Considerações sobre Michael Jackson | Julio Daio Borges | Digestivo Cultural

busca | avançada
49568 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS >>> Especial Michael Jackson

Sexta-feira, 7/8/2009
Considerações sobre Michael Jackson
Julio Daio Borges

+ de 6900 Acessos
+ 2 Comentário(s)

* Eu lembro bastante da época do Thriller (1982). Penso que foi o mais perto que a minha geração chegou de vivenciar a beatlemania. Ainda que a morte do próprio Michael Jackson, e seus desdobramentos, tenha(m) dado um gostinho do que foi a "jacksonmania", a geração internet talvez não conheça nenhum fenômeno parecido. Na minha cabeça ― depois de ver E.T. e de haver visitado a Disney World e o EPCOT Center ―, o Michael Jackson fazia parte daquele imaginário que misturava a fantasia dos desenhos animados com o futurismo dos jogos eletrônicos. Michael Jackson não era somente música, era uma manifestação cultural que se impregnava no nosso dia a dia. Era um irmão mais velho, imaginário, com superpoderes, que levava toda a magia dos seus passos, e dos seus videoclipes, para a vida real ― porque, nesse momento, ele era o rei da música, ou da indústria, era idolatrado e rico como um faraó do antigo Egito.

* Então quando o Michael Jackson, dos anos 2000, morreu, eu me lembrei desse tempo da minha infância. E como o Michael Jackson dos anos 80, trabalhado pela computação gráfica, era uma obra de arte em si, ele não poderia ter morrido. Não fazia sentido. Seria como matar Mickey Mouse, Carmen Miranda, Carlitos... Michael Jackson foi um momento da cultura popular e é difícil apagá-lo em qualquer um que tenha vivido. Para mim, na fase em que mais me impressionou, Michael Jackson representava a contemporaneidade, a tecnologia e a arte de se produzir um artista, industrialmente, catapultando-o ao infinito. É um feito global, independente de se gostar dele ou não. Uma analogia exagerada seria pegar um artista de rua e replicá-lo em lares do mundo todo, de modo que sua presença se fizesse sentir, sua arte pudesse ser admirada, gerando dividendos e marcas na cultura. Antes da internet, é um feito incrível.

* Acho que foi no ano passado que assisti aos vídeos do Thriller, numa edição comemorativa dos 25 anos. A música não me dizia mais nada, depois de tanto tempo ouvindo outras coisas. E a estética me pareceu exagerada, típica dos anos 80, que trouxe o figurino das boates dos anos 70 para o dia a dia das pessoas... E Michael Jackson combinava perfeitamente com tudo aquilo ― com os efeitos especiais podia estender a infância, posando de figura assexuada e, ao mesmo tempo, investindo na própria androginia; congelando sua idade naqueles 25 anos, comprando "juventude eterna" através de sucessivas cirurgias; deslumbrando-se com o império que discograficamente construíra, e com o mundo que, momentaneamente, jazia a seus pés... E o que poderia fazer depois daquilo? Poderia morrer no auge, como alguns até conseguiram. Ou poderia encarar a decadência, porque o planeta inteiro já estava tomado e não havia mais para onde ir...

* O Bad (1987) eu até ouvi, na época, mas é como se não "colasse" mais. Cada disco de Michael Jackson, a partir daí, foi uma tentativa de repetir, claro, o sucesso estrondoso de Thriller. Aquela mistura de arte com indústria, que havia sido historicamente bem sucedida, desandou para o lado da indústria, que desejava novos recordes, e a arte ficou prejudicada, e, consequentemente, o artista. Dangerous (1991) eu só ouvi indiretamente por causa dos meus irmãos. Vendo os clipes dessa fase, e das que a sucederam, parece tudo uma grande montagem, hoje envelhecida, onde Michael Jackson só funcionava como um chamariz, para vender composições diluídas, shows em que ele mesmo se repetia, trazendo sobrevida à indústria que ajudara a consolidar, e que igualmente o produzira.

* Dias depois de sua morte, me ocorreu, como a outros comentaristas, que Michael Jackson foi a ascensão e a queda da própria indústria do disco... Que as gravadoras vêm definhando por causa da pirataria, do download e do compartilhamento de arquivos, todo mundo já sabia, mas, com o encerramento da carreira de Michael Jackson, parece que ficou mais claro, como numa fotografia mais nítida, porque subitamente revelamos o negativo (aliás, outra indústria que definha...). Traçar planos de dominar o mundo, a cada novo lançamento, deve ter se tornado mais e mais estressante, mais e mais frustrante, mais e mais impossível. Porque nem os "super efeitos especiais", nem a divindade do faraó, nem os passinhos de alienígena funcionavam mais sozinhos, sem uma megaestrutura como a que existia ― e que a internet pôs abaixo, fortalecendo a comunicação de "muitos para muitos", no lugar da antiga de "alguns para muitos" (televisão, rádio, cinema, jornais, revistas etc.).

* O que me traz a outro ponto, que me ocorreu enquanto rascunhava este texto. Lembrei também do Outliers, de Malcolm Gladwell. Michael Jackson é, certamente, um "fora de série" (ou um "ponto fora da curva"), um gênio (como repetiram tantas vezes), mas mesmo ele, multitalentoso, não teria sido possível fora do lugar e da época em que viveu. Para simplificar, basta construir um raciocínio hipotético de ele haver nascido na África, por exemplo... Para complicar, ele mesmo admitiu que "aprendeu a disciplina" através do pai (o mesmo que abusava da força quando ele não correspondia). Entendo a comoção geral e, como disse, todas as marcas deixadas na cultura popular, mas ele não era esse semideus que quiseram pintar ultimamente ― temos de dar crédito à indústria, com todos seus defeitos, à sua família, com todos os traumas, fora compositores, produtores, empresários, sem contar uma infinidade de artistas que o precederam...



* Muita gente queria que o mundo tivesse começado (e até acabado) com Michael Jackson, mas ele é resultado de um processo, não surge do nada, nem suas influências se apagam no limbo. Eu passei esse tempo, depois da morte dele, tentando fazer uma genealogia ― e sempre descubro, com interesse, uma admiração pouco divulgada, uma menção quase escondida, porque, em termos industriais, é mais fácil vender o "novo" ― criando uma moda, um frisson ―, que, para estabelecer novos recordes, tem de, estrategicamente, romper com o "velho"... Me ocorreu, por exemplo, James Brown, ouvindo rádio, outro dia. E, através da Wikipedia, acabei descobrindo que os Jackson 5 venceram seu primeiro concurso de calouros, em 1966, cantando, justamente, "I Feel Good". Também descobri que Michael Jackson quis homenageá-lo, por ocasião de sua morte, em 2006...



* E é inevitável pensar na cultura negra, na cultura que o negro trouxe para a América. (Do Norte, do Sul e Central.) É notável que Michael Jackson tenha se tornado o astro que se tornou, o "maior entertainer do mundo" ― e ninguém tenha querido matá-lo, como mataram Martin Luther King; ou, simplesmente, destruí-lo, como fizeram (não vou entrar aqui no mérito) com Wilson Simonal. E não é à toa que anunciavam tanto o perigo da morte de Barack Obama, se ele fosse eleito... Aliás, não canso de repetir que Obama teria sido impossível sem Jackson. (Claro que alguém ainda vai descobrir uma conspiração para desmoralizar Michael Jackson a partir de Thriller, porque seu sucesso incomodava muita gente etc.) E o Rei do Pop não é tributário, apenas, do soul da Motown, nem do funk de Brown, mas do rock de gente como Little Richard e Chuck Berry, e obviamente do jazz de gente como Louis Armstrong e Miles Davis.

* Quanto às inevitáveis acusações de pedofilia e abuso de crianças, é delicado afirmar qualquer coisa em definitivo. Eu nunca quis vasculhar esse assunto e não me imagino fazendo isso agora, depois de Michael Jackson morto. Tirando a hipótese (que eu sugeri antes) de um complô internacional para desmoralizá-lo, acho estranho que essas acusações tenham sido "plantadas" na sua biografia. Onde há fumaça, geralmente há fogo ― e, em termos de escândalos sexuais, poderíamos até afirmar que não há fogo: há incêndio. Ainda na pesquisa para este texto, me espantou a declaração de La Toya, acusando o próprio irmão de pedofilia (mesmo que ela a tenha retirado posteriormente). Concordo que a família Jackson não lá é muito unida, nem muito equilibrada, embora seja bem sucedida ― mas não é uma acusação de um menino, ou de um pai de um menino, é a opinião de alguém da família...

* Para terminar, a recente mitologia: "Michael Jackson não morreu"... Confesso que tanto quanto me espantei, com sua morte súbita, a hipótese, do sumiço, de repente me pareceu crível. E faz sentido: tudo o que Michael Jackson construiu, há mais de 25 anos, vinha sendo destruído ― por ele próprio. Para não prejudicar seu legado, e seu patrimônio, o mais indicado era morrer no auge (como eu disse), mas, não sendo mais possível, que tal "morrer" numa idade redonda (que tal 50 anos?), enquanto boa parte da população mundial ainda se lembra, ainda pode chorar e comprar os produtos de sua grife, perpetuando... o mito? Se o gênio de Thriller, por um instante, retornasse, acredito que faria isso... Mas, se ele não morreu, por outro lado, não acho que deva voltar. Pra quê? Para estragar a festa? A melhor coisa, para eternizar Michael Jackson agora, é preservá-lo morto e enterrado. Ou eternamente sumido. Seu último escândalo. Sua última obra-prima...


Julio Daio Borges
São Paulo, 7/8/2009


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Paisagem interna agreste de Elisa Andrade Buzzo
02. Coisa Mais Linda de Marilia Mota Silva
03. Houston, we have a problem de Renato Alessandro dos Santos
04. Domingão, domingueira de Ana Elisa Ribeiro
05. A Copa, o Mundo, é das mulheres de Luís Fernando Amâncio


Mais Julio Daio Borges
Mais Acessadas de Julio Daio Borges em 2009
01. A Lógica do Cisne Negro, de Nassim Nicholas Taleb - 4/12/2009
02. Lendo Dom Quixote - 2/10/2009
03. Convivendo com a Gazeta e o Fim de Semana - 5/6/2009
04. Verdades e mentiras sobre o fim dos jornais - 29/5/2009
05. O Free, de Chris Anderson - 16/10/2009


Mais Especial Michael Jackson
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
15/8/2009
12h03min
Parabéns pelo texto, refletiu muito bem o que e quem foi MJ.
[Leia outros Comentários de neli]
18/8/2009
22h22min
Não sei que tipo de conhecimento você possui de Michael Jackson, mas as pessoas que são verdadeiros fãs de Michael conhecem sua personalidade e sua beleza interior. Nunca na minha cabeça aceito que esta pessoa fosse molestar menores que ele tentava ajudar. Qual o motivo? O que é mais aceitável de crer é que pessoas tentaram destruir sua carreira simplesmente por causa de sua raça - e, se você é uma pessoa informada, conhece o fato de que isso é muito comum nos EUA. Lá, é inaceitável um negro chegar no lugar que um homem branco nunca sonhou - implantar a globalização antes da internet. Michael era um negro bonito, inteligente, educado, sensual, comportado, puro e as mulheres de todas as raças o admiravam. Quer mais motivos para os "black haters" quererem destruí-lo?
[Leia outros Comentários de Ana]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O TRONCO DO IPÊ
JOSÉ DE ALENCAR
SARAIVA
R$ 4,00



CLASH ROYALE
GUILHERME ATHAIDE
PANDA BOOKS
(2016)
R$ 15,00



EDUCAÇÃO E TRANSIÇÃO DEMOCRÁTICA
GUIOMAR N. MELLO
CORTEZ
R$ 5,00



O CAVALO VERDE - CAUSOS GAÚCHOS E RELATOS INTERIORANOS
LUIZ CORONEL
MECENAS
(2002)
R$ 24,00



O PENSAMENTO ANTIGO (2 VOLUMES) RODOLFO MANDOLFO (FILOSOFIA)
RODOLFO MANDOLFO
MESTRE JOU
(1964)
R$ 30,00



SELEÇÃO E COLOCAÇÃO DE PESSOAL
MARVIN D. DUNNETTE
ATLAS
(1973)
R$ 10,00



CARLOS VERGARA: PINTURAS
PAULO SERGIO DUARTE
AUTOMÁTICA
(2011)
R$ 60,00



THAT WAS THAT! CONSONANT DIGRAPHS TH
SUZANNE BARCHERS
LEAP FROG
(2010)
R$ 20,28



ANTOLOGIA POÉTICA
MAIACOVSKI
MAX LIMONAD
(1984)
R$ 35,00



ESTA MENINA ESTÁ FICANDO IGREJA
PE. ZEZINHO
PAULINAS
(1984)
R$ 4,84





busca | avançada
49568 visitas/dia
1,2 milhão/mês