Gerald Thomas: cidadão do mundo (parte final) | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
31816 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Terça-feira, 28/7/2015
Gerald Thomas: cidadão do mundo (parte final)
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 3900 Acessos


O final do livro "Gerald Thomas: cidadão do mundo", organizado por Edi Botelho, é reservado para o comentário de algumas peças e óperas montadas pelo dramaturgo nos últimos anos, como também para Thomas falar e refletir sobre si mesmo.

Há uma parte um pouco melancólica, denominada "Todas!", em que Gerald Thomas comenta os problemas que envolvem a sua imagem pública. Visto como "polêmico" (vários episódios geraram esse adjetivo), rebate logo dizendo: "Polêmico, na imprensa, para mim significa que o jornalista é preguiçoso." Com certeza, evidentemente, o adjetivo "polêmico" não resolve (muito menos resume) o significado de uma vida inteira dedicada ao teatro, à criação e à reflexão sobre o "mundo em transe" ao qual o diretor sempre esteve atento.

Os adjetivos variam do péssimo ao pior: grosso, viciado, alcoólatra, come todas e todos, mitômano, narcisista e por aí vai! Contra essas denominações ordinárias, há uma obra construída, que requer tempo, atenção e cultura para ser entendida. Jornalistas não têm tempo para isso, como pessoas "ordinárias" também não. Gerald Thomas reclama disso: "No entanto, tudo isso parece evaporar-se como a fumaça que uso no palco. O que parece sobreviver é a imagem de um monstro."

Além da imprensa, novos amigos revelam ao diretor parte dessa imagem terrível criada sobre ele. "Nada como sentar com um amigo recente. Ele revela tudo aquilo que você mais temia a respeito da tua imagem girando por aí, mas tinha medo de perguntar. (...) Você não tem ideia de como é visto pelas pessoas, ou melhor, você não tem noção de como é sua imagem por aí."

A resposta que o diretor dá a esse "espelho torto" de sua imagem é dura: "Então, que assim seja, (...) vou começar a satisfazer a imagem pública que fazem de mim. Chega de me desculpar. (...) O jeito mesmo é ficar antipático, arrogante, orgulhoso. Já que não importa mesmo que as pessoas não me conheçam na intimidade e não saibam dos meus sacrifícios diários de sobrevivência... entendi de uma vez por todas que uma pessoa pública é assim mesmo: uma coisa, um produto. E produtos não choram lágrimas e nem se despedem!".

Outro tema apresentado pelo dramaturgo é a sua relação de admiração e respeito por Haroldo de Campos e Beckett, bem como pela obra de Wagner, que montou em vários momentos, e sua relação tensa com dois outros grandes criadores que são o compositor Luciano Berio e o dramaturgo Heiner Müller.

Sobre Haroldo de Campos, revela: "ele foi uma das pessoas mais importantes da minha vida e obra". Sobre Beckett, a dívida pelo contato, amizade e influência fatal: "A prosa de Beckett que montei no início, na verdade, era uma porta - uma chance - para que eu começasse a formar um vocabulário próprio."

Sobre Heiner Müller, apesar da aproximação com três montagens de "Quartett", Gerald diz: "eu não faço mais Heiner Müller, não acredito nas peças dele, não me convence mais como dramaturgo. É um ótimo escritor de manifestos e Hamlet Machine é uma coisa que nunca me apeteceu (...)".

De Richard Wagner, o diretor montou "O Navio Fantasma" e "Tristão e Isolda", e não polpa admiração ao compositor: "Superlativo no sentido ariano mesmo da palavra: perfeição, além da vida, aquilo que inspirou Nietzsche a escrever homem, Super-homem, e criar o ser imortal. Não há nada como Wagner. Eu choro enquanto dirijo. Lacrimejo, descubro a cada dia, a cada récita, a cada ensaio, uma nova camada. Nunca tivemos um gênio assim, e não haverá outro."

Com Luciano Berio a relação não foi boa, no momento de direção da obra "Zaíde", de Mozart, a convite de Bob Wilson, quando juntou-se para Gerald Thomas duas coisas desagradáveis: "Mozart é o compositor que menos gosto. Juntando com o que eu mais detesto que é Luciano Berio, deu no que deu." Berio descobriu a relação próxima de Thomas com o compositor Philip Glass, que ele não tolerava, quando começou a demonização do diretor e de Glass. Quando Gerald, em um encontro com Berio, exigiu do compositor a música, recebeu de volta o questionamento: "Quem é você para exigir alguma coisa de Luciano Berio?" Sobre a música que Berio levou seis meses para compor, Gerald Thomas não poupa crítica: "Nossa mãe, que coisa horrorosa! O cara precisa de seis meses para compor uma bosta dessa."


Além desses temas, o final de "Cidadão do mundo" trata de trabalhos como a "Blog Novela", para o universo virtual do site IG, que foi transmitido no Brasil e pelo mundo, com 55 mil espectadores aproximadamente. A peça acabou com o nome de "Kepler, o cão que insultava mulheres", sendo transmitida via internet, no teatro e na Av. Paulista, por um telão que o Danilo, do SESC, instalou para o público da rua.

A montagem de "Dr. Fausto", ópera de Ferruccio Busoni, em 1995, é um dos assuntos retomados no final do livro que resenhamos aqui. Montada na Graz Ópera, na Áustria, foi uma felicidade para Gerald Thomas. Suas palavras são radiantes sobre essa montagem: "Ótimo, maravilha, um dos melhores trabalhos que eu já fiz. (...) É um dos que eu mais me orgulho, esse realmente... O Fausto é uma coisa impressionante. O tema é Goethe, e Busoni é um compositor que o Schöenberg criou, então é uma música schoenberguiana com um tema goethiano. É lindo, lindo, lindo! Tem todos os elementos de modernismo (...) eu trouxe os elementos da Bauhaus e Duchamp, a roda de bicicleta, enfim, eu coloquei tudo aquilo que não quis olhar para trás, só quis olhar pra frente e teve que arcar com essa consequência. Foi a luz mais brilhante que eu já fiz até hoje."

A ópera Tristão e Isolda foi montada em duas versões, uma para Weimar e a outra para o Rio de Janeiro. A de Weimar foi no Deutsches National Theather, na Alemanha Oriental, em frente ao museu da Bauhaus, na Weimar de Goethe, "onde aconteceu todo o modernismo do século XX". Segundo Thomas, "as críticas foram boas, algumas excelentes. Foi parar na TV e no Japão e China". Rompendo com o modelo tradicional de apresentação da ópera Thomas inovou, usando até passarela de moda no palco.

No Rio de Janeiro, o diretor teve que partir do zero. Apresentada somente nos anos 50 ou 60, pelo neto de Wagner, com produção da Bayreuth em tournée mundial, a ópera retoma nas mãos de Gerald Thomas, numa leitura ousada e com o grand finale polêmico da bunda do diretor sendo exposta. Além disso, Gerald introduz Freud na peça, o elixir do amor virando cocaína, criando divergências e cortes por parte da direção artística, na pessoa de Helena Severo (governo Rosinha e Garotinho).

No dia da estreia, Gerald recebe a notícia da morte do seu amigo e mentor intelectual Haroldo de Campos. Tensão total, ainda mais com as primeiras fileiras compradas por gente do Richard Wagner Fórum (que não admitem nenhuma mudança no conceito original de Wagner), vindos da Alemanha, Inglaterra, Áustria, Bolívia, Argentina... Atrás dessa fileira, artistas como Caetano Veloso, Cacá Diegues, Fernanda Montenegro, Francis Ford Copolla, Denzel Washington, Zuenir Ventura.

No final da apresentação, vaias irrompem das primeiras fileiras e Gerald Thomas decide mostrar a bunda para esse grupo, o que faz com que ninguém entenda seu gesto, pois estava sendo ovacionado pelas outras fileiras, o que gerou incompreensão da razão do desabafo anal do diretor. "O fato é que mostrei a bunda e fui preso".

Notícia mundo afora, a questão é que o diretor foi detido, sob processo de Rosinha e Garotinho, sendo levado algemado para a 15ª Delegacia. O resultado para Gerald foi um gasto de 22 mil dólares com advogados e viagens para se apresentar ao juiz, só podendo entrar no Brasil com habeas corpus. Para o juiz, Gerald disse o certo: "Não vou aqui, como artista, colocar um precedente para meus colegas artistas. Eu não cometi nada de indecente, eu estou dentro de um teatro onde a nudez é permitida. No mesmo teatro onde Nelson Rodrigues levou ovo e tomate na cara em Vestido de Noiva, em 1943. Eu, em 2003, me recuso a aceitar que vocês vão me processar por ato indecente, indecoroso, obsceno, sei lá."


END HERE

Gerald Thomas é um dramaturgo do mundo e de "nenhures" (como disse Haroldo de Campos). Não lhe basta apenas o ambiente do teatro, como não lhe basta apenas o ambiente de um país ou de uma cidade, como não lhe basta também apenas uma língua.

Sai sempre em defesa de seu teatro e suas ideias por todos os meios possíveis, dando entrevistas ou escrevendo artigos, ensaios sobre seu trabalho ou sobre autores que lhe importam, livros, blogs etc. Nunca se furtou de frequentar a grande mídia e opinar sobre a situação do teatro e das artes como sobre a política mundial ou a condição humana. Nunca deixou de discutir com outras personalidades ou com o público (em eventos, palestras, workshops) sobre seu projeto de teatro e de outros artistas que admira ou rejeita.

Por dar a cara à tapa, não se furtando a transitar por áreas pouco convencionais, tem sido sempre admirado e/ou criticado. Seu temperamento, embora difícil (quem conseguiria viver com um artista, esse "esquizofrênico que deu certo"?), não o afasta de uma legião de admiradores. Em geral, quem conhece o trabalho do diretor o admira. Talvez a frase de Barthes explique um pouco o diretor: "Eu escrevo para ser amado". Nem tanto, às vezes o diretor parece criar para ser odiado. É, por isso, mais mal entendido do que conhecido profundamente, onde deveria ser de fato reconhecido: no seu teatro.




Desde suas montagens de Beckett no La MaMa, em Nova York, Gerald Thomas tem levado o teatro para o campo da experimentação, da criação de uma prática próxima ao "experimentar o experimental" de Helio Oiticica, sem cair em chavões vanguardistas fáceis. Amante da ópera, principalmente wagneriana, faz de sua dramaturgia uma busca pelo ideal da "arte total", uma conjunção cósmica de teatro, música, cenografia inspirada nas artes plásticas, performance, dança. Jamais conformado com a linguagem "normatizada", do que quer que seja, faz da estranheza do discurso - "Oh! A palavra que me falta!"- uma forma de "invenção".

Gerald Thomas não espera Godot, acaba de escrever sua autobiografia "And dead, we walk", que em breve será lançada... E os debates recomeçarão.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 28/7/2015


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Como medir a pretensão de um livro de Ana Elisa Ribeiro
02. A menos-valia na poesia de André Luiz Pinto de Jardel Dias Cavalcanti
03. Notas de leitura sobre Inácio, de Lúcio Cardoso de Cassionei Niches Petry
04. Nós que aqui estamos pela ópera esperamos de Renato Alessandro dos Santos
05. Como uma Resenha de 'Como um Romance' de Duanne Ribeiro


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2015
01. Daumier, um caricaturista contra o poder - 24/2/2015
02. Livro das Semelhanças, de Ana Martins Marques - 24/11/2015
03. Eu matei Marina Abramovic (Conto) - 17/3/2015
04. Fake-Fuck-Fotos do Face - 18/8/2015
05. Gerald Thomas: cidadão do mundo (parte I) - 2/6/2015


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O HOMEM QUE NÃO TEIMAVA
BARIANI ORTENCIO
SARAIVA
(2014)
R$ 15,00



MANUELZÃO E MIGUILIM
JOÃO GUIMARÃES ROSA
NOVA FRONTEIRA
(2001)
R$ 14,90



TRANSE HIPNOTICO E COMUNICAÇÃO MEDIUNICA
JOSÉ ANTONIO CARVALHO
MADRAS
(2005)
R$ 24,75



O COLECIONADOR
JOHN FOWLES
RIO GRÁFICA
(1980)
R$ 3,00



ANJOS DE BORDEL
ALVARO BASILE PORTUGHESI
CLAREON
(2010)
R$ 15,00



O FIM DA LINHA
NEIL HERTZ
IMAGO
(1994)
R$ 10,00



CONJUGAR VERBOS DE ESPAÑA Y DE AMERICA - 1ª EDIÇÃO - C/ CD AUDIO
ALFREDO GONZALES HERMOSO
EDELSA
(2011)
R$ 104,86



CRETINO IRRESISTÍVEL - POCKET
CHRISTINA LAUREN
UNIVERSO DOS LIVROS
(2013)
R$ 30,00



MUSSOLINI
PIERRE MILZA (EM FRANCÊS)
FAYARD
(2000)
R$ 82,82



ORGANIZAÇÕES: COMPORTAMENTO, ESTRUTURA, PROCESSOS
GIBSON E OUTROS
ATLAS
(1981)
R$ 4,20





busca | avançada
31816 visitas/dia
1,4 milhão/mês