Lares & Lugares | Ricardo de Mattos | Digestivo Cultural

busca | avançada
49722 visitas/dia
2,6 milhões/mês
Mais Recentes
>>> A Arte de Amar: curso online desvenda o amor a partir de sua representação na arte e filosofia
>>> Consuelo de Paula e João Arruda lançam o CD Beira de Folha
>>> Festival Folclórico de Etnias realiza sua primeira edição online
>>> Câmara Brasil-Israel realiza live com especialistas sobre “O Mundo da Arte”
>>> Misturando música, filosofia e psicanálise, Poisé lança seu primeiro single
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A desgraça de ser escritor
>>> Um nu “escandaloso” de Eduardo Sívori
>>> Um grande romance para leitores de... poesia
>>> Filmes de guerra, de outro jeito
>>> Meu reino por uma webcam
>>> Quincas Borba: um dia de cão (Fuvest)
>>> Pílulas Poéticas para uma quarentena
>>> Ficção e previsões para um futuro qualquer
>>> Freud explica
>>> Alma indígena minha
Colunistas
Últimos Posts
>>> Uma aula com Thiago Salomão do Stock Pickers
>>> MercadoLivre, a maior empresa da América Latina
>>> Víkingur Ólafsson toca Rameau
>>> Philip Glass tocando Mad Rush
>>> Elena Landau e o liberalismo à brasileira
>>> O autoritarismo de Bolsonaro avança
>>> Prelúdio e Fuga em Mi Menor, BWV 855
>>> Blooks Resiste
>>> Ambulante teve 3 mil livros queimados
>>> Paul Lewis e a Sonata ao Luar
Últimos Posts
>>> Coincidência?
>>> Gabbeh
>>> Dos segredos do pão
>>> Diário de um desenhista
>>> Uma pedra no caminho...
>>> Sustentar-se
>>> Spiritus sanus
>>> Num piscar de olhos
>>> Sexy Shop
>>> Assinatura
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Nelson Freire em DVD e Celso Furtado na Amazônia
>>> Um caos de informações inúteis
>>> Asia de volta ao mapa
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Parei de fumar
>>> Ford e Eastwood: cineastas da (re)conciliação
>>> Amor à segunda vista
>>> O Gmail (e o E-mail)
>>> Diogo Salles no podcast Guide
Mais Recentes
>>> Contabilidade - Escola de Administração Fazendária - ESAF de Ricardo J. Ferreira pela Ferreira (2014)
>>> O Maior Sucesso do Mundo de Og Mandino pela Record (1994)
>>> O Céus e o Inferno de Allan Kardec pela Feb (1989)
>>> Amor, medicina e milagres - A Cura espontânea de doentes graves de Bernie S. Siegel pela BestSeller (1989)
>>> Mayombe de Pepetela pela Leya (2019)
>>> Os Segredos Para o Sucesso e a Felicidade de Og Mandino pela Record (1997)
>>> Para Viver Sem Sofrer de Gasparetto pela Vida E Consciencia (2002)
>>> Guía Rápida del Museo Nacional de Bellas Artes de Vários pela Mnba (1996)
>>> A profecia celestina de James Redfield pela Objetiva (2001)
>>> The Forecast Magazine January 2020 - 2020 de Diversos pela Monocle (2020)
>>> O Diário da Princesa de Meg Cabot pela Record (2002)
>>> The Forecast Magazine January 2017 - Time to Talk? de Diversos pela Monocle (2017)
>>> Mojo December 2018 de Led Zeppelin pela Mojo (2018)
>>> Mojo 300 November 2018 The Legends de Diversos pela Mojo (2018)
>>> Mojo 299 October 2018 de Paul McCartney pela Mojo (2018)
>>> Mojo 297 August 2018 de David Bowie pela Mojo (2018)
>>> Mojo 307 June 2019 de Bob Dylan pela Mojo (2019)
>>> Mojo 296 July 2018 de Pink Floyd pela Mojo (2018)
>>> Mojo April 2018 de Arctic Monkeys pela Mojo (2018)
>>> Mojo 294 May 2018 de Roger Daltley pela Mojo (2018)
>>> Mojo 292 April 2018 de Neil Young pela Mojo (2018)
>>> Mojo 292 March 2018 de Nick Drake pela Mojo (2018)
>>> Mojo 291 February 2018 de The Rolling Stones pela Mojo (2018)
>>> Mojo 290 January 2018 de The Jam pela Mojo (2018)
>>> Mojo 289 December 2017 de Bob Dylan pela Mojo (2017)
>>> Mojo 286 September 2017 de Allman Brothers pela Mojo (2017)
>>> Mojo 310 September 2019 de Tom Waits pela Mojo (2019)
>>> Mojo 309 August 2019 de Bruce Springsteen pela Mojo (2019)
>>> Mojo 304 March 2019 de Joni Mitchell pela Mojo (2019)
>>> Como cuidar do seu automóvel de Ruy Geraldo Vaz pela Ediouro (1979)
>>> Mojo 236 July 2013 de The Rolling Stones pela Mojo (2013)
>>> Mojo 250 January 2014 de Crosby, Still, Nash & Young pela Mojo (2014)
>>> Gilets Brodés - Modèles Du XVIII - Musée des Tissus - Lyon de Várioa pela Musee des Tíssus (1993)
>>> Mojo 249 August 2014 de Jack White pela Mojo (2014)
>>> Mojo 252 October 2014 de Siouxsie And The Banshees pela Mojo (2014)
>>> Mojo 251 October 2014 de Kate Bush pela Mojo (2014)
>>> Mojo 302 January 2019 de Kate Bush pela Mojo (2019)
>>> Mojo 274 September 2016 de Bob Marley pela Mojo (2016)
>>> Universo baldio de Nei Duclós pela Francis (2004)
>>> Mojo 245 April 2014 de Prince pela Mojo (2014)
>>> Mojo 256 March 2015 de Madonna pela Mojo (2015)
>>> Musée de La Ceramique - Visit Guide de Vários pela Cidev (1969)
>>> Mojo 159 February 2007 de Joy Division pela Mojo (2007)
>>> Mojo 170 January 2008 de Amy Whinehouse pela Mojo (2008)
>>> Mojo 229 December 2012 de Led Zeppelin pela Mojo (2012)
>>> Retrato do Artista Quando Velho de Joseph Heller pela Cosac & Naify (2002)
>>> No Tempo das Catástrofes de Isabelle Stengers; Eloisa Araújo pela Cosac & Naify (2015)
>>> Manual de esquemas de Klöckner- Moeller pela Do autor (1971)
>>> Inesgotáveis Enigmas do Passado de Vários pela Século Futuro (1987)
>>> Evidências dos Ovnis - As Ciências Proibidas de Vários pela Século Futuro (1987)
COLUNAS

Segunda-feira, 18/8/2014
Lares & Lugares
Ricardo de Mattos

+ de 5500 Acessos

"Meu lar é sempre onde estou. Meu lar está na minha mente. Meu lar são meus pensamentos" (Bob Marley).

Inferno

Si o leitor soubesse o que foi esgotar a paciência até a última gota com prestador de serviços que não foi prestativo nem fez serviço algum que preste; si o leitor testemunhasse o recurso em causa própria aos parcos conhecimentos adquiridos para suportar negligência de locatária cínica; si o leitor pudesse ver o estado da unha de nosso anelar esquerdo, roída e ferida numa crise de licantropia; enfim, si o leitor houvesse participado de parcela de nossa vida nos últimos dois meses, entenderia o entusiasmo com que empunhamos a vassoura e o rolo de pintura nas semanas em curso.

Poderíamos generalizar e dizer: antipatizamos com corretores de imóveis. Mas este grupo de profissionais padece o mesmo que os demais grupos. Advogados, médicos, psicólogos, corretores, dentistas, jornalistas, etc.: qualquer categoria pode ser dividida em três grupos. O primeiro, composto pelos indivíduos que honram a profissão escolhida como um fim em si. Encontram no trabalho o sentido de suas existências, confirmando assim uma das alternativas da tríade de Viktor Frankl. O segundo grupo é composto pelos indivíduos que encontram na profissão um meio para atingir algo. Usam suas credenciais profissionais para obter prestígio e promoções hierárquicas. Indivíduos assim não se formam em direito - por exemplo - por algum ideal específico, mas por acreditar que os concursos nas áreas jurídicas são melhor remunerados. O terceiro grupo é daquelas pessoas, com ou sem formação ou vinculação aos órgãos profissionais, que precisam do "crachá" atrás do qual se apresentam em sociedade.

"Você esta exagerando", poderá dizer o caro leitor. "Caso o sujeito não esteja inscrito na Ordem dos Advogados, ele não poderá advogar!". Advoga, leitor, advoga. E pode ganhar mais que muitos dos advogados regularmente inscritos e quites com a famigerada anuidade. Certo dia, estávamos ao computador em nosso antigo escritório. Ele é dividido em dois ambientes. Como nunca contratamos secretária, estávamos na sala que seria a dela, com a porta da entrada aberta para o corredor. Escutamos um curioso diálogo travado entre um dos corretores da imobiliária vizinha e um rábula, como são chamados os advogados sem habilitação acadêmica ou legal. O corretor surpreendeu-se em reencontrar o amigo depois de tanto tempo e perguntou-lhe sobre sua vida atual. O rábula entusiasmou-se: "Eu estudei direito até o terceiro ano, mas daí cansei daquela vida. Então abri uma sala no prédio X e estou lá, recebendo clientes, fazendo uma coisinha ou outra para eles no INSS... Quando precisa entrar na Justiça, a Doutora "R" assina para mim. Até que rende, viu? Tiro uns três mil reais por mês com isso". Caso a Doutora "R" mencionada seja, supostamente, a esposa de ilustre membro de algum órgão de classe, o denunciante seria o único prejudicado pela denúncia, mesmo que tivesse tudo gravado ou filmado. Quanto mais denúncia baseada em conversa ouvida sem conhecimento de todos os envolvidos. "O nobre colega deveria envergonhar-se de ser tão indiscreto". São suposições, todavia.

No último ano do curso de psicologia, certa colega mais velha, da turma da noite, juntou-se ao grupo da sala em que estudávamos. Lançou no ar, discretamente, a pergunta: "E então, já estão clinicando fora daqui?". A Inocência poderia questionar: "Você já está atendendo? Mas você nem é formada!". "Atendendo sob a supervisão de outro psicólogo, foi isso que eu quis dizer", seria a resposta pronta. O que o psicólogo percebe, o advogado recomenda não mencionar sem provas. Mesmo que estejam presentes, não compensa levar certas questões adiante.

No que se refere à casa de nossa avó paterna desencarnada, quisemos apenas que a ONG locatária fizesse dois ou três reparos mais sérios e que pagasse ao menos parte do esperado. Feitos os reparos, suspeitamos que o acerto pudesse não ocorrer. As chaves não deveriam ser recebidas sem nossa autorização pessoal. O corretor, digno representante do terceiro grupo acima, recebeu-as. Descobrimos que a locatária simplesmente abandonou a casa e instalou-se em outro prédio sem que a saída fosse formalizada. Teria sido o próprio corretor quem lhe arrumou este segundo imóvel, já que a todo o momento notava-se nele uma atitude protecionista? O que o psicólogo percebe... Exigimos que o aluguel continuasse correndo até vistoria e recebimento final das chaves por nós. De repente, aparece uma "carta" informando que a casa seria desocupada em determinado dia... "Eu enviei esta carta no seu e-mail, doutor...". Até um departamento jurídico foi tirado da cartola.

Oito de agosto, pela manhã, o clímax. Após semanas de paga ou não paga, o corretor conversa: "o Doutor Fulano da ONG deixou o cheque, mas ele só pode ser sacado na segunda-feira". A mãe, do quintal, escutou os gritos ao telefone. Sua pressão subiu e a Carmela foi de cabeça baixa para cama. O pai ficou quieto, pois foi ele mesmo quem indicou o "corretor" à época da contratação e também não demorou muito a arrepender-se - embora por situação diversa. Às catorze horas o valor devido foi-nos entregue em dinheiro. Horrível.

Purgatório

Para acalmarmo-nos e redimirmo-nos perante a consciência pelo mau exemplo, tomamos a vassoura, a pá e o saco de lixo, entre outros instrumentos de limpeza e manutenção. A casa da avó não é mais a da nossa infância e isto não é licença literária. Passamos muitos anos numa casa pintada de um pastel rosado sujo, cercada por plantas. Hoje é branca e azul, com rodapé externo e outros poucos detalhes em vermelho sangue de boi. Toda a área externa foi cimentada, com exceção de três quadrados dentro dos quais foram mantidos um pé de acerola, um de romã e outro de araçá. A escolha do azul e branco foi homenagem não declarada do pai a nossa origem rural, arrematada por um pé de café diante da janela do cômodo que um dia foi o quarto usado por seus pais - e no qual ambos desencarnaram. O primeiro inquilino pediu autorização para removê-lo. "Assim dá para colocar mais um carro na garagem". Já cabiam dois...

Comparada a nossa residência atual, a casa é pequena. Comparada ao que constroem no surto imobiliário que assola São Francisco das Chagas de Taubaté, é bem grande. Apesar da reforma e da passagem de dois locatários, algumas lembranças fazem-se perceber. Varrendo as folhas secas do quintal, olhamos para a janela do quarto que foi da Nê, nossa tia-avó. Parecia tão grande e espaçoso com ela e é tão pequeno hoje. Talvez a impressão decorresse do entontecimento provocado pela nuvem de perfume Contouré usado aos litros. Neste quarto ela ficou exilada alguns meses. Antes de vir para cá, nossa cadela Ursa precisou ficar de quarentena na casa da avó. Houve um surto de cinomose em nosso bairro e tal medida foi recomendada pelo veterinário. Como a Ursa era impossível e roía-lhe os joanetes, além de carregar consigo a boneca de pelúcia mantida sobre a cama, a Nê optou pela reclusão temporária, tomando seu banho de sol apenas pela janela. "A Nê está até branca", caçoava a avó.

Varrendo, calculamos o que fazer. No quarto da empregada havia chave. Onde está? A porta do corredor foi removida e não recolocada. Ao menos guardaram os pinos das dobradiças. Neste quartinho, infernizávamos a empregada solicitando histórias de assombração. Esgotado seu repertório, começou a inventar. Repetimos na escola estas histórias improvisadas e a professora acusou-nos: "você está inventando". Acaso os lobisomens das outras histórias seriam mais reais?

Ao lado do quartinho, o tanque de lavar roupas permanentemente cheio d'água, algo inadmissível na Era da Dengue. Barquinhos de diversos materiais, naufrágios, esconderijo, bebedouro, etc. Ao lado, um poço onde era descartada a água das bacias. "Não mexe aí que tem sapo", alertava a empregada. Percebendo nossa repulsa - ultrapassada - pelos pobres anfíbios, tudo passou a ter sapo. Quando apareceu um sapo-boi no quintal, nem sequer chegamos perto. "Este sapo gruda na perna da pessoa e precisa cortar um pedaço da pele para tirar". Fez todo um malabarismo para colocar o animal num saco e levá-lo para longe, mantendo assim a peça.

Acomodações

A casa do avô materno, onde hoje estabelece-se uma livraria, é menor. É menor, mas é a que possuía um escritório-biblioteca. E neste escritório-biblioteca, além dos muitos e variados livros, havia armários e gavetas... Gavetas cheias de curiosidades, como as baratas e lagartixas de borracha que ele usava para assustar empregadas. Estantes altas, com prateleiras cerradas de livros, atrás dos quais se escondeu um macaquinho certa vez, ocasião memorável. Sentado à escrivaninha, escutou o barulho da queda de um livro. Depois outro. Soa a campainha e ele atende. A filha da vizinha pergunta: "O senhor viu se um saguizinho fugiu para cá?". Então era isso...

Contudo, sempre vivemos e desenvolvemos atividades em ambientes amplos. Nossa casa atual poderia ser considerada grande demais para três pessoas. Em vez de casal idoso com filho adulto, a prática revela casal adolescente com filho idoso. Pela bagunça que fazem, parece haver muito mais gente. Nos últimos dias, a mãe reparou no silêncio geral, inclusive na avenida defronte: "Olha como está tudo quieto, parado". "É assim que tem que ser", respondemos aliviados. Há quase trinta anos, quando nos mudamos, a tranquilidade era grande, a vizinhança nem sequer se conhecia. Com o tempo, a avenida virou pista de corrida e já vimos carros com os quatro pneus para o alto diante de nosso portão. Conhecemos a vizinha de duas casas à direita, pois um ladrão entrou pela nossa casa, parou na casa intermediária, bebeu cerveja, e saiu pela casa dela levando algumas lembranças. Por algum motivo, casais escolhem a esquina da esquerda para brigar. Aqui reiniciamos a vida profissional. O escritório doméstico tem duas portas: trancada uma, veda-se o contato com o resto da casa. Pela outra, ninguém sabe quem está entrando ou saindo. Nossa fórmula é: casa grande e cômodos pequenos, aconchegantes.

A escola primária era estabelecida num casarão antigo, ainda hoje existente. Depois, mudou-se para um local ainda maior. O colegial foi cursado numa construção média, mas não era esta nossa preocupação. O que temos a falar de nossa adolescência e início da vida adulta entediaria o nonagenário recolhido num asilo. O prédio da faculdade de direito é imenso, com salas amplas e de pé-direito bem alto. Algumas das salas eram equipadas com cadeiras e carteiras, não cadeiras de braço largo. A sala utilizada para medicina legal acomodava um acervo de livros jurídicos antigos e raros, tesouro que sequer era tocado pela maioria. Soubemos que desapareceram depois em algum depósito da universidade. Podemos especular que a remoção de três ou quatro destes livros para coleção particular acabou significando um ato de preservação.

Os anos de advocacia foram exercidos num escritório grande o bastante, mesmo sendo feita uma divisória. O centro espírita ao qual ainda estamos ligados impressiona pelo tamanho e caracteriza-se pelas edificações sucessivas. Reparamos que estimula nos visitantes a "cobiça saudável" ou a "inveja boa", seja qual for o eufemismo com que se queira maquilar as imperfeições ainda presentes. O curso de psicologia deu-se praticamente todo numa sala só, com quatro janelas altas e capacidade para mais de cinqüenta alunos. Éramos dezoito, o que permitiu indisfarçável divisão em tribos. Atualmente, nossa especialização é realizada nas dependências do Instituto Pio XI, em São Paulo, no Bairro da Lapa. Mensalmente hospedamo-nos neste seminário para estudar Logoterapia e somos tratados "a pão de ló", como se diz por aqui. Há tanto espaço que duas ou três voltas pela área externa são suficientes para auxiliar a digestão.


Ricardo de Mattos
Taubaté, 18/8/2014


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Outros cantos, de Maria Valéria Rezende de Ana Elisa Ribeiro
02. Meu Telefunken de Renato Alessandro dos Santos
03. Notas de leitura sobre Inácio, de Lúcio Cardoso de Cassionei Niches Petry
04. Um parque de diversões na cabeça de Renato Alessandro dos Santos
05. Realidade de Daniel Bushatsky


Mais Ricardo de Mattos
Mais Acessadas de Ricardo de Mattos em 2014
01. Memórias de um caçador, de Ivan Turguêniev - 17/3/2014
02. Lares & Lugares - 18/8/2014
03. As Vacas de Stalin, de Sofi Oksanen - 10/2/2014
04. Kardec, A Biografia, de Marcel Souto Maior - 6/1/2014
05. Por que o mundo existe?, de Jim Holt - 28/4/2014


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




HACIA LA MODERNIZACIÓN UNIVERSITARIA Y EL NEOLIBERALISMO INTELECTUAL -
ALFREDO GUTIÉRREZ - 7885
UNIVERSIDAD IBERO AMERICANA
(2001)
R$ 18,00



POLIOMYÉLITE MÉNINGITE CÉREBRO-SPINALE ENCÉPHALITE LÉTHARGIQUE ZONA...
H. BARBIER
OCTAVE DOIN
(1924)
R$ 45,32



A DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA (DISREGARD DOCTRINE) E OS
SUZY E. CAVALCANTE KOURY
FORENSE
(1997)
R$ 25,00



CÃES DE GUERRA
FREDERICK FORSYTH
RIO GRÁFICA
(1985)
R$ 6,90



CONNEXIONS: CAHIER D EXERCICES 3
REGINE MERIEUX; YVES LOISEAU
DIDIER
(2004)
R$ 69,90



PELOS CAMINHOS DO SANGUE COMPOSIÇÃO, TIPOS E TRANSFUSÃO. A DESCOBER...
ROGÉRIO G NIGRO
ATUAL
(1993)
R$ 8,00



TEATRO DE ANIMAÇÃO
ANA MARIA AMARAL
SECRETARIA DE ESTADO DA CUL
(1997)
R$ 72,57



CONTAR COM DEUS - ESTUDOS DE TEOLOGIA MORAL
XAVIER THEVENOT
LOYOLA
(2008)
R$ 8,00



BRANCO NEVE, VERMELHO RÚSSIA
DOROTA MASLOWSKA
RECORD
(2007)
R$ 25,00



NO FUNDO DAS ÁGUAS
OSWALDO FRANÇA JÚNIOR
NOVA FRONTEIRA
(1987)
R$ 15,00





busca | avançada
49722 visitas/dia
2,6 milhões/mês