Tempos de Olivia, romance de Patricia Maês | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
29791 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
>>> Livro Alma Brasileira
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O Salão e a Selva
>>> Ed Catmull por Jason Calacanis
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> Por que a Geração Y vai mal no ENEM?
>>> A massa e os especialistas juntos no mesmo patamar
>>> Entrevista com Jacques Fux, escritor e acadêmico
>>> Nuno Ramos, poesia... pois é
>>> Literatura e interatividade: os ciberpoemas
>>> O Valhalla em São Paulo
>>> Por dentro do Joost: o suco da internet com a TV
Mais Recentes
>>> Verde e Branco Ano 1 Número 1 Abril de 2004 de Eduardo Del Claro Jornalista pela Sulminas (2004)
>>> Verde e Branco Ano 1 Número 1 Abril de 2004 de Eduardo Del Claro Jornalista pela Sulminas (2019)
>>> Nada a perder volume 3 de Edir Macedo pela Planeta (2014)
>>> Campinas no início do século 20: percursos do olhar de Suzana Barretto Ribeiro pela Annablume (2006)
>>> A privataria tucana de Amaury Ribeiro Júnior pela Geração Editorial (2012)
>>> Campinas: visões de sua história de Lília Inés Zanotti de Medrano pela Átomo (2006)
>>> Direito Romano - Vol. II de José Carlos Moreira Alves pela Forense (2003)
>>> Divinas Desventuras: Outras Histórias da Mitologia Grega de Heloisa Prieto pela Companhia das Letrinhas (2011)
>>> Le Nouveau Sans Frontières 1 - Méthode de Français de Philippe Dominique e Jacky Girardet e Michele Verdelhan e Michel Verdelhan pela Clé International (1988)
>>> Sobrevivência de Gordon Korman pela Arx Jovem (2001)
>>> Ética Geral e Profissional de José Renato Nalini pela Revista dos Tribunais (2001)
>>> Mas Não se Mata Cavalos ? de Horace McCoy pela Abril (1982)
>>> O Menino no Espelho de Fernando Sabino pela Record (2016)
>>> Labirintos do Incesto: O Relato de uma Sobrevivente de Fabiana Peereira de Andrade pela Escrituras-Lacri (2004)
>>> Mas Não se Mata Cavalos ? de Horace McCoy pela Círculo do Livro (1975)
>>> Ponte para Terabítia de Katherine Patersin pela Salamandra (2006)
>>> O Desafio da Nova Era de José M. Vegas pela Ave-Maria (1997)
>>> Casa sem Dono Encadernado de Heinrich Boll pela Círculo do Livro (1970)
>>> Trabalho a Serviço da Humanidade de Escola Internacional da Rosa Cruz Áurea pela Rosacruz (2000)
>>> Casa sem Dono Encadernado de Heinrich Boll pela Círculo do Livro (1976)
>>> Ensinando a Cuidar da Criança de Nébia Maria Almeida de Figueiredo (org.) pela Difusão (2004)
>>> Ensinando a Cuidar da Mulher, do Homem e do Recém-nascido de Nébia Maria Almeida de Figueiredo (org.) pela Difusão (2004)
>>> Luxúria Encadernado de Judith Krantz pela Círculo do Livro (1978)
>>> Fundamentos, Conceitos, Situações e Exercícios de Nébia Maria Almeida de Figueiredo (org.) pela Difusão (2004)
>>> Personality: How to Unleash your Hidden Strengths de Dr. Rob Yeung pela Pearson (2009)
>>> Um Mês Só de Domingos de John Updike pela Record (1975)
>>> Um Mês Só de Domingos Encadernado de John Updike pela Círculo do Livro (1980)
>>> Um Mês Só de Domingos Encadernado de John Updike pela Círculo do Livro (1980)
>>> Caravanas de James Michener pela Record (1976)
>>> A Terra Ainda é Jovem de J.M. Simmel pela Nova Fronteira (1981)
>>> A Terra Ainda é Jovem de J. M. Simmel pela Nova Fronteira (1981)
>>> Deus Protege os Que Amam de J.M. Simmel pela Nova Fronteira (1977)
>>> Um Ônibus do Tamanho do Mundo de J. M. Simmel pela Nova Fronteira (1976)
>>> Um Ônibus do Tamanho do Mundo de J. M. Simmel pela Nova Fronteira (1976)
>>> O Quarto das Senhoras de Jeanne Bourin pela Difel (1980)
>>> Beco sem Saída de John Wainwright pela José Olympio (1984)
>>> Casais Trocados de John Updike pela Abril (1982)
>>> O Hotel New Hampshire Encadernado de John Irving pela Círculo do Livro (1981)
>>> As Moças de Azul de Janet Dailey pela Record (1985)
>>> Amante Indócil Encadernado de Janet Dailey pela Círculo do Livro (1987)
>>> A Rebelde Apaixonada de Frank G. Slaughter pela Nova Cultural (1986)
>>> Escândalo de Médicos de Charles Knickerbocker pela Record (1970)
>>> A Turma do Meet de Annie Piagetti Muller pela Target Preview (2005)
>>> O Roteiro da Morte de Marc Avril pela Abril (1973)
>>> Luz de Esperança de Lloyd Douglas pela José Olympio (1956)
>>> Confissões de Duas Garotas de Aluguel de Linda Tracey e Julie Nelson pela Golfinho (1973)
>>> Propósitos do Acaso de Ronaldo Wrobel pela Nova Fronteira (1998)
>>> Olho Vermelho de Richard Aellen pela Record (1988)
>>> A Comédia da Paixão de Jerzy Kosinski pela Nova Fronteira (1983)
>>> Casa sem Dono Encadernado de Heinrich Böll pela Círculo do Livro (1976)
COLUNAS

Terça-feira, 5/7/2016
Tempos de Olivia, romance de Patricia Maês
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 3700 Acessos



A escritora Patricia Maês acaba de publicar seu primeiro romance: Tempos de Olívia, pela editora Cuzbac. Já havia publicado anteriormente um livro de contos, O Céu é Meu e duas peças de teatro, além de tornar-se parceira do compositor Lô Borges em cinco músicas para o CD Horizonte vertical.

No centro de Tempos de Olívia é narrada a crise criativa de uma personagem escritora. Dividida entre a necessidade vital de criar e a melancólica constatação de que isso se tornou impossível, ela afirma sistematicamente o lugar da arte e do artista num mundo de valores vazios, aquele mundo (já denunciado por T. S. Eliot como o mundo dos “homens ocos”) que não responde mais aos anseios de uma existência plena e espiritual.

O que a leva a essa crise já aparece nas primeiras páginas do romance: “(...) meu cansaço sem nome, cansaço não de ofício, mas sim de existência interior para a qual não tenho visto correspondência nas coisas externas.”

Além da falta de correspondência do mundo exterior com as indagações espirituais da escritora, a solidão, amiga do criador, não lhe traz mais paz. O resultado são “questionamentos que nunca desaguam em campos mais esclarecidos, propiciadores de dissolução das dúvidas (...)”, e onde “tudo o que chega apenas fica, fica, faz mais peso e ocupa mais espaço.”

Livrar-se da criação, ou mesmo ver-se na impossibilidade de gerar mais algum bem espiritual, como uma peça de teatro, torna-se sua forma de sobrevivência: “Eu tenho de me livrar de coisas, para não querer mais me livrar da vida (...)”.

Tempos de Olívia é prosa que não se deixa levar pela simples narração objetiva. Acrescenta timbres inusitados e colore com notas emocionais sua narrativa. Faz com que nos adentremos na turbulenta psique de sua personagem, Olívia, como se dentro de uma caverna escura pudéssemos sentir o frio das pedras, os desvãos das rochas, o intricado jogo de luz e sombra que nos confunde a realidade.

A CRISE

O mote principal do romance de Patricia Maês deriva desse drama. “O que houve comigo é que de repente abri mão de um caminho seguro e caí em um buraco de crise na criatividade.”

Diante da impossibilidade de criar, a personagem Olívia vai tecendo um universo amplo de investigações sobre si mesma e sobre sua relação com o mundo: seja o da arte, o do amor, o das amizades ou o do seu público. No interior do romance fica claro o drama do processo criador bloqueado cujo resultado é devastador, uma paralisia da própria vida, revelada na constituição em torno da personagem.

O “fogaréu selvagem” que a consome durante todo o percurso da narrativa não é outra coisa que o resultado do desespero diante da incapacidade de criar. A arte é sua raison d´être, sua felicidade realizada, seu refúgio possível, a finalidade que justifica sua existência. “Para mim, é tudo o que conta”, diz Olívia. O mundo existe para ela em sua essência poética, mas tornar isso realidade para uma página em branco se tornou difícil, impossível, no momento.

A explicação sobre o sentido da existência dos artistas (esses “deuses tortos”) e da arte, é produzida no mesmo movimento da crise de criação que a envolve. Gerando uma reflexão sobre o sentido da própria crise, revela o resultado que a literatura teria na vida de seus leitores.

O artista seria, numa bela metáfora criada por Patricia Maês, aquele que “coloca o coração na ponta da lança e o oferece às feras.” E sua missão é clara: “A beleza é nosso papel, e só por ela estamos aqui.”



SENSUALISMO

“O que seria esse aroma de coisa roxa?”

Em Tempos de Olívia, há um sensualismo nas descrições do próprio corpo da personagem, das suas vestes, da própria aparência. “O espelho é meu companheiro”. Uma afirmação que parece dizer muito sobre Olívia: ela se vê primeiro para só depois ver o mundo. Uma sensação fica para o leitor, a de um corpo presente, insistentemente belo e sensual, e que parece ter, na determinação de ser o que é, um valor plástico/orgânico em si mesmo. Daí deriva boa parte de sua reflexão sobre o mundo, as pessoas, a sociedade onde trafega, num jogo de espelhos onde a imagem de si, enquanto corpo sensual ocupando espaços, se abre para conhecer da pele para dentro o exterior da realidade.

Em um momento de susto, quando, por exemplo, se perde na pousada e um homem quase a aprisiona no escuro, sua resposta ao medo é o cuidado feminino de si mesma. No simples ato de se pentear encontra sua força enquanto ser no mundo, livre e agente da ação que a faz se afirmar enquanto mulher.

É nesse sentido que a sensualidade atravessa o corpo de Olívia, principalmente revelada nas escolhas das roupas que veste e que refletem bastante a situação existencial da personagem. A escrita que gera prazer na descrição de um simples vestido invade vários momentos do romance.

O corpo de Olívia, além de simplesmente existir como uma presença estética encantadora, é o dado mais vivo de sua autoconsciência de ser vivente, chegando mesmo a tornar-se encenação dessa existência. A sensualidade é o resultado da capacidade da personagem de se relacionar com o mundo a partir de sensações, do cruzamento do corpo com os objetos/seres animados ou inanimados.

Quando quer lidar com problemas, o corpo de Olívia responde em consonância com a natureza, numa oferenda sensual da nudez ao sol metafórico da indecisão.

Ao transformar seu corpo, cortando o cabelo ou usando tal vestido, por exemplo, sua personalidade altera a sensação de si mesma, às vezes imprimindo segurança, força, autoconfiança, felicidade etc. É o corte do cabelo que a desnuda e é o toque do vestido, sua sensação na pele como fonte de prazer, que a deixa delicada.

Patricia Maês consegue criar na sua literatura algo raro entre as escritoras mulheres. Seu poder de transformar em literatura as sensações do corpo feminino em sua relação erótica com as roupas, sem apelo fetichista, numa clave de pulsão libidinal delicada que a transforma numa sofisticada escritora fenomenológica do universo da mulher. Uma escrita que gera, além do “prazer do texto” (no sentido reclamado por Roland Barthes), a revelação, na intimidade da linguagem, do sentido da intimidade do feminino.

O OUTRO SI MESMO

Em relação a algumas personagens, a escritora tem um olhar analítico, que observa a partir de detalhes o fiasco de uma existência em profundo desmoronamento. Mas essa atenção ao outro é a forma que a autora encontra para que Olívia investigue seu próprio eu, na diferença, no que do outro recolheu de melhor para si mesma, aquilo que na outra, talvez, nunca tenha existido de fato. O resultado do encontro com o outro é drasticamente revelador: “meu modelo de felicidade feneceu”.

É também como resultado desse encontro que Olívia investiga as consequências de sua relação com o ato criador e, consequentemente, com o seu respectivo púbico. No entanto, há algo mais nessa relação: Olívia está se colocando diante de si mesma em relação ao nada que a possui a todo instante. É significativa a frase: “apenas não estou destruída por fora”.

Interiormente meio à deriva, numa autotorturante investigação de si mesma, ela procura resquícios de um tempo que foi diferente, para que possa continuar sua busca por uma saída de um presente que lhe parece massacrante e do qual deseja escapar. Seu drama ainda é o do sofrimento causado pela incapacidade de criar. Por isso busca sair do labirinto de espelhos que a aprisiona.

O AMOR AUSENTE

O vazio que se instaura na personagem nos parece fruto de sua inadequação em realizar-se plenamente no amor, ou no amor que um dia sonhou/desejou ter. Esse amor absoluto que suplantaria todas as “dores do mundo” não parece ter se efetuado.

Olívia não se dispõe ao risco do sublime. A conclusão é que o temor prevalece na relação, dado o perigo letal que é amar: “Desvendar o sublime pode ser perigoso, e pode ser a morte do coração.” Talvez a criação artística, sua raison d´être seja a única possibilidade de existir algo que possa rivalizar com o sentimento oceânico da paixão.

EXISTE SAÍDA?

Diante da condição de seres frágeis que somos, facilmente quebráveis e, pior ainda para os artistas, seres plenos dessa consciência, cumpre perguntar: que saída se poderia encontrar? No embate com a persona de Ana Beatriz, a resposta de Olívia é uma sucessão de negativas que coloca para si mesma: “O alcoolismo não é uma saída, a loucura não é uma saída, a noite escura não é uma saída.”

Então, onde encontrar a porta de saída ou a entrada ideal para uma vida plena (com seus milagres e horrores)?

Em uma passagem do romance aparece o vislumbre de uma nova consciência de si, quando abandona uma imagem retorcida de si mesma. Ela diz: “Ao perder a arte, encontro-me com uma faceta daquilo que sou e que se escondia enquanto eu vivia em ritmo frenético, me expondo até às entranhas. Hoje não tenho nada a mostrar e com isso ganhei uma coisa que há tempos me causaria desespero. Estou na posição daqueles que precisam se esforçar, levada por essa onda de inércia na imaginação. (...) Vou ao garimpo, como gosto de dizer. Mas ganhei o vazio, e desse vazio me contemplo toda reiniciada, como se lavada de uma água tão pura que minhas fomes são apenas de uma clareza no domínio de minhas próprias e indispensáveis fragilidades.”

Talvez a saída apontada por Nietzsche contra o paralisante niilismo seja mesmo a arte, nos salvando da verdade e constituindo no sujeito o único lugar possível de expressão da absoluta liberdade: a criação. Tal qual se edificou no romance que vamos ler. O resultado é que a autora deu a si mesma e a nós “o presente de viver uma delicadeza”.

Para o leitor do romance creio que vale a pena reproduzir, antecipadamente, uma bela reflexão de Olívia sobre o significado da delicadeza:

“Sou firme, e sei ser delicada. Só os delicados sobrevivem. Só os realmente delicados sabem das forças, aceitam a natureza com seus mandos e desmandos, entendem a brutalidade e a contornam, porque só os delicados veem tudo.”

Por fim, depois da longa batalha com a folha branca, retomando sua criação, Olívia entende o sentido do círculo infernal onde penetrou e de onde saiu.

Fechado o círculo da criação, o amor pode aparecer, deixando Olívia “tão leve e vulnerável que a menor brisa pode levar longe.” E a metáfora do corpo, lugar de comunicação entre Olívia e o mundo, reaparece: “Uma obra pronta é como um corpo ao sol querendo ser visto.”

E aqui estamos nós, leitores, prontos para a delícia dessa visão.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 5/7/2016


Quem leu este, também leu esse(s):
01. A Fera na Selva, filme de Paulo Betti de Jardel Dias Cavalcanti
02. Os Doze Trabalhos de Mónika. 11. A Quatro Braçadas de Heloisa Pait
03. Os Doze Trabalhos de Mónika. 5. Um Certo Batitsky de Heloisa Pait
04. Os Doze Trabalhos de Mónika. 4. Museu Paleológico de Heloisa Pait
05. Simone Weil no palco: pergunta em forma de vida de Heloisa Pait


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2016
01. Os dinossauros resistem, poesia de André L Pinto - 9/8/2016
02. O titânico Anselm Kiefer no Centre Pompidou - 5/4/2016
03. Tempos de Olivia, romance de Patricia Maês - 5/7/2016
04. A literatura de Marcelo Mirisola não tem cura - 21/6/2016
05. Conto de amor tétrico ou o túmulo do amor - 1/3/2016


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




GRAMÁTICA EM TEXTOS
LEILA LAUAR SARMENTO
MODERNA
(2000)
R$ 15,00



CENSORES DE PINCENÊ E GRAVATA - DOIS MOMENTOS DA CENSURA TEATRAL NO BRASIL
SONIA SALOMÃO KHÉDE
CODECRI
(1981)
R$ 39,00
+ frete grátis



AS 22 CONSAGRADAS LEIS DE MARCAS
AL RIES E LAURA RIES
MAKRON BOOKS
(2000)
R$ 8,50



THE GREAT PYRAMID DECODED
PETER LEMESURIER
AVON
(1979)
R$ 80,00



FÍSICA MECANICA 1
JOSÉ LUIZ SAMPAIO
ATUAL
(2001)
R$ 6,00



A ÁRVORE DOS MEUS DOIS QUINTAIS
JONAS RIBEIRO
PAULUS
(2012)
R$ 15,90



A VIDA NO UNIVERSO
JEAN HEIDMANN
TERRAMAR
(1992)
R$ 15,63



LOGÍSTICA DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ORGÂNICOS
FERUCCIO BRANCO BILICH
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 251,00



ESPAÇO, POLARIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
M. C. DE ANDRADE (2ª EDIÇÃO)
BRASILIENSE
(1970)
R$ 30,28



COMO VENDER PELA INTERNET SEM GASTAR QUASE NADA
MAURÍCIO SALVADOR
24X7 CULTURAL
(2011)
R$ 10,00





busca | avançada
29791 visitas/dia
1,1 milhão/mês