Do Paraná à Paraíba | Adriana Baggio | Digestivo Cultural

busca | avançada
39219 visitas/dia
1,2 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COLUNAS >>> Especial Viagem

Quinta-feira, 12/7/2001
Do Paraná à Paraíba
Adriana Baggio

+ de 5500 Acessos
+ 2 Comentário(s)

Por motivos pessoais, eu, que morei em Curitiba a vida toda, tive que considerar a possibilidade de mudar para João Pessoa, na Paraíba. Depois de meses de relutância e muita pesquisa na internet, aceitei o desafio. Mas com uma condição: a viagem deveria ser feita de carro. Por que? Porque odeio avião, e porque como a viagem era um rito de passagem, gostaria que essa passagem tivesse algo de concreto.

Encerrei todos os meus compromissos em Curitiba. Deixei o emprego, me despedi dos amigos, cortei o cordão umbilical com a família, mudei o endereço da fatura do cartão de crédito. Enviei a mudança por caminhão e deixei apenas algumas coisas mais preciosas e necessárias para levar no carro, entre elas uma gloxínia (é uma planta com flores cor de vinho, que parecem de veludo). Quis trazer a planta porque foi a primeira que sobreviveu nas minhas mãos, e parecia feliz. Acho também que ela representava o elo entre a vida que eu tinha e a que eu iria ter.

Assim, eu e meu namorado enchemos um Palio com bagagem e a gloxínia. Saímos de Curitiba às 8 da manhã do dia 26 de dezembro. Nosso plano era viajar somente de dia, passando 5 dias inteiros na estrada. Tínhamos reserva em pousadas de Barra Mansa (RJ), Guarapari (ES), Ilhéus (BA) e Aracaju (SE). O trajeto diário variava de 600 km a 800 km, para completar o total de mais de 3.000 km até João Pessoa.

Pegamos a BR 116 rumo a São Paulo. Nosso primeiro desafio era passar por ela para pegar a Dutra. Conseguimos fazer isso em 1 hora. Não erramos o caminho e nem fomos assaltados. Para os provincianos de Curitiba, São Paulo é um bicho papão!

Fiquei impressionada com a Dutra. Ótima pista, ótima sinalização. Talvez por isso a velocidade espantosa dos carros e caminhões. Foi o trecho mais estressante da viagem, devido à agressividade do tráfego. Todos têm pressa no trecho rodoviário de maior PIB do país. Foi um alívio chegar a Barra Mansa, uns cento e poucos quilômetros antes do Rio. Ficamos hospedados em um hotel instalado na casa onde o Marechal Floriano morreu. Gosto destas referências históricas, e de estar em contato com coisas muito velhas. A recepcionista disse que os azulejos do banheiro do nosso quarto eram originais, mas não sei não.

No dia seguinte seguimos para Guarapari, a próxima parada. Até o Rio a viagem é bacana. O Rio é muito lindo, passar sobre a Rio-Niterói é emocionante. Da ponte, vimos um navio de cruzeiro, que encontraríamos outras vezes na viagem. Depois da entrada para Búzios, a estrada fica tremendamente chata. A paisagem é tediosa, alguns morros baixos e carecas e plantações de laranja. No norte do estado, perto do Espírito Santo, a vegetação começa a mudar. Os morros são maiores, as árvores mais densas. Paramos em um posto em Campos dos Goitacazes, junto com vários ônibus que estavam indo para o Sul ou para o Nordeste. Deve ser uma viagem do cão. Dois, três dias, sentados o tempo inteiro dentro do ônibus, tomando banho em postos como aquele, que até não era ruim.

Finalizamos o segundo dia de viagem na Praia de Meaípe, em Guarapari. Fiquei frustrada. O mar estava escuro, revolto. A cidade é apertada, mal cuidada. Tinha uma imagem mais romântica de Guarapari. Por outro lado, nossa pousada era ótima. Ficava junto à Lagoa da Mata, e tinha uma vista maravilhosa. À noite comi uma das melhores sobremesas da minha vida: uma torta de coco indescritível, que fechou com chave de ouro o jantar de moqueca capixaba.

No terceiro dia fomos até Ilhéus. De Guarapari a Vitória a estrada é ótima, uma rota de turismo. Ficamos encantados com Vitória. Era minha vez na direção, e talvez por estar entretida com a cidade, não percebi quando entramos na ponte que passa sobre o mar e leva ao outro lado. Não consegui curtir a beleza da vista pelo medo da ponte, com um vão altíssimo e abrupto! Não bastasse isso, a ponte é em curva e venta prá caramba! Foi um alívio quando acabou! Desespero a parte, adorei Vitória, e tempos depois, quando fiquei sabendo que é uma das capitais de maior índice de violência do país, não pude acreditar.

Atravessar a divisa do Espírito Santo com a Bahia foi significativo. A Bahia é mítica, é o começo do Nordeste. Estar na Bahia já era estar longe, muito longe de casa. Saímos da BR 101 e pegamos uma estrada litorânea para Ilhéus. Chegamos à noite na pousada, que por sinal era um charme. Instalada em uma casa da década de 60, 70, ainda mantinha o clima da época. O banheiro do quarto tinha azulejos muito coloridos, psicodélicos. A sala era ampla, tinha até um barzinho e dava para uma piscina. Muitas festas devem ter sido realizadas ali. E para completar, no cesto de revistas, números antigos de Cruzeiro. Foi uma viagem no tempo!

No dia seguinte, ainda tínhamos mais Bahia para percorrer. Um só estado, 900 km. Aliás, a Bahia foi o lugar com o pior trecho da BR 101, a ponto de termos que parar o carro no meio da estrada para decidir qual o buraco menos fundo para passar. É uma rodovia perigosa, cheia de curvas que acabam em pontes, sobe morro, desce morro. Para desviar da 101, entramos em Salvador de balsa, que pegamos em Itaparica. Esse passeio é ótimo, mas foi difícil achar a saída da cidade. Para compensar, a estrada para Aracaju, Linha Verde, estava em boas condições. À margem da estrada ficam os resorts. Ali é o lugar para quem gosta deste tipo de hotel. O que tem de resort falta em posto de gasolina. Ou seja, o xixi teve que esperar...

Com minha mania de pegar atalhos, entramos em Aracaju por São Cristóvão, uma cidade próxima, velhíssima, antiga capital de Sergipe. Na estradinha escura que leva à cidade grande fomos parados pela polícia. Ainda bem que não pediram "cafezinho". Em Aracaju ficamos na Praia de Atalaia. Muitos bares na orla, um atrás do outro. A gente já estava tão cansado da viagem que nem aproveitou. Na verdade, queríamos alguma coisa tipo Mc Donald's, para comer e ir dormir.

Começamos o que deveria ter sido o último dia de viagem. De Aracaju a João Pessoa são 600 km. Poderíamos viajar com relativa calma e chegar com luz do dia em nosso destino. Mas, descobri outro atalho! Na divisa de Sergipe com Alagoas é possível sair da BR 101 e pegar uma estrada litorânea. Para isso precisaríamos atravessar o Rio são Francisco de balsa. Fiquei entusiasmadíssima com a possibilidade! Tinha estudado sobre o São Chico na escola, e me parecia uma coisa tão distante! Agora eu estava ali, pertinho dele. A parte ruim foi que levamos quase 2 horas para conseguir embarcar na balsa. Estava calor, estávamos cansados, e nossa situação só não era pior do que a das galinhas presas no caminhão que também queria atravessar. Resultado: atrasamos nosso roteiro, e precisamos dormir em Maceió para não pegar estrada à noite. Comemos um crepe, e um estrangeiro que estava na creperia me chamou atenção. Mais tarde, já em João Pessoa, encontrei-o novamente. Fico intrigada com as coincidências. Em Maceió também vimos o mesmo navio cruzeiro que tínhamos visto no Rio e em Salvador.

Chegamos em João Pessoa 1 da tarde do dia 31 de dezembro. Ainda tínhamos que comprar alguma coisa para o Réveillon. O que eu mais desejei na virada para o ano 2001 foi uma cama. Vimos os fogos de artifício da praia de Cabo Branco, e meia-noite-e-um me senti desobrigada de continuar comemorando. Voltei para casa dormindo, e acordei às 5 da manhã. No hotel ao lado do nosso prédio acontecia um baile de Ano Novo. Amanhecia, e a orquestra tocava o Bolero de Ravel (um dos programas turísticos mais famosos de João Pessoa é assistir o por do sol na Praia do Jacaré, às margens do Rio Paraíba, ouvindo o Bolero de Ravel). Levantei e fiquei ouvindo a música e vendo as pessoas dançando e o sol nascendo. Foi minha maneira de comemorar o ano 2001. Depois, voltei para cama e continuei meu primeiro sono em solo paraibano.

P.S.: A gloxínia ficou traumatizada com a viagem. Apesar de deixarmos ela ao ar livre toda noite durante os pousos, o calor e o vento dentro do carro maltrataram muito a planta. Ela passou um mês meio amarelada, com as folhas queimadas. Depois, se recuperou e floresceu como nunca tinha florescido em Curitiba. Já estava na época de ela perder as folhas e flores para "hibernar", mas até agora não aconteceu. Não sei se ela gosta do calor, ou o relógio biológico dela está "enganado", mas toda vez que acho que ela vai secar, nasce uma nova flor com sua cor de vinho e textura de veludo.

Estatísticas

Quilômetros percorridos: 3.648
Geografia: 9 estados, 3 regiões
Gasolina: 293 litros

Refeição principal: misto quente
Pneu furado: nenhum
Propina para polícia: nenhuma

Acidente: nenhum, graças a Deus (um caminhão quase caiu de uma ponte na nossa frente, e uma S10 quase nos jogou para fora da rua em Aracaju)

Se você for fazer uma viagem como essa

- leve uma bolsa térmica com água e alguma comida;

- misto quente quase sempre é garantido;

- o Guia 4 Rodas é ótimo. Todas as pousadas que reservamos eram decentes. O mapa é fiel e dá boas dicas das estradas;

- deixe o filtro solar à mão, e não esqueça de passá-lo no dorso do pé. Eu tenho a marca da tira da sandália até hoje;

- coloque o grosso da bagagem no porta-malas e deixe no banco de trás do carro as malas para passar a noite. Assim, não chama muita atenção.

- se você tiver um Palio, lembre-se que o estepe fica no porta malas, por isso planeje bem a organização da sua bagagem.

Para ajudar nas viagens pelo Brasil

www.guia4rodas.com.br

www.dner.gov.br



Adriana Baggio
Curitiba, 12/7/2001


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Letras de Pilar Fazito
02. A literatura e seus efeitos de Rafael Rodrigues
03. Trevisan além da humanidade pervertida e violenta de Marcelo Spalding
04. Alguém aí reconhece um poeta? de Ana Elisa Ribeiro
05. Fragmentos de história ou a história em frangalhos de Marcelo Spalding


Mais Adriana Baggio
Mais Acessadas de Adriana Baggio em 2001
01. À luz de um casamento - 18/10/2001
02. O Segredo do Vovô Coelhão - 15/11/2001
03. Náufrago: nem tanto ao mar, nem tanto à terra - 25/3/2001
04. Marmitex - 1/11/2001
05. Aqui o sol nasce primeiro - 8/11/2001


Mais Especial Viagem
* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
7/12/2001
09h09min
Prezada Adriana Baggio, Em maio deste ano fiz uma viagem parecida com a sua, só que parti da cidade de Rio Grande, lá perto da fronteira do Uruguai, e cheguei ao Recife, onde moro. Todas as paisagensque V. viu eu também vi. Aliás, eu vi mais alguma coisa do que V. Eu vi Pernambuco e V. não viu. O que é que v. tem contra Pernambuco ??? Por que não citou que para chegar à Paraíba passou por Pernambuco? Ou V. descobriu algum túnel sob o território de Pernambuco ??? Aceite os meus cumprimentos Flavio
[Leia outros Comentários de Flavio F. de Souza]
9/12/2001
20h03min
Puxa, fiquei com saudade das minhas viagens para o nordeste, mesmo as que fiz a trabalho. Sorte sua não ter molhado a mão dos policiais, eles são um saco, principalmente no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. Sinta-se privilegiada, você viu o novo milênio mais cedo do que os outros brasileiros. (sei lá se isso é algo a se comemorar!) Curta muito João Pessoa, eu sou apaixonada por essa cidade. Não deixe de ver a foz do Gramame, ao sul. É linda! Conte mais em outras ocasiões. Sonia Pereira
[Leia outros Comentários de Sonia Pereira]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




FISIOTERAPIA NEUROLÓGICA
DARCY ANN UMPHRED
MANOLE
(1994)
R$ 50,00



IGREJA NO BRASIL - DIRETÓRIO LITÚRGICO - 1996
CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL
CNBB
(1996)
R$ 7,00



NOVELA DAS SETE: 1986, O ANO QUE DEVERIA DAR CERTO
LINDINOR SÁ LARANGEIRAS
LITTERIS
(1986)
R$ 26,28



WHERED YOU GO, BERNADETTE: A NOVEL
MARIA SEMPLE
LITTLE BROWN AND COMPANY
(2012)
R$ 30,00



A IGREJA DOS TEMPOS CLÁSSICOS (I)
DANIEL ROPS
QUADRANTE
(2000)
R$ 75,00



ENGAGE LEVEL 2 STUDENT BOOK AND WORKBOOK
ALICIA ARTUSI; GREGORY J. MANIN
OXFORD DO BRASIL
(2011)
R$ 20,00



POR UM NASCIMENTO CONSCIENTE
HAROLDO E FLÁVIA DE FARIA CASTRO
GROUND
(1977)
R$ 10,00



ATLÂNTIDA O OITAVO CONTINENTE
CHARLES BERLITZ
CIRCULO DO LIVRO
R$ 16,80



CORAGEM. O PRAZER DE VIVER PERIGOSAMENTE
OSHO
CULTRIX
(1999)
R$ 20,00



EDUCAÇÃO - UM NOVO OLHAR
ROSANA ANDRÉIA
FOCO
(2019)
R$ 40,00





busca | avançada
39219 visitas/dia
1,2 milhão/mês