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Quarta-feira, 31/8/2005
Fantasmas do antigo Recife
Guilherme Conte

+ de 9900 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Se é válida a definição de que o teatro é a arte de contar histórias, Assombrações do Recife Velho é exemplo do que há de melhor nessa difícil seara. Sem dúvida um dos grandes espetáculos do ano.

A peça marca a inauguração do Espaço Cultural Dna. Julieta Sohn - Casarão do Belvedere, um antigo casarão tombado, encravado no coração do bairro do Bixiga. É o terceiro trabalho da companhia Os Fofos Encenam (os outros dois, Deus sabia de tudo e não fez nada e A mulher do trem voltam aos palcos em outubro, em mostra).

É uma livre adaptação - acrescida por histórias colhidas pelo autor - do livro homônimo (1955) do sociólogo Gilberto Freyre, assinada e dirigida pelo pernambucano Newton Moreno. Esse fato por si só já seria suficiente para abrir os olhos a este espetáculo: Moreno é o autor da belíssima Agreste, uma das peças mais aclamadas dos últimos tempos por aqui.

O universo da peça evoca as mesmas raízes nordestinas de Agreste. Aqui temos um Pernambuco profundamente marcado pela colonização holandesa. É o chão de Ariano Suassuna, de Miguel Arraes. Histórias ingênuas, sinceras: o Boca-de-Ouro; o Papa-Figo; filhos que voltam para visitar suas casas; um finado marido que insiste em visitar sua viúva; Dona Benvinda, que morreu três vezes, "a morta-viva que virou celebridade".

Assombrações, por outro lado, fundamenta-se em uma estrutura diferente: é uma coletânea de histórias de fantasmas do antigo Recife. Alterna gargalhadas fáceis com momentos de profunda emoção, além de um arrepiante maracatu. É uma grande poesia, um espetáculo que não se quer que acabe.

No início somos convidados a acompanhar os personagens aos fundos do casarão. Lá "proseamos" e ouvimos histórias, esperando a "festa". E entramos. Um universo mágico abraça o público, o envolve e encanta. As duas horas passam voando.

O elenco é absolutamente impecável. Os personagens desfilam numa galeria fascinante. Em nenhum momento sequer os atores perdem o pé. Lembra o trabalho do excelente grupo LUME, da UNICAMP, que passou por aqui em ótima mostra, em julho, no SESC Belenzinho. Menção também aos belos figurinos, de época, criados por Leopoldo Pacheco e Carol Badra.

Vale ficar atento, uma vez que são só 25 lugares por apresentação. Só o casarão já valeria a visita. Imperdível.

Para ir além
Assombrações do Recife Velho - Casarão do Belvedere - Rua Pedroso, 267 - Bela Vista - Quinta à sábado, 21h; domingo, 19h - R$ 10,00 - (11) 3842-5522 - Até 13/11.

Leituras de um clássico, além dos moinhos

Em meio às comemorações dos 400 anos do primeiro livro de Dom Quixote, de Miguel de Cervantes, o público paulistano tem a chance de conhecer duas boas leituras bem distintas, dessa que é a segunda obra mais traduzida no mundo. A primeira é a Bíblia.

Muito engraçado é Quixote, o monólogo estrelado e concebido por Carlos Moreno, o imortal garoto Bombril, em cartaz no Teatro Folha. Fábio Namatame é responsável pela direção, cenografia, figurino e co-assina o texto. É uma reestréia: a original estreou por aqui em 2000. Mais sintética, no sentido de percorrer a obra completa, o caminho que segue, com muita eficiência, é o humor.

Moreno: o riso como transformação

O começo da montagem já é inusitado: Moreno recebe, "entre o segundo e o terceiro sinal", o público que ainda está entrando. Numa cadeira, lê o jornal e discute com a platéia sobre as notícias do dia, atualidades, o tempo. Na conversa constrói uma ponte para discutir a função do teatro e sobre a obra.

"O fundamental é ter na transformação da realidade, tornar o mundo um lugar melhor para se viver", diz Moreno. "Quixote olhava para as coisas e via outras, e o teatro é um pouco isso", continua. "É um universo infinito de realidades que podemos criar. É por isso que faço teatro. É o que sei fazer para tentar melhorar o mundo."

O que salta aos olhos é a extrema versatilidade de Moreno. A naturalidade com que passa de um personagem a outro (destaque para uma impagável Maritornes, criada da estalagem que Quixote achou que era um castelo) faz parecer que é fácil. Mérito só atingido por grandes atores. Sua empatia para com a platéia é imediata - herança dos tempos de "1001 utilidades". É de um carisma sincero, inevitável.

A tônica do espetáculo é o olhar de Quixote e sua obstinação. Esse olhar de mutação, que se recusa a ver as coisas tais quais como são. O poder da imaginação ganha em Cervantes lugar de honra e a montagem é extremamente respeitosa a esse ponto. O humor como transformação.

Em uma leitura completamente diversa, muito mais filosófico-reflexiva, é que se sustenta A Sombra de Quixote, criação da Casa Laboratório para as Artes do Teatro São Paulo - Pontedera. A peça tem dramaturgia do italiano Stefano Geraci, direção de Cacá Carvalho e co-direção de Roberto Bacci. Segue em cartaz até outubro em um dos galpões do SESC Belenzinho.

Partindo da metáfora da sombra - que rende um belo jogo de luzes no início -, a peça discute a relação da ilusão e da realidade. Vivemos aprisionados em uma armadura. Um dia, maduros, a deixamos e nos encantamos eternamente. A essência de Cervantes por um viés marcadamente poético.

A Sombra de Quixote: reflexão filosófica

A montagem é fruto de um intenso trabalho de pesquisa capitaneado pelo talentoso Cacá Carvalho (do memorável monólogo A poltrona escura, mergulho de cabeça no universo de Luigi Pirandello) e pelos italianos da Pontedera. A opção do recorte, sem a pretensão de dar, de uma forma ou de outra, conta da totalidade da obra, foi um acerto: flui naturalmente, não se perde.

O elenco, jovem, é irregular; a impressão é que falta maturidade para um trabalho de tal envergadura. Mas dois atores saltam aos olhos: Emerson Ribeiro faz um Quixote ensandecido, que convence. Seu biotipo, inclusive, é mais condizente com o papel que o de Moreno. O dono do palco, porém, é Leonardo Ventura, impagável como Sancho Pança. É um grande ator, imediato destaque.

Destaque também para o cuidado visual. A armadura de Quixote, feita de latas (ervilha, óleo etc.), é ótima. O cenário é sóbrio e faz interessante contraste com os panos e cores, principalmente nos belos momentos de dança.

Integra a Mostra SESC de Artes Mediterrâneo. Um espetáculo bom, muito interessante, mas ainda a amadurecer. Ademais, é uma bela homenagem aos 400 anos de Quixote.

Para ir além
Quixote - Teatro Folha / Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618, piso 2 - Higienópolis - Quarta e quinta, 21h - R$ 14,00 - (11) 3823-2323 - Até 15/09.

A Sombra de Quixote - SESC Belenzinho / Galpão 2 - Av. Álvaro Ramos, 915 - Belenzinho - Sexta a domingo, 21h - R$ 15,00 - (11) 6602-3700 - Até 09/10.

Notas

* O Grupo Tapa reestréia amanhã, 1º de setembro, a ótima montagem de Major Bárbara, genial peça do irlandês Bernard Shaw. Mas fique esperto: é curtíssima temporada - até 11/09 - no teatro Artur Azevedo (Av. Paes de Barros, 955, Mooca/ Quinta à sábado, 21h; domingo, 19h; R$ 10,00). Em 2001 ela levou, entre outros prêmios, os APCA de melhor diretor, para Eduardo Tolentino, e de melhor ator para o brilhante Zecarlos Machado. Veemente recomendação deste colunista.

* Hoje começa no Instituto Cultural Capobianco (quartas, 21h - confira a programação completa no site) o Projeto Quarto de Pensão, coordenado pelo ator/diretor/autor/tradutor Vadim Nikitin. A idéia é interessante: o processo de criação de um espetáculo, aberto ao público. Além dos ensaios - Subterrâneo (ou 2497 Rublos & Meio), baseada em conto de Fiódor Dostoiévski - haverá palestras com gente do calibre de Zé Celso Martinez Corrêa e Boris Schneiderman. Tarimbado, Nikitin traduziu recentemente obras de Dostoiévski para a Editora 34 (inclusive o volume que traz Sonho de um homem ridículo, cuja montagem está em cartaz no mesmo Instituto). Promete.


Guilherme Conte
São Paulo, 31/8/2005


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COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
1/9/2005
09h24min
Caro Guilherme Conte, percebo que, a cada dia, suas críticas estão mais encorpadas e reflexivas. Julgo que isso é fruto não apenas de um talento natural, mas também de um esmerado esforço em se debruçar, com afinco e cuidado, sobre a cena teatral paulistana. Parabéns. Abraços e a estima de Rodrigo Antonio.
[Leia outros Comentários de Rodrigo Antonio]
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