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Sexta-feira, 27/8/2010
Comentários
Paulo Cezar de Mello

Penguin aqui não é popular
Poderia ser uma ótima notícia, significando que o livro finalmente poderia se tornar algo popular no Brasil. Na Inglaterra as pessoas pagam pouquíssimo pelos livros da Penguin - é normal ver gente lendo os livrinhos no metrô, na grama do parque etc. Infelizmente, aqui esses livros não saem com preço tão baixo quanto lá. Não são tão caros quanto muita coisa que se vê nas livrarias, claro, mas a coisa continua longe da propalada ideia de "popular". Ou será que livro, cultura, no Brasil, é mesmo coisa para os poucos ilustrados felizes de sempre?

[Sobre "Os primeiros volumes da Penguin Companhia"]

por Paulo Cezar de Mello
27/8/2010 às
10h23 201.95.206.218
 
Pessoas mal-educadas
Moro na periferia de uma cidade do ABC paulista e observo uma coisa muito grave por aqui: o número enorme de pessoas que ascenderam para a classe média, têm bons carros etc., mas são extremamente mal-educadas, sem o mínimo de consciência de cidadania. Mesmo tendo mais acesso à escola, essas pessoas são preparadas para ser meros cumpridores de ordens. Por isso o resultado sofrível do ENEM e outras avaliações similares. Um de nossos maiores problemas está aí: uma política de educação mais preocupada em formar mão de obra técnica do que gente apta a pensar, interpretar a realidade em que vive. Para onde será que vamos nesse caminho?

[Sobre "Por que a Geração Y vai mal no ENEM?"]

por Paulo Cezar de Mello
16/8/2010 às
09h51 201.95.193.119
 
Vamos ler!
É tudo mera questão de suportes. Tabuinhas de argila, paredes, rolos de pergaminho, pele de carneiro, papel, monitor LCD... Tudo vale para o desejo humano de comunicar, confessar, discutir, ensinar. Uma conversa desse nível, entre Eco e Carrière, vale a pena ser procurada ou acessada esteja onde estiver. É dessas coisas que só nos enriquecem como seres hhumanos. Por que algo assim tão grande deveria ser considerado coisa ultrapassada, inútil, só porque se encontra em um suporte "em decadência"? Vamos ler! E tomemos cuidado para não cair no conto do vigário de marketeiros que infestam nosso mundo com ares de gente séria e informada.

[Sobre "Não contem com o fim do livro, uma conversa com Umberto Eco"]

por Paulo Cezar de Mello
11/8/2010 às
12h15 201.95.37.2
 
Grandes veículos perdem
Com toda a força econômica que ainda representam, os grandes veículos de imprensa perdem cada vez mais força política, cultural, perdem visibilidade num universo mais amplo que o nicho de classe média que ainda procura essas mídias. Por outro lado, a diversidade alcançada pela internet combina com a riqueza de possibilidades do universo cultural. Utilizá-la para fazer circular o que vai pelo mundo da música, das artes, pode parecer um trabalho de formiguinha, mas não é assim que começam todas as coisas - as pequenas e as grandes?

[Sobre "Novos caminhos para a cultura"]

por Paulo Cezar de Mello
7/7/2010 às
09h09 201.95.193.197
 
Assim como Caetano e outros
Ferreira Gullar, assim como Caetano Veloso e outros, é uma dessas figuras que já tiveram sua importância mas hoje limitam-se a alimentar um "prestígio" artificial escrevendo coisas irrelevantes em mídias lidas/assistidas por muitas pessoas mas por simples inércia - Veja, Folha, Globo e outros espaços de acomodação. Gullar já teve sua força como poeta, mas seu tempo passou e ele passou junto.

[Sobre "Gullar sobre Lula e Dilma"]

por Paulo Cezar de Mello
11/6/2010 às
12h24 201.13.191.78
 
Um só e imenso Rimbaud
Fala-se muito por aí das "duas pessoas" chamadas Jean-Nicolas Arthur Rimbaud. Há pouco tempo, aliás, saiu no Brasil um livro intilulado (se não me engano) "Rimbaud: a vida dupla de um rebelde". Bobagem, mistificação. Houve um só Rimbaud, que escolheu a vida como poucos ousam escolher. O natural das pessoas é amadurecer, desdobrar-se, realizar o que têm de potencial. Ninguém melhor que Jean Arthur para saber disso, ele que disse que é preciso ser moderno sempre. A poesia, os círculos literários cansaram, ele saiu e foi conhecer o mundo. Viva Rimbaud, um só e imenso Rimbaud!

[Sobre "O comerciante abissínio II"]

por Paulo Cezar
28/4/2010 às
10h52 189.68.14.254
 
Nunca estivemos num paraíso
Certo: não estamos (nunca estivemos) num paraíso. Quem está ou já esteve, pelo menos, no mundo perfeito que muitos comentaristas pintam quando falam do que não somos? O que chama a atenção, na verdade, é o seguinte: quantos outros lugares deste planeta contam, como nós, com uma imprensa (de papel ou virtual) que torça tanto e tão insistentemente contra o próprio país? Com jornalistas, comentaristas, analistas especialistas que têm tanta vergonha, tanto asco pelo lugar em que nasceram. Que sonham tanto em viver longe, em ser o que não são, enquanto exercem seu "poder crítico"?

[Sobre "O voo de galinha do Brasil"]

por Paulo Cezar
21/4/2010 às
16h46 201.95.213.196
 
Murdoch é um grande dinossauro
Murdoch é um grande dinossauro (assim como seus primos Civitas, Frias, Marinhos, Mesquitas...). Como todo grande dinossauro, impressiona pela aparência poderosa, mas sua extinção é parte incontornável da História do mundo.

[Sobre "Jeff Jarvis atacando Rupert Murdoch no Guardian"]

por Paulo Cezar
16/4/2010 às
15h47 189.68.13.199
 
O mundo precisa disso
Russell exercita o pensamento como forma de iluminar o mundo, enxergar o mundo com clareza. Isso é liberdade na prática. O mundo precisa muito, muito disso.

[Sobre "Por que não sou cristão"]

por Paulo Cezar
14/4/2010 às
10h34 201.95.203.171
 
Papel, um artigo de luxo
Realmente, soa um tanto forçada a comparação feita por Timonen. Todo mundo costuma ser tentado a fazer comparações - elas são recusos bastante cômodos para abordar qualquer assunto com seriedade, precisão etc. Além disso, também é cômodo exaltar novidades como se cada uma que surgisse fosse o anúncio de novos tempos, de uma nova vida. James Cameron não saiu por aí dizendo (e sendo ecoado por muita gente) que "Avatar" era o futuro do cinema?... Por outro lado, dá para arriscar uma previsão, digamos, mais ponderada: assim como o LP virou um objeto de luxo, de coleção (e é nessa condição que suas vendas "crescem" hoje), livros, revistas e outras mídias em papel podem estar se tornando objetos para se curtir, manipular, apreciar em termos de design, textura etc., talvez mais do que meios de informação. Além da praticidade e agilidade da internet, dos e-books etc., pesa muito nesse processo, claro, o preço: as pessoas buscam informação e formação, não importa tanto o meio.

[Sobre "O fim do papel comparado ao fim da música"]

por Paulo Cezar
http://paulocezar.blog.terra.com.br
8/3/2010 às
10h31 201.95.200.226
 
A todo o Brasil
Que faça a música chegar aos ouvidos do Brasil - aos ouvidos de todos que amam música, não só daqueles que têm muito dinheiro a dar em troca. [Santo André - SP]

[Sobre "Promoção Irmãs Labèque no Mozarteum"]

por Paulo Pereira
1/10/2009 às
08h46 201.95.195.90
 
Julio Daio Borges
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