Tempo vida poesia 3/5 | Elisa Andrade Buzzo | Digestivo Cultural

busca | avançada
71230 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Quinta-feira, 9/9/2010
Tempo vida poesia 3/5
Elisa Andrade Buzzo

+ de 3500 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Todo es húmedo acá y en el camino
El paisaje se transforma. (Laura Lobov)

One-two-three-four Uno-do'-tres-cuatro Tiro as cebolas do hambúrguer e observo a incrível habilidade que os garçons têm de paquerar e servir ao mesmo tempo. I know you want me you know I want cha I know you want me you know I want cha Pitbull toca nas alturas e o som sobe direto para as finas janelas de madeira dos quartos, transformando cada um dos cubículos numa danceteria em potencial. O saguão é um entra e sai de gringos validando seu cartão na porta interna, sob o olhar atento dos seguranças engravatados. Passam das 22h e o som é inacreditavelmente ensurdecedor para uma noite de sono; para uma noite de qualquer outra coisa, talvez não. Instalado num edifício antigo e baixo a alguns passos do Zócalo, ou Plaza de la Constituición, o Hostel Catedral tem uma interessante estrutura, com lanchonete e recepção no térreo e, como num fosso que se dirige para cima, sobem os quartos com plantas suspensas à la Jardins da Babilônia. E sobe de tudo, das gargalhadas juvenis ao vozerio estridente do tiozão americano bêbado. Às 7h, as colheradas retiradas de um grande pote com alças entoam nas tigelas de plástico um ritmo matinal. Anteontem morango, ontem pêssego, hoje pêssego, amanhã morango. Srulup! Não há tempo a perder na Cidade do México, por isso os festivalentos dormem tarde, mas acordam cedo para sua ração diária de iogurte, pão, feijão e omelete.

A dinâmica é a de uma cidade grande, muito grande, mas não da mesma forma que São Paulo. A comparação com nossas próprias referências é inevitável, ainda mais se tratando das maiores cidades da América Latina. Grande e caótica como São Paulo, sim, mas à sua maneira de capital federal, mais espalhada e sem o nosso contínuo arranha-céu cinzento. O que faz muita diferença. Sentir-se engolfado pelo Zócalo, a bandeira mexicana ao centro borbulhando em rajadas de vento, contornada pela catedral e pela sede do governo, sem esquecer seu marco primevo, o Templo Maior, é como se fosse possível ter a Praça da Sé e o Palácio do Planalto unidos naturalmente em europeia arquitetura. Mas em História se sabe que nada se constrói com o que não existe, embora a imaginação busque algo para comparar, para compreender outros mundos a partir de seu próprio umbigo macilento, de sua língua interpretar os sabores das frutas exóticas.

Que nada irrumpa tan excelso instante, que nada evite
el contacto de la gasa sobre el cuerpo. (Rocío Cerón)

Os flanes que vejo pelas vitrines das pastelarias são tão coloridos quanto a tradição mexicana: pedaços de gelatinas azul, verde, vermelho, rosa, amarelo imersos numa base bege. Como o Dia dos Mortos se aproxima, elas também anunciam "el mejor pan del muerto" das redondezas, com caveiras sorridentes de chapéu de palha ornado com flores como garotas-propaganda. No calor de quase trinta graus, as guardas de trânsito estão impecáveis em seus fardões azuis e maquiagem carregada, as mãos de luvas brancas e o apito frenético puxando o tráfego. Elas estão nos principais cruzamentos que levam ao Centro Histórico, frágeis e fortes como a poesia. E dividem espaço com os siloneros ― homens e mulheres fardados que, ao rodar a manivela de uma caixa de música, inebriam o ar com seu doce som metalizado em troca de moedas. Saímos do centro em direção ao badalado bairro Colonia Roma, respirando a cafés, galerias e árvores centenárias. Reencontro María Eugenia e Javier na livraria da Casa Lamm, chique reduto intelectualizado, e vamos à derradeira leitura para apresentar nossos livros, desta vez na Casa del Poeta. Lá havia marcado o reencontro com o poeta mexicano Rodrigo Flores, que eu conhecera em festivais paulistanos, e fazia questão de que ele, autor da apresentação do Noticias de ninguna parte, lesse a versão em castelhano de meus textos. Assim, instalados na mesa, um outro público ansioso pela expectativa do que virá, ele me aponta, "Este":

Confabulando ferozmente lo que diría, atento a las sílabas que aletean y que envío en un mover de labios, tú, como un animal latente, también presientes mis movimientos, paseas a mi alrededor roncando en voz baja, que língua sonífera é essa, palavreado de amantes em que até o pior poema é ouro precioso, a sonoridade doce, língua ligeira em movimentos fluidos, puedo verlo con una hechicería en la bola de cristal donde, borrosos, nos palpamos largamente, ovillados, en juego sordomudo, en ninguna parte, enmarañados en los hilos de sudor de la noche, nos mantenemos bravamente, flechada em meus ouvidos, soco desferido em cheio no peito, metaforizar o castelhano, essa língua sibilina e rotunda, seria tirar seu encanto como de um sacrificado se arranca o coração? a essência se mantém interina, é certo, mas ela nos roça, sobrepõe-se como beleza iminente, y, al contacto del enchufe, a altas horas, somos reiniciados ― robots que regresan a su vida de vieja hojalata.

Além de poeta, Rodrigo é editor, mas está cansado do processo de edição, brinca no seu jeito cativante de falar rindo consigo mesmo e para os outros, quando toco no assunto publicações literárias. Pudera, foram nove anos à frente da revista Oráculo, de projeto gráfico e impressão apurada. Uma semana depois de meu retorno a São Paulo seria a festa de encerramento do último número da publicação dedicada à poesia. Enquanto vamos para a casa-galeria Conejo Blanco ― com um bom acervo de publicações mexicanas alternativas, dentre elas a própria Oráculo ―, folheio seus livros no carro, uma pequena biblioteca ambulante onde encontro o "Poema sujo", de Ferreira Gullar, de que diz, com aquele sorriso sonoro, gostar muito.

Na livraria ele procura publicações para mim, percorrendo com desenvoltura as prateleiras de poesia da Conejo e, antes, as da livraria do Fondo de Cultura Económica. No café desta última, o garçom coloca uma caneca fumegante em minha frente, mas o que me detém é o pé-direito incrivelmente alto, com aberturas transparentes. A livraria do Fondo de Cultura Económica, localizada em La Condessa ― colônia da moda repleto de bares e edifícios novos ―, tem uma amplitude e uma claridade que nos convidam a perscrutar suas prateleiras brancas e baixas. Não há tanto enfoque para a poesia, antes para publicações de ciências humanas, mas Rodrigo vai puxando delas uma sequência de livros ― dentre eles o Anuario de poesía mexicana 2004, do qual faz parte. Fora o primeiro ano do projeto que se dedica a publicar os poemas mais significativos que saíram em revistas literárias durante cada período.

Dijiste que más allá de la textura
maliciosa de estas calles
se levantaba un transmundo
de posibilidades insospechadas. (Néstor E. Rodríguez)

Naquele mesmo café, dias antes, havia marcado um encontro com a poeta Rocío Cerón. Acabamos encontrando, sentado numa das mesinhas fazendo esquemas de palavras e flechas num caderno, um poeta conhecido dela de passagem pelo México. "Dizer que a poesia não é poesia por ter imagem é dizer que um mexicano não é um mexicano se não for campesino". Cabelo raspado, uma trança pendendo nas costas lhe dava um ar tribal, contrariando a harmonia do rosto de Semana de Moda de Nova Iorque. Logan Phillips vive entre os Estados Unidos e o México e está ligado a uma corrente poética experimental e performática, mais próxima do teatro. "Essa poesia tradicional de mesa com copinho de água não existe mais nos Estados Unidos". Quando lhe perguntam "por que a poesia é vista como morta e pouco relevante", responde que a poesia é uma "arte solitária" ― assim como ele no café da livraria, absorto em seu mundo, preso ao seu interior, ainda que se transforme num ator quando sobe no palco.

Com formação em História da Arte e editora da El Billar de Lucrecia, uma editorial independente que se dedica a publicar não só autores mexicanos, como tem a generosidade de divulgar os latinos em geral ― tendo inclusive editado uma antologia de poesia brasileira contemporânea ―, Rocío começou a fazer performances poéticas nos anos 1990, embora também participe de leituras tradicionais. Mas algo simples, ler em pé, ao menos, é algo de que concordam que seja indispensável. Ambos se surpreendem que os jovens de hoje no México tenham uma visão mais tradicional da poesia e da prática de leituras.

Ousadia é o que não falta à Rocío, cuja editora tem como slogan "Leer es sexy" e cuja Lucrecia concebida por Luis Blackaller ― exuberante e convidativa ― é sua musa pós-moderna. Em poses ousadas e vestimentas mínimas ela aparece na quarta-capa dos livros: de lingerie ou vestido curto, com o taco de bilhar entre as mãos ou mascarada como os típicos lutadores mexicanos de Luta Livre. A proposta da Billar, arrojada e de projeto gráfico modernoso, é publicar exatamente escritores "que não tenham medo de não ir pelo caminho do estabelecido e das formas decorosas de uma poesia correta". Tem seu fim pré-determinado (se a poesia tem projetos que geralmente se findam, por que não determinar sua validade, então?), quinze livros, que "representam a linguagem e as possibilidades da poesia", cada um numerado por uma bola de bilhar. Se o encontro da vez era com Rocío, o acidental encontro com Logan nos deu lições de que, também no México, se faz poesia de diversas formas.

Nota do Editor
Leia também "Tempo vida poesia 1/5" e "Tempo vida poesia 2/5".


Elisa Andrade Buzzo
São Paulo, 9/9/2010


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Aqui sempre alguém morou de Elisa Andrade Buzzo
02. As sombras e os muros de José J. Veiga de Cassionei Niches Petry
03. Guilherme Carvalhal de Guilherme Carvalhal
04. 'Eu quero você como eu quero' de Ana Elisa Ribeiro
05. Como ser um Medina de Ana Elisa Ribeiro


Mais Elisa Andrade Buzzo
Mais Acessadas de Elisa Andrade Buzzo em 2010
01. Tempo vida poesia 2/5 - 19/8/2010
02. A arqueologia secreta das coisas - 4/2/2010
03. Como se enfim flutuasse - 3/6/2010
04. Sobre jabutis, o amor, a entrega - 2/12/2010
05. A natureza se reveste de ti - 25/2/2010


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
10/9/2010
10h53min
Olá, sou poeta gaúcho e muito apreciei o ritmurbano deste teu texto. Uma viagem de comparações e de possibilidades num universo onde a poesia está em primeiro plano. Foi legal saber que no México a vida cultural acontece e é valorizada. Nestes Brasis continuamos lutando contra a moda e a mídia, na sua (des)função diária de alienação popular. Abraço.
[Leia outros Comentários de Ricardo Mainieri]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




CARTILHA DA PREVENÇÃO CONTRA INCÊNDIOS
GOMES
INTERCIÊNCIA
(2001)
R$ 5,00



HEROES VINGANÇA - EDIÇÃO DE COLECIONADOR - CAPA DURA - ENCADERNAÇÃO DE LUXO
SEAMUS FAHEY, ZACH CRALEY, RUBINE
PIXEL
(2016)
R$ 44,90
+ frete grátis



MECÂNICA VECTORIAL PARA ENGENHEIROS - DINÂMICA (6ª ED.)
FERDINAND P. BEER ET AL
MCGRAW-HILL
(1998)
R$ 24,90



4 ASES & 1 CURINGA
NATALINO MARTINS
SARAIVA
(1998)
R$ 4,90



O MENOR EM DEBATE
ESPAÇO CADERNOS E CULTURA USU, Nº 11 DE 1985
UNIVERSIDADE SANTA ÚRSULA
(1985)
R$ 31,82



MARKETING PARA O SÉCULO XXI
PHILIP KOTLER
FUTURA
(2007)
R$ 9,80



DIREITO TRIBUTÁRIO: QUESTÕES DA ESAF COM GABARITO COMENTADO.
SERGIO KARKACHE
ELSEVIER
(2009)
R$ 30,00
+ frete grátis



CONTOS
MACHADO DE ASSIS
SOL
R$ 7,00



A INVISÍVEL MÁQUINA DO MUNDO
MARIANNE WIGGINS
EDIOURO
(2005)
R$ 10,00



NUEVO PAÍS, NUEVA POBREZA
MARÍA DEL CARMEN FEIJOÓ
FONDO DE CULTURA ECONOMICA
(2003)
R$ 47,28





busca | avançada
71230 visitas/dia
1,4 milhão/mês