Corpo é matéria, corpo é sociedade, corpo é ideia | Duanne Ribeiro | Digestivo Cultural

busca | avançada
79144 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Projeto 8x Hilda reúne obra teatral de Hilda Hilst em ciclo de leituras online
>>> Afrofuturismo: Lideranças de de Angola, Cabo Verde e Moçambique debatem ecossistemas de inovação
>>> Ibraíma Dafonte Tavares desvenda preparação e revisão de texto
>>> O legado de Roberto Burle Marx é tema de encontro online
>>> Sala MAS/Metrô Tiradentes - Qual é a sua Cruz?
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Da fatalidade do desejo
>>> Cuba e O Direito de Amar (3)
>>> Isto é para quando você vier
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mehmari, Salmaso e Milton Nascimento
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
Últimos Posts
>>> Kate Dias vive Campesina em “Elise
>>> Editora Sinna lança “Ninha, a Bolachinha”
>>> “Elise”: Lara Oliver representa Bernardina
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ilhabela
>>> 3 Grandes Escritores Maus
>>> Folhetim
>>> A discreta crise criativa das novelas brasileiras
>>> Um post sem graça
>>> Política em perguntas
>>> Os Estertores da Razão
>>> Encontro com Marina Silva
>>> Palavrões
>>> Pequena poética do miniconto
Mais Recentes
>>> Quem Tem Medo da Morte? de Richard Simonetti pela Ceac (2000)
>>> Opinião - para Ter Opinião de Maria Helena Kühner e Helena Rocha pela Relume Dumará (2001)
>>> Cascão 391 - Janeiro/2002 - A Piada Das Três Balinhas de Maurício de Sousa pela Globo (2002)
>>> A Morte Não Existe - Com Base Nas Obras de Léon Denis de Henri Regnault pela Celd (1994)
>>> Arcano 17 de André Breton pela Brasiliense (1986)
>>> Os Mistérios da Maçonaria Volume II de William Morgan pela Universo dos Livros (2009)
>>> Cristianismo Esotérico - os Mistérios Menores de Annie Besant pela Madras (2015)
>>> Meditação dos Guias Interiores de Edwin C. Steinbrecher pela Siciliano (1990)
>>> Os Diários de Carrie de Candance Bushnell pela Galera (2010)
>>> Irresistível de Sylvia Day pela Hamelin (2013)
>>> O Misterioso Caso de Styles de Agatha Christie pela Círculo do Livro
>>> O Homem do Terno Marrom de Agatha Christie pela Círculo do Livro
>>> Assassinato no Campo de Golfe de Agatha Christie pela Círculo do Livro
>>> Cai o Pano de Agatha Christie pela Círculo do Livro
>>> Os Elefantes Não Esquecem de Agatha Christie pela Círculo do Livro (1976)
>>> Uma Canção Nas Trevas de Edgar Wallace pela Círculo do Livro
>>> Os Dez Mandamentos. Princípios Divinos Para Melhor Seus Relacionamentos. de Loron Wade pela Casa Publicadora Brasileira (2007)
>>> Esperança Para A Família. O Caminho Para Um Final Feliz de Willie E Elaine Oliver - Alejandro Bullón pela Casa Publicadora Brasileira (2018)
>>> Viva Com Esperança. Segredos para ter saúde e qualidade de vida. de Mark Finley - Peter Landless pela Casa Publicadora Brasileira (2014)
>>> Esperança Para Viver. O VERDADEIRO CAMINHO DA FELICIDADE. de Ellen G. White. pela Casa Publicadora Brasileira (2007)
>>> Esperança Viva. Uma Escolha Inteligente de Ivan Saraiva pela Casa Publicadora Brasileira (2016)
>>> Cascão 360 - Outubro/2000 - Uma Folha De Jornal, Mil Idéias na cabeça de Maurício de Sousa pela Globo (2000)
>>> Chico Bento 354 - Agosto/2000 - O Fenômeno de Maurício de Sousa pela Globo (2000)
>>> Magali 185 - Julho/1996 - Gato De Guarda - Editora Globo de Maurício de Sousa pela Globo (1996)
>>> Ed & Lorraine Warren Lugar sombrio de Carmen Reed e AL snedeker & Ray Garton pela Darkside (2021)
>>> 1822 de Laurentino Gomes pela Nova Fronteira (2010)
>>> A cabana de William P. Young pela Sextante (2008)
>>> 1808 de Laurentino Gomes pela Planeta (2014)
>>> Eram os Deus Astronautas? de Erich von Daniken pela Edições Melhoramentos (1977)
>>> Pequena Filocalia - O Livro Clássico da Igreja Oriental de Vários Autores pela Paulus (1985)
>>> Os Sertões de Euclides da Cunha pela Nova Cultural (2002)
>>> Búfalo - Zodíaco Chinês de Catherine Aubier pela Pensamento (1982)
>>> Sociologia e Sociedade - Leituras de introdução á Sociologia. de José de Souza Martins pela Livros Tecnicos (1977)
>>> Luz Emergente - A Jornada da Cura Pessoal de Barbara Ann Brennan pela Cultrix (1993)
>>> Os homens dos Pés Redondos de Antônio Torres pela Francisco Alves (1973)
>>> Maça Profana de Wellington Soares pela The Books (2003)
>>> Teologia do Novo Testamento de George Eldon Laad pela Juerp (1985)
>>> Colette - Uma Biografia de Allan Massie pela Casa Maria (1989)
>>> Enigmas Bíblicos Revelados de Ernesto Barón pela Ceg (1998)
>>> Salvador de Sá e aluta pelo Brasil e Angola 1602-1686 Vol. 353 de C. R. boxer pela Ed. da usp (1973)
>>> Relações da Psicanálise com analistas, instituições e pacientes de David Zimmermann pela Artes Médicas (1988)
>>> Os Africanos no Brasil Vol. 9 de Nina Rodrigues pela Companhia Ed. Nacional (1997)
>>> Na Colméia do inferno - 1ª coleção veredas de Pedro Bandeira pela Moderna (1991)
>>> Os libertos: sete caminhos na liberdade de escravos da Bahia no século XIX de Pierre verger pela Corrupio (1992)
>>> Ao passar das caravanas ciganas de Valéria Sanchez Silva Contrucci pela Zenda (1995)
>>> O Jesus Histórico de Otto Borchert pela Sociedade religiosa edições vida nova (1985)
>>> Contra a Maré: Watchman Nee de Angus Kinnear pela Clc (1989)
>>> Encontro Com a Morte de Agatha Christie pela Record (1987)
>>> Por uma sociologia do protestantismo brasileiro de Vários autores pela Umesp (2000)
>>> Liberdade e Exclusivismo: ensaios sobre os batistas ingleses de Zaqueu Moreira de Oliveira pela STBNB edições (1997)
COLUNAS

Terça-feira, 4/9/2012
Corpo é matéria, corpo é sociedade, corpo é ideia
Duanne Ribeiro

+ de 6100 Acessos

De julho a setembro, a exposição Metrô de Superfície - Mostra I reuniu no Paço das Artes, em São Paulo, 13 jovens artistas nordestinos, em um recorte sobre o corpo - desde a acepção mais simples, material mesmo, até o referencial humano, nas relações que o sujeito mantém consigo e com a sociedade. Vou me concentrar em três deles, que me atingiram de maneira particular: Marina de Botas e a mulher que se maquia com uma cega; Carlos Mêlo e arte moderna tateante e exibicionista; Rodrigo Braga, cabeça de cachorro morto grudada na cara.

São esses os que mais me desestabilizaram conceitos de beleza, representação, afeto, autoconhecimento, fantasia - como se nessas várias direções as obras tocassem em algum tipo de limite. Metrô de Superfície também traz trabalhos de cunho mais social ou de pesquisa gráfica-visual. Esses outros artistas serão citados perifericamente, mas sem a intenção de criar aqui uma hierarquia de valor: minha seleção não abrange tudo, convido o leitor a conhecê-los todos e levar aos comentários sua própria curadoria.

Marina de Botas, Entrevista (2009)
Entrevista é um vídeo de 20 minutos que enfoca duas mulheres que se maquiam, uma a outra. Marina pinta o rosto de Helena, que depois pinta o seu. Helena é cega de nascença. Há uma tensão inicial dupla aqui. De um lado, seja qual for a beleza criada por Marina, essa beleza não poderá ser vista pela própria modelo; a precisão é inútil, e se ela torna Helena bonita, é menos por ela do que pelo costume de maquiar assim, ou por seus padrões ou alheios. De outro, Helena não mede quanta tinta e quanto pó, não acerta linhas, tateia a face e especulativa cumpre seu trabalho. Se deixa Marina feia, é porque esse tipo de precisão não está a seu alcance; e se Marina se deixa enfear, é por qualquer coisa - pelo vídeo, por caridade - menos por si.

Há assim um deslocamento dos sujeitos de posições em que a adequação é simplória. Essa sensação é fortificada por um outro elemento formal: uma narração em off, feita por uma voz feminina, descreve todas as ações do vídeo, em tom monocórdico, como quem lê um texto. O modo como a maquiagem é feita, os erros, a finalização - logo a leitura ultrapassa o momento do vídeo, e passamos a escutar em palavras o que será visto. O texto termina e recomeça, ouvimos o que já vimos acontecer, ouvimos o que já ouvimos sendo lido e talvez não tenhamos visto. Termina e recomeça outra vez.

No primeiro ciclo, esse texto nos lança adiante, imaginamos o que diz. No segundo, já podemos nos lançar para trás, lembramos o que vimos ou ouvimos. No terceiro, só há a ladainha repetitiva, e nos focamos nas imagens presentes. Há assim deslocamento - desta vez, da percepção. Nos dois casos, essas perturbações levam como que a uma purificação: percebemos, como espectadores, que as palavras eram secas demais para ressaltar o insólito e o afetivo da relação real a nossa frente; e o contato das moças se eleva da execução de uma técnica a um relacionamento através do gesto, performance que não cria uma aparência fetichizada, mas tem um valor em si própria.

Tendo em vista a tonalidade feminista do vídeo, é interessante contrastá-lo com outras obras da exposição que abordam temáticas de reconhecimento: Studio Butterfly, uma instalação de Virginia Medeiros que investiga a experiência de travestis em Salvador (BA), através de ensaio fotográfico, entrevistas em vídeo e contos; e o documentário sobre a intervenção queer de Solange Tô Aberta no Transgenialer CSD, uma parada gay de Berlim. O trecho abaixo parece ser da mesma gravação exposta no Paço:



Carlos Mêlo, Nova Arte Moderna (2004)
Nova Arte Moderna é também um vídeo, mais curto que o anterior. O artista está nu e se permite filmar pelas lentes de uma câmera noturna. Como se descobrisse de súbito que possui um corpo, ele se tateia, passa a mão por exemplo pelos dedos, pela sola do pé. Como se investigasse o espaço, se dispõe de em vários pontos do apartamento. Por fim, como se explorasse os modos possíveis de ser visto, varia as posturas e ângulos, deixando-se com vagar em cada um delas (como somos seres pudicos, é com asco que se vê o pênis, ou o escroto pressionado entre as coxas). Enquanto isso, o som de um rádio (ou TV) soa deslocado, até incompreensível. A dissociação entre áudio e cena se mistura e reforça o absurdo da performance.

São dois sujeitos em jogo: um de nós, espectador; e o próprio artista. O espectador se vê assistindo a um homem pelado indo pra lá e pra cá. Quais sentimentos te afloram? Constrangimento, nojo, desagrado, atração? Esse pode não ser uma qualidade interna à obra, mas certamente é um dado interessante quando a vemos inscrita em sua época: como reagimos frente ao corpo do outro? Que valores precedem a formulação de que a nudez é "desnecessária" ou "ofensiva"? Na medida em que a cultura é uma "segunda natureza", o vídeo pode nos atingir diretamente, no pudor - e, assim, no corpo.

O artista se exibe em obra pública. Mesmo que não de forma sexualizada, ele parte de uma expectativa de olhar alheio, assim sendo, de gestos para o consumo alheio. Nesse sentido, eu, nós - o espectador abstrato - também atingimos o performer de forma direta, determinando, com nossa reação presumida, a performance.

Contraste Nova Arte Moderna, que parece se centrar na agência sobre o corpo, no seu uso, com Sonata, instalação de Milena Travassos. São três projeções, uma na parede à frente, duas nas laterais. Vemos um lago, uma mulher que flutua à superfície, como se morta, sem qualquer reação, jogada às ondulações. Também a vemos sob a água, onde tudo se move sem consciência: flores submersas, o tecido de seu vestido, ela própria... O ambiente da instalação, de cor azulada e sonoplastia peculiar, é contemplativo, e se pode mesmo sentar e descansar um pouco ali. Insconciência, imobilidade/mobilidade, o corpo não mais humano, só matéria.

Rodrigo Braga, Fantasia de Compensação (2004)
Fantasia de Compensação é uma série de fotografias que registram a transformação de um homem em uma criatura obscura, zoomórfica, fantástica. Rodrigo Braga manipula o cadáver de um cão, o degola, corta e põe à parte uma porção de pelugem, assim como as orelhas e o focinho. Enfia um tubo de plástico pela boca do animal, através da garganta. O artista então costura com linha azul, na própria carne, os pêlos do cachorro sobre sua cabeça, ao redor dos olhos; costura as orelhas nas suas, acopla o focinho em seu rosto. É seguro dizer, creio, que a reação do espectador é sempre instantânea e intensa.

Não é possível, no entanto, reduzir essa obra ao "mero desejo de choque", feito a crítica comodista frequentemente faz. Existe repulsa - que pelo seu caráter multifacetado traz um interesse especial - e fascínio nesta representação. A repulsa parece óbvia: nós nos sentimos enojados tanto pelo uso de um corpo morto (é razoável lembrar quantos rituais temos para eliminar, de vez ou gradualmente, uma carcaça) como pela anexação dele ao corpo vivo. Temos sentimentos de piedade pelo cachorro - não sabemos como chegou a ser matéria-prima dessa obra, qual tratamento recebeu antes disso. Também podemos nos incomodar com o fato de que o artista se machuca a si mesmo, sua autopreservação abandonada e a nossa recusando violentamente a ideia de que alguém possa fazer isso.

Já o fascínio é muito sutil. Pode-se percebê-lo trocando os sinais da descrição anterior: o homem que lida com os mortos e o homem que supera/ignora a dor são arquétipos que conhecemos em várias manifestações, desde certo simbolismo agregado às profissões de coveiro ou taxidermistas até mesmo a alguns topos da religião cristã. No entanto, prefiro outra interpretação, guiada pelas palavras do título do trabalho: tudo se passa como se o que vissemos fosse a construção prosaica de um lobisomem; uma criatura de estórias de terror, de contos de fada, tornada "real" a base de bisturi, tesoura, linha e agulha. Como se vestisse um imaginário, em compensação de algo. O que é que se precisa compensar?


Imagem retirada de ARTExplorer. Veja todas no site de Rodrigo Braga

Em seu site (textos >> "Dos Bastidores de Um Auto-Retrato"), Rodrigo oferece um pouco de contexto biográfico que permite especular sobre a resposta. São duas experiências de influência central. A primeira, onze anos atrás, aos 17 anos, "no auge de um fobia social que me acompanhou por toda adolescência", encontrou "um cachorro muito magro, sarnento, bastante doente. (...) Assim que cruzamos olhares, cai no choro no meio da rua. Achava absurdo (...), mas também não conseguia me controlar. (...) Tinha muito medo que me notassem doente como aquele cachorro".

A segunda experiência ocorreu três meses antes de ter a ideia do trabalho. Rodrigo teve de dissecar um bode, que seria seu jantar. Como era o único homem no grupo, lhe põem na mão facão e martelo e ele precisa encarar. "Não tinha certeza se eu, ser tão urbano, seria capaz de tal despojamento antes de comer aquilo tudo à mesa... Mas fiz". Ambos os relatos recolocam as tensões que venho tratando, antes lidas somente pela impressão da obra e agora na vida contada do artista. Fantasia de Compensação ganha um caráter de psicodrama, de revivência de momentos subjetivos complexos. Nós também vivemos dramaticamente esses limites, por meio da obra? E o que muda quando descobrimos que é falsa?

O realismo das fotografias não dá sinais de que é pura ilusão e o visitante da exposição não tem acesso a informações além das imagens. Naquele mesmo texto, o artista explica como foi construída uma cabeça de borracha moldada à sua e a busca por um cachorro, cedido pela Prefeitura de Recife, antes em quarentena e condenado. Resulta que é tudo de mentira: corpo morto sobre corpo artificial, matérias já sem vida se sobrepondo, o artista deslocado que se identifica nesta representação feita com ambas. Contrariando as possíveis sensações citadas, sentimos agora alívio? Ou cinismo? (Claro que ele não iria se costurar de verdade!). Mesmo sabendo que é de mentira, as imagens desagradam; e a descoberta não retira retroativamente, pelo menos não de forma completa, o choque.

De certa forma, no fim das contas, Fantasia de Compensação nos põe frente ao mesmo tipo de experiência daquelas duas raízes do trabalho. Somos nós, de modo verdadeiro ou falsificado, contrapostos ao que não queremos sentir.


Duanne Ribeiro
São Paulo, 4/9/2012


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Elon Musk de Julio Daio Borges
02. Sobre e-books e caipiras de Yuri Vieira
03. Amar a vida! de Daniel Bushatsky
04. O goleiro que ganhou o Nobel de Celso A. Uequed Pitol
05. O Precioso Livro da Miriam de Marilia Mota Silva


Mais Duanne Ribeiro
Mais Acessadas de Duanne Ribeiro em 2012
01. Diário de Rato, Chocolate em Pó e Cal Virgem - 2/10/2012
02. Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge - 14/8/2012
03. Corpo é matéria, corpo é sociedade, corpo é ideia - 4/9/2012
04. Èpa Bàbá Oxalá! na Nota de Real - 3/4/2012
05. Cinco Sugestões a Autores de Ficção Científica - 7/2/2012


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Práticas Educativas, Vol 2, Canto, 2º Edição Col. Biblioteca Dinâm...
Vários Autores
Formar
R$ 15,00



Agressão Violência e Crueldade
José Angelo Gaiarsa
Gente
(1993)
R$ 8,87



Operação Nova York - Série Vaga-lume
Luiz Antônio Aguiar
Ática
(2006)
R$ 16,00



A Mulher Madura
Affonso Romano de Santanna
Rocco
(1986)
R$ 5,52



Basic Mathematics for Economists
Mike Rosser, Piotr Lis
Routledge
(2016)
R$ 40,00



Triste Fim de Policarpo Quaresma
Lima Barreto
Germape
(2020)
R$ 8,00



O Diário de Tati
Heloisa Perisse
Objetiva
(2003)
R$ 5,90



Receitas de Felicidade
Pe Roque Schneider
Paulinas
(1979)
R$ 5,00



Tudo Pela Vida
Danielle Steel
Record
(1994)
R$ 6,00



O Jovem K
Jorge da Cunha Lima
Siciliano
(1992)
R$ 7,54





busca | avançada
79144 visitas/dia
2,4 milhões/mês