BAYE
AMGH
(2010)
R$ 160,00



ESTUDOS LITERARIOS E BIOGRAFICOS
ALCANTARA SILVEIRA
PIONEIRA
(1981)
R$ 10,00



DEZ ANOS DE ECONOMIA BRASILEIRA: DECIFRANDO ENIGMAS
PAULO PASSARINHO E REINALDO GONÇALVES (ORG)
CORECON
(2009)
R$ 9,00





busca | avançada
41138 visitas/dia
1,3 milhão/mês