Sou da capital, mas tenho cura | Ana Elisa Ribeiro | Digestivo Cultural

busca | avançada
68983 visitas/dia
2,1 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Chamada Vale recebe cadastro de cerca de 3 mil projetos
>>> Lançamento do Mini Doc Tempo dell'Anima
>>> Cinema in Concert com João Carlos Martins une o cinema à música sinfônica em espetáculo audiovisual
>>> Editora Unesp lança 20 livros para download gratuito
>>> Bruno Zolotar ensina como fortalecer a marca e ampliar vendas no mundo editorial
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> A redoma de vidro de Sylvia Plath
>>> Mas se não é um coração vivo essa linha
>>> Zuza Homem de Mello (1933-2020)
>>> Eddie Van Halen (1955-2020)
>>> Prêmio Nobel de Literatura para um brasileiro - II
>>> Vandalizar e destituir uma imagem de estátua
>>> Partilha do Enigma: poesia de Rodrigo Garcia Lopes
>>> Meu malvado favorito
>>> A pintura do caos, de Kate Manhães
>>> Nem morta!
Colunistas
Últimos Posts
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
>>> Chico Buarque em bate-papo com o MPB4
>>> Como elas publicavam?
>>> Van Halen no Rock 'n' Roll Hall of Fame
>>> A última performance gravada de Jimmi Hendrix
>>> Sebo de Livros do Seu Odilon
Últimos Posts
>>> Normal!
>>> Os bons companheiros, 30 anos
>>> Briga de foice no escuro
>>> Alma nua
>>> Perplexo!
>>> Orgulho da minha terra
>>> Assim ainda caminha a humanidade
>>> Três tempos
>>> Matéria subtil
>>> Poder & Tensão
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A soberba de Beauvoir
>>> Somos todos consumidores
>>> Genealogia da Moral, de Nietzsche
>>> Virtual cai na real
>>> Literatura universal do Sul
>>> Clair de lune, de Debussy, por Lang Lang
>>> André Bazin e a crítica como militância
>>> Em Cena: Um Casal Admirável
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> O elogio da narrativa
Mais Recentes
>>> Nintendo world--43--super mario world de Conrad pela Conrad
>>> Nintendo world--46--the legend of zelda de Conrad pela Conrad
>>> A Jangada de Pedra de José Saramago pela Record/Altaya
>>> Nintendo world--18--mario party 2 de Conrad pela Conrad
>>> Nintendo world--42--bem-vindo! sonic de Conrad pela Conrad
>>> Nintendo world--55--zelda--the wind waker de Conrad pela Conrad
>>> Nintendo world--17--as melhores 2000 dicas,truques e codigos de Conrad pela Conrad
>>> Traficante de Nieve de Arthur Maling pela Emece (1973)
>>> A Garota Que Eu Quero de Markus Zusak pela Intrínseca (2013)
>>> Febre de Megan Abbott pela Intrínseca (2015)
>>> Aluna do telhado de Clotilde do carmo dias pela Everest (1977)
>>> Dicionario biografico de ruas de atibaia--volume 1. de Pea pela Pea
>>> As viagens da nuvem mixirica de Angella lemos pela St5
>>> Na Rota do Perigo de Marcos Rey pela Ática (1991)
>>> Salada russa--salada tropical e mais 100 receitas de saladas de Ediouro pela Ediouro
>>> Ética e Cidadania de Carla Rodrigues e Herbert de Souza pela Moderna (1994)
>>> Pode Servir o Vinho de Cynthia Freeman pela Record (1980)
>>> Céu, inferno e além: o pós-morte na história das religiões de Deuzair José da Silva e Eduardo Gusmão de Quadros pela Brazil Publishing (2020)
>>> Pompa e circunstância de Gerson Donato pela Brazil Publishing (2020)
>>> A ressignificação do Direito a partir da pandemia do novo Coronavírus de Denilson Mascarenhas Gusmão, Luciano Souto Dias, Mírian Célia Gonçalves de Almeida e Teodolina Batista da Silva Cândido Vitório pela Brazil Publishing (2020)
>>> Testes de raciocinio de Horacio de paula pela Discubra (1971)
>>> Planejamento Participativo nas aulas de Educação Física Escolar: significados existentes nesta proposta de Peterson Amaro da Silva e Neide de Aquino Noffs pela Brazil Publishing (2020)
>>> Os segredos da boa culinaria rural de Senar pela Senar
>>> O polvo & outras historias de Varios pela Ases
>>> Menino de engenho de Jose lins do rego pela Jose olympio (1993)
>>> Nintendo world--25--2 anos--fomos ao japao e trouxemos todas as informaçoes sobre os dois novos consoles de Conrad pela Conrad
>>> Nintendo world--12--shadow man de Conrad pela Conrad
>>> Xbox--87--xbox one de Europa pela Europa
>>> Xbox--113--call of duty de Europa pela Europa
>>> Xbox--103--the witcher rild hunt 3 de Europa pela Europa
>>> Xbox--109--74 jogos matadores de Europa pela Europa
>>> Xbox--104--tomb raider de Europa pela Europa
>>> Xbox--107--star wars--battlefront de Europa pela Europa
>>> Xbox 360--80--assassins creed iv:black flag de Europa pela Europa
>>> Xbox 360--76--devil may cry de Europa pela Europa
>>> Xbox--96--battlefield hardline de Europa pela Europa
>>> Xbox 360--82--titanfall de Europa pela Europa
>>> Playstation--21--tudo sobre a loirinha sensual de Europa pela Europa
>>> Playstation--194--assassi creed:unity de Europa pela Europa (2014)
>>> Xbox--106--mortal kombat x de Europa pela Europa
>>> Xbox--111--quantum break de Europa pela Europa
>>> A quinta raça de Trigueirinho pela Pensamento
>>> A sabedoria interior de Irving oyle/susan jean pela Cultrix/pensamento
>>> Os sonhos de Quevedo pela Escala
>>> Tempo de retiro e tempo de vigilia de Trigueirinho pela Pensamento
>>> Erich von daniken em julgamento--polemica e discussao em todo o mundo--os deuses habtitaram a terra? de Melhoramentos pela Melhoramentos
>>> Projeçoes da consciencia de Waldo vieira pela Ak (1981)
>>> Ide e evangelizai os batizados de Jose h. prado flores pela Loyola
>>> Voce e aquilo que pensa de Jose sometti pela Cidade nova
>>> Guia pratico do zodiaco chines de Melanie claire pela Pensamento
COLUNAS

Quarta-feira, 29/3/2006
Sou da capital, mas tenho cura
Ana Elisa Ribeiro

+ de 3700 Acessos
+ 11 Comentário(s)

Toda vez que peço algo ao meu filho de um ano e meio e ele me dá, olho bem nos olhos dele e falo: Obrigada. Faço questão de olhar nos olhos dele. Faço questão que ele perceba, já que ainda não entende direito, que eu disse algo amistoso a partir da ação dele. Faço questão que ele perceba que tive a intenção de dizer Obrigada. Não aquele obrigada escondido, mal-articulado, mecânico. Não. Tomara que isso já seja alguma coisa. Eu acho que é. Dependendo da cidade onde eu vivo com ele, isso é muita coisa.

Não quero que ele sofra por ser minimamente civilizado. Não quero que seja ridicularizado por saber pedir desculpas. Não quero que seja considerado um bobo porque não compete o tempo todo com os "amigos". Não. Mas eu quero muito que ele seja um homem, menos que uma anta. Toda vez que vejo um bípede estúpido e metido a gente agindo como se fosse melhor, penso assim: ai, Deus me livre de meu filho ficar assim. É isso que eu penso.

Já dei aula para crianças. Meninos e meninas de 8 ou 9 anos, uma quarta série do ensino fundamental, em escola particular. Bairro de classe média. Alguns emergentes. Gente que tinha carro do ano, conhecia Miami, ia para a praia duas vezes por ano. Coisa assim.

Certo dia, uma mãe veio até a porta da sala. No ensino fundamental, é comum os pais quererem conhecer a professora. Ótimo, mas não é só isso. Também é comum encherem a professora de perguntas sobre o pimpolho. Em geral, aquele menino ou menina normal é considerado, em casa, um gênio. Mas não é só isso. É comum a mãe ir até a sala da professora todos os dias. A impressão que dá é que a perua fica garimpando um comentário, um elogio, claro. E eu nunca tinha isso na ponta da língua. Em geral, eram meninos mimados, problemáticos, lentos, bagunceiros, arrogantes. Não havia elogio para eles todos os dias. Também é comum as mães quererem ensinar à professora como se dá uma aula, determinar o tema, o conteúdo e questionar inquestionáveis fracassos em provas. É comum uma tremenda falta de respeito pela profissão de professora. Ah, o óbvio.

Essa mãe, em especial, era perua, esposa de piloto de avião, fazia sexo uma vez por mês, deixava o filhote na escola e ia para o shopping. Voltava à tarde para buscar o guri e fazer perguntas. Como eu, a professora, nunca respondia grande coisa, ela começou a falar mal de mim para a supervisora. Que eu era uma professora insossa, calada, "mosca morta". Interessante era que a supervisora fazia questão de me contar. O tom era o seguinte: fale bem do filho dela. Ela paga a mensalidade.

Em alguns meses eu havia saído dessa escola. Guardo de lá apenas este tipo de lembrança. Mas vejam o que pode fazer uma professora para resolver coisas que os pais desses infelizes não resolvem. O garoto em questão era insolente, mal-educado, egoísta e maldoso na relação com os colegas. Já aos 8 anos, era competitivo e pouco razoável. Do tipo que trazia os melhores brinquedos e tênis para a aula para humilhar colegas com menos poder aquisitivo. Como se isso fosse a garantia de alguém.

Certa vez, estava eu dando uma aula de Português e usava como texto-base uma campanha de educação no trânsito. O interessante das crianças é que, muitas vezes, elas ajudam a educar os pais quando aprendem algo na escola. Isso funciona muito bem com assuntos sobre meio ambiente. É comum que crianças reprovem os pais que jogam lixo no chão ou pela janela do carro. A transmissão é quase imediata. A multiplicação desse tipo de informação, também. Aquela aula falava sobre uso dos faróis, da buzina e de vários outros aspectos da educação no trânsito.

Todos os alunos se esmeravam em dar exemplos acontecidos com pais e parentes próximos. Pulularam os casos de fechada, batida, xingamento. Até que o filho da perua pediu a vez para falar. Interessante que tenha pedido, coisa rara. Contou, com muito orgulho, que o pai tinha uma arma dentro do carro. Que certa vez ele próprio, a mãe e o pai-herói iam para a casa da avó. O pai dirigia com rapidez, mostrava a potência da máquina, falava alto. Fechou um carro que vinha devagar, buzinou, xingou de "veado". O menino ria muito. Adorava aquela balbúrdia. Na segunda fechada que deu, o pai foi chamado de filho da p. Parou o carro, pegou a arma e ameaçou os ocupantes do carro fechado.

O menino contava essa história com os olhos orgulhosos, como se o pai fosse um campeão de vôlei, um iatista, um cantor talentoso, um bombeiro condecorado, um grande professor. Falava como se aquilo fosse exemplo para todos. Concluía que o pai saíra na vantagem, que os ocupantes do carro fechado ficaram acuados, que não disseram nada, que pediram desculpas por terem xingado, que o pai entrou no carro sorrindo e guardou a arma no mesmo lugar.

Depois do "causo" armado, os meninos da sala, todos, olhavam o colega em silêncio. Muitos, garanto, com inveja por não terem um pai valentão como aquele. Outros haviam perdido algumas noções do que tentavam aprender em casa, com mães mais inteligentes e conscientes. Outros, por sequer terem pai. Afinal, o que está certo? Como viverei melhor? Onde a vantagem? E a pergunta que não quer calar: O que pode fazer uma professorinha diante de tanta merda?

Não é a cidade. Não é o progresso. Não é o título de doutor. Não é o diploma. Não é o computador. A energia elétrica. O banho de ducha. O carro flex. As férias na praia ou no exterior. As línguas que se fala. A escola particular. A cidade de milhões de habitantes. São Paulo ou Maria da Fé. Não é porque está na orla ou longe do mar. Não é o sotaque. Não é a família integrada. Não é porque é filho de pais separados. Não é o curso de Medicina. Nem o de Geologia. Não é porque sabe inglês, francês ou latim restaurado. Não é porque lê. Nem porque compra DVDs de Cannes. Não é porque dá aula. Porque trabalha de terno. Porque dá cursos de bermudas. Não é nada disso. Se mora na roça ou se mora no centrão da cidade. Se mora em prédio alto ou em palafita. O negócio é a falta de uma educação muito sutil. Muito sutil para quem tem. Para quem não tem, parece coisa de "jeca".

Quando fui ao interior, queria comprar uns ganchinhos de pendurar coisas. A moça da loja me mostrou outras coisas que ela vendia. Almofadas, vasos, quadros. Eu não quis. Disse então que me mostraria uma coisa maravilhosa. Trouxe lá de dentro umas rosas de ferro, de cor de ferrugem, rústicas e grandes. Pôs no chão e disse, com olhos que sorriam: Ficam lindas espalhadas pelo jardim. Era sincera, mas notou meu olhar de vazio. Disse, então, com ares de perdão: Ah, você não tem jardim, né? Mora em apartamento? Feliz é aquela moça, que ainda não entende os sórdidos sentidos de alguém que prefere morar numa gaiola, dividir a morada com mais dez vizinhos, pagar condomínio caro e rezar para que a garagem não amanheça arrombada. Ah, mas eu moro na cidade. Grande. Grande coisa.


Ana Elisa Ribeiro
Belo Horizonte, 29/3/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Gerald Thomas: cidadão do mundo (parte final) de Jardel Dias Cavalcanti
02. O lilás da avenida sou eu de Elisa Andrade Buzzo
03. As manifestações sobre o transporte público em SP de André Simões
04. 50 anos a mil, a vida de Lobão de Jorge Wagner
05. Magia além do Photoshop de Isabel Furini


Mais Ana Elisa Ribeiro
Mais Acessadas de Ana Elisa Ribeiro em 2006
01. Digite seu nome no Google - 8/3/2006
02. Eu não uso brincos - 27/9/2006
03. Não quero encontrar você no Orkut - 8/2/2006
04. Poesia para os ouvidos e futebol de perebas - 7/6/2006
05. Ex-míope ou ficção científica? - 20/12/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
29/3/2006
09h49min
Oi. Gosto muito dos teus textos (já escrevi isto ano passado, acho). Deste texto, eu gostei muito e principalmente do título (morei 48 anos em São Paulo, me aposentei e estou morando há dois anos no interior, em Serra Negra, interior de São Paulo). Como já falei, você é ótima, muito criativa. Abraços, Maurão.
[Leia outros Comentários de Mauro Gorenstein]
29/3/2006
16h56min
gostei muito do começo do texto, principalmente por que tenho um filho pequeno 4 meses e meio e sempre tenho duvidas do que ensinar para ele, depois você começa a falar de educação, parte do texto que eu gostei muito, a conexão com o começo do texto está boa, e por ultimo você faz uma apologia 'a vida no campo! nao sei se entendi direito, apesar de concordar com o fim do texto e até ter gostado, confesso que não entendi!
[Leia outros Comentários de lendari0]
30/3/2006
15h53min
Esses pimpolhos "mimados, problemáticos, lentos, bagunceiros, arrogantes", com pais idem (ou pior...), parecem saídos de histórias como "Harry Potter" (familia Wesley e Malfoy) e "A Fantástica Fábrica de Chocolates" (todas as crianças desclassificadas do "concurso"). Bem, acho que, na verdade, quem escreveu as histórias é que retratou a realidade...
[Leia outros Comentários de Jacques Salvador]
31/3/2006
15h38min
Oi, Ana Elisa, amei esse texto. às vezes eu tenho a horrível sensação de que fazer o possível, hoje, é pouco. Sugiro um livro que tenho certeza que você vai amar, do filósofo e sociólogo Bauman: "Amor Líquido", pra entender melhor esse mundo onde os nosso filhos, inexoravelmente, crescerão.
[Leia outros Comentários de Sandra Baldessin]
3/4/2006
16h27min
Pois é, Ana Elisa. O problema não são os filhos. São os pais, penso. Deve ser muito difícil pra certas pessoas aceitar que seus pimpolhos são iguais aos outros, não necessariamente melhores. Esta necessidade - que penso ser dos pais, não dos guris - é que faz crianças "pouco razoáveis". Que nossos filhos saibam o verdadeiro valor do "obrigado", "de nada", "com licença", "desculpe", "posso ajudar?". Certamente isso os fará - e a nós - mais felizes. E melhores do que os outros. Ótimo texto!
[Leia outros Comentários de João Roberto]
7/4/2006
09h41min
Prezada Ana. Também já fui professor e tenho a mesma percepção, com relação à postura de alguns pais, que você parece ter. Falta diálogo, lições de cidadania, educação, respeito e afeto. Faltam aqueles papos em família, quando a luz acabava e ficávamos todos reunidos na sala a luz de velas. Bendita Light que sempre dava uma mancada dessas! Enfim, no mínimo perfeito seu texto.
[Leia outros Comentários de Márcio Antunes]
14/4/2006
18h56min
Depois de sou da capital, sou sem-educação, vem esta beleza de artigo afirmando: mas tenho cura. Repasso e aguardo os próximos e deixo meu beijo.
[Leia outros Comentários de Gisele Lemper]
20/4/2006
10h39min
Texto muito corajoso e necessário, Ana. Bem como a garantia de uma educação baseada na valoriação do ser humano está se tornando uma dádiva de pais corajosos. Um abraço!
[Leia outros Comentários de Renata Amaral]
23/4/2006
16h57min
Muito bacana o texto! Serve de toque para pessoas mal formadas no tocante à maneira de pensar e de agir. E o pior: fazem isso diante dos filhos, deixando como exemplo um mau comportamento social...
[Leia outros Comentários de Cleis Pedro]
17/5/2006
11h03min
é muito oportuno o desenvolvimento do seu raciocinio lógico quando diz que: não é preciso muito para ser feliz, basta olhar os outros, o próximo, senti-lo, amá-lo se possível, e ser util à sociedade pois só assim o homem será feliz, basta o respeito, a ética e consequentemente o cidadão educado pronto para viver aqui, ali e acolá . obrigada, Ana Eliza
[Leia outros Comentários de nicia]
17/6/2006
21h32min
Adorei o texo. Expressa sentimentos que deveriam ser avaliados por um bando de hipócritas vazios. Ana, fico feliz por saber que existem pessoas como vc. Parabéns... Abraço!
[Leia outros Comentários de Vagné N. Nascimento]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A CRISE DAS IDÉIAS / O CORPO / INTERPRETAÇÃO DO ANALISTA
ANGÉLICA -PSICANÁLISE & CIA
TAURUS
R$ 9,00



IRMANDADE DA ADAGA NEGRA, VOL. 10 - AMANTE RENASCIDO - 1ª EDIÇÃO
J. R. WARD
DIGERATI
(2012)
R$ 40,95



UM AMOR TÃO RARO
KATHLEEN E. WOODIWISS
RECORD
(1994)
R$ 160,00



OFELIA E AS DELICIAS DA COZINHA LIGHT
OFÉLIA RAMOS ANUNCIATO
MELHORAMENTOS
(1992)
R$ 6,90



O PROFESSOR DE ZURIQUE
M. B. TAMASSÍA
LAKE
(1991)
R$ 10,86



SUBSOLO INFINITO
NELSON DE OLIVERIRA
COMPANHIA DA LETRAS
(2000)
R$ 15,83



PROGRAMMING MICROSOFT® ASP.NET 2.0 CORE REFERENCE DEVELOPER
DINO ESPOSITO
MICROSOFT PRESS
(2005)
R$ 97,00



AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO MUNDO
ANTHONY BURGESS
RECORD
(1982)
R$ 12,00



SELETA EM PROSA E VERSO
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
RECORD
(1987)
R$ 6,90



TERRA DA MORTE
JACK ADRIAN
NOVA CULTURAL
(1988)
R$ 5,00





busca | avançada
68983 visitas/dia
2,1 milhões/mês