Apesar de vocês | Alexandre Petillo | Digestivo Cultural

busca | avançada
75735 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Oficina de Objetos de Cena nas redes do Sesc 24 de Maio
>>> Lançamento: livro “A Cultura nos Livros Didáticos”, de Lara Marin
>>> Exposição coletiva 'Encorpadas - Grandes, largos, políticos: corpos gordos'
>>> Clássicos da Literatura Unesp ganha mais cinco títulos
>>> Bertolt Brecht inspira ÉPICO
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
>>> A Velhice
>>> Casa, poemas de Mário Alex Rosa
>>> Doutor Eugênio (1949-2020)
Colunistas
Últimos Posts
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
Últimos Posts
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
>>> A Ceia de Natal de Os Doidivanas
>>> Drag Queen Natasha Sahar interpreta Albertina
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Partilha do Enigma: poesia de Rodrigo Garcia Lopes
>>> Comum como uma tela perfeita
>>> Revista Meio Digital
>>> Do jornalismo como performance
>>> A Nova Revista da Cultura
>>> Aos nossos olhos (e aos de Ernesto)
>>> A Teoria Hipodérmica da Mídia
>>> Os prédios mais feios de SP
>>> Fup, de Jim Dodge
>>> Harry Potter e eu
Mais Recentes
>>> Melhor do Rock Brasil 2 de Luciano Alves - Silvio Essinger pela Irmãos Vitale (2002)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 12 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 11 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 10 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 09 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 08 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 07 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 06 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 05 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 04 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> Melhor do Rock Brasil 1 de Luciano Alves - Silvio Essinger pela Irmãos Vitale (2001)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 03 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 02 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> COLEÇÃO BOM APETITE - VOL 01 de VICTOR CIVITA pela Abril (1971)
>>> Os Meninos Morenos - Infanto Juvenil de Ziraldo pela Melhoramentos (2005)
>>> As Ervas do Sítio de Rosy L. Bornhausen pela Editora M A S
>>> Uma vida entre três cachorros de Abigail Thomas pela Planeta (2007)
>>> APRENDA A FAZER QUEIJOS de Editora Três pela Três (1986)
>>> APRENDA A FAZER PÃO de Editora Três pela Três (1986)
>>> APRENDA A FAZER EMBUTIDOS de Editora Três pela Três (1986)
>>> De gênio e louco todo mundo tem um pouco de Augusto Cury pela Academia (2010)
>>> A COZINHA BRASILEIRA de Circulo do Livro S A pela Circulo do Livro S A
>>> A culpa é das estrelas de John Green pela Intrínseca (2012)
>>> 50 PRATOS DELICIOSOS de Editora Três pela Três
>>> VEJA 25 ANOS - Reflexões para o Futuro de Editora Abril pela Abril
>>> Movida pela ambição de Eliana Machado Coelho pela Lúmen Editorial (2012)
>>> PSICOLOGIA DOS GESTOS DAS MÃOS de SÍLVIO MARONE pela EDITORA MESTRE JOU (1967)
>>> O Meio são as Massagens de Marshall Mcluhan Quentin Fiore pela Record
>>> Eu me chamo Antônio de Pedro Gabriel pela Intrínseca (2013)
>>> A Galáxia de Gutenberg de Marshall Mcluhan Quentin Fiore pela USP
>>> Nem sonhando de Charlie Ross pela Record (2002)
>>> A Galáxia de Gutenberg de Marshall Mcluhan Quentin Fiore pela USP
>>> O que realmente importa? de Anderson Cavalcante pela Sextante (2012)
>>> Fernando Henrique Cardoso Entrevistas de Lourenço Dantas Mota pela Senado Federal centro Gráfico
>>> ANARQUISTAS GRAÇAS A DEUS de ZÉLIA GATTAI pela Record (1982)
>>> Bioestatística de Berquó Souza Gotlieb pela Editora Pedagógica e Universitária LTDA
>>> TÓPICOS MODERNOS DE BIOQUIMICA de BENNET&FRIEDEN pela USP (1971)
>>> Evolução da Vida - Coleção Prisma Vol 1 de Catherine Jarman pela USP
>>> ELEMENTOS DE GENÉTICA de CRODOWALDO PAVAN & A. BRITO DA CUNHA pela COMPANHIA EDITORA NACIONAL (1966)
>>> Box O Essencial da Filosofia Grega c/ 3 livros - Filosofia de Socrates - Platão e Aristoteles pela Hunter (2017)
>>> Cidades de papel de John Green pela Intrínseca (2014)
>>> BIL GRAHAM APRESENTA MINHA VIDA DENTRO E FORA DO ROCK de BILL GRAHAM pela BARRACUDA
>>> 50 ANOS A MIL de LOBÃO pela NOVA FRONTEIRA (2010)
>>> Box O Essencial da Mitologia c/ 3 livros - Historia de Baby Siqueira Abrao pela Hunter (2016)
>>> VIVE TUA VIDA! COMO? de FRANCISCA PEREIRA NOVIS pela AGIR (1976)
>>> A Magia do Poder Extra-Sensorial de Joseph Murphy pela Record
>>> Cálculo e administração de medicamentos na enfermagem de Marcelo Tardelli da Silva e Sandra Regina L.P.T. Silva pela Martinari (2014)
>>> COLEÇÃO TRABALHOS MARAVILHOSOS - VOL 6 de Editora Abril pela Abril (1969)
>>> COLEÇÃO TRABALHOS MARAVILHOSOS - VOL 5 de Editora Abril pela Abril (1969)
>>> COLEÇÃO TRABALHOS MARAVILHOSOS - VOL 4 de Editora Abril pela Abril (1969)
COLUNAS >>> Especial 1964-2004

Quarta-feira, 21/4/2004
Apesar de vocês
Alexandre Petillo

+ de 4700 Acessos
+ 2 Comentário(s)

31 de Março de 1964, instaurava-se o Regime militar no Brasil. O meio artístico brasileiro só foi se manifestar, de forma (mais ou menos) clara e contundente, seis anos depois, com essa música:

"Hoje você é quem manda
Falou, tá falado
Não tem discussão
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu
Você que inventou de inventar
Toda a escuridão
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar
O perdão

"Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Eu pergunto a você
Onde vai se esconder
Da enorme euforia
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar
Água nova brotando
E a gente se amando
Sem parar

"Quando chegar o momento
Esse meu sofrimento
Vou cobrar com juros, juro
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Este samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora, tenha fineza
De desinventar
Você vai pagar e é dobrado
Cada lágrima rolada
Nesse meu penar (...)"

"Apesar de Você"
(Chico Buarque, 1970)

Simples e direto. As ditaduras existem para derrubar os regimes democráticos, por meio de golpes, e estão dispostas a acabar com a liberdade do povo - a exigir que todos façam aquilo que seus líderes acham certo. Geralmente, os ditadores, para conseguir seu intento, gozam de grande apoio por parte dos setores mais conservadores da sociedade. Além da elite da sociedade. O mote principal é manter sua ascendência sobre os menos favorecidos e reprimir opositores. Com o tempo, os democratas conseguem abrir seu espaço - a custa de alguns mortos e/ou desaparecidos.

E, a cultura brasileira, é e sempre foi de direita. No Brasil, quando se trata de cultura, mesmo quem é de esquerda, passa a ser de direita. Isso é facilmente perceptível, a maioria das pessoas que conhecemos tem certeza de que a MPB acabou com os discos do Chico Buarque nos anos 70. E que o rock brasileiro decente só aconteceu nos anos 80, com a Legião Urbana. Pensamento direitista.

Além disso, o brasileiro acredita que arte de qualidade é aquela rebuscada, de difícil compreensão e demorado processo de absorção pelo seu público. Durante quase duas décadas de ditadura, poucos artistas falaram diretamente para o povão, conscientizando e conclamando algum tipo de revolta. Caetano Veloso, por exemplo, no auge da ditadura, dizia que "devíamos aliviar o cálice". Neguinho achava que era pra todo mundo ficar bêbado.

Pode até parecer exagero dizer, mas a primeira demonstração de revolta democrática, que poderia diretamente ser compreendida pelo povo, aconteceu em 1982 durante a Democracia Corintiana. Porque, de futebol, o povo entende. Tudo bem que naquele ano, já vivíamos um início de uma abertura política. Pela primeira vez, desde 64, os brasileiros votaram, elegendo democraticamente governadores nos Estados. Mas, o fato é que o Parque São Jorge foi o primeiro local do Brasil a respirar ares democráticos. Um ato de coragem, contra o governo estabelecido e contra o espírito paternalista e ditatorial que é o futebol, até hoje.

A música também só começou a falar diretamente ao povo, contra a repressão, com a explosão do rock brasileiro, em músicas como "Proteção", da Plebe Rude e, principalmente, "Inútil", do Ultraje a Rigor. A música, junto com Sócrates, Casagrande, Wladimir, representantes da Democracia Corintiana, foi cantada por milhares na Praça da Sé, na maior convenção a favor das eleições diretas para presidente do País. Resumindo: a contestação saiu da união do futebol com o rock, coisas que todo mundo captava. Transgressão, mesmo que em tempos mais leves.

Juntou sua banda, chamou os conhecidos, os mais chegados e gravou o disco que faltava para aquela multidão que pedia voto, liberdade e a Copa do Mundo, cantar em uníssono, lá na Praça da Sé. "Inútil, a gente somos inútil".

Em 13 de janeiro de 1984, o principal nome das campanhas da Diretas, conhecido como Sr. Diretas em pessoa, deputado federal Ulysses Guimarães, declarou que ia mandar o compacto de "Inútil" para o presidente João Figueiredo. A letra dizia, entre outras coisas, que "a gente não sabemos escolher presidente/ a gente não sabemos tomar conta da gente". A citação ratificava o jovem rock nacional como trilha sonora da década. Enquanto que, no exílio, os representantes da MPB escreviam canções e faziam filmes que, nem sempre, os mesmos compreendiam.

Naquela época, entre 1983 e 85, era preciso ter cultura para mijar na escultura. Ou seja, dava para meter a boca, desde que fizesse isso com inteligência, refinamento, sagacidade, coisas que os censores não entendiam. Mas, ainda assim, corriam o risco de ver seus LPs riscados, manualmente, como aconteceu com a Blitz.

Na verdade, de acordo com o brilhante livro de Paulo César Araujo, Eu Não Sou Cachorro, Não, um dos artistas que mais contestaram o regime foi, acredite, Odair José. As páginas do livro mostram que ele foi corajoso e provocador durante o regime militar. Principalmente porque falava diretamente ao povão, enquanto Caetano, Milton Nascimento e afins atingiam um segmento de classe média, universitário, e naturalmente progressista.

Odair e a chamada "música brega" falava para o povão, em seu sentido mais comum: católico, conservador, apegado aos tabus, aos valores sociais vigentes. As composições de Odair José focalizavam diversos temas do cotidiano e convidavam seu ouvinte à reflexão e ao questionamento. Falava, por exemplo, de prostituição ("Vou Tirar Você Desse Lugar"), homossexualismo ("Forma de Sentir"), drogas ("Viagem"), anticoncepcionais ("Pare de Tomar a Pílula"), exclusão social ("Deixa essa Vergonha de Lado"), religião ("Cristo, quem é Você?"), adultério ("Pense ao Menos em Nossos Filhos"), só para ficar nos assuntos mais polêmicos.

Para completar, ele ainda compôs uma ópera-rock de protesto religioso, o que provocou a fúria da Igreja e levou alguns padres até a ameaçá-lo de excomunhão. Acabou proibido pela Igreja e pelo regime dos generais. Mas o povão entendeu o recado. Odair José, Agnaldo Timóteo e Waldik Soriano atingiam multidões muito maiores do que os fãs de Chico e Caetano.

Por essa falta de representação popular, capaz de inflamar e informar o povão, o Golpe aconteceu de forma pacífica, sem qualquer tipo de reação. Foi mais do que um Golpe, foi uma puxada de tapete. Não houve combate, revolução, batalha. Quando percebemos, já era tarde.

Hoje, estranhamente, paira um (péssimo) cheiro de 64 no ar. Dois dias antes do aniversario de 40 anos do Golpe, aparece no Jornal Nacional uma fita extremamente prejudicial para o Governo Lula. No dia seguinte, o Ministro da Justiça diz com contundência que está acontecendo uma "conspiração" no Planalto.

Para colocar ainda mais a pulga atrás da orelha, desde que o ano começou e a classe média intelectualizada convencionou que era melhor fazer uma onda negativa e pessimista contra Lula e asseclas. Toda e qualquer boa notícia era abafada, para dar espaço para toda e qualquer má notícia. E a classe média intelectualizada, estudada, mas sem o menor espírito crítico, reverbera as más vibrações com vontade e a boca cheia.

É até compreensível. A gente vem de uma série de governos catastróficos. Nosso primeiro presidente eleito em 30 anos, deu no que deu. Ainda tivemos Sarney, Itamar, um horrível segundo mandato de FHC. A coisa ficou bem preta. Bate realmente um desânimo, mas se for sempre assim, vamos todos nos mudar para o meio do mato e ficar esperando o salvador.

Brasil, ame-o ou deixe-o. Pelo que tudo indica, existe uma possibilidade da gente ouvir Dom e Ravel de novo liderando as paradas de sucesso. E todo dia, logo cedo, vamos ouvir uns 200 moleques perfilados e desafinados cantando a horrorosa "Eu te amo, meu Brasil" na escola.

Mas tem um lado bom. Agora, no Golpe de 2004, Caetano canta em inglês. Não que faça alguma diferença, ninguém ia entender mesmo. Já Chico, não cantava "Apesar de Você" nem mesmo na época da ditadura. Corria o risco de ser preso - os censores já tinha avisado. O público pedia, Chico fazia que não era com ele. Até que num show, sua mãe estava presente e percebeu a vontade dos presentes em tocar a música, e Chico se recusando. Não se conteve, gritou: "Seja homem, meu filho. Toca a música".


Alexandre Petillo
São Paulo, 21/4/2004


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O risco de se tornar um sem-noção de Marta Barcellos
02. Leituras, leitores e livros – Parte III de Ana Elisa Ribeiro
03. As cicatrizes da África na Moçambique de Mia Couto de Marcelo Spalding
04. Tchekhov, o cirurgião da alma de Jonas Lopes
05. Se o Lula falasse inglês... de Andréa Trompczynski


Mais Alexandre Petillo
Mais Especial 1964-2004
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
4/5/2004
02h16min
Excelente texto. Alexandre, você tá se superando a cada dia. Parabéns
[Leia outros Comentários de Felipe]
18/5/2004
22h53min
O texto está bem escrito, como sempre. Mas o conteúdo merece reparos. A abordagem de Odair José sempre foi pra lá de conservadora. "Pare de tomar a pílula/ ela não deixa nosso filho nascer". Ou seja, nada que contrariasse as já então velhas senhoras do "com Deus, pela família", TFP e coisas afins. Também não é nem um pouco verdadeiro afirmar que Odair José e Waldik Soriano faziam mais sucesso que Chico Buarque. Eles não chegavam nem perto, apesar de suas músicas tocarem mais nas rádios. Acho que aí devem entrar outras variáveis. Chico, Caetano, Gil, etc., sempre atingiam um público com maior poder aquisitivo, nos grandes centros urbanos. Talvez por isso, vendiam mais discos. Quando fez sucesso no sul/sudeste, o Waldik já era "macaco velho". Aqui em Belém, por exemplo, ele fazia sucesso desde 1962/63. Mas vendia pouco, em âmbito nacional. Seu sucesso durou pouco no "sul maravilha". Uns dois ou três anos, se tanto. Não há como comparar esses artistas com gente do porte de Chico Buarque, seja em termos artísticos, seja do ponto de vista do sucesso. A menos que o objetivo seja, exclusivamente, fazer polêmica.
[Leia outros Comentários de Elias Tavares]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O FATOR RENOVAÇÃO
ROBERT H. WATERMAN JR
HARBRA
R$ 10,00



UM PLANO SIMPLES
SCOTT SMITH
COMPANHIA DAS LETRAS
(1994)
R$ 10,00



SEPARAÇÃO DIVÓRCIO ALIMENTOS AÇÃO REVISIONAL E EXONETATÓRIA - 5911
JOÃO ROBERTO PARIZATTO
PARIZATTO
(2004)
R$ 10,00



COQUEIRAIS E CHAPADÕES SERGIPE E BAHIA
ERNANI SILVA BRUNO (SELEÇÃO)
CULTRIX
R$ 10,00



KUNDU
MORRIS WEST
CIRCULO DO LIVRO
R$ 10,00



TUDO O QUE EU AMO EM VOCÊ: UM LIVRO INTERATIVO SOBRE O AMOR E AQUELA PESSOA QUE FAZ SEU CORAÇÃO DISPARAR
PLANETA
OUTRO PLANETA
(2018)
R$ 10,00



UMA BOMBA NO QUINTAL
LUIZ GALDINO
FTD
(1994)
R$ 10,00



AMBIENTE E CIÊNCIA POLÍTICA EXTERNA - 6816
CARLOS ALFREDO JOLY E OUTROS
PAZ E TERRA
(2012)
R$ 10,00



O ESPÍRITO HUMANO - 9431
I. DE L. NEVES-MANTA
SÃO JOSÉ
(1961)
R$ 10,00



DONA DE CASA - A PROFISSÃO INVISÍVEL
CÁTIA MORAES
OBJETIVA
(1997)
R$ 10,00





busca | avançada
75735 visitas/dia
2,4 milhões/mês