Comentários de I. Boris vinha | Digestivo Cultural

busca | avançada
79144 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Sugestão de pauta - Lançamento 'Presenças' de Millo Ribeiro
>>> Projeto 8x Hilda reúne obra teatral de Hilda Hilst em ciclo de leituras online
>>> Afrofuturismo: Lideranças de de Angola, Cabo Verde e Moçambique debatem ecossistemas de inovação
>>> Ibraíma Dafonte Tavares desvenda preparação e revisão de texto
>>> O legado de Roberto Burle Marx é tema de encontro online
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Da fatalidade do desejo
>>> Cuba e O Direito de Amar (3)
>>> Isto é para quando você vier
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mehmari, Salmaso e Milton Nascimento
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
Últimos Posts
>>> Kate Dias vive Campesina em “Elise
>>> Editora Sinna lança “Ninha, a Bolachinha”
>>> “Elise”: Lara Oliver representa Bernardina
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Em Londres, à caça do mito elementar
>>> A poética anárquica de Paulo Leminski
>>> Sem nada para ler
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> 17 de Abril #digestivo10anos
>>> Minutos de sabedoria
>>> Ilhabela
>>> 3 Grandes Escritores Maus
>>> Folhetim
Mais Recentes
>>> O Segredo Azul - Coleção Baleia Bacana de Pedro Bloch pela Ediouro
>>> Ideal Espírita de Francisco Cândido Xavier - Autores Diversos pela Cec (1973)
>>> Fala Sério, Mãe! de Thalita Rebouças pela Rocco (2012)
>>> Um Quero-Quero na Vizinhança de Eduardo Oliveira pela Prazer de Ler (2015)
>>> Gênios da Música de Carlos Iafelice pela Trio (1974)
>>> Nina e a Lamparina - Coleção Sonhos de Ser de Cláudia Nina pela Dsop (2013)
>>> Perspectivas Sociológicas : uma Visão Humanística - Antropologia 1 de Peter L. Berger pela Vozes (1986)
>>> Becky Bloom - Delírios de Consumo na 5ª Avenida de Sophie Kinsella pela Record (2011)
>>> Hq Superman/Batman de Dc pela Panini Comics (2008)
>>> Cascão 282 - Outubro/1997 - Túnel do Terror de Maurício de Sousa pela Globo (1997)
>>> Cascão 332 - Outubro/1999 - Cadê o Floquinho? de Maurício de Sousa pela Globo (1999)
>>> Cascão 319 - Abril/1999 - Casa Na Árvore de Maurício de Sousa pela Globo (1999)
>>> Cascão 399 - Abril/2002 - Setenta E Nove de Maurício de Sousa pela Globo (2002)
>>> As crônicas de Gelo e Fogo de George R. R. Martin pela LeYa (2010)
>>> A Trilogia Millennium: Os homens que não amavam as mulheres de Stieg Larsson pela Companhia das Letras (2011)
>>> A Torre Mal-Assombrada - Salve-se Quem Puder de Susannah Leigh pela Scipione (1998)
>>> Dewey Um gato entre livros de Vicki Myron pela Globo (2021)
>>> Tempos Fraturados de Eric Hobsbawm pela Companhia das Letras (2013)
>>> Entrevista a Distância de Vaclav Havel pela Siciliano (1991)
>>> O Indivíduo Em Formação de Barbara Freitag pela Cortez (1994)
>>> Pequena História do Rio de Janeiro em Cordel de José Guilherme Soares Teles pela Labrador (2017)
>>> Arquivo Teoria e Prática de Marilena Leite Paes pela Fgv (1986)
>>> Ivone a Menina dos Olhos Escuros - Romance Mediúnico de M. Penalva-eunice Serôa da Motta (espíritos) pela Sem Identificação (1981)
>>> Os Guerrilheiros do Contestado de Renato Mocellin pela Do Brasil (1989)
>>> O Evangelho Segundo o Espiritismo de Allan Kardec pela Feb (1975)
>>> Dr. Maluco Versus Robby Schwartz - Goosebumps Horrorland 5 de R. L. Stine pela Fundamento (2010)
>>> A única esperança. Encontre o real sentido da vida de Alejandro Bullón pela Casa Publicadora Brasileira (2013)
>>> Sinais de esperança. Uma leitura surpreendente dos acontecimentos atuais. de Alejandro Bulloón pela Casa Publicadora Brasileira (2008)
>>> A Lenda Do Graal de Emma Jung, Marie-Louise von Franz pela Cultrix (1997)
>>> Minha Vida Antes do Invento na Hora de Lucas Lira pela Outro Planeta (2016)
>>> O Feminino nos contos de fadas de Marie-Louise von Franz pela Vozes (1995)
>>> Guia do Brasil - 1984 de 4 Rodas pela Abril (1984)
>>> A ira dos Anjos de Sidney Sheldon pela Nova Cultural (1988)
>>> Cinco Minutos e O Garatuja de José Alencar pela Clube do Livro (1948)
>>> Iniciação de Elizabeth Haich pela Pensamento
>>> Ação e Reação de Francisco Cândido Xavier - André Luiz pela Feb (1997)
>>> O Fim do Mundo de Camille Flammarion pela Feb (1995)
>>> Bíblia do Torcedor - as Sagradas Escrituras da Seleção de Luís Miguel Pereira pela Prime Books (2014)
>>> Look and Speak - English de José F. Melo pela do Brasil
>>> Elucidações Evangélicas À Luz da Doutrina Espírita de Antônio Luiz Sayão pela Feb (1995)
>>> Cascão 249 - Julho/1996 - A Moeda Dos Piratas de Maurício de Sousa pela Globo (1996)
>>> Em Terra Pisando Estrelas / Vengas Vengas de Magda Von Brixen e Eduardo Villas pela Mauad (1996)
>>> Fios do Destino determinam a Vida Humana de Roselis Von SaSS pela Graal na Terra (1997)
>>> Meninos sem Pátria - Série Vaga-lume de Luiz Puntel pela Ática (2013)
>>> Casa Velha de Machado de Assis pela Clube do Livro (1952)
>>> Minidicionário. Inglês/português- português/inglês de Não informado pela W Kids
>>> Autoliderança e o Gerente Minuto de Ken Blanchard pela Best Seller (2013)
>>> Linha Dágua - Entre Estaleiros e Homens do Mar de Amyr Klink pela Companhia das Letras (2014)
>>> Arte e Manhas da Sedução de Marion V Penteado pela Saraiva (1994)
>>> Gente Tóxica de Bernardo Stamateas pela Thomas Nelson (2009)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Segunda-feira, 10/11/2008
Comentários
I. Boris vinha


E viva o estrangeirismo!
A qual 'língua portuguesa' se refere a nossa colunista? Pode haver uma 'língua lusitana', mas essa foi falada só nos primeiros dias após o descobrimento... e essa nem os próprios lusos conhecem mais. De 1501 em diante, os habitantes da Terra de Santa Cruz, Vera Cruz, e depois do Pau Vermelho, falaram mesmo foi o Tupi, o Guarany, o Tupinambá e o Botucudo. Misturam tudo e deu no que deu, uma língua, digamos, abrasileirada. E graças ao Criador assim ocorreu, porque ficamos plenos em novo conhecimento linguístico, evoluimos nas palavras e aumentamos nossas frases... E graças aos franceses, aos holandenses, aos negros africanos, os escravos da vez, a nossa lingua brasileira aumentou em qualidade, em sons e variedades. Deus nos livre se continuássemos somente com a modesta língua lusa... já pensou se hoje disséssemos: "Maria,onde está o puto que estava acá na bicha?" E só queríamos perguntar: "Maria, onde o menino que estava aqui na fila?" Que coisa parva, ó pá!

[Sobre "Vamos fazer o português entrar na moda!"]

por I. Boris vinha
http://www.sitedoslivros.com
10/11/2008 às
09h48 201.6.165.185
 
Por isso gosto de você, Pilar
Por isso gosto de você, Pilar Fazito, e nem a conheço pessoalmente. Simplesmente admiro o que você pensa, como escreve, mesmo que nem tudo o que escreva seja o que você pensa. E pode crer, são poucas as pessoas que admiro, não que eu seja o máximo, o melhor, e tão pouco sou do contra ou um cara chato, posso ser intransigente com as mediocridades, desconstrutor das beocidades e dos que se acham, alguns ruinzinhos nos seus místeres, mas heróis da moçada... Você parece-me verdadeira, coloca, em parte, seus personagens como seu alter-ego. E todos que escrevem ou tentam escrever, sem dúvida, são os alter-egos dos seus personagens; é dificil separar o real do irreal quando se textua ficção, pelo menos é assim que me sinto ao tentar escrever. Quase sempre o autor derrama no papel o que sente, de fato, intimamente, mesmo que minta no contexto e diga que o personagem é outro, não ele. Como dizer em um texto que sente a maior atração pela amiga, diz que é um amigo que está sentindo...

[Sobre "O escritor está nu"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
7/10/2008 às
09h32 201.6.165.185
 
O macho pretensioso...
Entre as poucas fêmeas citadas em compêndios literários, podemos destacar a Simone de Beauvoir; ela acordou da inércia que os machos, por medo, as colocaram no contexto antroposófico e assim contou "suas verdades". Mas muitas mulheres são responsáveis pelo baixo conceito e pelos preconceitos que quiseram fazer da fêmea um ser inferior, desde a criação do Povo Adâmico. Poucas elogiam outras mulheres e deixam que todas as imagens literárias, filosóficas, venham a público através dos homens. O macho não entende nem sobre ele, o que dirá sobre as fêmeas! Alguns escritores, homens ou mulheres, os que escrevem baboseiras infantilizadas e adocicadas, mostram como a fêmea é meiguinha, bobinha, amantezinha e traída constantemente. Por que não mostram a verdadeira mulher, a heroína, a lutadora? Sem dúvida a situação dela já foi pior, mas a fêmea está entendendo seu verdadeiro lugar. Como superior que é, não pretenderá espezinhar o macho inferior, conviverá com ele e tentará humanizá-lo...

[Sobre "O centenário do Castor"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
11/8/2008 às
09h08 201.6.165.185
 
Nosso triste contraste
Mesmo que não queiramos cristalizar conceitos, como pede a colunista, é difícil não nos compararmos com os visitados. É difícil não constatarmos, contristos, os nossos contrastes. Às vezes, mesmo sendo de um continente pouco evoluído culturalmente, resultado do caldo dos parcos ensinamentos que os nossos descobridores e colonizadores nos deram para beber, conseguimos nos sentir até superiores... Se não acredita, é só visitar o Zimbábue, o Niger, a Nigéria, e lá verá que já saímos, pelo menos, da barbárie. Entretanto, sentimos-nos tão pequenos culturalmente e constatamos que a nossa educação é imensamente precária, quando visitamos a Paris da nossa prosadora. Sentimo-nos envergonhados ao passarmos pelo Jardin de Tuileries, vizinho do Louvre, por exemplo, e notamos que eles lêem livros (de papel) sentados em cadeiras soltas pelos arredores, colocadas ali pela prefeitura. Aí constatamos nosso triste contraste. Não temos livros nos nossos jardins e as cadeiras, se soltas, seriam roubadas.

[Sobre "France, mode d'emploi"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
14/4/2008 às
09h59 201.6.179.159
 
o papel ficará na lembrança
O novo substituirá o velho! Tudo se transforma, nada se cria, e isso já dizia o Lavoisier, o cientista morto pelo louco, o esquizofrênico Robespierre. Há pouco mais de 120 anos, temos a luz elétrica, antes era só candeeiro, era um atraso danado! Há menos de 20 anos poucos conseguiam escrever em máquinas de escrever (isso não é redundância, é a pura verdade). Agora já escrevemos no computador e ficamos todos metidos e profetas. Tudo muda, e o jornalismo mudará também para a Internet, o jornal de papel ficará na lembrança, mas as empresas jornalísticas aumentarão a divulgação na rede e ficarão mais ricas. Entretanto, aniquilarão com 99% dos bloguinhos de hoje. Blog não é jornalismo, muito menos editor da boa literatura. Também passará. E o livros de papel nunca terão fim; ler na tela deixa cego, vesgo, bobo e beocizado; é só ver o que se escreve por aí, pensando que são escritores... Nada como ler um livro, folha por folha, sossegado, embaixo de uma árvore frondosa, sem neura digital.

[Sobre "Blog precisa ser jornalismo?"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
9/4/2008 às
09h25 201.6.178.11
 
Não dá para pensar em livros!
Livro no sul do planeta é luxo, amigo escritor! Países onde a cultura é péssima, a saúde é intolerável, a educação é terrível... onde o povo almeja ascender a uma nova classe social só para comprar uma TV fininha, dessas bonitonas com tela plana, um aparelho que toca CD, ir às lojas populares e empapuçar-se de móveis de gosto discutível e pagá-los em 120 prestações mensais... Não dá para pensar em livros! O povo não tem hábito para a literatura, nem quem o incentive. O negócio é Big Amigos, é programa onde as bundas abundam, é revistinha de sacanagem. Lógico, esses são os países da bola, da pinga, da favela, da criança que rouba e mata, da criança que morre desaverganhadamente, do carnaval, da bunda abundando; pelo menos é o que divulgam por aí! Depois, já viram o preço do livro? É coisa de luxo, amigo escritor! Se o povo comprar livros a esses preços, não sobra para pagar as 120 prestações da TV fininha, a bonitona com tela plana! Que tal um incentivo dos órgãos culturais?

[Sobre "A mídia e os escritores"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
7/4/2008 às
09h11 201.6.178.11
 
Deixem Deus quieto!
Mesmo que não existisse, de tanto que se fala em Deus ultimamente, ele passaria a existir. É, mais ou menos, como Papai Noel, sabemos que o velho não existe, mas é como se existisse; ficou impregnado no subconsciente, se tornou uma pessoa conhecida... gente nossa! Agora, ficar dissertando sobre Deus não nos leva a nada. Será, por muito tempo ainda, só filosofia, e filosofia é a arte de especular. Como entendê-lo se ninguém sabe se é O ou A. Acreditamos que não tenha gênero, nem número e muito menos grau. -Ah! E não é branquinho de olhos verdes como querem alguns... Somos demasiadamente pequenos e involuídos para querermos entendê-lo(a). Quanto mais se fala, mais se arruma encrenca com o defensor do indefensável. E se alguém o matou, não foi Nietzsche e nenhum outro filósofo, foi, de fato, o Darwin, quando enunciou que viemos do símio sem rabo, passando pela linda ameba ancestral... Deixemo-lo(a) quieto(a), até porque Ele(a) tem ódio mortal de quem fica enchendo o seu sagrado saco.

[Sobre "Deus 3.0"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
2/4/2008 às
12h41 201.6.178.11
 
apaixonados, bobinhos, melosos
Ser poeta é ser um SER iluminado! Isso não é redundância, é a constatação da verdade, pelo menos a minha. Entretanto, não sou o dono da verdade, gostaria de ser, mas passo longe dela. Por isso, não há necessidade de comentarem a respeito e de me esculacharem; já que é isso o que acontece na Internet. Se a verdade não for a que comungamos, já metemos o pau no que disse a sua verdade. E isso também é so a constatação da pura realidade. Agora, poeta mesmo são poucos; têm que ser iluminado, tudo bem? Poetas quase todos já fomos, principalmente quando somos jovens, apaixonados, bobinhos, melosos e donos da verdade! Quase todos os estudantes de letras, de comunicação, são "poetas"; escrevem os dramas por quais passam e nos contam os sentimentos que passarão um dia. Muitas poesias perdem a razão de ser, por isso! Quem não fez um poeminha para a namorada? Quem não escreveu um monte de versos, os que estão nas gavetas, esperando a boa vontade de algum editor? Mas poetas mesmo são poucos.

[Sobre "Sóbrio, discreto e cauto"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
20/3/2008 às
14h07 201.6.178.11
 
Teoria da evolução religiosa
É! Ultimamente todos queremos discutir sobre religião, principalmente aqui no Digestivo Cultural! Que bom! Mas por que alguém discutiria os textos bíblicos, se religião não se discute? Por que comentar sobre a divindade? Por que? -perguntariam. Ora, porque religião deve, sim, ser discutida, deve ser até atualizada, senão, os ensinamentos escritos em épocas de pouca informação cultural, moral e de ética, deixarão de ser bons e escravizarão os seguidores ao-pé-da-letra e continuarão a transmitir ensinamentos que atrapalham a evolução lógica da humanidade. Religião e política escravizam mesmo o humano, como dizia o Nietzsche, quando muitos entenderam que ele queria matar Deus. Deus deve, sim, ser o nosso criador, mas começou pela ameba, nossa ancestral. O melhor que temos a fazer é não continuar uma ameba! Ecumenismo é o melhor que há! Um Deus só e os profetas como ajudantes. Mas cuidemos-nos, passamos de espíritas para agnósticos e depois para ateus. É a evolução! Evoluímos sempre!

[Sobre "Sobre o Caminho e o Fim"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
20/3/2008 às
11h41 201.6.178.11
 
Por que, hein?
Chega a ser deprimente, desagradável, mas precisamos concordar com a Jurema Finamour, quando ela afirma em "Pablo e Don Pablo", como nos ensina o colunista Daniel Lopes: "Estamos cansados de oportunistas fantasiados de santos." Nossa, como existem falsos heróis, falsos santos, falsos profetas, falsos humanos! E, cada vez mais, quanto mais lemos e vivemos, mais nos deprimimos com o que vemos e ouvimos. Não queria dizer isso, mas o meio literário, mais que outros meios culturais, é repleto de vaidosos egocêntricos e com as máscaras referidas pela Jurema. Ninguém ajuda ninguém, cada um cuida do seu, muitas vezes execra o colega pretenso escritor, divide as oportunidades e sempre puxa a sardinha para o seu braseiro! Salvo raras exceções. Por que é assim, hein? E o que vemos de verborragia sobre os outros, não é brincadeira, alguns apoderam-se das incorporações literárias e nos inundam, também, com os seus falsos-fecundos conhecimentos. Principalmente pela Internet! Por que, hein?

[Sobre "Neruda, oportunista fantasiado de santo"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
18/3/2008 às
11h34 201.6.178.11
 
medo da superioridade feminina
Primeiro, a fêmea nunca foi o segundo sexo! Segundo, isso é a própria caracterização do machismo inferior. Filósofos, sociólogos, psicólogos, antropólogos, já falaram sobre a mulher. E em muitos comentários utilizaram uma verborragia filosófica inútil... diríamos até que se parece mais com uma diarréia filosófica! Quantas besteiras falaram e falam das fêmeas superiores! Porque a mulher era subjugada, era a dona do lar, era incapaz, enfim, era nada! Infelizmente, os autores e colunistas que se dedicaram a prosar e prosear sobre as fêmeas, sempre acentuaram a inferioridade feminina inventada. Tudo por medo da sua superioridade! Criou-se, assim, uma falsa impressão da fêmea, falou-se tanto da coitadinha que o conceito se arraigou no subconsciente dos machos retrógrados e de algumas fêmeas masculinizadas; agora está difícil para ela tirar esses estigmas das costas. Ficar falando nas diferenças de gênero é concordar com o preconceito e afirmar a ignorância do conceituador...

[Sobre "A verdade que as mulheres contam"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
17/3/2008 às
09h38 201.6.178.11
 
Vamos estar falando português
Pobre Saramago, pobre Camões, pobre idioma português! Deu azar de ser falado em nosso país bonito, mas pobre em corpo, mente, alma e ignorante por natureza. Também, ninguém liga para educação desse nosso povo mesclado, é ou não é? No início eram só os degredados, os que, por serem excluídos da vida social européia, já não sabiam falar bem o idioma da terrinha, depois miscigenaram-se com os índios e colocaram palavras de indígenas no nosso vocabulário, e ainda, depois, vieram os escravos que trouxeram palavras de suas tribos. Que mistura, hein, fizemos com a língua dos cajos, ó pá! Mas o pior não é isso... Ruim mesmo são os brasileirinhos atuais, os que já estão grunindo, daqui a pouco poderão até voltar para as árvores e imitar os antepassados monos, gritando pretensas palavras na involução constante. Dá no saco ouvir mocinhas, mocinhos, estudantes e até alguns jornalistas, dizerem: - Vamos estar falando português! Isso sim é o fim do idioma!

[Sobre "A língua nossa de cada dia"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
5/3/2008 às
10h06 201.52.244.48
 
Ser ateu ou agnóstico?
Eis a questão! O ateu diz na cara que não acredita, já o agnóstico tem dúvidas. Entretanto, já ouvimos ateus dizendo em horas de apuro: - Livra-me, meu deus! (Deus com minúscula porque o Deus dele é um pouco menor.) Já o agnóstico diz: - Não afirmo que o açuçar é doce, mas que parece doce, parece! (Coloca a divindade em dúvida.) Como comentamos em um Digestivo passado, religião e política nos aprisionam nas amarras filosóficas, e por essas filosofias ficamos na dúvida se somos ateus ou agnósticos... Na religião, o humano cria os seus céus e faz o seu próprio inferno, e não sabe que o céu e o inferno estão ao seu lado... é só escolher o seu! Para ficar bem com todos, em uma hipocrisia que caracteriza o humano, digo que sou ecumênico, assim saio bem na foto! Agora, se Deus existe, ele não é O nem A, não tem gênero, número nem grau. Não mata e não manda matar... e não é tão branquinho como querem as... igrejas brancas. Deve ser só uma Energia Singular e não tem dono!

[Sobre "Dançando com Shiva"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
5/3/2008 às
08h48 201.52.244.48
 
escravidão intelectual
O Guga, quando escreve, deixa resquícios do seu pensamento por bastante tempo. Estou comentando um texto seu de janeiro recém-passado. É que esse assunto me interessa muito, gosto disso, até escrevi um livro, ainda não publicado, como sempre, sobre a intrigante dúvida humana. Penso que religião, política, sexo e outros temas que são feitos tabus, devem sim ser discutidos, analisados e se possível renovados e melhorados. Caso contrário, seremos sempre os acomodados. O Richard Dawkins escreveu um livro bom, apesar de muito longo; outros já falaram sobre isso e estão corretos, precisamos alertar para os grilhões religiosos que nos prendem e nos escravizam, como faz a política. Política e religião são os maiores responsáveis pela escravidão intelectual dos humanos. Em tudo há essas amarras! Acredito, juro, que a Bíblia deveria ser reescrita, tirando o ranço dos ensinamentos errôneos e brutos ditados pelos escritores religiosos, antigos e ignorantes, até pelo tempo em que viveram...

[Sobre "Ciclones sobre a cruz"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
3/3/2008 às
11h24 201.52.247.134
 
dão o tapa e escondem a pata
Rapaz, pensei que fosse somente eu que pretendesse desmistificar as inverdades contadas para a humanidade! Quer dizer, tento desmistificar contando as minhas verdades, e nem sempre nossas verdades são as verdadeiras, é ou não é? Mas se a gente fala, desmistifica os falsos e pseudos, quase sempre nos execram, dizem que somos isso e aquilo, um cara chato, infeliz, mal amado, negativista; execram, mas se escondem atrás de suas mediocridades e pretensas erudições; são como gatos, dão o tapa e escondem a pata! Só não queremos ser hipócritas! Mas que tem um monte de falsos intelectuais enchendo o saco, tanto o do Rafael como o nosso, com as suas ejaculações eruditas, por aí, tem... como tem! O fulano faz um cursinho de letras qualquer, de jornalismo, lê uns livros e já se acha o escritor, o autor erudito, o crítico literário, o rei do óbvio, (O Nelson Rodigues está certo!). Depois vai para a FLIP e se pavonea, mostrando que é o bom. Parabéns, Rafael! Quanto mais desmistificadores, melhor!

[Sobre "A literatura e seus efeitos"]

por I. Boris Vinha
http://www.sitedoslivros.com
29/2/2008 às
09h46 201.52.247.134
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Consumo Sustentável - Cadernos de Educação Ambiental
Denize Coelho Cavalcanti
Secretaria Meio Ambiente/SP
(2011)
R$ 20,00



Guia Millôr da Filosofia - o Livre Pensar
Millôr Fernandes
Nova Fronteira
(2016)
R$ 59,00



Sociedade - uma Introdução À Sociologia
Ely Chinoy
Cultrix
(1976)
R$ 16,00



Procurando Jennifer Jones
Anne Cassidy
Relume Dumará
(2005)
R$ 9,42



Um Capitalista Em Moscou
Armand Hammer
Best Seller
(1989)
R$ 26,00



JavaScript
Maurício Smay Silva
Novatec
(2010)
R$ 49,50



Comportamento Sexual do Brasileiro
Delcio Monteiro de Lima
Francisco Alves
(1977)
R$ 5,00



Portugal Língua e Cultura
Vasco Graça Moura Comissário
Comissão Nacional para as C
(1992)
R$ 22,66



Human Geography
Derek Gregory e Contribuintes
Univ of Minnesota Press
(1994)
R$ 150,00



A lei da fazenda
Laura Zigman
Rocco
(1998)
R$ 10,00





busca | avançada
79144 visitas/dia
2,4 milhões/mês