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Sexta-feira, 29/9/2006
Strindberg e o inferno de todos nós
Guilherme Conte

+ de 6600 Acessos

Nicole Cordery, Tony Giusti e Patricia Pichamone (Foto: João Caldas / Divulgação)

"Nenhuma obra corresponde melhor do que a de Strindberg ao conceito de Antonin Artaud, segundo o qual o teatro foi feito para abrir coletivamente os abscessos." A análise de Sábato Magaldi* é precisamente adequada ao espetáculo Camaradagem, mais recente produção do Grupo TAPA, sob direção de Eduardo Tolentino de Araújo.

A peça foca a corrosão das relações entre um jovem casal de pintores, Axel (Tony Giusti) e Berta (Patricia Pichamone), que estabeleceram um casamento incomum, com imposições da parte dela. "Aqui está minha mão, se você prometer só ver em mim um amigo e nunca me tratar como uma mulher. Se você quiser ser o exemplo do homem que se sacrifica por uma mulher", diz Berta.

Os ânimos se acirram e os papéis são colocados em xeque quando os dois resolvem participar de um mesmo concurso de pintura. O narcisismo - evidenciado pela brilhante metáfora das molduras vazias e dos espelhos - e as motivações que movem o casal explodem em um violento embate de forças. O homem e a mulher, na literatura strindbergiana, em sua natureza fundamental: o choque.

Salta aos olhos, nessa montagem do TAPA, a subversão de valores e papéis proposta por Strindberg. As mulheres aqui usam ternos, fumam, exercem autoridade. Axel não usa gravata, é submisso, "veste-se como uma mulher". É um homem desvirilizado.

Strindberg é o pai da modernidade do teatro. Os caminhos traçados durante o século XX foram apontados por ele. Com sua convergência para a chamada "dramaturgia do eu" e a subervsão do diálogo cartesiano, linear - que encontra seu melhor paralelo no cinema pelas mãos do cineasta Ingmar Bergman -, ele operou a transição para que surgissem Beckett, Pinter, Fosse etc. Estes elementos estão evidentes em Camaradagem.

Na peça inexiste a até então costumeira fórmula de apresentação do conflito, resolução e desfecho. A tensão e a violência dos diálogos são ininterruptas, num ritmo vertiginoso e asfixiante. O jogo é constante - e as personagens que gravitam em torno do casal contribuem para este cenário emocionalmente belicoso.

Os protagonistas são marcados por uma absoluta vacuidade. Estão à deriva, reféns dessa condição quase trágica da relação homem-mulher enxergada por Strindberg. A falência é inerente à própria tentativa de conciliação. A misoginia, assim, emerge como uma força inabalável. E é neste embate fundamental que personagens como Carl (Sérgio Mastropasqua), um machista convicto zeloso de seu papel, ou Abel (Nicole Cordery), a ambígua e provocativa amiga, ganham sua real dimensão. Eles estão sempre agindo vetorialmente no desequilíbrio da "balança nupcial".

Tony Giusti e Patricia Pichamone (Foto: João Caldas / Divulgação)

O diretor Eduardo Tolentino conta que a escolha do texto deu-se a partir de oficinas que o grupo fez focadas no aprofundamento do ator. "Foi o texto que mais provocou o conjunto, gerando uma série de opiniões divergentes", conta. Esse fato lhe chamou a atenção para a discussão que ele poderia gerar.

Ele optou por alterar o título original, Camaradas, para retirar qualquer leitura política que pudesse ser suscitada. O olhar aqui deita-se sobre as relações humanas. "Acho que vivemos uma crise muito grande dos papéis sexuais", analisa Tolentino. "Há uma grande insatisfação. Os papéis estão turvos." É uma crise que nada tem a ver com machismo, mas com uma certa fragilidade híbrida das relações.

O processo de criação, como é do feitio do grupo, foi extremamente cuidadoso. Foram três anos desde os primeiros contatos com a obra. Tolentino conta que foi um grande desafio achar uma linguagem que não esbarrasse no melodrama, tão intrinsecamente ligado à nossa cultura. "Ainda não demos conta de que não falamos português, mas brasileiro", brinca. Os atores tinham que perder um pouco do sentimento, mas sem ficarem frios.

O resultado é uma montagem primorosa em todos os aspectos. O elenco brilha como força de conjunto e dá um colorido correto e adequado a um texto difícil. É alentador ver essa geração mais recente do TAPA mantendo a excelência do fazer teatral que marca a trajetória do grupo. E é um privilégio ver atores com mais tempo de casa, casos de Brian Penido Ross e Clara Carvalho, mostrando do que são capazes, dando vida às menores sutilezas do texto.

Reina, aqui, o equilíbrio. Das atuações mais discretas à iluminação de Nelson Ferreira, passando pelos cenários e figurinos de Lola Tolentino, reina uma harmonia que dá ao texto de Strindberg as melhores condições. Não há excessos ou lacunas; tudo está em seu lugar.

Brian Penido Ross e Clara Carvalho (Foto: João Caldas / Divulgação)

Essa montagem de Camaradagem coroa toda uma concepção de teatro defendida corajosamente pelo TAPA há quase três décadas. Verdadeiro bastião de resistência da dramaturgia, de um teatro cuidadosamente talhado e ciente de seu papel na sociedade, o grupo segue lutando apaixonado pela busca da essência do homem brasileiro. É um teatro que suscita a reflexão, que nos convida a olhar sobre nós mesmos.

Tolentino aponta no exercício de busca dessa essência a tarefa do teatro do TAPA. "Nossa tradição passou por cima de muita coisa", afirma. Para ele, nossas raízes - essa verdadeira essência -, foram filtradas por todo um processo de formação que bebeu principalmente na fonte das chanchadas e que hoje está personificado na teledramaturgia.

"Devemos preservar a essência. A forma como isso se manifesta é espelho de mecanismos", diz. É aí que entra o teatro: para colocá-los em xeque. "Essa é a briga real, de ir até essa essência, de não se deixar seduzir pelo exotismo cultural."

Em um mundo de valores tão subvertidos, de relações cada vez mais frágeis e fugazes, em que a delicadeza há muito parece perdida, Camaradagem aparece com uma atualidade impressionante que torna difícil de acreditar que o texto foi escrito há mais de 130 anos. Bom que existe o TAPA para nos tirar de nossa cômoda e comezinha imobilidade. Que se abram os abscessos.

Para ir além
Camaradagem - Viga Espaço Cênico - R. Capote Valente, 1.323 - Pinheiros - Tel. (11) 3801-1843 - R$ 20 (quinta e sexta) e R$ 30 (sábado e domingo) - Quinta a sábado, 21h; domingo, 19h - 120 min. - Até 29/10.

* Sábato Magaldi, "O Inferno de Strindberg", em O texto no teatro, Ed. Perspectiva, 1989.

* * *

Paulo Autran e o espírito da modernidade

Seria injusto escrever sobre esta montagem de O Avarento em cartaz em São Paulo focando na figura do ator Paulo Autran, a grande estrela do espetáculo. A montagem é ótima, o elenco é apuradíssimo, a direção é inteligente, o cenário é belo... Enfim, tudo contribui para o alto nível do espetáculo.

Por outro lado, não seria menos injusto escrever sobre a peça tentando dar conta de todos os aspectos que cercam a montagem. Isso seria diminuir a importância da presença de Autran, a verdadeira alma do espetáculo. Como uma homenagem à esta que é sua 90ª montagem, aos 84 anos, optei pela primeira injustiça.

A peça traz Autran no papel de Harpagon, o clássico pão-duro, às voltas com o seu casamento e o de seus filhos. Nessa comédia, que traz por trás do riso discussões sérias sobre as pequenezas humanas, todos estão atrás de algum objetivo e fazendo de tudo para conseguí-lo. Com motivações mais ou menos nobres, todos estão agindo em busca de benefício próprio.

Ir ao teatro para assistir a O Avarento é deleitar-se com Autran esbanjando todo o seu talento. Para compreender a real dimensão de sua figura e o valor desta montagem é necessário fazer um pequeno recuo histórico até o ano de 1947, quando Autran integrou a montagem de Os artistas amadores, de J. B. Priestley, com o grupo Os Artistas Amadores. Eram os primeiros passos da fase amadora do Teatro Brasileiro de Comédia - o TBC - e da divisão de águas do teatro brasileiro.

Os anos 50 trouxeram o advento do teatro moderno no Brasil. Em primeiro plano, a figura do encenador e a força de conjunto. O texto ganhou nova dimensão. Era agora propriamente estudado, com outras perspectivas. Até então os palcos brasileiros eram marcados por encenações que visavam puramente entretenimento. Os atores muitas vezes nem tinham contato com o texto todo, mas só de suas falas e das "deixas" dos colegas.

Paulo Autran e Karin Rodrigues em 'O Avarento' (Foto: Priscila Prade / Divulgação)

Paulo Autran é o ator moderno por excelência. Sabe da importância do grupo. Assim, cercou-se de atores talentosos e de um diretor visionário - Felipe Hirsch, uma das cabeças por trás da Sutil Cia. - para mergulhar em um projeto que celebra a alma desta modernidade cênica. Molière ganhou, assim, uma montagem à altura de sua envergadura.

A fim de atenuar a injustiça perpetrada por este colunista, reitero mais uma vez o alto nível do elenco. São atuações afinadas, na medida certa para o texto. Não há deslizes. Destaco também o belo cenário de Daniela Thomas, feito de caixas vazias, símbolo da austeridade ávara de Harpagon. Tudo contribui para que Autran brilhe.

Na definição de Yan Michalski*, "culto, discreto, elegante em cena como fora dela, exaltado por todos os que com ele trabalham como um colega exemplar, Paulo Autran talvez possa ser adequadamente definido como um ator visceralmente e em todos os sentidos, civilizado".

O Avarento é, portanto, o testemunho da generosidade de um dos maiores atores da história do teatro brasileiro. Assitir a ele é um privilégio.

Para ir além
O Avarento - Teatro Cultura Artística - Sala Esther Mesquita - R. Nestor Pestana, 196 - Consolação - Tel. (11) 3258-3344 - Quinta a sábado, 21h; domingo, 18h - De R$ 30 a R$ 80 - 100 min. - Até novembro.

* Yan Michalski, Pequena Enciclopédia do Teatro Brasileiro Contemporâneo, CNPq, 1989.


Guilherme Conte
São Paulo, 29/9/2006


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