Menos partidarismo, na verdade | Rogério Kreidlow

busca | avançada
50141 visitas/dia
1,8 milhão/mês
Mais Recentes
>>> FAAP discute Semana de Arte Moderna de 22
>>> Toda Quinta retoma 1ª edição no Teatro Vivo com menção a Dominguinhos
>>> ENSINAR A FAZER - MARCENARIA
>>> O Peso do Pássaro Morto faz duas sessões online dias 30 e 31/10
>>> Exposição recupera a memória da ditadura brasileira
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eleições na quinta série
>>> Mãos de veludo: Toda terça, de Carola Saavedra
>>> A ostra, o Algarve e o vento
>>> O abalo sísmico de Luiz Vilela
>>> A poesia com outras palavras, Ana Martins Marques
>>> Lourival, Dorival, assim como você e eu
>>> O idiota do rebanho, romance de José Carlos Reis
>>> LSD 3 - uma entrevista com Bento Araujo
>>> Errando por Nomadland
>>> É um brinquedo inofensivo...
Colunistas
Últimos Posts
>>> Michael Dell on Play Nice But Win
>>> A história de José Galló
>>> Discoteca Básica por Ricardo Alexandre
>>> Marc Andreessen em 1995
>>> Cris Correa, empreendedores e empreendedorismo
>>> Uma história do Mosaic
>>> Uma história da Chilli Beans
>>> Depeche Mode no Kazagastão
>>> Uma história da Sambatech
>>> Uma história da Petz
Últimos Posts
>>> Mundo Brasil
>>> Anônimos
>>> Eu tu eles
>>> Brasileira muda paisagens de Veneza com exposição
>>> Os inocentes do crepúsculo
>>> Inação
>>> Fuga em concerto
>>> Unindo retalhos
>>> Gente sem direção
>>> Além do ontem
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Predadores humanos
>>> Tout le reste est littérature
>>> Minha segunda vez
>>> Clássicos para a Juventude
>>> 40 belas atrizes
>>> Meu primeiro computador pessoal
>>> Um homem de Oz
>>> 12 de Junho #digestivo10anos
>>> crônica - ou ensaio - à la hatoum
>>> Prenda-me se for capaz
Mais Recentes
>>> Pois Não , Doutor !!!-nos Bastidores do Hc de Flávio Tiné pela Vertente (2000)
>>> O Analista de Bagé de Luis Fernando Verissimo pela Lpm (1981)
>>> Risíveis Amores -sete Histórias de Amor de Milan Kundera pela Nova Fronteira (1970)
>>> O Tiete do Agreste de Chico Anisio pela Circulo do Livro (1984)
>>> Basket a Ma Façon de Jacky Chazalon pela Robert Laffont (1978)
>>> O Homem ao Quadrado de Leon Eliachar pela Circulo do Livro
>>> Salve Sua Vida de Erica Jong pela Circulo do Livro (1981)
>>> O Santo Inquerito - Peça Em Dois Atos de Dias Gomes pela Circulo do Livro
>>> A Arte do Tempo -ensaio de Ação de Jean-louis Servan-schreiber pela Cultura (1996)
>>> El Libro de los Craneos de Robert Silverberg pela B. S. a España (1987)
>>> El Quinto Jinete de Dominique Lapierre y Larry Collins pela Plaza&janes Barcelona (1990)
>>> A Quem Possainteressar-contos Poesia e Pesquiza Literaria de José Cordeiro Misseno pela Tribuna de Santos (1982)
>>> O Que Devemos Saber Sobre Do-in de Walmir Basevic pela Zohar (1992)
>>> Pensamentos de Saint - Exupéry de Sebastiao Hermes Verniano pela N/d (1971)
>>> Le Dossier de L de Planéte pela Editions Planéte (1980)
>>> Viver Tem Remédio de Flávio Tiné pela Komedi (2000)
>>> Nos Passos de Jesús de Wolfgang e Pax pela Bloch (1987)
>>> Le Monde Enchanté de Walt Disney Cole;ao 7 Livros de Walt Disney Studios pela Editions Le Livre de Paris (1970)
>>> La Grande Histoire Illustrée Du Monde de Somerset Frey pela Deux Coqs Dor (1973)
>>> O Veleiro de Cristal de José Mauro de Vasconcellos pela Melhoramentos (1976)
>>> Regras de Golfe de J S Rinehart Jr pela Takano (2000)
>>> Cozinha Chinesa - de Lydia Wang pela Linoart Editores (1986)
>>> La Quinta Montaña de Paulo Coelho pela Planeta Colombiana (2000)
>>> People - de Styne and Bob Merrill pela Intersong (1990)
>>> Tudo por Amor Tema de Filme de James Newton Howard pela Fermata do Brasil (1991)
COMENTÁRIOS

Terça-feira, 9/10/2007
Comentários
Leitores


Menos partidarismo, na verdade
Só uma consideração ao comentário anterior. Assim que postei, fiquei pensando... o mais justo seria "Mais arte, menos partidarismo" para o título do comentário. Porque a Política sempre foi, é e será necessária para nossa vida. O problema, na verdade, é o descaso com que se trata ela, seja por indiferença, seja por excesso de interesses privados em detrimento de interesses públicos. Era só esta correção: "Mais arte, menos partidarismo". Abraços

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
9/10/2007 às
20h37 200.180.59.152
(+) Rogério Kreidlow no Digestivo...
 
Mais arte, menos política
Dificilmente faço críticas "negativas" aqui, mas acho que elas nos ajudam a rever alguns pontos. O texto está bem escrito, a relação com os autores é boa, mas, primeiro, não traz nada de tão novo sobre Bolaños a não ser que é "gênio" — um conceito discutível. Segundo, há muito preconceito aí. Deixa o pessoal do interior dançar Strauss em seu casamento, o que há de brega nisso? Para muitas pessoas, é o momento mais especial da vida, não há nada de brega, errado ou feio — se há, é em achar isso brega. Também achei exagerado "momentos mais ridículos" da existência humana. E nunca assinei nem leio Caros Amigos, devido a seu excesso de partidarismo. Mas a crítica a ela, no meio de um texto como este, é desnecessária. Tenho amigos que lêem Caros Amigos e são fãs de Chaves sem, necessariamente, serem deste ou daquele partido ou ideologia. Bolanõs é um artista excelente e sua arte (ou seja, a Arte) não precisa vir acompanhada de julgamentos de valor pessoais. Abraço e até a próxima!

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
9/10/2007 às
20h34 200.180.59.152
(+) Rogério Kreidlow no Digestivo...
 
Identificação
Muito bom o texto! Batalhando exatamente para inscrever meu filme (digital) em festivais (estrangeiros, né...) me identifiquei totalmente. Como colaborador do Digestivo, estou até devendo uma matéria de "bastidores de produção cinematográfica no Brasil", mas parece que a novela não acaba nunca e o texto periga virar um tratado! Abraços! Jabá: se estiver interessado em conhecer meu filme, entre aqui.

[Sobre "Fetiche por película"]

por André
http://www.lanho.com.br/indodoc
9/10/2007 às
20h19 201.53.48.41
(+) André no Digestivo...
 
Novas Observações 06
Uma das coisas que também se falava muito em relação à película era a velocidade de gravação. Além disso, enquanto a película fazia 24 fotogramas por segundo, as câmeras digitais semi-profissionais (e até mesmo alguns modelos digitais) gravavam de modo entrelaçado, ou seja, toda a resolução que tinham era de, no máximo, 1080 linhas entrelaçadas em 29,97 frames por segundo (não eram fotogramas). Chama-se 1080i, os formatos de gravação das conhecidas HDV. Hoje esse modo de gravação já estava superado pela Panasonic, que lançou uma camera HDV que gravava em 24 progressivo (e não entrelaçado, como nas outras digitais). Com a RED também não é diferente, podendo filmar em 24, 30, 60 e outros.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h16 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 05
Pesquisando encontrei uma empresa super legal! Imagine que você quer montar uma sala de cinema digital e alguém lhe oferece um computador (conectado à empresa distribuidora via satélite), projetor e tela. Faz um investimento inicial e depois paga apenas por sessão exibida! A empresa chama-se RAIN Network e, por incrível que pareça, é brasileira! Gente, o único entrave para que o cinema não se transforme é o dinheiro que as grandes empresas norte-americanas vão perder com essa conversão. Imagine todas aquelas câmeras da Panavision sendo jogadas no lixo. Imagine que as distribuidoras iriam lucrar BEM menos com o cinema digital. Imagine se elas vão deixar isso acontecer? Imagine se a gente tem poder pra fazer alguma coisa com o pensamento retrógrado da maioria dos cineastas cheios de fetiche burro...

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h12 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 04
E ainda tem quem diga que vídeo não é cinema. Ou seria o contrário? Uma vez fiz uma matéria, no Cine-Pe, festival de cinema aqui em Recife, sobre a empresa que possui um projetor móvel de película e exibe os filmes nos festivais brasileiros. Não lembro agora o nome da empresa, mas ia combinar de entrevistar o pessoal no intervalo e o técnico puxou uma cadeira e disse para conversarmos no meio da exibição do primeiro longa da noite. Fiquei com o coração na mão e perguntei se ele não ia ver o filme. O cara deu uma risada e disse que já tinha visto mils vezes. Fiquei curiosa e sentei: "Como assim?". Pergunta à qual ele respondeu com muita calma e naturalidade mais ou menos assim: só tem a gente com esse projetor no Brasil, a gente acaba indo pra todos os festivais e vendo esses filmes milhões de vezes.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h11 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 03
A empresa define a camera como Ultra High Definition. Onde editar? No Final Cut Pro 2, que já oferece suporte para edição em 4K. Claro que isso tudo vai aumentar um pouco o orçamento de qualquer produção digital, mas ainda assim, nunca chegará aos pés do preço da película.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h11 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 02
Uma das coisas que também se falava muito em relação à película era a velocidade de gravação. Além disso, enquanto a película fazia 24 fotogramas por segundo, as câmeras digitais semi-profissionais (e até mesmo alguns modelos digitais) gravavam de modo entrelaçado, ou seja, toda a resolução que tinham era de, no máximo, 1080 linhas entrelaçadas em 29,97 frames por segundo (não eram fotogramas). Chama-se 1080i, os formatos de gravação das conhecidas HDV. Hoje esse modo de gravação já estava superado pela Panasonic, que lançou uma câmera HDV que gravava em 24 progressivo (e não entrelaçado, como nas outras digitais). Com a Red também não é diferente, podendo filmar em 24, 30, 60 e outros.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h10 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 01
Bem, não exagerei não! Vocês provavelmente não entraram no site Red. Ela trabalha com uma configuração duas vezes melhor que a película, a começar pela quantidade de informação que ela grava. A película tem uma resolução que convenientemente chamamos de 2K. Isso significa que a película grava em 2024x1080 linhas numa janela nativa 16:9. Diz-se que o olho humano nem consegue enxergar toda essa resolução, pois, ao passar de duas mil linhas, não é possível perceber. Essa qualidade é boa, porque, para quem fotografa, quanto maior a resolução, melhor a latitude de gravação. Essa qualidade da película, era, até o começo do ano, insuperável, e em vista disso, ainda se valia a pena filmar em película. Entretanto, hoje em dia, com o lançamento das câmeras da empresa Red, o formato de gravação e as convenções cinematográficas terão de mudar. Ela filma com 4K. São 4520 X 2540 pixels de resolução! Isso aumenta e melhora a latitude, tornando o vídeo superior à película.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h05 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Eu de novo
Profundidade de campo fica mais delicada a partir de duas coisas, Yuri: latitude e resolução. Quanto melhor esses dois itens numa câmera, mais e melhor você poderá controlar a profundidade de campo. A opção da galera que faz vídeo, como eu e você, por exemplo, é afastar a câmera, dá um zoom e acompanhar a cena. Com uma lente boa ficaria difícil perceber a diferença até mesmo usando uma câmera DV, como a XL1-s, da Canon, que é o modelo que eu tenho. E faça-se um favor: não alimente o ego dos conservadores fetichistas. São eles que fazem com que a indústria de cinema não mude, nem democratize-se.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Deborah Guaraná
9/10/2007 às
16h09 201.50.159.239
(+) Deborah Guaraná no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Ethernyt - Sob o Domínio das Sombras
Márson Alquati
Giz Editorial
(2009)



O Advogado
John Grisham
Rocco
(1998)



A Memória Brinca - uma Ciranda de Histórias Ensino Municipal Paulista
Antonio Gil Neto - Organizador
Imprensa Oficial
(2008)



Nem Tudo São Flores... Quando o Assunto É Homem!
Tatiana Flores e José Roberto Cabral
Celebris
(2003)



Economia e Política Instituições de Estabilização Econômica no Br
Jorge Vianna Monteiro
Fgv
(1997)



Eterna: os Sobrenaturais - Vol. 2 - Colecao Acapamento Shadow
C. C. Hunter
Jangada
(2016)



Ayahuasca: Alucinógenos, Consciência e o Espírito da Natureza
Ralph Metzner (org)
Gryphus
(2002)



Por Que o Sexo é Bom?
Gilda Bacal Fucs
Espaço e Tempo
(1987)



Matemática na Medida Certa 6º Ano - 10ª Edição
Centurión-jakubo-lellis
Scipione
(2008)



Resenha Esportiva
Nelson Motta
Benvira
(2014)





busca | avançada
50141 visitas/dia
1,8 milhão/mês