Indignação, de Philip Roth | Rafael Rodrigues | Digestivo Cultural

busca | avançada
29791 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
>>> Livro Alma Brasileira
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O Salão e a Selva
>>> Ed Catmull por Jason Calacanis
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> A massa e os especialistas juntos no mesmo patamar
>>> Entrevista com Jacques Fux, escritor e acadêmico
>>> Nuno Ramos, poesia... pois é
>>> Literatura e interatividade: os ciberpoemas
>>> O Valhalla em São Paulo
>>> Por dentro do Joost: o suco da internet com a TV
Mais Recentes
>>> Direito Romano - Vol. II de José Carlos Moreira Alves pela Forense (2003)
>>> Divinas Desventuras: Outras Histórias da Mitologia Grega de Heloisa Prieto pela Companhia das Letrinhas (2011)
>>> Le Nouveau Sans Frontières 1 - Méthode de Français de Philippe Dominique e Jacky Girardet e Michele Verdelhan e Michel Verdelhan pela Clé International (1988)
>>> Sobrevivência de Gordon Korman pela Arx Jovem (2001)
>>> Ética Geral e Profissional de José Renato Nalini pela Revista dos Tribunais (2001)
>>> Mas Não se Mata Cavalos ? de Horace McCoy pela Abril (1982)
>>> O Menino no Espelho de Fernando Sabino pela Record (2016)
>>> Labirintos do Incesto: O Relato de uma Sobrevivente de Fabiana Peereira de Andrade pela Escrituras-Lacri (2004)
>>> Mas Não se Mata Cavalos ? de Horace McCoy pela Círculo do Livro (1975)
>>> Ponte para Terabítia de Katherine Patersin pela Salamandra (2006)
>>> O Desafio da Nova Era de José M. Vegas pela Ave-Maria (1997)
>>> Casa sem Dono Encadernado de Heinrich Boll pela Círculo do Livro (1970)
>>> Trabalho a Serviço da Humanidade de Escola Internacional da Rosa Cruz Áurea pela Rosacruz (2000)
>>> Casa sem Dono Encadernado de Heinrich Boll pela Círculo do Livro (1976)
>>> Ensinando a Cuidar da Criança de Nébia Maria Almeida de Figueiredo (org.) pela Difusão (2004)
>>> Ensinando a Cuidar da Mulher, do Homem e do Recém-nascido de Nébia Maria Almeida de Figueiredo (org.) pela Difusão (2004)
>>> Luxúria Encadernado de Judith Krantz pela Círculo do Livro (1978)
>>> Fundamentos, Conceitos, Situações e Exercícios de Nébia Maria Almeida de Figueiredo (org.) pela Difusão (2004)
>>> Personality: How to Unleash your Hidden Strengths de Dr. Rob Yeung pela Pearson (2009)
>>> Um Mês Só de Domingos de John Updike pela Record (1975)
>>> Um Mês Só de Domingos Encadernado de John Updike pela Círculo do Livro (1980)
>>> Um Mês Só de Domingos Encadernado de John Updike pela Círculo do Livro (1980)
>>> Caravanas de James Michener pela Record (1976)
>>> A Terra Ainda é Jovem de J.M. Simmel pela Nova Fronteira (1981)
>>> A Terra Ainda é Jovem de J. M. Simmel pela Nova Fronteira (1981)
>>> Deus Protege os Que Amam de J.M. Simmel pela Nova Fronteira (1977)
>>> Um Ônibus do Tamanho do Mundo de J. M. Simmel pela Nova Fronteira (1976)
>>> Um Ônibus do Tamanho do Mundo de J. M. Simmel pela Nova Fronteira (1976)
>>> O Quarto das Senhoras de Jeanne Bourin pela Difel (1980)
>>> Beco sem Saída de John Wainwright pela José Olympio (1984)
>>> Casais Trocados de John Updike pela Abril (1982)
>>> O Hotel New Hampshire Encadernado de John Irving pela Círculo do Livro (1981)
>>> As Moças de Azul de Janet Dailey pela Record (1985)
>>> Amante Indócil Encadernado de Janet Dailey pela Círculo do Livro (1987)
>>> A Rebelde Apaixonada de Frank G. Slaughter pela Nova Cultural (1986)
>>> Escândalo de Médicos de Charles Knickerbocker pela Record (1970)
>>> A Turma do Meet de Annie Piagetti Muller pela Target Preview (2005)
>>> O Roteiro da Morte de Marc Avril pela Abril (1973)
>>> Luz de Esperança de Lloyd Douglas pela José Olympio (1956)
>>> Confissões de Duas Garotas de Aluguel de Linda Tracey e Julie Nelson pela Golfinho (1973)
>>> Propósitos do Acaso de Ronaldo Wrobel pela Nova Fronteira (1998)
>>> Olho Vermelho de Richard Aellen pela Record (1988)
>>> A Comédia da Paixão de Jerzy Kosinski pela Nova Fronteira (1983)
>>> Casa sem Dono Encadernado de Heinrich Böll pela Círculo do Livro (1976)
>>> Ventos sem Rumo de Belva Plain pela Record (1981)
>>> Ventos sem Rumo de Belva Plain pela Record (1981)
>>> O Caminho das Estrêlas de Christian Signol pela Círculo do Livro (1987)
>>> Longo Amanhecer de Joe Gores pela Best-seller (1988)
>>> As Damas do Crime de B. M. Gill pela Círculo do Livro (1986)
>>> Os Melhores Contos de Alexandre Herculano de Alexandre Herculano pela Círculo do Livro (1982)
COLUNAS

Terça-feira, 27/10/2009
Indignação, de Philip Roth
Rafael Rodrigues

+ de 8100 Acessos
+ 1 Comentário(s)


Philip Roth em Nova York. Crédito da foto: Corbis.

Philip Roth, considerado por muitos como o maior escritor norte-americano vivo, tem sido, ao longo de sua carreira, agraciado com os mais diversos prêmios literários ― dentre eles o Pulitzer, conquistado em 1998 pelo romance Pastoral Americana. Há anos seu nome é um dos mais especulados para vencer o Nobel de Literatura. Além disso, é o único autor americano que, em vida, teve sua obra publicada pela prestigiada editora (que se diz sem fins lucrativos) Library of America.

Com um currículo desses, Philip Roth poderia simplesmente ter parado de escrever. Ou fazer como a maioria dos escritores consagrados, que, a partir de determinado ponto de suas carreiras, parecem ter resolvido publicar trabalhos no máximo razoáveis, que em nada condizem com suas melhores obras, muitas vezes fazendo arremedos de si mesmos ― como vem acontecendo com Dalton Trevisan e Rubem Fonseca, por exemplo, e, dizem as línguas ferinas, com Gabriel García Márquez e João Ubaldo Ribeiro.

Mas não. Roth vem, do alto de seus 76 anos, publicando livros que, se não são obras-primas, ao menos correspondem às expectativas dos leitores e dos críticos. Homem Comum, por exemplo, penúltimo livro do autor publicado no Brasil, é uma obra tão impactante que ecoa na mente do leitor durante meses ― e isso pode durar anos. Nele, Philip Roth fez uso de toda a simplicidade de que foi capaz para contar a história de um homem comum, um homem irrelevante para o resto do mundo ― como é a maioria dos homens. Seu talento para executar esta novela, uma obra valorosa, foi interpretado por mim mesmo, anos atrás, como uma tentativa não tão bem-sucedida de escrever uma obra-prima. Felizmente, tenho agora a possibilidade de reconhecer minha avaliação falha e de não cometer novamente o mesmo erro com Indignação (Companhia das Letras, 2009, 176 págs.), mais recente romance de Roth publicado aqui.

A narrativa simples, linear, tradicional ― ou seja, sem floreios ou transgressões narrativas ―, além do estilo curto e grosso de Homem Comum estão presentes no novo romance. E, da mesma forma que a obra anterior não arrebata o leitor logo nas primeiras páginas, Indignação faz isso aos poucos, de maneira gradual, precisa e poderosa. Mas se em Homem Comum a velhice era motivo de ojeriza, no novo livro a juventude é que é a vilã. Marcus Messner, um jovem de dezoito anos, é o protagonista e narrador do livro. Nascido em Newark, mesma cidade onde nasceu Philip Roth, Marcus é filho de um açougueiro kosher ― isso significa que a carne vendida por ele obedece a lei judaica; vale citar a explicação de Marcus sobre a diferença entre uma carne kosher e uma carne "não kosher": "(...) para tornar o animal kosher, era necessário retirar todo o sangue. Num abatedouro não kosher, podem dar um tiro no animal, podem dar uma pancada para deixá-lo inconsciente, podem matá-lo da forma que quiserem. Mas, para ser kosher, o animal tem de morrer devido à perda de sangue.". Este trecho, mais próximo do fim do livro, dá uma maior noção a respeito da personalidade do pai de Marcus, porque mesmo depois de seu negócio perder clientes para um supermercado recém-inaugurado que vendia carne mais barata, mesmo ela não sendo kosher, ele manteve a tradição judaica, embora isso representasse uma considerável queda no rendimento do negócio.

Narrando a história de sua vida, Marcus revela também um pouco da história da família Messner e da situação política de seu tempo ― a ação do romance acontece durante o final do ano de 1950 e vai até o início de 1952, ou seja, um pouco depois do início e pouco antes do fim da Guerra da Coréia, que termina em 1953. Logo no início do livro ficamos sabendo que dois primos de Marcus morreram em combate durante a Segunda Guerra Mundial. Com a Guerra da Coréia acontecendo, Marcus tem medo de ser ele próprio recrutado e morrer como os primos. Mas medo maior tem seu pai, que, desesperado, tentando evitar que o filho tenha o mesmo destino de seus dois sobrinhos, faz justamente o contrário e o empurra, involuntariamente, para as frentes de batalha.

Durante as primeiras páginas de Indignação, tem-se a impressão de que este é um livro, acima de tudo, sobre a relação entre pai e filho ― tanto que a mãe de Marcus tem uma participação mínima na história, se comparada com a do seu pai. O tema é, sem dúvida, bastante presente, mas não chega a ser o principal. O cerne de Indignação é, na verdade, a inconsequência juvenil, a sensação que os jovens têm de que podem abraçar o mundo, a arrogância que os faz pensar que sempre têm razão e que seus pais, nascidos em "outro tempo", não sabem mais de nada, afinal, o mundo mudou, o mundo sempre muda, a toda hora.

Mas é o próprio Marcus, e não seu pai, quem sela seu destino. Estudante de direito na pequena universidade Robert Treat, localizada no centro de Newark, ele é o primeiro Messner a entrar na faculdade. Jovem batalhador, que desde cedo ajudava o pai no açougue, Marcus é o aluno perfeito, o filho (único) perfeito. Tira notas altas, é bem comportado, o orgulho dos pais. Nada mais justo que seu pai ter uma grande preocupação com o futuro do filho. Mas a preocupação é excessiva e ele passa a monitorar todos os seus passos, inclusive saindo de casa para procurá-lo quando ele não retorna no horário combinado, mesmo que o atraso seja de poucos minutos:

"(...) o que tinha enlouquecido meu pai era a preocupação de que seu adorado filho único estivesse tão despreparado para os perigos da vida quanto qualquer outra pessoa prestes a se tornar um adulto; enlouquecido ao fazer a assustadora descoberta de que um menino cresce, fica alto, supera seus pais, e que não é mais possível mantê-lo sob controle, que é necessário cedê-lo ao mundo."

Não suportando os exageros do pai, Marcus abandona a Robert Treat e ingressa na pequena e religiosa universidade de Winesburg, a oitocentos quilômetros de casa ― mesmo sendo ele um ateu convicto. O contato com seus pais agora seria apenas por telefone e, apesar do esforço necessário para mantê-lo na nova universidade ― seu pai dispensara um ajudante, forçando sua mãe a voltar a trabalhar no açougue ―, para Marcus o que importa é que ele finalmente se livrara do zelo excessivo de seu pai.

Em seu início na Winesburg, Marcus divide o quarto com mais três colegas, e tem com Bertram Flusser, o mais falastrão e o único inconveniente de todos, um desentendimento que o força a procurar outro quarto; e acaba encontrando, desta vez tendo como companheiro o silencioso e compenetrado Elwyn Ayres Jr. No começo Marcus não se incomoda com o fato de seu colega praticamente não interagir com ele, mas em pouco tempo isso passa a aborrecê-lo. Some-se a isso o fato de Elwyn ofender a garota com quem Marcus tivera um envolvimento e por quem se apaixonara e temos novamente o jovem Messner procurando outro quarto para ocupar. Desta vez consegue um vazio: o pior cômodo da universidade, não ocupado por alguém há anos.

Nesse ponto do romance entra em cena o diretor de alunos da Winesburg, Hawes D. Caudwell, que tem uma função importantíssima na obra, apesar de sua participação não ser tão longa. O diretor convoca Marcus para uma conversa, afinal, não é comum um aluno mudar-se de quarto duas vezes em poucos meses. Mas não apenas de quarto, e sim também de universidade/cidade. É quando Roth mostra um outro olhar para a história, uma outra visão que não a de Marcus. Para o protagonista, tudo o que importa são seus estudos. Ele deseja tirar as melhores notas e ser o orador da turma. Ele quer apenas fazer a faculdade e não ser convocado para a guerra. Ou, se for convocado, que ao menos seja para ocupar o posto de tenente, e não o de soldado raso (o que aconteceria se ele fosse convocado sem ter ainda terminado a graduação, ou se fosse expulso da universidade...). É por isso que ele faz o possível para se esquivar dos problemas que aparecem. Mas o que Marcus pensa ser "evitar", o diretor Caudwell entende como "fugir". Ou seja: Marcus fugiu de seu pai, fugiu de Betram Flusser e fugiu de Ewleyn Jr. Se há algo a lhe importunar, assim diz o diretor, Marcus não tenta conversar, compreender, chegar a um acordo: ele prefere sair pela porta dos fundos.

E é justamente isso que sela o destino de Marcus. Ao tentar evitar problemas, ele se embrenha ainda mais neles. E atrai outros. O que se vê, a partir daí, é um jovem frágil, inconsequente, impetuoso e cheio de ódio. Talvez Marcus estivesse apenas, enquanto livre do trabalho que fazia no açougue, se vingando de todos aqueles anos nos quais cortou carnes, lavou latões de gordura e eviscerou galinhas pela cloaca, tudo a mando e por causa do pai, tudo feito a contragosto. Interpretar a transformação de comportamento de Marcus desta maneira não a torna correta, mas ao menos a explica.

Ao fim da obra temos, em vez de um jovem inteligente, cordato, razoavelmente belo, de boa índole e com um grandioso futuro pela frente, um rapaz perdido, com sua vida comprometida por suas próprias ações e decisões. As últimas páginas do romance, assumidas por outro narrador, pois Marcus já não é capaz de prosseguir contando sua história, resumem o propósito de Indignação: mostrar ao leitor "a forma terrível e incompreensível pela qual nossas escolhas mais banais, fortuitas e até cômicas conduzem a resultados tão desproporcionais". Indignação é, tanto pela forma, quanto pelo conteúdo, um livro soberbo que, se não é uma obra-prima, chega muito perto disso.

Para ir além






Rafael Rodrigues
Feira de Santana, 27/10/2009


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Joan Brossa, inéditos em tradução de Jardel Dias Cavalcanti
02. Crítica/Cinema: entrevista com José Geraldo Couto de Jardel Dias Cavalcanti
03. Antonia, de Morena Nascimento de Elisa Andrade Buzzo
04. Depois do chover de Elisa Andrade Buzzo
05. O Enriquecer é Glorioso! de Marilia Mota Silva


Mais Rafael Rodrigues
Mais Acessadas de Rafael Rodrigues em 2009
01. Meus melhores livros de 2008 - 6/1/2009
02. Sociedade dos Poetas Mortos - 10/11/2009
03. Indignação, de Philip Roth - 27/10/2009
04. No line on the horizon, do U2 - 24/2/2009
05. Gênios e loucos - 10/2/2009


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
1/2/2010
15h37min
Acabei de ler o "Indignação". Sua resenha ficou ótima! Não teria mais nada a acrescentar. Valeu!
[Leia outros Comentários de Wellington Machado]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




ATLAS DO CORPO HUMANO VOL. II 6232
DIVERSOS
ABRIL
(2008)
R$ 10,00



A CARÍCIA ESSENCIAL: UMA PSICOLOGIA DO AFETO
ROBERTO SHINYASHIKI
GENTE
(1992)
R$ 10,00



PARA TODOS OS GAROTOS QUE JÁ AMEI
JENNY HAN
INTRINSECA
(2015)
R$ 31,77



CLARISSA
ERICO VERISSIMO
GLOBO
(1997)
R$ 4,60



LANTERNA VERDE 48 - HAL JORDAN, VIDA APÓS A TROPA
EQUIPE DC
PANINI
(2016)
R$ 8,60



OS FATOS FICTICIOS POESIA
IZACYL GUIMARAES FERREIRA
LR
(1980)
R$ 6,00



1000 PERGUNTAS DE DIREITO ADMINISTRATIVO
REIS FRIEDE
FORENSE UNIVERSITÁRIA
(2005)
R$ 17,28



O PODER DOS ANIVERSÁRIOS- ESCORPIÃO
SAFFI CRAWFORD E GERALDINE SULLIVAN
PRETÍGIO
(2005)
R$ 25,90
+ frete grátis



DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO ENDÓGENO DE PEQUENOS ESTADOS INSULARES
ALBERTINO FRANCISCO
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 524,00



HISTÓRIA DO DEPARTAMENTO DE VOLUNTÁRIOS
HOSPITAL ALBERT EINSTEIN
NARRATIVA UM
(2004)
R$ 14,00





busca | avançada
29791 visitas/dia
1,1 milhão/mês