O Oratório de Natal, de J. S. Bach | Ricardo de Mattos | Digestivo Cultural

busca | avançada
37376 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
>>> Livro Alma Brasileira
>>> Steve Jobs em 1997
>>> Jeff Bezos em 2003
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A insustentável leveza da poesia de Sérgio Alcides
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Millôr e eu
>>> As armas e os barões
>>> Quem é o autor de um filme?
>>> Cyrano de Bergerac
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Marco Lisboa na Globonews
>>> Bibliotecas públicas, escolares e particulares
>>> O Vendedor de Passados
Mais Recentes
>>> Psicanálise da maternidade: uma crítica a Freud a partir da mulher e de Nancy Chodorow pela Rosa dos Tempos (1999)
>>> O Preço de Uma Vida de Cristiane Krumenauer pela Novo Século (2018)
>>> Revista de História USP Nº 60 1964 de Diversos Autores pela Ffcl/USP (1964)
>>> Kerata O Colecionador de Cérebros de Juliana R. S. Duarte pela Novo Século (2017)
>>> Revista de História USP Nº 50 1962 de Diversos Autores pela Ffcl/USP (1962)
>>> Crepúsculo - Livro de Anotações da Diretora de Catherine Hardwicke pela Intrínseca Ltda (2019)
>>> Os Sertões de Euclides da Cunha pela Nova Cultural (2002)
>>> O Segredo e outras Histórias de Descoberta de Lygia Fagundes Tellles pela Companhia das Letras (2012)
>>> Uma Família Feliz de David Safier pela Planeta (2013)
>>> O Enigma da Pirâmide de Alan Arnold pela Circulo do Livro (1985)
>>> Adrienne Mesurat (prefáco Inédito) de Julien Green/ (Nota): Josué Montello pela Nova Fronteira (1983)
>>> Viagens de Gulliver (em 04 Partes) de Jonathan Swift/ Trad.: Octavio Mendes Cajado pela Globo/ RJ. (1987)
>>> O Mochileiro das Galáxias - Volume 5 - Praticamente Inofensiva de Douglas Adams pela Arqueiro (2010)
>>> Viagens de Gulliver (em 04 Partes)/ Encadernado de Jonathan Swift/ Prefácio: Almir Andrade pela W. M. Jackson (1970)
>>> Viagens de Gulliver (em 04 Partes)/ Encadernado de Jonathan Swift/ Prefácio: Almir Andrade pela W. M. Jackson (1970)
>>> Amigos de Todo Mundo: Romance de um Jardim Zoológico de Felix Salten/ Ilustrações: Philipp Arlen pela Edições Melhoramentos (1952)
>>> Lembranças Obscuras de um Judeu Polonês Nascido na França de Pierre Goldman pela Francisco Alves (1984)
>>> El Hombre de Annie Besant pela Glem (1957)
>>> Lo Spiritismo Nella Umanita de Casimiro Bonfiglioli pela Bologna (1888)
>>> Santo Tomas de Aquino de P.J. Weber pela Poblet (1949)
>>> Rumo a Consciência Cómica de Pagina de ouro de Ramasar pela Curitiba (1969)
>>> Reencarnação de J.H. Brennan pela O Hemus
>>> Rezando com o Evangelho de Pe. Lucas Caravina pela Paulus (1997)
>>> Resolução para o novo milênio de Jennifer Fox pela Ediouro (1999)
>>> Los Maestros sus Retratos Meditaciones y Graficos de David Anrias pela Horus (1973)
>>> La Doctrina Cosmica de Dion Fortune pela Luis Cárcamo (1981)
>>> Remotos Cânticos de Belém de Wallace Leal V. Rodrigues pela O Clarim (1986)
>>> Reencarnação e Imortalidade de Alexandra David Neel pela Ibrasa (1989)
>>> Raios de Luz Espiritual de Francisco Valdomiro Lorenz pela Pensamento
>>> Does God Exist? de A.E. Taylor pela The Macmillan Company (1947)
>>> Administração Básica de Adelphino Teixeira da Silva pela Atlas (2011)
>>> Como Resolver Conflitos no Trabalho de Jerry Wisinski pela Campus (1994)
>>> Administração de Investimentos de Peter L. Bernstein pela Bookman (2000)
>>> Sistemas Organização e Métodos de Tadeu Cruz pela Atlas (1998)
>>> Os 100 melhores livros de negócios de todos os Tempos de Todd Sattersten Jack Covert pela Campus (2010)
>>> Propaganda de Plínio Cabral pela Atlas (1980)
>>> Empresa Como Organizar e Dirigir de Antônio Carlos Ferreira pela Ouro
>>> Marketing Cultural ao Vivo de Vários pela Francisco Alves (1992)
>>> A Dose Certa de John C. Bogle pela Campus (2009)
>>> Já tenho idade para saber de Michael W. Smith pela BomPastor
>>> Sobreviver não é o Bastante de Seth Godin pela Campus (2002)
>>> Jesus, o maior psicólogo que já existiu de Mark W. Baker pela Sextante
>>> Aspectos Legais da Documentação em Meios Micrográficos Magnéticos e Ópticos de Ademar Stringher pela Cenadem (1996)
>>> Go Pro de Eric Worre pela Rumo (2019)
>>> Avaliação da aprendizagem - Componente do ato pedagógico de Cipriano Carlos Luckesi pela Cortez (2011)
>>> Pílulas do Bem-Estar de Daniel Martins de Barros pela Sextante (2019)
>>> Trilha de Diversos pela EuBlack
>>> Apostila de Vestibular Semi FGV 2 de Não Informado pela Cpv (2003)
>>> Documentos Maranhenses Pantheon Maranhense 2 Volumes de Antônio Henrique Leal pela Alhambra (1987)
>>> Economia de João Paulo de Almeida magalhães pela Não sei (2019)
COLUNAS >>> Especial Festas 2002

Quinta-feira, 26/12/2002
O Oratório de Natal, de J. S. Bach
Ricardo de Mattos

+ de 12700 Acessos

Johann Sebastian Bach - 1.685/1.750 - encerrou a composição do seu Oratório de Natal no mês de outubro de 1.734, ocorrendo sua primeira execução nas comemorações natalinas do mesmo ano. A evidente finalidade d'esta obra era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, e esta homenagem ao facto máximo do cristianismo verifica-se no decorrer e alternância de 31 recitativos, catorze corais, dez árias, oito coros, dois ariosos, um quarteto, um terceto, um dueto e uma sinfonia.

Bach foi um homem de entranhada e madura religiosidade. Uma crença fervorosa e sincera transparece em suas obras sacras, e diante d'isso podemos calcular seu senso de responsabilidade ao compor um oratório pelo advento d'Aquele que tanto amou. O compositor era luterano, mas esta peça é tão bonita e possui nobreza tal que já comovia, e ainda comove, pessoas de credo diverso. Ao romper esta barreira, já mostra uma primeira face de sua excelência.

O texto-base do Oratório de Natal é formado por trechos dos Evangelhos segundo São Lucas e São Mateus, complementado com versos de Christian Friedrich Henrici, dito "Picander". Este poeta é autor do texto de várias cantatas e da Paixão Segundo São Mateus. Muitas foram, contudo, as intervenções de Bach. Não há como acompanhar o Oratório sem ler o texto, e quem, como eu, não fala alemão, deve procurar uma versão acompanhada da tradução. Não é difícil ouvir a música em alemão, ler o trecho e sua tradução ao mesmo tempo.

Oratório e cantata, nos séculos XVII e XVIII, são géneros musicais a apresentar certa confusão, e a peça de Natal ora comentada pode trazer ainda mais dúvidas. O oratório irmana-se à ópera por descender dos mistérios medievais, dela diferindo apenas pela temática, pois inicialmente era acompanhado até de acção, cenário e costume. A cantata nada mais é além de uma peça profana para ser cantada e tem sua origem nos madrigais, ainda da Idade Média. Tínhamos então peças para serem cantadas - cantatas - e peças para serem tocadas - toccatas. Até aqui tudo simples e claro. Introduzindo na cantata o coro, levando-a para a igreja e no oratório substituindo-se a encenação pela narração - ficando esta a cargo do narrador ou historicus - confundiram-se os géneros. Talvez a única diferenciação restante seja a extensão, sendo maior a do oratório. Além disso, uma cantata pode ser religiosa ou profana - a Cantata do Café, do próprio Bach - mas um oratório será sempre religioso ou, no mínimo, de orientação religiosa, como As Estações, de Haydn. Este Oratório de Natal mostra bem a referida mistura, porém é um caso proposital. Na igreja de São Tomás, em Leipzig, para a qual foi composto, as celebrações natalinas estendiam-se por seis dias: 25, 26 e 27 de dezembro, primeiro e seis de janeiro e o primeiro domingo do ano. Assim, ou para não fraccionar uma peça única, ou para não repetir a mesma durante esses seis dias, Bach dividiu-o em seis partes, ou seis cantatas, reunidas de forma mais ou menos uniforme. Recebeu algumas críticas não só pela indefinição do género - nada tão indefinido assim, convenha-se - como pelo aproveitamento da música e texto de outras cantatas. O novo aproveitamento não era hábito exclusivo de Bach, mas a ocupação de alguns compositores levava a tal proceder. Vivaldi utilizou na ária Dell'aura al sussurrar o conhecido tema do allegro da Primavera.

O carácter geral do Oratório é glorificar, exaltar o espírito pelo nascimento do Messias, sendo assim oposto ao das Paixões, nas quais predominam a consternação e o drama. Com este objectivo de alegrar as almas, a primeira peça é um retumbante coro, ao qual os trompetes e tímpanos conferem um carácter de intrata:

Regozija-vos, cantai de alegria! Louvai estes dias!
Abandonai vossos temores, cessai vossos prantos,
Entoai hinos de regozijo e alegria!
Uni vossas vozes para cantar a glória do Altíssimo,
Adoremos o nome do Todo Poderoso!

Após o coro, inicia-se a narrativa, com a viagem de José e Maria de Nazareth à Belém. O parto ocorre e a contralto, primeiro em recitativo, depois em ária, admoesta Sião a bem receber o Salvador dos judeus, já padecentes do jugo romano. Cristo nasceu sob Augusto e foi crucificado na era de Tibério. Dando-se o parto no presépio, um coro de sopranos acompanhado do baixo - não ainda no papel de Herodes - acentua a humildade do facto ("Pobre veio à terra/Quem saberá honrar como merece/ O Amor que nos oferece nosso Salvador?"). O mesmo baixo, na ária seguinte, lembra a pouca importância do meio escolhido para nascer por aquele que reina sobre o mundo. Além d'isso, percebemos em vários momentos um capricho de ternura bem próprio de Bach, que curiosamente lembra-nos os escritos de Santa Terezinha do Menino Jesus e São Pedro Julião Eymard. Repare-se no coral Ach mein herzliebes Jesulein - Ah, meu bem amado Jesusinho! Aqui Bach demonstra o amor mencionado, referindo-se ao Menino como se pudesse estar pessoalmente com ele.

A segunda parte inicia-se com uma sinfonia pastoral substituindo um previsível coro, e melhor escolha Bach não poderia ter feito. Pastoral é uma obra vocal ou instrumental que pela melodia e emprego de certos instrumentos (flauta, oboé) pretende reproduzir um ideal de vida simples e pacífica, tal como imaginou-se sempre, nas Artes, ser a dos pastores. Pesquisando este ideal, chegamos em Virgílio. Ulisses desejou, em certa altura da Odisseia, ter nascido um mero pastor. Portanto, a escolha da sinfonia pastoral para iniciar a segunda parte, ou segunda cantata, é perfeita para retractar o ambiente rústico do nascimento de Jesus. Pode-se afirmar que toda esta cantata é pastoral, pois o tema da sinfonia repete-se no último coral, só retornando no coro de abertura da quarta parte.

Segundo a mensagem da segunda parte, os simples serão os primeiros a encontrar Jesus Cristo, e nos Evangelhos encontramos o desenvolvimento doutrinário desta assertiva. Basta ler o Sermão da Montanha. A última ária de contralto é uma canção para embalar o Recém Nascido. Esta parte foi apresentada pela primeira vez há exactos 268 anos.

Se na segunda cantata os pastores são avisados por um anjo - soprano - do nascimento de Jesus, na terceira eles efectivamente visitam-no. O mesmo coro do início é o do final (da capo), responsável pela volta do clima de júbilo. Deve-se reparar no duo de soprano e baixo Herr dein Mitled, dein Erbarmen - Senhor, Tua piedade, Tua Misericórdia.

A quarta parte, segundo o plano de comemorações da igreja de São Tomás, foi executada em primeiro de janeiro de 1.735. Por isso a primeira menção que o Evangelista faz em seu recitativo é à circuncisão e baptismo de Jesus, factos celebrados no dia. Após um arioso emoldurado por dois recitativos, segue-se a curiosa ária Flösst, mein Heiland, flösst dein Namen - Poderia, meu Salvador, poderia seu Nome. Nela temos duas sopranos, a segunda servindo de eco para a primeira. Eco mesmo: a primeira termina um verso e a segunda repete a última palavra apenas, de preferencia com o inte'rprete fora de cena. E um oboé ecoa esta segunda soprano. Este efeito do eco pode ser percebido também no concerto Audi , coelum do orato'rio Vésperas da Virgem Maria de Cláudio Monteverdi (1.567/1.643) e mais recentemente, na ária de Violetta Follie! Delírio vano é questo! na famosa ópera La Traviata de Giuseppe Verdi (1.831/1.901) Bach dedicou toda esta parte à relação entre o homem e Jesus, bem como a Sua palavra.

Um mui alegre coro complementado por vozes infantis inaugura a quinta cantata, dedicada à chegada dos Magos e à reacção de Herodes ao receber a notícia. Muita atenção para a ária Erleucht' auch meine finstre Sinnen - Ilumina também meus escuros sentidos, na qual o baixo é acompanhado pelo órgão e pelo oboé.

Um coro épico abre a sexta e última cantata, apresentada na Epifania de 1.735. Por este motivo Bach destacou a visita dos Reis Magos ao Menino, embora também se discorra sobre a ordem de Herodes e à fuga de José e Maria. Esta a cantata mais dramática de todo o conjunto, transpirando tensão e aflição. O alívio pela salvação do Menino recompõe, no quarteto e coral finais, a sobreexcitação e alegria dominantes em todo o Oratório. Nada adianta eu tagarelar sobre esta excelente obra. Ela deve ser apreciada e sua contribuição para um Natal melhor será inafastável.


Ricardo de Mattos
Taubaté, 26/12/2002


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Carta ao(à) escritor(a) em sua primeira edição de Ana Elisa Ribeiro
02. A cidade e o que se espera dela de Luís Fernando Amâncio
03. Numa casa na rua das Frigideiras de Elisa Andrade Buzzo
04. Nos braços de Tião e de Helena de Renato Alessandro dos Santos
05. K 466 de Renato Alessandro dos Santos


Mais Ricardo de Mattos
Mais Acessadas de Ricardo de Mattos em 2002
01. A Erva do Diabo, de Carlos Castaneda - 14/11/2002
02. Diário do Farol, de João Ubaldo Ribeiro - 15/8/2002
03. Moça Com Brinco de Pérola, de Tracy Chevalier - 24/10/2002
04. Cidade de Deus, de Paulo Lins - 17/10/2002
05. O Oratório de Natal, de J. S. Bach - 26/12/2002


Mais Especial Festas 2002
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site



Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




OS PASTORES DA NOITE
JORGE AMADO
RECORD
(1983)
R$ 18,00



SONHOS E REALIDADE: PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XX, A
NEREIDE SCHILARO SANTA ROSA
PINAKOTHEKE
(2002)
R$ 17,56



COLEÇÃO MODERNA DE ESTUDOS PRIMÁRIOS MATEMÁTICA - 9685
VICENTE KOSIEN
ECLAL
(1969)
R$ 10,00



BIBLIOGRAFIA DE HISTÓRIA DO BRASIL
NÃO DEFINIDO
MINISTÉRIO DE RELAÇÕES EXT.
(1946)
R$ 12,00



À PRIMEIRA VISTA
NICHOLAS SPARKS
ARQUEIRO
(2012)
R$ 10,00



RETRATOS DE UMA ÉPOCA: O ACERVO PICTÓRICO DO HOSPITAL PORTUGUÊS
FRANCIANE LINS
SECRETARIA DE CULTURA SÃO LUÍS
(2005)
R$ 27,28



FILTRO ACTIVO DE POTÊNCIA PARA INTERFACE DA REDE COM CARGAS ELÉCTRICAS
MANUEL JOÃO SEPÚLVEDA MESQUITA DE FREITAS
NOVAS EDIÇÕES ACADÊMICAS
R$ 524,00



DANO MORAL- 4ª EDIÇÃO
CLAYTON REIS
FORENSE (RJ)
(1997)
R$ 9,82



MAINSTREAMING THE ENVIRONMENT: THE WORLD BANK GROUP AND THE
JOCELYN MASON
WORLD BANK
(1995)
R$ 19,28



CONTABILIDADE PARA MBAS - TEXTOS E CASOS
JOSIR SIMEONE GOMES
CAMPUS
(2000)
R$ 6,93





busca | avançada
37376 visitas/dia
1,1 milhão/mês