A arte como destino do ser | Pedro Maciel

busca | avançada
70483 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Projeto: Encontro ás escuras - Contos e cantos ancestrais
>>> Primeira edição do ZporZ Fest Verão acontece em janeiro
>>> Sesc Cultura ConVIDA! apresenta mostras temáticas
>>> Oficina de Objetos de Cena nas redes do Sesc 24 de Maio
>>> Lançamento: livro “A Cultura nos Livros Didáticos”, de Lara Marin
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Isto é para quando você vier
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
>>> A Velhice
>>> Casa, poemas de Mário Alex Rosa
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mehmari, Salmaso e Milton Nascimento
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
Últimos Posts
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
>>> A Ceia de Natal de Os Doidivanas
>>> Drag Queen Natasha Sahar interpreta Albertina
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Um olhar sobre Múcio Teixeira
>>> A coisa tá preta
>>> Fugindo do apocalipse
>>> Sonhos Sujos
>>> Eu acho que alguém aqui pirou
>>> Ideologias em forma de spam
>>> Neste Natal etc. e tal
>>> Lula, o filme
>>> Mauro Henrique
>>> Uma pirueta, duas piruetas, bravo, bravo!
Mais Recentes
>>> Tony e Susan de Austin Wright pela Austin Wright (2011)
>>> Ícones: Seu Coração Só Pode Bater Com a Permissão Deles de Margaret Stohl pela Galera Record (2014)
>>> Michaelis Minidicionário alemão / português - português / alemão de Alfred Josef Keller pela Melhoramentos (2010)
>>> Visagismo - Harmonia e Estética de Philip Hallawell pela Senac Sp (2008)
>>> Sob a Pele das Palavras de Celso Cunha pela Nova Fronteira (2004)
>>> Radcliffe- Brown: Coleção Grandes Cientistas Sociais. Número 3 de Júlio Cezar Melatti; Florestan Fernandes (org.) pela Ática (1995)
>>> Troppo Facile - Receitas e Notícias Sobre Comida Boa de Gaspare Tusa Di Gruppazzi pela Via Nuova (1990)
>>> Tradução das Catilinárias de Cícero de Maximiniano Augusto Gonçalves pela Livraria H. Antunes (1955)
>>> Cisnes Selvagens de Jung Chang pela Companhia das Letras (1994)
>>> Amazônia, a Menina dos Olhos do Mundo de Thiago de Mello pela Bertrand Brasil (2005)
>>> Imperatriz de Shan Sa pela Ediouro (2004)
>>> O Feitiço da Ilha do Pavão de João Ubaldo Ribeiro pela Nova Fronteira (1997)
>>> Crônicas do Reino de Deus de Frei Lucas Moreira Neves pela Duas Cidades
>>> O Visconde Partido ao Meio de Italo Calvino pela Companhia das Letras (1996)
>>> Parcerias: Fundamentos e Benefícios para o Terceiro Setor de James E. Austin pela Futura (2001)
>>> História do povo Francês de André Ribard pela Brasiliense LTDA (1952)
>>> Cabeça de Porco de Luiz Eduardo Soares, MV Bill, Celso Athayde pela Objetiva (2005)
>>> Mil Moedas de Ouro de Ruthanne Lum Mccunn pela Best Seller (1999)
>>> As Noites do Morro do Encanto - Livro 2 de Dinah Silveira de Queirzo pela Civilização Brasileira (1957)
>>> A Semente de Mostarda de Bhagwan Shree Rajneesh pela Tao Livraria (1979)
>>> Banderas en Las Torres de A.S. Makarenko pela Progresso (1976)
>>> Pureza Mortal de Nora Roberts; J. D. Robb pela Bertrand Brasil (2011)
>>> O Último Testamento de Sam Bourne pela Record (2008)
>>> Os Irmãos Karamázovi de Fiodor M Dostoiesvski pela Abril Cultural (1971)
>>> Qualidade Em Prestação de Serviços de Rose Zuanetti e Outros pela Senac (2002)
>>> Voltando para Casa Com o Seu Bebê de Laura a Jana; Jennifer Shu pela Wmf Martins Fontes (2010)
>>> Minha Biblia de Lois Rock; Carolyn Cox pela Caulinas (2007)
>>> Envelhecimento Saudável, os Segredos de um Envelhecimento Bem-sucedido de Vários Autores pela Manole (2008)
>>> Ensaios gracilianos de Castelar de Cravalho pela Rio (1978)
>>> Radicais e afixos de Antônio de Camargo Franco pela Do autor (1977)
>>> Contos Tocantinenses de Maximiano da Matta Teixeira pela Secretaria de Cultura Tocantins (1994)
>>> Lenita e o Padre de Márcia Fagundes Varella pela Terra
>>> 1922 - Itinerário de uma falsa vanguarda de Antonio Arnoni Prado pela Brasiliense (1983)
>>> Memorial de Aires e Ressurreição de Machado de Assis pela Iracema (1975)
>>> Aprendiz de Homero de Nélida Piñon pela Record (2008)
>>> Além do Nascimento e da Morte de Bhaktivedanta Swami Prabhupada pela Coletivo Editorial (1986)
>>> Férias na Draculândia de Carlos Queiroz Telles pela FTD (1993)
>>> Conversa Sobre o Tempo de Luis Fernando Verissimo, Zuenir Ventura e Arthur Dapieve pela Agir (2010)
>>> Terrores da Noite de Martin Cruz Smith pela Nova Cultural (1986)
>>> O Cavaleiro Inexistente de Italo Calvino pela Companhia das Letras (2000)
>>> O Faraó Alado de Joan Grant pela Circulo do Livro
>>> A Educação da Mudança de Arnaldo Niskier pela Academia Brasileira de Letras (2003)
>>> Velhos integralistas de Carla Luciana Silva; Gilberto Grassi Calil pela EDIPUCRS (2000)
>>> Velhos integralistas de Carla Luciana Silva; Gilberto Grassi Calil pela EDIPUCRS (2000)
>>> Signo do Pecado de Shirley Larson pela Nova Cultural (1988)
>>> A memória e o ensino de história de Tatiana Lenskij; Nadir Emma Helfer pela Edunisc (2000)
>>> Dicionário de Ciências Sociais de Vários pela Fundação Getúlio Vargas (1986)
>>> Dimensões do Ser - Reflexões sobre os planetas de Maria Eugênia de Castro pela Hipocampo (1991)
>>> Blair's Britain de Hal Colebatch pela Claridge (1999)
>>> O Mundo que eu Encontrei de Alayde de Assunção e Silva pela Coronário (2000)
ENSAIOS

Segunda-feira, 20/5/2002
A arte como destino do ser
Pedro Maciel

+ de 24400 Acessos
+ 8 Comentário(s)

Joseph Beuys (1921-1986) foi o único artista que estruturou o seu projeto contra a obra de Duchamp. A “banheira” de Beuys rima visualmente e ironicamente com o “urinol” de Duchamp. Para Duchamp, o mais comum e banal dos objetos se tornam sagrados a partir da “minha decisão de colocá-lo num museu”. É o auge da “anti-arte”. Para Beuys, “toda pessoa é um artista”. A experiência pessoal é o único caminho capaz de nortear a criação.

Quem é habilitado a criar? Segundo Duchamp, “aquele que inventa um signo: portanto eu sou o único ou o maior ou o último artista”. Beuys responde que todos “aqueles que conhecem a linguagem do mundo, ou seja, você e eu estamos habilitados a criar”.

Beuys, um dos artistas modernos mais controvertidos nos anos 70 e início de 80, conhecido como perfomático, místico, guia, xamã, criou uma obra semeada de obstáculos, realizada sob vaias, assobios do público e incompreensão da crítica, mas ele suporta com a impavidez daqueles que detêm a força. Suas “ações” ganham o sentido de verdadeiros rituais, que mostram Beuys em um estado de concentração e de intensidade cuja força comunicativa, freqüentemente qualificada de fascinação, é atestada por todos os presentes.

Os desenhos, esculturas, “ações” e preocupações de Beuys representam em grande parte os animais que ele tanto amou. Segundo Alain Borer, “há um bestiário beuysiano: o veado, o chacal, a cegonha, o cisne, o gamo, o alce, insetos, o lobo americano e a lebre européia, pássaros marinhos, o urso, os peixes, a rena, o bezerro e muitas outras espécies indiscerníveis, compreendendo toda a criação. Como os minerais e vegetais, os animais detêm forças elementares vitais. Beuys está não apenas empenhando em aprender com estes sobreviventes da civilização, adquirindo aquilo de que as pessoas estão destituídas – um instinto certeiro, um senso de orientação – mas, ao expor a sua animalidade (roupa de pele, capa de feltro, chapéu de feltro), ele desenvolve os seus projetos junto com eles, na sua presença (a lebre morta, o cavalo branco), ou com os seus corpos (gordura de animais, desenhos feitos com sangue)”.

A trajetória do artista, narrada no livro Joseph Beuys, de Alain Borer (Ed. Cosac & Naify), pode ser entendida a partir da obra Sled de 1969. Sled (trenó), feito de madeira com deslizadores de metal, nos quais havia sido amarrado um cobertor de feltro dobrado, uma lanterna e um pedaço de gordura de vela modelado em forma de lâmpada. É um kit de sobrevivência. Esta obra explica o famoso incidente da vida dele. Na Segunda Guerra, Beuys, então com 22 anos, era piloto de um Stuka, quando foi abatido pelos russos nas florestas da Criméia. Durante alguns dias Beuys ficou inconsciente. Foi salvo pelos nômades tártaros que o trataram com remédios feitos de ervas e esfregaram-lhe gordura de animal no corpo, e usaram o feltro para mantê-lo aquecido. Este acidente mudou a sua vida e o feltro e a gordura se tornaram materiais de grande parte de sua obra. Sled, uma peça estranha, é a metáfora da busca e sobrevivência dos tempos que Beuys passou no deserto russo.

No vídeo Transformer, Beuys fala sobre a experiência da guerra: “O começo de uma nova vida foi o aspecto positivo dessa experiência. Foi um processo terapêutico, a primeira vez que me dei conta de que o artista pode desempenhar um papel importante na cura de um trauma social. Relacionei o que eu tinha vivido com o caos, que identifiquei como um movimento aberto à ordem da forma. Foi assim que nasceram minhas esculturas”.

Para Beuys, as mudanças na estrutura social e política do mundo aconteceria somente a partir da arte. A história pessoal do artista transforma arte em política e política em arte. Beuys defende que “somente a arte, isto é, a arte concebida ao mesmo tempo como autodeterminação criativa e como processo que gera a criação, é capaz de nos libertar e de nos conduzir rumo a uma sociedade alternativa”.

Toda a obra de Beuys é regida pelo sentido político, social, ecológico e metafísico. Nos anos 70, o artista tornou-se professor de Escultura Monumental da Academia de Artes de Düsseldorf (Alemanha), para onde levou todos os alunos afastados pela instituição. Em favor de uma universidade livre, ocupou juntamente com 54 estudantes, a secretaria da escola, o que resultou em sua expulsão. Essa ação transformou Beuys em um mártir da causa artística.

Militante da liberdade e da criatividade, o artista fundou a Organização pela Democracia Direta. Em 1982, o artista adere ativamente ao programa e à campanha eleitoral dos Verdes. Por meio de suas ações e de sua atividade como professor, tornou-se o grande artista da Alemanha, representando o país oficialmente nas Bienais de Veneza e de São Paulo.

Beuys é conhecido principalmente como autor de várias “ações” artísticas, com o propósito de ressaltar a quarta dimensão da escultura: “aquela na qual as atitudes ganham forma, e os comportamentos, conteúdos”. Em 1962, o artista adere ao movimento “Fluxus” que procurava, por meio de suas performances explorar o efêmero, o transitório, e ainda manifestar a energia vital coletiva. “Fluxus” tem como lema a sentença de Heráclito: “Toda a existência passa pelo fluxo da criação e da destruição”.

Pode-se dizer que Beuys, um dos mais originais e influentes artistas do século XX, reconhecido em seu tempo como "pastor" ou "guia", trouxe a arte para a vida. Recusou a beleza como meta em si e como meio. Todo o seu trabalho orienta-se em busca da idéia da verdade. Segundo Heidegger, “é somente quando o homem enquanto 'pastor do ser' espera a verdade que ele pode esperar uma mudança do destino do ser”.

Nota do Editor
Texto inédito gentilmente cedido pelo autor. Publicado, portanto, pela primeira vez neste espaço.

Para ir além






Pedro Maciel
Belo Horizonte, 20/5/2002

Quem leu este, também leu esse(s):
01. Oiticica e a Tropicalondon de Paula Góes


Mais Pedro Maciel
Mais Acessados de Pedro Maciel
01. Italo Calvino: descobridor do fantástico no real - 8/9/2003
02. A arte como destino do ser - 20/5/2002
03. Antônio Cícero: música e poesia - 9/2/2004
04. Imagens do Grande Sertão de Guimarães Rosa - 14/7/2003
05. Nadja, o romance onírico surreal - 10/3/2003


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
25/5/2002
15h49min
Pedro Maciel nos traz uma perspectiva interessante e renovadora em torno de Joseph Beuys, uma das figuras mais interessantes do século que já passou há tanto tempo...
[Leia outros Comentários de Luís Antônio Giron]
8/9/2002
12h18min
ola amigos adorei o texto, pesquiso o trabaho de Beuys há algum tempo e este parece ser o enfoque principal: o artista pode desempenhar um papel importante na cura de um trauma social. vou indicar o texto para os meus alunos na universidade. obrigada naira
[Leia outros Comentários de Naira Ciotti]
16/1/2003
23h43min
aprecio muito beuys por motivos singulares.sou artista plástico que busca a liberdade da criação e não pre tendo seguir modinhas obsoletas e não acredito em metodologia em ensino de arte.vivo mudando o tempo todo e coleciono cartas e comunicados de "infelizmente sua obra não foi escolhida pela bancada julgadora" e produzi uma "escultura" com estas cartas. fiz um auto retrato em tamanho natural e o coloquei dentro de um retângulo de concreto e o jogeui no fundo do oceano, para ser achado daqui há 1000 ou 10.000 anos, talvez, por uma civilização não-guerreira...
[Leia outros Comentários de flavio brasil]
25/3/2003
01h59min
duchamp talvez não nos interesse mais, mas beuys sim, pois a sua conduta parece não ter princípio,meio e fim,já o duchamp com seu signo, perdeu a importância e está datado em seu tempo, mas beuys permanece válido.querem saber de uma coisa? sou mais o daniel senise que os tubarões em formol do damien hirst porque arte pré-estabelecida calculadinha,que sabe seu resultado perdeu a poética da razão e da emoção e ficou boiando no xixi da lógica, da racionalidade minimalista demais como um conceito e arte conceitual e gelada virou cristal de neve,ou melhor uma nanoarte esquecida no século passado.
[Leia outros Comentários de flavio brasil]
24/11/2006
21h47min
Pela triste e trágica situação em que se encontram as artes -nas ultimas edições da bienal de São Paulo, por exemplo-, Beyus é a maior referência de como a arte chegou a isso. Ele foi muito além de Duchamp em se tratando de ironia e de como saber usar o poder persuasivo de alguém que carrega a aura mágica do artista, coisa que atualmente não existe mais, talvez extinta por ele mesmo... Ao criar a performance "COMO ENSINAR ARTE A UMA LEBRE MORTA", deu um verdadeiro xeque-mate (Duchamp tinha dado o xeque). Depois dessa performance, quem é que vai querer ser considerado "lebre morta", ao dizer que não entende que unhas, cadeiras, guarda-chuvas, pratos, roupas, bicicletas, fuscas? Não é arte??? Não entendo logo sou lebre morta (mas fico quieto...). Esse sim é o gênio do século XX. Salve, Beuys.
[Leia outros Comentários de Marcos da Silva]
15/11/2008
10h32min
Percebam: ele vivenciou uma fantástica aventura, experimentando o valor da vida, das coisas simples, o contato com a natureza e sua importância enquanto essência. Daí, ele traz para o universo de uma arte em conflito, a vida, formando o binômio arte-vida, retirando a arte de seu pedestal e colocando ela nas mãos de todos. Duchamp questionou e Beyus respondeu. Cada qual ao seu tempo, com a sua função dentro da história que já, hoje, não se sabe se pode ser chamada de arte somente... Arte-Vida? É algo para se refletir. Quem sabe, daqui a 50 anos, compreenderemos o verdadeiro valor da existência de Beyus.
[Leia outros Comentários de Marcela]
14/5/2009
18h15min
Beuys é realmente o maior artista dos anos 60. Concordo plenamente com ele quando diz: "tornar as pessoas livres é o objetivo da arte, e a arte é a ciencia da liberdade".
[Leia outros Comentários de michele jardim ]
24/4/2010
23h47min
Ótimo texto sobre um grande artista... e ótimos comentários de gente muito culta, coisa finissima!
[Leia outros Comentários de Ana L.Vasconcelos]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Elementos do Judaísmo
Brian Lancaster
Ediouro
(1995)
R$ 10,00



Indagações Sobre uma Vida Melhor
Helder Câmara
Civilização Brasileira
(1986)
R$ 10,00



Tex N° 469 - a Volta do Soldado
Bonelli
Mythos
(2008)
R$ 10,00



Introdução à Gestão - Aprenda Em uma Semana Lembre por Toda Vida
Martin Manser
Saraiva
(2014)
R$ 10,00



Sou Campeão por Natureza
Daniel Godri Jr
Eko
(2006)
R$ 10,00



Recit D'Andrea - Extenuante e nua tentação
Jacques Perry
Brasiliense
(1985)
R$ 10,00



Éramos Seis
Maria José Dupré
Ática
(1995)
R$ 10,00



Horizonte Perdido Grandes Sucessos
James Hilton
Abril Cultural
R$ 10,00



Fisiologia Médica
William E. Ganong
Atheneu
(1978)
R$ 10,00



Enciclopédia do Estudante 10 - Física Pura e Aplicada
Alvaro Csapo Talavera
Moderna
(2008)
R$ 10,00





busca | avançada
70483 visitas/dia
2,4 milhões/mês