Apesar de vocês | Alexandre Petillo | Digestivo Cultural

busca | avançada
49722 visitas/dia
2,6 milhões/mês
Mais Recentes
>>> OBMJazz: OBMJ lança primeiro clipe de novo projeto
>>> Serginho Rezende é entrevistado por Zé Guilherme na série EntreMeios
>>> TOGETHER WE RISE TRAZ UMA HOMENAGEM ÀS PESSOAS QUE FIZERAM PARTE DA HISTÓRIA DO GREEN VALLEY
>>> Instituto Vox realiza debate aberto sobre o livro O Discurso da Estupidez'
>>> A Arte de Amar: curso online desvenda o amor a partir de sua representação na arte e filosofia
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
>>> Meu reino por uma webcam
>>> Quincas Borba: um dia de cão (Fuvest)
>>> Pílulas Poéticas para uma quarentena
>>> Ficção e previsões para um futuro qualquer
>>> Freud explica
>>> Alma indígena minha
Colunistas
Últimos Posts
>>> Uma aula com Thiago Salomão do Stock Pickers
>>> MercadoLivre, a maior empresa da América Latina
>>> Víkingur Ólafsson toca Rameau
>>> Philip Glass tocando Mad Rush
>>> Elena Landau e o liberalismo à brasileira
>>> O autoritarismo de Bolsonaro avança
>>> Prelúdio e Fuga em Mi Menor, BWV 855
>>> Blooks Resiste
>>> Ambulante teve 3 mil livros queimados
>>> Paul Lewis e a Sonata ao Luar
Últimos Posts
>>> Coincidência?
>>> Gabbeh
>>> Dos segredos do pão
>>> Diário de um desenhista
>>> Uma pedra no caminho...
>>> Sustentar-se
>>> Spiritus sanus
>>> Num piscar de olhos
>>> Sexy Shop
>>> Assinatura
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Nelson Freire em DVD e Celso Furtado na Amazônia
>>> Um caos de informações inúteis
>>> Asia de volta ao mapa
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Parei de fumar
>>> Ford e Eastwood: cineastas da (re)conciliação
>>> Amor à segunda vista
>>> O Gmail (e o E-mail)
>>> Diogo Salles no podcast Guide
Mais Recentes
>>> A Forma da Água de 1andrea Camilleri pela Record (2000)
>>> Mantenha o Sistema de George Orwell pela Itatiaia (2000)
>>> Guiness World Records 2017 de Diversos pela Harper Collins (2016)
>>> O Segredo Judaico de Resolução de Problemas. de Nilton Bonder pela Imago (1995)
>>> Atlas Geografico FAE de Equipe Diata pela Fae (1984)
>>> Atlas Geografico FAE de Equipe Diata pela Fae (1984)
>>> Calvin & Haroldo - Yukon-Ho! de Bill Watterson pela Conrad (2008)
>>> Atlas da Historia do Mundo de Geoffrey Barraclough Editor pela Folha de Sao Paulo (1995)
>>> Astrorhythms de Mary Orser, Rick e Glory Brightfield pela Harper (1980)
>>> Art Recipes de Doris E. Foley pela F. A. Owen (1960)
>>> Arthur C. Clarke's Mysterious World de Simon Welfare e John Fairley pela AeW (1980)
>>> O Ópio dos Intelectuais (Nova Ortografia) de Raymond Aron pela Três Estrelas (2016)
>>> Monocle May 2017 - Design & Property Special de Diversos pela Monocle (2017)
>>> História do Calendário de Hernâni Donato pela Melhoramentos (1978)
>>> O Arquipelago de Erico Verissimo pela Globo (1961)
>>> Fronteira Gelada de Dra. Jerri Nielsen com Maryanne Vollers pela Rocco (2002)
>>> Monocle 2017 Fashion + Retail Special de Diversos pela Monocle (2017)
>>> Microsoft Frontpage Aprenda em 24 Horas de Andy Shafran pela Campus (1998)
>>> A Guerra das Estrelas de Carlos Chagas pela L & pm (1985)
>>> Monocle November 2017 Design Special - Swiss Survey de Diversos pela Monocle (2017)
>>> Apelo à Razão de Claudio Alves pela Nucleo3 (1986)
>>> A espiã de vermelho de Aline, condessa de Romanones pela Casa Maria (1988)
>>> Antologia Casseta Popular de Arthur Dapieve Organizador pela Desiderata (2008)
>>> Revista da Anpoll 24 de Andre Luis Gomes pela Anpoll (2008)
>>> Monocle September 2018 - Your Steps to Success de Diversos pela Monocle (2018)
>>> Drogas - Constituição - Democracia e Liberdade de Felipe Hasson pela Instituto Memória (2015)
>>> Revista da Anpoll 25 de Andre Luis Gomes pela Anpoll (2008)
>>> Monocle September 2019 This is the Way to Work de Diversos pela Monocle (2019)
>>> Curso de Direito Processual Civil = Vol. III de Humberto Theodoro Júnior pela Forense (2020)
>>> Monocle December 2019/January 2020 Japan Special de Diversos pela Monocle (2020)
>>> Curso de Direito Processual Civil = Vol. I de Humberto Theodoro Júnior pela Forense (1997)
>>> Comentários à CLT de Sérgio Pinto Martins pela Atlas (1998)
>>> Monocle Food & Entertainment Annual 2018 de Diversos pela Monocle (2018)
>>> Manual do Executivo = Organização Comercial de Dr. Aluízio Telles de Meirelles pela Novo Brasil (1987)
>>> Animal Jokes de Glen Singleton pela Himkler (2009)
>>> Amor e Humor de Camillo Filho pela Do Autor (1978)
>>> Monocle March 2019 - France Special de Diversos pela Monocle (2019)
>>> American Folk Tales and Songs de Richard Chase pela Dover (1971)
>>> Monocle The Escapist 2019 Go Further de Diversos pela Monocle (2019)
>>> Sonho e razão, Lucas Lopes, o planejador de JK de Rodrigo Lopes pela Arx (2006)
>>> Alô, Rapaziada de Bussunda pela Record (1995)
>>> Educação do Homem Integral de Huberto Rohden pela Martin Claret
>>> Verbo Cívico Visão Histórico-Sociológico da assembléia legislativa do estado do Ceará de Arnaldo Santos / Juarez Leitão pela Expert (2002)
>>> A Crise da Crise do Marxismo - Introdução a um Debate Contemporâneo de Perry Anderson pela Brasiliense (1987)
>>> Ame e dê Vexame. de Roberto Freire pela Guanabara (1990)
>>> Todos Contra Todos de Leandro Karnal pela Leya (2017)
>>> Em busca de Gabrielle de Vavy Pacheco Borges pela Alameda (2009)
>>> Origem E Evolução Das Cidades Rio Grandenses de Günter Weimer pela Arquiteto (2004)
>>> Almanaque Renascim 1991 de Osvaldo Silva Filho pela Laboratorio Catarinense (1991)
>>> Almanaque Monstruoso dos Zumbis de Yuri Vasconcelos pela Abril (2013)
COLUNAS >>> Especial 1964-2004

Quarta-feira, 21/4/2004
Apesar de vocês
Alexandre Petillo

+ de 4600 Acessos
+ 2 Comentário(s)

31 de Março de 1964, instaurava-se o Regime militar no Brasil. O meio artístico brasileiro só foi se manifestar, de forma (mais ou menos) clara e contundente, seis anos depois, com essa música:

"Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão

"Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Eu pergunto a você
Onde vai se esconder
Da enorme euforia
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar
Água nova brotando
E a gente se amando
Sem parar

"Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros, juro
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Este samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora, tenha fineza
De desinventar
Você vai pagar e é dobrado
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar (...)"

"Apesar de Você"
(Chico Buarque, 1970)

Simples e direto. As ditaduras existem para derrubar os regimes democráticos, por meio de golpes, e estão dispostas a acabar com a liberdade do povo - a exigir que todos façam aquilo que seus líderes acham certo. Geralmente, os ditadores, para conseguir seu intento, gozam de grande apoio por parte dos setores mais conservadores da sociedade. Além da elite da sociedade. O mote principal é manter sua ascendência sobre os menos favorecidos e reprimir opositores. Com o tempo, os democratas conseguem abrir seu espaço - a custa de alguns mortos e/ou desaparecidos.

E, a cultura brasileira, é e sempre foi de direita. No Brasil, quando se trata de cultura, mesmo quem é de esquerda, passa a ser de direita. Isso é facilmente perceptível, a maioria das pessoas que conhecemos tem certeza de que a MPB acabou com os discos do Chico Buarque nos anos 70. E que o rock brasileiro decente só aconteceu nos anos 80, com a Legião Urbana. Pensamento direitista.

Além disso, o brasileiro acredita que arte de qualidade é aquela rebuscada, de difícil compreensão e demorado processo de absorção pelo seu público. Durante quase duas décadas de ditadura, poucos artistas falaram diretamente para o povão, conscientizando e conclamando algum tipo de revolta. Caetano Veloso, por exemplo, no auge da ditadura, dizia que "devíamos aliviar o cálice". Neguinho achava que era pra todo mundo ficar bêbado.

Pode até parecer exagero dizer, mas a primeira demonstração de revolta democrática, que poderia diretamente ser compreendida pelo povo, aconteceu em 1982 durante a Democracia Corintiana. Porque, de futebol, o povo entende. Tudo bem que naquele ano, já vivíamos um início de uma abertura política. Pela primeira vez, desde 64, os brasileiros votaram, elegendo democraticamente governadores nos Estados. Mas, o fato é que o Parque São Jorge foi o primeiro local do Brasil a respirar ares democráticos. Um ato de coragem, contra o governo estabelecido e contra o espírito paternalista e ditatorial que é o futebol, até hoje.

A música também só começou a falar diretamente ao povo, contra a repressão, com a explosão do rock brasileiro, em músicas como "Proteção", da Plebe Rude e, principalmente, "Inútil", do Ultraje a Rigor. A música, junto com Sócrates, Casagrande, Wladimir, representantes da Democracia Corintiana, foi cantada por milhares na Praça da Sé, na maior convenção a favor das eleições diretas para presidente do País. Resumindo: a contestação saiu da união do futebol com o rock, coisas que todo mundo captava. Transgressão, mesmo que em tempos mais leves.

Juntou sua banda, chamou os conhecidos, os mais chegados e gravou o disco que faltava para aquela multidão que pedia voto, liberdade e a Copa do Mundo, cantar em uníssono, lá na Praça da Sé. "Inútil, a gente somos inútil".

Em 13 de janeiro de 1984, o principal nome das campanhas da Diretas, conhecido como Sr. Diretas em pessoa, deputado federal Ulysses Guimarães, declarou que ia mandar o compacto de "Inútil" para o presidente João Figueiredo. A letra dizia, entre outras coisas, que "a gente não sabemos escolher presidente/ a gente não sabemos tomar conta da gente". A citação ratificava o jovem rock nacional como trilha sonora da década. Enquanto que, no exílio, os representantes da MPB escreviam canções e faziam filmes que, nem sempre, os mesmos compreendiam.

Naquela época, entre 1983 e 85, era preciso ter cultura para mijar na escultura. Ou seja, dava para meter a boca, desde que fizesse isso com inteligência, refinamento, sagacidade, coisas que os censores não entendiam. Mas, ainda assim, corriam o risco de ver seus LPs riscados, manualmente, como aconteceu com a Blitz.

Na verdade, de acordo com o brilhante livro de Paulo César Araujo, Eu Não Sou Cachorro, Não, um dos artistas que mais contestaram o regime foi, acredite, Odair José. As páginas do livro mostram que ele foi corajoso e provocador durante o regime militar. Principalmente porque falava diretamente ao povão, enquanto Caetano, Milton Nascimento e afins atingiam um segmento de classe média, universitário, e naturalmente progressista.

Odair e a chamada "música brega" falava para o povão, em seu sentido mais comum: católico, conservador, apegado aos tabus, aos valores sociais vigentes. As composições de Odair José focalizavam diversos temas do cotidiano e convidavam seu ouvinte à reflexão e ao questionamento. Falava, por exemplo, de prostituição ("Vou Tirar Você Desse Lugar"), homossexualismo ("Forma de Sentir"), drogas ("Viagem"), anticoncepcionais ("Pare de Tomar a Pílula"), exclusão social ("Deixa essa Vergonha de Lado"), religião ("Cristo, quem é Você?"), adultério ("Pense ao Menos em Nossos Filhos"), só para ficar nos assuntos mais polêmicos.

Para completar, ele ainda compôs uma ópera-rock de protesto religioso, o que provocou a fúria da Igreja e levou alguns padres até a ameaçá-lo de excomunhão. Acabou proibido pela Igreja e pelo regime dos generais. Mas o povão entendeu o recado. Odair José, Agnaldo Timóteo e Waldik Soriano atingiam multidões muito maiores do que os fãs de Chico e Caetano.

Por essa falta de representação popular, capaz de inflamar e informar o povão, o Golpe aconteceu de forma pacífica, sem qualquer tipo de reação. Foi mais do que um Golpe, foi uma puxada de tapete. Não houve combate, revolução, batalha. Quando percebemos, já era tarde.

Hoje, estranhamente, paira um (péssimo) cheiro de 64 no ar. Dois dias antes do aniversario de 40 anos do Golpe, aparece no Jornal Nacional uma fita extremamente prejudicial para o Governo Lula. No dia seguinte, o Ministro da Justiça diz com contundência que está acontecendo uma "conspiração" no Planalto.

Para colocar ainda mais a pulga atrás da orelha, desde que o ano começou e a classe média intelectualizada convencionou que era melhor fazer uma onda negativa e pessimista contra Lula e asseclas. Toda e qualquer boa notícia era abafada, para dar espaço para toda e qualquer má notícia. E a classe média intelectualizada, estudada, mas sem o menor espírito crítico, reverbera as más vibrações com vontade e a boca cheia.

É até compreensível. A gente vem de uma série de governos catastróficos. Nosso primeiro presidente eleito em 30 anos, deu no que deu. Ainda tivemos Sarney, Itamar, um horrível segundo mandato de FHC. A coisa ficou bem preta. Bate realmente um desânimo, mas se for sempre assim, vamos todos nos mudar para o meio do mato e ficar esperando o salvador.

Brasil, ame-o ou deixe-o. Pelo que tudo indica, existe uma possibilidade da gente ouvir Dom e Ravel de novo liderando as paradas de sucesso. E todo dia, logo cedo, vamos ouvir uns 200 moleques perfilados e desafinados cantando a horrorosa "Eu te amo, meu Brasil" na escola.

Mas tem um lado bom. Agora, no Golpe de 2004, Caetano canta em inglês. Não que faça alguma diferença, ninguém ia entender mesmo. Já Chico, não cantava "Apesar de Você" nem mesmo na época da ditadura. Corria o risco de ser preso - os censores já tinha avisado. O público pedia, Chico fazia que não era com ele. Até que num show, sua mãe estava presente e percebeu a vontade dos presentes em tocar a música, e Chico se recusando. Não se conteve, gritou: "Seja homem, meu filho. Toca a música".


Alexandre Petillo
São Paulo, 21/4/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Literatura Falada (ou: Ora, direis, ouvir poetas) de Fabio Gomes
02. 40 anos sem Carpeaux de Celso A. Uequed Pitol
03. Meu querido mendigo de Elisa Andrade Buzzo
04. Marcelo Mirisola: entrevista de Jardel Dias Cavalcanti
05. 10 coisas que a Mamãe me ensinou de Julio Daio Borges


Mais Alexandre Petillo
Mais Especial 1964-2004
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
4/5/2004
02h16min
Excelente texto. Alexandre, você tá se superando a cada dia. Parabéns
[Leia outros Comentários de Felipe]
18/5/2004
22h53min
O texto está bem escrito, como sempre. Mas o conteúdo merece reparos. A abordagem de Odair José sempre foi pra lá de conservadora. "Pare de tomar a pílula/ ela não deixa nosso filho nascer". Ou seja, nada que contrariasse as já então velhas senhoras do "com Deus, pela família", TFP e coisas afins. Também não é nem um pouco verdadeiro afirmar que Odair José e Waldik Soriano faziam mais sucesso que Chico Buarque. Eles não chegavam nem perto, apesar de suas músicas tocarem mais nas rádios. Acho que aí devem entrar outras variáveis. Chico, Caetano, Gil, etc., sempre atingiam um público com maior poder aquisitivo, nos grandes centros urbanos. Talvez por isso, vendiam mais discos. Quando fez sucesso no sul/sudeste, o Waldik já era "macaco velho". Aqui em Belém, por exemplo, ele fazia sucesso desde 1962/63. Mas vendia pouco, em âmbito nacional. Seu sucesso durou pouco no "sul maravilha". Uns dois ou três anos, se tanto. Não há como comparar esses artistas com gente do porte de Chico Buarque, seja em termos artísticos, seja do ponto de vista do sucesso. A menos que o objetivo seja, exclusivamente, fazer polêmica.
[Leia outros Comentários de Elias Tavares]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




PETRÓLEO: DESENVOLVIVMENTO OU VASSALAGEM?
MEDEIROS LIMA
ANTUNES
(1960)
R$ 22,18



ALHO SABOR E SAÚDE
MARCIO BONTEMPO
ALAÚDE
(2007)
R$ 8,00



JOÃO E MARIA DA AMAZÔNIA
BOECHAT,MARIA DIVA; GUSMÃO,MARTA - FRANCO
FRANCO
(2015)
R$ 17,00



DO CONFLITO ENTRE O DIREITO À PRODUÇÃO DE PROVAS E O....
ÉDER PEREIRA DE ASSIS
LUMEN JURIS
(2016)
R$ 59,00



MUITOS CAMINHOS, UMA ESTRELA
MARIETA DE MORAES FERREIRA; ALEXANDRE FORTES
PERSEU ABRAMO
(2008)
R$ 33,90



ANTES, O VERÃO
CARLOS HEITOR CONY
CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA
(1964)
R$ 10,00



UMA ALTERNATIVA DEMOCRÁTICA PARA A CRISE BRASILEIRA
NOVOS RUMOS
NOVOS RUMOS
R$ 10,00



OS SOFRIMENTOS DO JOVEM WERTHER
JOHANN WOLFGANG VON GOETHE
MEDIAFASHION
(2016)
R$ 24,00



JARDIM DE INVERNO
ZÉLIA GATTAI
RECORD
(1988)
R$ 5,00



OS GUARDIÕES DA PAZ VOL 3 O CAMINHO DAS ESTRELAS STAR TREK A GERAÇÃ...
GENE DEWEESE
PUBLICAÇÕES EUROPA - AMÉRICA
(1993)
R$ 23,33





busca | avançada
49722 visitas/dia
2,6 milhões/mês