Entrevista com o poeta mineiro Carlos Ávila | Jardel Dias Cavalcanti | Digestivo Cultural

busca | avançada
32715 visitas/dia
1,4 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS

Terça-feira, 5/12/2017
Entrevista com o poeta mineiro Carlos Ávila
Jardel Dias Cavalcanti

+ de 2500 Acessos

Carlos Ávila (Belo Horizonte, MG, 1955). Poeta, ensaísta e jornalista. Estudou Letras na UFMG, porém não concluiu o curso – optando pelo jornalismo, que exerceu por mais de trinta anos (ainda trabalha como free-lancer na área). Sua estreia se deu com o livro de poemas Aqui & Agora, em 1981. Publicou, em seguida, entre outros, os livros de poesia Sinal de Menos, em 1989; Bissexto Sentido, em 1999; e Área de Risco, em 2012. Como ensaísta publicou Poesia Pensada, em 2004. Entre 1995 e 1998, foi editor do Suplemento Literário de Minas Gerais. Foi técnico do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais - IEPHA/MG e Assessor para Conteúdos da Rede Minas de Televisão. Foi também editor do caderno de cultura do jornal Hoje em Dia e colunista da revista eletrônica Dom Total. Tem poemas traduzidos para o inglês, espanhol e francês. Participou de mais de vinte antologias no país e no exterior. Tem poemas musicados por Gilberto Mendes e por Willy Corrêa de Oliveira. Em breve, Ávila estará lançando dois novos trabalhos: a plaquete tipográfico-artesanal Azul & verde e o volume de antidísticos “Anexo de ecos”.

JARDEL: Você vem de uma importante família mineira (filho de Affonso Ávila e Laís Corrêa de Araújo) que engloba poetas, pesquisadores e ensaístas, às vezes a mesma pessoa praticando todos esses três gêneros. Qual a medida da influência desse ambiente intelectual sobre sua decisão de ser poeta e sobre sua poesia?

CARLOS ÁVILA: Pois é, nasci num ambiente literário. Meus pais eram escritores. Sempre me lembro de minha casa repleta de livros (muitas bibliotecas de parede inteira!). Foi um privilegio contar com esse ambiente, com esse material e também com a interlocução com meus pais. Affonso, Laís e eu acabamos formando o que o querido e saudoso amigo Bóris Schnaiderman chamou de uma “tróica de poetas”.



JARDEL: Você começou sua formação acadêmica como estudante de Letras e terminou trabalhando como jornalista. Como o universo do jornalismo (que trabalha com a comunicação dentro de uma linguagem para lá de simplória) se reconciliou com as exigências da poesia?

CA: Não considero que o jornalismo (digo, o bom e verdadeiro jornalismo) trabalhe com uma linguagem “simplória”. Sim, com uma linguagem não acadêmica, que procura ser clara – concisa e precisa. Drummond, que foi jornalista, acreditava que “o jornalismo é escola de aperfeiçoamento para o escritor”. Acrescentando: “Ele ensina a concisão, a escolha das palavras, dá noção do tamanho do texto”. E mais: “o jornalismo é uma escola de clareza de linguagem, que exige antes clareza de pensamento”. Imagino que consegui, sim, conciliar poesia e jornalismo na minha trajetória.

JARDEL: Existe uma avaliação de sua poesia, escrita por Maria Esther Maciel, que o coloca na linhagem dos poetas voltados para a pesquisa da linguagem, interessados no rigor da criação que prevê invenção e debate sobre o próprio fazer poético. Fale um pouco sobre a sua poética.

CA: Prefiro que outros falem sobre o meu “fazer poético” – como a ensaísta e professora/UFMG Maria Esther Maciel, que escreveu um ensaio sobre o meu trabalho. Mas posso afirmar que procuro sim – sempre procurei – a pesquisa da linguagem, também o rigor e a concisão. Se consegui, não sei.

JARDEL: No seu ensaio “Poesia presente & (possível) futuro”, você faz uma avaliação da situação da poesia atual, demarcando um problema que seria o pouco cruzamento entre poesia e novas tecnologias na atual poesia. Aproveitando um termo adorniano, a poesia não estaria, por isso, passando por um momento de “regressão da linguagem”?

CA: Acho difícil (e temeroso) afirmar que a poesia passa por um momento de “regressão de linguagem”, como você afirma. Mas sinto hoje, por exemplo, o desgaste da repetição e diluição de certos padrões modernistas; e também o uso acrítico e “gratuito” das novas tecnologias. O que importa (sempre importou) são ideias novas, que parecem estar um tanto em falta no momento.



JARDEL: Você diz, no ensaio acima citado, que a poesia atual “mesmo quando opera no nível verbal, deixa de lado os recursos das diversas artes que podem ser mobilizados para a produção de obras inéditas em nível de procedimento.” Não seria esse retorno a uma poesia menos experimental e antenada com as tecnologias contemporâneas o resultado do desgaste das proposições das vanguardas (muitas vezes autoritárias, quando querem fazer tábula rasa do passado “conservador”) e/ou mesmo em razão da já assimilação dos procedimentos vanguardistas pela mídia comercial?

CA: Repito o que disse anteriormente: precisamos de novas ideias. Só o passado (inclusive o vanguardista) ou um pretenso futuro (apenas tecnológico) não bastam. É preciso pensar mais, com mais profundidade – para fazer a poesia DE HOJE.

JARDEL: Temos notado ultimamente na jovem poesia brasileira um retorno ao “eu lírico”, a uma introspecção e descrição de situações íntimas vividas pelo poeta. Não seria esse retorno um dado da razão da existência de um “mínimo eu” como foi diagnosticado por Christopher Lasch? Em seu desconcerto em relação a uma realidade absurda e aos fenômenos sociais e políticos os escritores “tomam o eu como tema (...) o simples fato do eu, a visão do eu como inviolado, poderoso e audaz, do eu como a única coisa real num meio circundante onde predomina a irrealidade”.

CA: A meu ver, quanto menos “eu” melhor; quanto menos “ego” – melhor ainda. O “eu” não pode ser refúgio diante de uma realidade complexa e difícil como a que estamos enfrentando. Acredito que os poetas devem “responder” ao seu tempo.

JARDEL: Pensando agora nessa volta ao “mínimo eu” dentro da problemática exclusivamente da linguagem, já que ela cria também uma poesia mais “comunicativa”, você acredita que haveria aí uma perda da qualidade formal na questão da linguagem poética?

CA: “O que pensas e sentes, isso ainda não é poesia”, afirmou em verso Drummond. Sem linguagem e forma não existe poesia, a meu ver.



JARDEL: Como você avalia a produção poética brasileira da atualidade? Há algo de novo ou importante sob o sol das letras?

CA: É difícil avaliar a produção poética atual: são tantos nomes, tantos livros, tantas dicções diferentes... Agora, não é preciso ser sempre novo, querer ser “le dernier cri” (ainda mais depois de tantas vanguardas e experiências com a linguagem). Bons são os poetas que criam sua própria linguagem (inclusive dentro de seus limites) e dão o seu recado.

JARDEL: A emergência do social, na vertente das minorias (raça e gênero, principalmente, e a ideia de uma postura sempre politicamente correta), tem invadido a área das artes e o discurso sobre a cultura. Isso é bom ou ruim para a poesia? Ou você concordaria com Adorno que diz o seguinte: “Na arte, o social é o seu movimento imanente contra a sociedade, não a sua tomada de posição manifesta”.

CA: No final das contas o que interessa mesmo (independente dos aspectos que você assinala) é a eficiência da linguagem, a fatura, a competência poética.

JARDEL: Todo poeta tem uma lista de criadores com quem tem afinidades estéticas. Qual a sua lista de poetas (ou aponte apenas alguns) e o que os torna importante para você?

CA: Uma lista talvez resultasse infinita (se penso a tradição poética, pelo menos no Ocidente, desde Homero). Rapidamente, apenas no séc. 20, no Brasil, alguns preferidos meus: Oswald, Bandeira, Drummond, Murilo Mendes, Cabral, os concretos, Affonso Ávila, Mário Faustino... Lá fora: Apollinaire, Reverdy, Eluard, Pessoa, Sá-Carneiro, Lorca, Rilke, Eliot, Maiakovski, Ungaretti, Octavio Paz...



JARDEL: Nos conte um pouco sobre sua experiência como editor do Suplemento Literário de Minas Gerais.

CA: Fui editor do SLMG de 1995 a 98. Renovei inteiramente o jornal em forma e conteúdo – ele estava um tanto “abandonado” e desprestigiado. Retomei a força do veículo impresso. Foi um período ótimo, de belas colaborações e edições – e que terminou com reconhecimento nacional (finalista do Prêmio Estadão de Cultura).

JARDEL: Um dos grandes momentos da vida literária brasileira foi o Concretismo e seus desdobramentos em uma teoria da tradução e a prática de transcriações, como também numa exigência muito grande quanto a elaboração das criações poéticas, além de eleger um grupo de poetas como referência norteadora de seu pensamento. Como você vê o papel dos poetas concretistas na cultura brasileira?

CA: Foi um papel importantíssimo, talvez até mais abrangente, em alguns pontos (como na tradução, como você assinala, e na reavaliação de certos poetas), do que o modernismo – que é, também, muito importante, é óbvio.

JARDEL: Como pergunta a música, eu te pergunto: “Poetas para que?

CA: Não sei mesmo...



OBS: Na última foto aparecem Carlos Ávila e Augusto de Campos.


Jardel Dias Cavalcanti
Londrina, 5/12/2017


Quem leu este, também leu esse(s):
01. O que vai ser das minhas fotos? de Ana Elisa Ribeiro
02. Notas confessionais de um angustiado (I) de Cassionei Niches Petry
03. 'Noé' e 'Êxodo': Bíblia, Especismo e Terrorismo de Duanne Ribeiro
04. É Tabu, Ninguém Quer Saber de Marilia Mota Silva
05. O começo do fim da hegemonia 'de esquerda' de Julio Daio Borges


Mais Jardel Dias Cavalcanti
Mais Acessadas de Jardel Dias Cavalcanti em 2017
01. A entranha aberta da literatura de Márcia Barbieri - 9/5/2017
02. Como se me fumasse: Mirisola e a literatura do mal - 26/12/2017
03. A poesia afiada de Thais Guimarães - 3/10/2017
04. Amy Winehouse: uma pintura - 28/3/2017
05. Meshugá, a loucura judaica, de Jacques Fux - 17/1/2017


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




INQUIETUDES
LUCELENA FERREIRA
7 LETRAS
(2002)
R$ 8,00



TUTELAS PROVISÓRIAS
MANOEL ANTONIO TEIXEIRA FILHO
LTR EDITORA
R$ 60,00



HISTÓRIA DA BALANÇA: A VIDA DE J. J. BERZELIUS
RHEINBOLDT, HEINRICH
EDUSP
R$ 86,00



CURSO BÁSICO DE YOGA
SANDRA GARCIA
IRACEMA
(1971)
R$ 10,00



PROVOCAR RUPTURAS, CONSTRUIR O REINO
EGON HECK PAULO SUESS
LOYOLA
(2017)
R$ 43,00



COMENTÁRIOS
PIETRO UBALDI
FUNDAPU
(1985)
R$ 8,91



ABC DA PSIQUIATRIA
WILLIAM C. MENNINGER E MUNRO LEAF
IBRASA
(1973)
R$ 14,00



POR UMA VIDA DE VERDADE
ANDREWS, SUSAN
EDITORA ÁGORA
R$ 44,64



GROW
JIM STENGEL
CROWN BUSINESS
(2011)
R$ 70,00



O BRASIL E A ECONOMIA INTERNACIONAL
PAULO NOGUEIRA BATISTA JR
CAMPUS
(2005)
R$ 18,00





busca | avançada
32715 visitas/dia
1,4 milhão/mês