Comentários de Ana Couto | Digestivo Cultural

busca | avançada
84229 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Projeto 8x Hilda reúne obra teatral de Hilda Hilst em ciclo de leituras online
>>> Afrofuturismo: Lideranças de de Angola, Cabo Verde e Moçambique debatem ecossistemas de inovação
>>> Ibraíma Dafonte Tavares desvenda preparação e revisão de texto
>>> O legado de Roberto Burle Marx é tema de encontro online
>>> Sala MAS/Metrô Tiradentes - Qual é a sua Cruz?
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Da fatalidade do desejo
>>> Cuba e O Direito de Amar (3)
>>> Isto é para quando você vier
>>> 2021, o ano da inveja
>>> Pobre rua do Vale Formoso
>>> O que fazer com este corpo?
>>> Jogando com Cortázar
>>> Os defeitos meus
>>> Confissões pandêmicas
>>> Na translucidez à nossa frente
Colunistas
Últimos Posts
>>> Mehmari, Salmaso e Milton Nascimento
>>> Gente feliz não escreve humor?
>>> A profissão de fé de um Livreiro
>>> O ar de uma teimosia
>>> Zuza Homem de Mello no Supertônica
>>> Para Ouvir Sylvia Telles
>>> Van Halen ao vivo em 1991
>>> Metallica tocando Van Halen
>>> Van Halen ao vivo em 2015
>>> Van Halen ao vivo em 1984
Últimos Posts
>>> Editora Sinna lança “Ninha, a Bolachinha”
>>> “Elise”: Lara Oliver representa Bernardina
>>> Tonus cristal
>>> Meu avô
>>> Um instante no tempo
>>> Salvem à Família
>>> Jesus de Nazaré
>>> Um ato de amor para quem fica 2020 X 2021
>>> Os preparativos para a popular Festa de Réveillon
>>> Clownstico de Antonio Ginco no YouTube
Blogueiros
Mais Recentes
>>> A proposta libertária
>>> Semana da Canção Brasileira
>>> Mashup Camp Day One
>>> Estranha coincidência
>>> Aula com Suassuna
>>> O pingente que deu certo
>>> Fidelio, primeira parte
>>> Um brasileiro no Uzbequistão (III)
>>> Os gatos, as bibliotecas e a literatura
>>> A forca de cascavel — Angústia (Fuvest)
Mais Recentes
>>> As Colinas do Tigre de Sarita Mandanna pela Record (2013)
>>> Memória da Água de Emmi Itäranta pela Galera (2015)
>>> Pequim Em Coma de Ma Jian pela Record (2009)
>>> Os Ovos de Faberge de Toby Faber pela Record (2012)
>>> Tristes, Loucas e Más de Lisa Appignanesi pela Record (2011)
>>> As Ilhas da Corrente de Ernest Hemingway pela Bertrand Brasil (2014)
>>> A Sacada de Norm Brodsky, Bo Burlingham pela Best Business (2009)
>>> O Colecionador de Peles de Jeffery Deaver pela Record (2015)
>>> Ak-47 - a Arma Que Transformou a Guerra de Larry Kahaner pela Record (2011)
>>> Toque de Veludo de Sarah Waters pela Record (2011)
>>> Diário de um Cavaleiro Templário de Orlando Paes Filho pela Record (2006)
>>> O Problema dos Desconhecidos - um Estudo da Ética de Terry Eagleton pela Civilização Brasileira (2010)
>>> Zorro - Começa a Lenda de Isabel Allende pela Bertrand Brasil (2006)
>>> Papéis Inesperados de Julio Cortázar pela Civilização Brasileira (2010)
>>> Prelúdio para a Morte de Val Mcdermid pela Bertrand Brasil (2009)
>>> O Canto da Sereia - um Noir Baiano de Nelson Motta pela Objetiva (2002)
>>> Revista Caros Amigos nº 118 (2007) de Sérgio de Souza (Ed.) pela Casa Amarela (2007)
>>> A Marca da Liderança de Dave Ulrich, Norm Smallwood pela Best Business (2009)
>>> O Novo Reino - Vol 3 de Jan Guillou pela Bertrand Brasil (2006)
>>> O Trauma Alemão de Gitta Sereny pela Bertrand Brasil (2007)
>>> A Tristeza da Rainha de Suzannah Dunn pela Record (2011)
>>> Quieto Animal da Esquina de João Gilberto Noll pela Rocco (1991)
>>> Os E-mails de Holly de Holly Denham pela Record (2011)
>>> Mau Humor - uma Antologia Definitiva de Frases Venenosas de Ruy Castro pela Companhia das Letras (2002)
>>> The Origin of Species de Charles Darwin pela Signet Classics (2003)
>>> A Menina de Vidro de Jodi Picoult pela Verus (2011)
>>> O Jogo da Transição de Mariá Giuliese pela Évora (2011)
>>> Sombras Eternas - Vol 2 de Glen Cook pela Record (2013)
>>> Fogo na Cidade de Lauro Martines pela Record (2011)
>>> O Código Gaudí de Esteban Martin, Andreu Carranza pela Record (2009)
>>> Prometeu Acorrentado-Édipo Rei-medéia de Ésquilo-sófocles-eurípides pela Abril (1980)
>>> Sigilo Fiscal e Bancário de Reinaldo Pizolio e Jayr Viégas Gavaldão Jr pela Alfaguara (2005)
>>> Quase Memória de Carlos Heitor Cony pela Alfaguara (2006)
>>> Vença o Tigre de Jim Lawless pela Best Business (2015)
>>> Exclusivo - Confissões - Vol 4 de Kate Brian pela Galera Record (2013)
>>> Eu, Brasileiro, Confesso Minha Culpa e Meu Pecado de Frederico Oliveira Coelho pela Civilização Brasileira (2010)
>>> Idéias Próprias de Cordelia Fine pela Difel (2008)
>>> Rim por Rim de Julio Ludemir pela Record (2008)
>>> O Líder Em Você de Michael A. Crom, Stuart R. Levine pela Best Seller (2010)
>>> No Começo Eram os Deuses de Jean Bottero pela Civilização Brasileira (2011)
>>> Minha Guerra Alheia de Marina Colasanti pela Record (2010)
>>> Sociedade Secreta - Escolhas de Formatura - Vol 4 de Diana Peterfreund pela Galera Record (2012)
>>> A Legitimidade e Outras Questões Internacionais de Gelson Fonseca Junior pela Paz & Terra (2005)
>>> Encurtando a Adolescência de Tania Zagury pela Record (1999)
>>> Acenos e Afagos de João Gilberto Noll pela Record (2008)
>>> O Fio da Palavra de Gavin Menzies pela Galera Record (2012)
>>> Vovó Benuta de Sonia Rosa pela Galera (2012)
>>> Horizonte Azul de Wilbur Smith pela Record (2006)
>>> Reencontros de Linda Howard pela Bertrand Brasil (2006)
>>> Odd Thomas de Dean Koontz pela Record (2009)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Terça-feira, 20/4/2004
Comentários
Ana Couto


Simplista
Ao longo do texto vc repete exaustivamente a expressão “Não sei se me explico bem” (ou um equivalente). Vc se explica, o problema é que seu ponto de vista é batido. Como batida é a juventude que num festival vaiou Tom Jobim e Chico Buarque, porque essa juventude queria o harmonicamente paupérrimo Vandré. Falar mal de Roberto Carlos hoje em dia é chutar um cachorro que, se não está morto, está moribundo. E a quem interessa isso? Ele tem um peso histórico. E não era dele “a única música possível da época”. No mesmo período os Mutantes tocavam suas guitarras e viajavam com suas drogas, como os jovens de Londres ou São Francisco. E Jorge Ben fundia samba com guitarras. Não eram políticos, eram músicos. Não estavam a fim de fomentar luta armada, mas de viver. Como a grande maioria da população brasileira. E quanto a sua referência a ‘Jesus Cristo’ o “gospel de corações ocos”, é bom lembrar que Maria Bethânia, uma das musas do show Opinião, o regravou poucos anos depois.

[Sobre "O Rei Roberto Carlos e a Ditadura"]

por Ana Couto
20/4/2004 às
11h33 200.151.15.117
 
Betinho/Boff x Campos/Francis
Lá veio um leitor citar aquele francês socialista e mau-caráter: “Se esses professorezinhos que escrevem coisas ilegíveis no jornal, de tão cultas, é claro, tivessem lido um pouco de Sartre, saberiam perfeitamente que o verdadeiro intelectual é aquele que dedica o seu avantajado intelecto às causas populares. Pois bem! O Brasil precisa disso” Isso quer dizer que Betinho e Boff são mais importantes pro pensamento brasileiro que Roberto Campos e Paulo Francis?

[Sobre "Contra os intelectuais"]

por Ana Couto
30/1/2004 às
14h03 200.151.62.83
 
esclarecendo
Kathe Kollwitz perdeu um filho de 18 anos na primeira guerra mundial, daí talvez tenha vindo sua morbidez.

[Sobre "Dicas Culturais: Lúcio Alves e Kathe Kollwitz"]

por Ana Couto
16/1/2004 às
02h18 200.151.121.226
 
discordo
Este trecho de seu texto é um absurdo: ”Vejam que a injustiça está dos dois lados – nos marginais, por não haver oportunidades nem perspectivas de melhora...” Justifica a marginalidade como conseqüência da pobreza, quando há milhões de pobres que vivem honestamente, sem optar pelo crime. Este é um erro comum na intelectualidade brasileira. Conheço trabalhadores que moram na Cidade de Deus, e que passaram a ser (muito mais) marginalizados por causa daquele filme, que mostra os moradores como criminosos.

[Sobre "Radiografia de um matador brasileiro"]

por Ana Couto
22/8/2003 às
09h08 200.216.31.232
 
Comparando ouro a miçangas.
Sua explicação do que significa entropia é desnecessária e mostra que vc não teve capacidade para entender sequer a crítica que estava sendo feita. Se em meu comentário acima eu destaco como clichê o uso de tal termo, logicamente não é por que ele me cause estranheza, justamente o contrário: é algo mais batido que perguntar a uma mulher qual o telefone do cachorrinho. Respondendo a sua questão, eu tenho uma boa biblioteca de arte. Mas vc não respondeu a minha: consegue desenhar um ser humano de forma adequada? Um cão? Pinta uma natureza morta? Se a resposta é não, como só pode se esperar de alguém que é ingênuo a ponto de idolatrar Pollock, eu sugiro a vc estudar um pouco desenho, há interessantes exemplos ao longo dos últimos 3000 anos de história da arte pré-Pollock. Só pra contextualizar, quando Shakespeare terminava A Tempestade, a ópera tinha acabado de nascer na Itália, Caravaggio tinha morrido há um ano, El Greco tinha acabado de pintar o Laocconte e Rubens pintava os Quatro Filósofos. Não há nada no século XX que possa ser comparado a este contexto - e misturar o patético Pollock nesta massa só faria sentido se o objetivo do texto fosse humilhá-lo. Não se compara ouro a miçangas.

[Sobre "O último Shakespeare"]

por Ana Couto
8/12/2002 à
01h39 200.216.30.7
 
Relativismo cultural barato
Em primeiro lugar acho errado falar de pinturas que não são lá muito conhecidas sem colocar uma reprodução delas ou indicar um link para tal. Em segundo é uma piada comparar um dos maiores artistas de todos os tempos com um pintor sem técnica, produto de uma forte campanha de marketing – sugiro a leitura do ensaio “Jack the dripper” de Affonso Romano de Sant`anna. Destaco um trecho de seu texto abaixo que é um exemplo de uso excessivo de jargões intelectualóides – com a inefável menção à entropia, citada em 9 de cada 10 textos sobre arte contemporânea – que não dizem nada, e para quem trabalha com pintura e desenho deixa claro que o autor não tem prática em nenhuma das duas matérias: “Porém, podemos descobrir evidências esmagadoras de acidente e deslocamento, uma mal contida representação de uma potencialidade caótica, de impulsos anárquicos para uma dissolução e uma desordem que se espalham implicitamente no espaço infinito além da borda da tela. Em qualquer direção, estamos contemplando não tanto uma representação de coisas na natureza, quanto uma representação do fenômeno da própria natureza. A disposição da tinta pela superfície foi determinada por suas energias, tornando-se ela própria uma imagem do paradoxo inelutável da natureza - sua proliferação irreprimível de formas e ritmos diferenciados e sua resistível tendência à entropia.” E por último, ao se falar de um navio, não se deve dizer população, (“O objetivo desta tempestade é naufragar um navio e levar sua população à ilha onde habitam Próspero e sua filha. Para tanto, Próspero mobiliza as terríveis forças da natureza e alcança seu objetivo.”)o mais adequado é tripulação.

[Sobre "O último Shakespeare"]

por Ana Couto
7/12/2002 às
03h37 200.216.31.220
 
Interessante texto
Interessante texto. Mas se Matisse não criou algo tão inovador quanto o cubismo, me parece que foi mais honesto ao longo da carreira, enquanto Picasso montou uma linha de produção e fez muitas coisas descartáveis.

[Sobre "Matisse e Picasso, lado a lado"]

por Ana Couto
21/11/2002 às
22h46 200.216.30.178
 
meias verdades
Só agora li este texto. Bom, vc esqueceu o escultor Bernini, Lampedusa, Umberto Eco, e muitos outros. Mas nos concentremos apenas em sua primeira frase: “Há um lobby italiano no mundo, e no Brasil, que chega a ser quase mais poderoso do que o famoso lobby israelense.” Vc sabe que isso não é verdade. Porque em todo o cinema americano há muito mais espaço para indivíduos do segundo grupo citado por vc. Porque Roberto Benigni com aquele filminho idiota – e ainda assim bem melhor que o Central do Brasil – pra ganhar o Oscar teve que falar do Holocausto. Assim como Spielberg, que apesar de ser da “comunidade” e ter revitalizado o cinema de entretenimento e rendido milhões para a indústria não era levado em consideração e só o passou a ser a partir de A Lista de Schindler. Agora, por que vc não cutuca a verdadeira onça com sua curta vara?

[Sobre "Grandes Carcamanos da História"]

por Ana Couto
20/11/2002 à
01h21 200.216.31.102
 
Julio Daio Borges
Editor

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Tom Sawyer
Mark Twain
Nova Cultural
(2003)
R$ 9,00



Aprendendo Com Nossos Próprios Erros
Patrick Casement
Artmed
(2004)
R$ 48,00



Mahatmo Gandhi
Huberto Rohden
Associação Esperantista do Rio de Janeiro
(1972)
R$ 13,50



Salad Anniversary
Machi Tawara
Kodansha International
(1990)
R$ 20,00



Estilo Ipanema - Viva com saúde sem abrir mão do Prazer
Carlos Scherr
Rocco
(2008)
R$ 27,00



Non Lasciamoci Rubare Il Futuro
Luigi Ciotti
Sei
R$ 7,00



Organic Chemistry
B. Pavlov A. Terentyev
Foreign Languages Publishing
R$ 28,75



P 133 -robôs, Bombas e Mutantes
Perry Rhodan
Ediouro
(1979)
R$ 4,81



Direito Constitucional Esaf
Antonio João de Mello Aranha
Ferreira
(2011)
R$ 22,50



Comece Bem no E-business
Bennet/ Kathryn
Market Books
(2001)
R$ 7,54





busca | avançada
84229 visitas/dia
2,4 milhões/mês