Sociedade dos Poetas Mortos | Rafael Rodrigues | Digestivo Cultural

busca | avançada
75735 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Oficina de Objetos de Cena nas redes do Sesc 24 de Maio
>>> Lançamento: livro “A Cultura nos Livros Didáticos”, de Lara Marin
>>> Exposição coletiva 'Encorpadas - Grandes, largos, políticos: corpos gordos'
>>> Clássicos da Literatura Unesp ganha mais cinco títulos
>>> Bertolt Brecht inspira ÉPICO
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
>>> A Velhice
>>> Casa, poemas de Mário Alex Rosa
>>> Doutor Eugênio (1949-2020)
Colunistas
Últimos Posts
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
Últimos Posts
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
>>> A Ceia de Natal de Os Doidivanas
>>> Drag Queen Natasha Sahar interpreta Albertina
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Comum como uma tela perfeita
>>> Revista Meio Digital
>>> Do jornalismo como performance
>>> A Nova Revista da Cultura
>>> Aos nossos olhos (e aos de Ernesto)
>>> A Teoria Hipodérmica da Mídia
>>> Os prédios mais feios de SP
>>> Fup, de Jim Dodge
>>> Harry Potter e eu
>>> Jornalismo literário: a arte do fato?
Mais Recentes
>>> Coleção Abril Cultural Mestres da Pintura - Caravaggio de Editora Abril pela Abril (1977)
>>> Volta ao mundo em 13 escolas: sinais do futuro no presente de André Gravatá; Camila Piza; Carla Mayumi; Eduardo Shimahara pela Fundação Telefonica (2013)
>>> Tensões na educação de Florestan Fernandes pela Sarahletras (1995)
>>> Empreendedorismo criativo de Mariana Castro pela Portfolio Penguin (2014)
>>> Políticas públicas e agricultura no Brasil de Sérgio Leite (organizador) pela UFRGS (2009)
>>> Contos Húngaros de Apresentação Paulo Rónai pela Biblioteca Universal Popular (1964)
>>> Coleção Abril Cultural Mestres da Pintura - Brueghel* de Editora Abril pela Abril (1977)
>>> Gramática da língua portuguesa para concursos, vestibulares, ENEM, colégios técnicos e militares de Nílson Teixeira de Almeida pela Saraiva (2009)
>>> Administração nos novos tempos de Idalberto Chiavenato pela Campus (1999)
>>> Ensino de empreendedorismo no Brasil de Rose Mary Almeida Lopes pela Alta Books (2017)
>>> Desperte o empreendedor que há em você de Michael E. Gerber pela M. Books (2010)
>>> Coleção Abril Cultural Mestres da Pintura - Botticelli de Editora Abril pela Abril (1977)
>>> Empreendedorismo e educação empreendedora de José J. Previdelli (organizador); Vilma Meurer Sela (organizadora) pela Unicorpore (2006)
>>> Roleplaying game e a pedagogia da imaginação no Brasil de Sonia Rodrigues pela Bertrand (2004)
>>> Coleção Abril Cultural Mestres da Pintura - Bosch de Editora Abril pela Abril (1977)
>>> The strategy concept: a pragmatic approach de Arnoldo C. Hax; Nicolas S. Majluf pela Prentice Hall (1996)
>>> Análise sintática aplicada de Luiz Cadore pela AGE (2013)
>>> Chagall de François Le Targat pela Livro Técnico SA
>>> Crianças como você: um extraordinário mergulho na vida de crianças do mundo todo de Agop Kayayan pela Ática (2002)
>>> Crianças como você: um extraordinário mergulho na vida de crianças do mundo todo de Agop Kayayan pela Ática (2002)
>>> Enfermagem atual: o X da questão de Francisco Costa pela Revic (2003)
>>> AVES DO BRASIL de AUGUSTO RUSCHI pela VILA RICA (1991)
>>> Atlas dos Estilos Artisticos de R. Fradera Veiga pela Ediciones Jover SA
>>> À MÃO LIVRE - VOL 1 de PHILIP HALLAWELL pela MELHORAMENTOS (1994)
>>> A Arte do Séc XX de Rosemary Lambert pela Circulo do Livro S A
>>> Logística empresarial: o processo de intregração da cadeia de suprimento de Donald J. Bowersox; David J. Closs pela Atlas (2001)
>>> A Arte do Séc XIX de Donald Reynolds pela Circulo do Livro S A
>>> Essentials of strategic management: The quest for competitive advantage de John E. Gamble; Margaret A. Peteraf; Arthur A. Thompson Jr. pela McGrawHill (2015)
>>> Educação a distância: o estado da arte de Fredric M. Litto; Marcos Formiga pela ABED; SEBRAE (2009)
>>> Cidade dos Espíritos (Os Filhos da Luz - Volume 1) de Ângelo Inácio pela Casa dos Espíritos (2013)
>>> Selected Letters And Poems de John Keats pela Chatto and Windus (1955)
>>> Vive La Différence - O Conflito dos Sexos de Anthony Walsh & Grace J. Walsh pela Objetiva (1995)
>>> Biblioteca de Arte - Os Impressionistas - Gaugin de Editora Três pela Três (1973)
>>> Biblioteca de Arte - Os Impressionistas - Degas de Editora Três pela Três (1973)
>>> The Princess and the Pea de Christian Andersen pela Ladybird
>>> Biblioteca de Arte - Os Impressionistas - Cézanne de Editora Três pela Três (1973)
>>> The Ugly Duckling de Christian Andersen pela Ladybird
>>> Grandma’s Photos de Carol MacLennan pela Oxford (2004)
>>> The Red Kite de Carol MacLennan pela Oxford (2004)
>>> The Zoothtooth Story de Steve Kitchens pela Do Autor (1992)
>>> Doctor, Doctor de Mary Rose pela Oxford (2005)
>>> Annie and the Map de Setsuko Toyama pela Oxford (2001)
>>> Do Poder de Polícia na Criminalidade de Mario Portugal;Fernandes Pinheiro pela Cátedra (1980)
>>> Dicionário do Escritor Goiano de José Mendonça Teles pela Ube / Kelpes
>>> Aldous Huxley de O Macaco e a Essência pela Globo (1984)
>>> Por Aqui Passou Francisco, 350km Entre Alverne, Gubbio, Assis e Rieti de Angela Maria Seracchioli pela Martins Fontes (2016)
>>> Ficções de um Gabinete Ocidental, Ensaios de História e Literatura de Marco Lucchesi pela Civilização Brasileira (2009)
>>> Pertencendo ao Universo de Fritjof Capra pela Cultrix (2004)
>>> Bumerangue, Uma Viagem pela Economia do Novo Terceiro Mundo de Michael Lewis pela Sextante (2011)
>>> História da Filosofia de Umberto Padovani e Luís Castagnola pela Melhoramentos (1995)
COLUNAS

Terça-feira, 10/11/2009
Sociedade dos Poetas Mortos
Rafael Rodrigues

+ de 11100 Acessos
+ 5 Comentário(s)

É impossível lembrar agora quando assisti ao filme Sociedade dos Poetas Mortos pela primeira vez. A única coisa que posso afirmar com certeza é que gostei tanto do que vi que tempos depois estava com VHS em mãos. Muito provavelmente uma daquelas promoções nas quais você comprava a revista e ganhava a fita de algum filme famoso. Lembro que a Caras fazia muito isso, talvez para dar ao menos uma coisa que prestasse ao leitor, já que o conteúdo da revista não vale nada. Mas pode também ter sido a Veja, ou ainda a Istoé. Esse tipo de promoção ainda existe hoje, mas antigamente era mais comum, me parece. Enfim.

É muito provável que tenha assistido ao filme pela primeira vez no colégio. Lembro que uma professora nossa de literatura usou uma de suas aulas para passá-lo em sala. Não descarto a possibilidade de tê-lo assistido antes dos meus colegas, mas, como dito no início, não posso garantir.

Protagonizado por Robin Williams, Sociedade dos Poetas Mortos ― felizmente traduzido fielmente do inglês Dead Poets Society, um título portentoso ― é um dos melhores filmes que vi até hoje. A história, para quem não conhece, é centrada num grupo de estudantes do tradicional e rígido colégio Welton ― que, detalhe, é apenas para garotos.

Mais um ano do Welton está se iniciando e tudo seria como no ano anterior, não fosse por uma razão: um novo professor de inglês, John Keating, que também estudou no Welton e depois foi morar em Londres, onde lecionava até então. Interpretado magistralmente por Robin Williams, Keating se mostra um mestre nada tradicional. Suas aulas são provocantes e seus métodos de ensino deixam os alunos desconcertados, um tanto assustados com aquele professor diferente de todos os que eles tiveram e têm.

Passado o susto, os alunos começam a entender o estilo de Keating, e também a perceber qual é o propósito dele: fazer com que os jovens não se prendam aos dogmas tanto do colégio quanto da sociedade, que não sejam quem seus pais e professores querem, mas que lutem pelo que eles realmente desejam fazer. Uma frase dita por Keating em sala, "Carpe diem" ("aproveite o dia"), se torna o lema dos alunos e passa a ser seguido por todos eles ― "mesmo que isso me mate", chega a dizer um dos personagens.

Citando Shakespeare, Byron, imitando Marlon Brando e John Wayne, dizendo que a linguagem foi inventada não para se comunicar, mas para conquistar mulheres, John Keating cai nas graças da turma e passa a ser um exemplo e uma inspiração para o seleto grupo de jovens interpretado por atores que viriam a se destacar no cinema e em séries de TV futuramente, como Ethan Hawke (Dia de treinamento, entre outros) e Robert Sean Leonard (que hoje é um dos atores da série House). Cito estes dois não apenas por serem quem hoje são, mas principalmente pela importância de seus papéis. O personagem interpretado por Hawke, Todd Anderson, é muito retraído, tímido, faz o que pode para não ser notado. Seu irmão foi um dos melhores alunos da Welton, e tanto seus pais quanto os diretores da escola esperam muito dele. Neil Perry, personagem de Sean Leonard, é um jovem extrovertido e influente perante os colegas, mas impotente diante do pai, que é autoritário e repressor. Talvez por eu me identificar muito com ambos, talvez por suas interpretações terem sido as melhores, sempre tive um apreço maior por esses dois personagens. Digo "sempre" porque, desde quando vi Sociedade dos Poetas Mortos pela primeira vez, assisti ao filme pelo menos mais duas vezes, ainda em VHS. Depois que os aparelhos de DVDs tomaram o lugar dos videocassetes, não pude mais assisti-lo.

Felizmente, várias produções antigas têm sido relançadas em DVD. E quando recentemente vi o SPM numa prateleira de loja por um preço irrisório ― ainda mais se você for comparar o valor com a qualidade do filme ―, não pensei duas vezes antes de comprá-lo.

Recentemente, cerca de 15 dias depois te tê-lo adquirido, pude enfim assisti-lo novamente. E foi como se o estivesse vendo pela primeira vez. O tempo não fez diminuir o impacto, muito pelo contrário: por mais que eu me lembrasse de várias cenas e até mesmo diálogos, tudo era novidade, com o bônus de que, agora, muitas das ações e falas parecem ter ficado mais claras para mim. Principalmente no que se refere às referências literárias, já que vários poetas são citados durante todo o filme ― o mais citado é Walt Whitman, que, decididamente, preciso ler de verdade, não apenas alguns poemas, o mais rápido possível.

No que se refere aos aspectos "técnicos" do filme, digamos assim, é interessante ver como aquele grupo de jovens atores ― foi o terceiro filme de Ethan Hawke, por exemplo, de acordo com o IMDB ― conseguiu realizar uma obra tão forte e madura. Principalmente se formos observar o currículo do roteirista, Tom Schulman. Sociedade dos Poetas Mortos é, com certeza absoluta, o melhor trabalho que ele já fez ― e é muito provável que jamais conseguirá fazer algo parecido (tanto que, com ele, ganhou o Oscar de Melhor Roteiro, em 1989). Parece ter sido um lampejo de genialidade, algo semelhante ao que acontece com grupos musicais que têm seus quinze minutos de fama com uma música que se torna um sucesso retumbante e que em seguida cai no ostracismo.

Em contrapartida, o filme foi dirigido pelo experiente Peter Weir, bastante elogiado pelos atores nos extras do DVD. Outra produção de bastante sucesso dirigida por Weir é O show de Truman, de 1998, protagonizado por Jim Carrey. Para quem assistiu a este filme, percebe-se que ele é do tipo de diretor que consegue tirar o máximo dos atores com quem trabalha. A atuação de Carrey em O show de Truman é magnífica, e, não fosse o preconceito que a Academia tem em relação a ele, certamente seria no mínimo indicado ao Oscar de Melhor Ator daquele ano.

A sensação que fica, depois desta que deve ser a quarta vez que assisto a Sociedade dos Poetas Mortos, é a de que o filme não se esgota. Parece que sempre há algo novo a descobrir, um detalhe que passou despercebido, uma ironia não captada, um verso não compreendido. O filme não é apenas sobre a juventude e suas contradições. Não é apenas uma fábula sobre mestres e alunos. É também um filme sobre a relação entre pais e filhos.

Pelos momentos sublimes ― como a última cena, uma das mais emocionantes da história do cinema ― e por tudo o que representa ― tanto para as carreiras dos envolvidos no filme quanto para quem o assiste ―, Sociedade dos Poetas Mortos é uma obra-prima indiscutível. Geralmente exibido em salas de aula por professores que sonham que seus alunos sejam cidadãos críticos e independentes sem deixar de lado a responsabilidade e o bom senso que todos devemos ter, o filme deveria ser visto por todos os pais deste mundo. Se isso acontecesse, muitas famílias seriam bem mais felizes.


Rafael Rodrigues
Feira de Santana, 10/11/2009


Mais Rafael Rodrigues
Mais Acessadas de Rafael Rodrigues em 2009
01. Meus melhores livros de 2008 - 6/1/2009
02. Sociedade dos Poetas Mortos - 10/11/2009
03. Indignação, de Philip Roth - 27/10/2009
04. No line on the horizon, do U2 - 24/2/2009
05. A resistência, de Ernesto Sabato - 15/9/2009


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
10/11/2009
11h09min
SPM é um filme que também não canso de assistir. Está na minha prateleira de DVDs para situações de reciclagem de valores. Sim, podemos encontrar princípios e valores que poucos filmes contêm. Só de lembrar da última cena eu me arrepio inteira. E ele nos faz lembrar que os grandes mestres, as pessoas que realmente fazem a diferença, como o professor Keating, são sempre colocadas de lado pela sociedade - que possui valores um tanto questionáveis... Um filme para ver e rever mil vezes, caso seja necessário.
[Leia outros Comentários de Taís Kerche]
10/11/2009
13h02min
Sou professor, estou procurando emprego, e tudo que me dizem é: "procure um político", no caso das públicas; nas privadas, "sem contato, não vá". Como eu posso ser um professor assim, que vou pregar a democracia, a liberdade, a autoestima? Não dá, cara, o sistema é matar ou morrer. E olha que tenho dois cursos, artigos publicados, especialização, vou publicar um livro, e ninguém dá a mínima para o meu currículo. Preciso me prostituir, ou procurar um político ou ter alguém que me indique. Onde fica o mérito? O esforço pessoal? A realidade é bem mais crua que o cinema e as letras...
[Leia outros Comentários de Ronaldo Magella]
16/11/2009
11h47min
A preocupação do leitor Ronaldo Magella é pertinente, mas foge do tema. "Sociedade dos Poetas Mortos" não foi feito para mudar os modelos de contratação, nem os de ensino. A linguagem serve para conquistar mulheres. Vale a metáfora. A realidade é uma coisa e poesia, justamente por isso, é outra. Nossa ambiguidade criou os dois universos - não acho que para uni-los e sim para serem complementares.
[Leia outros Comentários de Rodrigo Brandão]
16/11/2009
13h27min
"Sociedade dos Poetas Mortos", um clássico definitivo! Mas Rafael, meu rei, me diga aí, tu és baiano mesmo? Pois eu me amarrei nessa sua malemolência textual, nesse modo slow-motion de narrar suas impressões... Abração!
[Leia outros Comentários de André Henriques]
16/11/2009
13h56min
Ao contrário do autor, lembro-me exatamente da primeira vez em que assisti a SPM. Foi no antigo Cinema Veneza, no Rio de Janeiro, na companhia de dois bons amigos. O filme foi de tal forma impactante para mim (eu estudara no São Bento, colégio tradicional e só para meninos aqui no Rio, onde fui duramente discriminado por minha sensibilidade mais aflorada), que chorei por 20 minutos ainda depois de sair da sala de cinema. E realmente não sei qual a magia presente na última cena do filme, que, toda vez que lembrava da cena, chorava novamente. E, assim como a Taís Kerche, até hoje a simples menção ao bordão "Oh Captain, My Captain" me dá arrepios. SPM não só encabeça minha lista dos Top 10 até hoje, como acho difícil algum filme superá-lo em conteúdo emocional, no meu caso específico. E, meu caro Ronaldo Magella, eu também fui professor. Como não consegui ser um Keating, desisti e fui ser Funcionário Público.
[Leia outros Comentários de Paulo Mauad]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O RESTAURANTE DO FIM DO UNIVERSO 3162
DOUGLAS ADAMS
BRASILIENSE
(1987)
R$ 10,00



CÁLCULO MATEMÁTICA PARA TODOS 53- A ADMIRÁVEL ARITMÉTICA DO RELÓGIO E
VÁRIOS AUTORES - REVISTA
SEGMENTO
(2015)
R$ 10,00



FOGO MORTO
JOSÉ LINS DO REGO
CIRCULO DO LIVRO
(1987)
R$ 10,00



PRECIFICAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO HEDÔNICA
LUIZ PAULO LOPES FÁVERO
SAINT PAUL
(2006)
R$ 10,00



A NOVA GEOGRAFIA ESTUDOS DE GEOGRAFIA DO BRASIL
DEMÉTRIO MAGNOLI REGINA ARAUJO
MODERNA
(1996)
R$ 10,00



DOMANDO SUA FERINHA
DR. CHRISTOPHER GREEN
FUNDAMENTO
(2003)
R$ 10,00



UN COUPLE POUR L HIVER
JACQUES LASSALLE
PIERRE JEAN OSWALD
(1974)
R$ 10,00



AS RELAÇÕES COLETIVAS DE TRABALHO NA AMÉRICA LATINA - 8644
EFRÉN CÓRDOVA
LTR
(1985)
R$ 10,00



DESASTRES NATURAIS 8
ROSANGELA DO AMARAL
GOVERNO DO ESTADO RJ
R$ 10,00



REUNIÃO DE TALENTOS CRIANDO A EMPRESA BASEADA NO MERCADO
VICENT P BARABBA
ROCCO
(1999)
R$ 10,00





busca | avançada
75735 visitas/dia
2,4 milhões/mês