Sujando os dedos de graxa | Rafael Lima | Digestivo Cultural

busca | avançada
50039 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Terça-feira, 27/11/2001
Sujando os dedos de graxa
Rafael Lima

+ de 4600 Acessos
+ 5 Comentário(s)



Para alguém formado em engenharia mecânica, tenho um defeito sério: não gosto de graxa. O que era uma leve suspeita se confirmou quando eu vi trocarem a graxa de um destorcedor. Não vou nem me dar ao trabalho de explicar aqui o que é um destorcedor, basta dizer que é uma peça de partes metálicas rotativas, e como tal, precisa de lubrificação. Ver aquela gosma escura e viscosa sendo lentamente expulsa pelo furinho da graxeira foi uma experiência definitiva. Encerrei ali um ciclo que provavelmente teve início quando resolvi minha primeira integral dupla, e prosseguiu preenchendo pouco a pouco minha cabeça com representações pictóricas e estilizadas, enquanto deixava os dedos cada vez mais distantes de uma hipotética graxa.

Perdi a conta das queixas grupais que ouvi no período universitário do curso ser excessivamente teórico. Calculava-se o rendimento energético de turbinas sem nunca ter visto as pás de uma; melhorava-se a eficiência de Ciclos Otto, sem ao menos ter visto o motor do próprio carro. Ouvia-se a eterna cantilena repetida pelos professores de que "técnicos nunca vão chegar ao nível de engenheiros porque não projetam", mas aquele sentimento de que alguma coisa estava sendo perdida permanecia. É claro que alguns estudantes, os mais apaixonados, faziam das tripas coração para reverter aquela situação, roubando ao sono e ao estudo horas gastas na curiosidade de desmontar um carburador, mas não conheci nenhum que tivesse chegado a sujar os dedos de graxa o suficiente para acumular algum conhecimento empírico.

Apenas anos depois eu viria a entender do que se sentia falta, e por que. Era um problema secular, muito maior do que uma simples crítica ao sistema educacional poderia supor. Historicamente, o estudo do comportamento dos materiais sempre foi campo de engenheiros e artesãos, não de filósofos e cientistas, que ao reduzirem a matéria a conceitos como massa, na Física, ou átomo, na Química, tiveram conseqüências indesejáveis, como anotou o metalúrgico e expert na história de materiais Cyril Stanley Smith:

"... a sensitividade à maravilhosa diversidade de materiais reais se perdeu, inicialmente porque pensamento filosófico menosprezou os sentidos, depois, porque... a nova ciência podia lidar apenas com uma coisa de cada vez. Era atomística, ou, pelo menos, simplista, na sua essência."

Manuel De Landa, no ensaio Variabilidade e Uniformidade, afirma que à medida que os significados da especulação metafísica ocuparam o lugar dos significados físicos originais da matéria, os últimos se perderam, "e a variabilidade e a complexidade dos materiais reais foi substituída pelo comportamento uniforme de uma matéria simplificada filosoficamente, sobre a qual podia-se especular apenas simbolicamente". Centenas de anos dessa troca de postos culminaram, entre outras coisas, num "intenso processo de uniformização e homogeneização na composição química e na estrutura física do aço e outros metais industriais. (...) Mas essa homogeneização também afetou os engenheiros que projetavam estruturas utilizando esses materiais disciplinados." Ou, nas palavras de James E. Gordon:

"... Processos de fabricação podem ser quebrados em vários estágios diferentes, requerendo um mínimo de habilidade ou inteligência... o projeto de muitos componentes, tal como engrenagens, pode ser reduzido a uma rotina encontrável em manuais." (o grifo é meu)

Ou seja, em última análise, aquela falta de contato, táctil, cotidiano, com equipamentos e materiais, que me causava insatisfação e era menosprezada em certos altos escalões acadêmicos, aquela ausência de uma "consciência sensorial" que me trazia desconforto tinha origem nas mais antigas concepções filosóficas da matéria. Afinal, engenharia não era a ciência de engenhar, de conceber soluções para os problemas? Essa minha sensação de algo errado chegava ao cúmulo em Projetos de Máquina II, ao dimensionar um redutor de velocidade completo em quando o mais perto que tinha chegado da fabricação de uma engrenagem tinha sido cortar um único de seus dentes na plaina, ou projetar uma cremalheira, equipamento cuja existência ignorava até o início da aula. A graxa e os dedos pareciam irremediavelmente separados.

Com o tempo, o ânimo criativo arrefeceu, perdi o senso lúdico em mexer com ferramentas, e aquele antigo desejo de fazer robôs ficou esquecido em um canto da memória. Passar em frente à uma loja de ferragens já nem tinha aquele efeito de imã mostrado no décimo quarto capítulo do livro O Princípio Dilbert, fundamental para se entender essa turma formada em ciências exatas. O homo faber interior cada vez menos se manifestava. Até que um dia alguém me fala num programa de televisão do Discovery Channel - o não era obrigatoriamente sinal de boa notícia; metade dos documentários só são interessantes para nerds e professores de Trocadores de Calor II. Partia de uma premissa simples: dois times, com cinco pessoas cada, tinham 10 horas para construir um determinado equipamento com as ferramentas comuns de uma oficina - solda, maçarico, torno mecânico - tendo por matéria prima tudo que pudessem garimpar num imenso ferro velho. A Guerra do Ferro Velho (JunkYard Wars).

Avaliar o programa em termos meramente televisivos já é enxergar um bom produto. A montagem é ágil o suficiente para transformar horas de ralação em oficina numa empolgante disputa contra o tempo, comentada em tempo real, como num jogo de futebol, por um "especialista imparcial". Apesar de sofrerem da síndrome de VJ metido a engraçadinho, o tempo de exposição dos apresentadores é reduzido; limitam-se a avisar quanto tempo falta, servir de interlocutores para o comentarista e, mais interessante: explicar, às vezes em off, sem causar interferências, o que se passa na cabeça dos construtores, quais princípios físicos estão sendo aplicados - sem usar os nomes dos teoremas. Mesmo quando o dedo da produção aparece, ao criar nomes-de-guerra (Artemaníacos, Irmãos Long, Velhotes Enferrujados) e vestir com uniformes os times, ou ao plantar equipamentos necessários - não era muita coincidência encontrarem 3 compressores em bom estado num ferro velho só? - para o bom desempenho das equipes, o ridículo e o fake é compensado pela beleza de ver aquele monte de lixo funcionando. Mas o grande barato mesmo é ver os inventores em ação.

Em geral é um veterano com vasta experiência de campo, o convidado a liderar a equipe, quem delineia o projeto básico do dispositivo, que pode ser uma catapulta, um mecanismo de respiração para mergulho (pulmão artificial), um foguete - até um hovercraft eu já vi sair dali. Dois, para ser mais exato: um de cada time. Diagramas animados tomam conta da tela e explicam os princípios empregados por cada time para o telespectador. Salta aos olhos a capacidade de síntese, a simplicidade da concepção nesse momento. A catapulta que certo grupo projetou soava rudimentar quando comparada ao canhão de ar comprimido com compressor acionado por 2 bicicletas do outro grupo, mas foi capaz de atirar as abóboras-projéteis com igual ou maior precisão. Por que usar dois motores num hovercraft se um é suficiente para criar o colchão de ar necessário para erguê-lo do chão e impulsioná-lo para frente? Por que criar uma peça nova, gastando horas de usinagem no torno quando basta desmontar aquela sucata ali do canto, para pegar a pecinha que se presta exatamente? Porque pensar na aerodinâmica de um foguete se o formato cônico garante obrigatoriamente sua estabilidade na subida? Sobretudo, porque tentar inventar um dispositivo para controle de fluxo, quando é muito mais fácil encontrar uma válvula velha no lixão?

Durante a colheita da sucata, fica evidente como as decisões fundamentais simplificam o resultado final: genialidade. A facilidade de encontrar o que se precisa, e de não utilizar cinco peças para construir o que se pode fazer com três. Ou: como fazer um hovercraft a partir de uma plataforma de isopor, um compressor, uma lona de barraca e um duto de ventilação - e muito arame. A montagem dos equipamentos, merecidamente, ocupa a maior parte do programa, porque é onde se vê o engenho humano em total ação: azeite pode ser utilizado como um razoável lubrificante. Como esculpir uma ogiva para o foguete no bloco de isopor daria muito trabalho, a solução foi espetá-lo na broca de uma furadeira, transformando-a, assim, num tipo de torno rudimentar, perfeito para modelar sólidos de revolução. Basta aumentar o tamanho do braço da alavanca para que o esforço de bombear o ar dos primitivos equipamentos de mergulho se reduza. Como pequeninos cuidados com os detalhes aumentam a estabilidade, isolamento elétrico ou o rendimento. São engenheiros, técnicos, arquitetos, gente de prática e intimidade com máquinas, habituada a sujar o dedo de graxa, fazendo sair leite de pedra a partir da meia dúzia de fenômenos quase cotidianos.

A Guerra do Ferro Velho, ao mostrar os inventores absolutamente envolvidos na tarefa de construir artefatos praticamente do nada - afinal ali tudo é uma questão de tempo (como a eterna luta pela sobrevivência) - ao mostrar o que a criatividade corretamente direcionada, a imaginação com foco e a teoria legitimada pela prática são capazes de fazer, reacende a chama da paixão inventiva em qualquer um que já tenha achado seus brinquedos simples demais em algum momento da infância. A mim, me ajudou a lembrar por que mesmo eu tinha ido fazer engenharia mecânica (eu quase tinha esquecido). Quem sabe eu até volte a sujar os dedos de graxa...

Para ir além:
A Guerra do Ferro Velho: quintas-feiras, 19h00 e 24h00 no Discovery Channel
Uniformity & Variability - Manuel De Landa
O Princípio Dilbert - Scott Adams, Ediouro, 1997


Rafael Lima
Rio de Janeiro, 27/11/2001


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Sobre o Oscar Social de Vicente Escudero
02. Digestivo empreendedor de Rafael Fernandes


Mais Rafael Lima
Mais Acessadas de Rafael Lima em 2001
01. Charge, Cartum e Caricatura - 23/10/2001
02. A diferença entre baixa cultura e alta cultura - 24/7/2001
03. Sobre o ato de fumar - 7/5/2001
04. Um álbum que eu queria ter feito - 6/11/2001
05. Vendem-se explicações do Planeta dos Macacos - 4/9/2001


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
27/11/2001
15h20min
Essas suas viagens equivalem a sujar a mão de graxa. Certo? Engenharia no caso é a vida! ps
[Leia outros Comentários de pedro servio]
29/11/2001
15h36min
Pára de monopolizar a seção de comentários, Pedro! Você já é leitor teste, ainda fica tirando a vez dos outros!
[Leia outros Comentários de Rafael Lima]
30/11/2001
09h47min
Rafael, Quando li o texto tive a mesma percepção que o Pedro. Porém, como nós já tínhamos chamado sua atenção para a "vida prática" no seu artigo anterior, resolvi não falar nada, pra vc não pensar que era "complô"! Porém, vc me provocou, com sua resposta a ele...Então, resolvi escrever, prá "apoiá-lo"... :o) Abraços, Ana.
[Leia outros Comentários de Ana Veras]
3/12/2001
16h07min
Ana,
Pode deixar que eu não vou pensar que é complô. As únicas duas pessoas que lêem minhas colunas, com as mesmas opiniões, e-mails do mesmo provedor gratuito... definitivamente isso não é complô. Talvez seja alguém de olho em mim. A minha vingança é que o FBI está filtrando tim-tim por tim-tim o que vocês escrevem com aqueles Carnivore, hahahaha...
[Leia outros Comentários de Rafael Lima]
3/12/2001
16h25min
Rafael, A sua imaginação já está de novo tomando conta de vc. Sugiro que vc pare agora mesmo de ler e escrever e vá lá fora, ver a tarde quente e tomar um sorvete de limão!!! :o)) Abraços, Ana.
[Leia outros Comentários de Ana Veras]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




TEXTOS VOLUME III
KARL MARX E FRIEDRICH ENGELS
EDIÇÕES SOCIAIS
R$ 10,00



ECOS DO AMANHÃ
SÉRGIO SÁ

(2005)
R$ 14,00



O LIVRO DOS MANUAIS
PAULO COELHO
DO AUTOR
(2008)
R$ 4,00



TRAGWERKE 1 3 AUFLAGE
KRATZIG; WITTEK
SPRINGER LEHRBUCH
(1995)
R$ 80,00



TODA POESIA
PAULO LEMINSKI
COMPANHIA DAS LETRAS
(2013)
R$ 27,00



JUCA MULATO
MENOTTI DEL PICCHIA
CULTRIX
(1978)
R$ 11,60



ESCRAVIDÃO E LIBERDADE TEMAS, PROBLEMAS E PERSPECTIVAS DE ANÁLISE
REGINA CÉLIA LIMA XAVIER
ALAMEDA EDITORIAL
(2012)
R$ 74,00



EIGHTY DAYS BLUE
VINA JACKSON
ORION PUBLISHING CO
(2012)
R$ 27,28



EN BUSCA DE LA UTOPIA
DAVID TYACK / LARRY CUBAN
CFE
(1995)
R$ 4,20



MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS
MARCO ANTÔNIO DE ALMEIDA
OBJETIVO
R$ 4,00





busca | avançada
50039 visitas/dia
1,2 milhão/mês