Comentários de Ana Couto | Digestivo Cultural

busca | avançada
97126 visitas/dia
2,6 milhões/mês
Mais Recentes
>>> Sesc 24 de Maio apresenta o último episódio do Música Fora da Curva
>>> Historiador Russell-Wood mergulha no mundo Atlântico português da Idade Moderna
>>> Livro ensina a lidar com os obstáculos do Transtorno do Déficit de Atenção
>>> 24 e 25/04: últimas apresentações do projeto 48h_48min acontecem neste fim de semana
>>> João Trevisan: Corpo e Alma || Museu de Arte Sacra
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Cem encontros ilustrados de Dirce Waltrick
>>> Poética e política no Pântano de Dolhnikoff
>>> A situação atual da poesia e seu possível futuro
>>> Um antigo romance de inverno
>>> O acerto de contas de Karl Ove Knausgård
>>> Assim como o desejo se acende com uma qualquer mão
>>> Faça você mesmo: a história de um livro
>>> Da fatalidade do desejo
>>> Cuba e O Direito de Amar (3)
>>> Isto é para quando você vier
Colunistas
Últimos Posts
>>> Hemingway by Ken Burns
>>> Cultura ou culturas brasileiras?
>>> DevOps e o método ágil, por Pedro Doria
>>> Spectreman
>>> Contardo Calligaris e Pedro Herz
>>> Keith Haring em São Paulo
>>> Kevin Rose by Jason Calacanis
>>> Queen na pandemia
>>> Introducing Baden Powell and His Guitar
>>> Elon Musk no Clubhouse
Últimos Posts
>>> Geração# terá estreia no feriado de 21 de abril
>>> Patrulheiros Campinas recebem a Geração#
>>> Curtíssimas: mostra virtual estreia sexta, 16.
>>> Estreia: Geração# terá sessões virtuais gratuitas
>>> Gota d'agua
>>> Forças idênticas para sentidos opostos
>>> Entristecer
>>> Na pele: relação Brasil e Portugal é tema de obra
>>> Single de Natasha Sahar retrata vida de jovem gay
>>> A melancolia dos dias (uma vida sem cinema)
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Pra entender a Lei Rouanet
>>> Uma baby boomer no Twitter
>>> No pé da orelha
>>> Machado e a AR-15
>>> Notas confessionais de um angustiado (V)
>>> Festival de interatividades
>>> O melhor de Steve Jobs
>>> Jane Fonda em biografia definitiva
>>> Leituras, leitores e livros – Parte I
>>> Abertura de Guillaume Tell
Mais Recentes
>>> Retalhos de Agonia (Teatro Brasileiro) de Luiz de Assis Monteiro pela Confraria da Paixão (2021)
>>> Construindo um Blog de Sucesso no Wordpress 3 + Cd de Daniella Borges de Brito pela Brasport (2011)
>>> Revolução em Mim de Marcia Kupstas pela Moderna (1995)
>>> Lutas Do Povo Brasileiro de Julio Jose Chiavenato pela Moderna (1996)
>>> Agua Origem Uso e Preservacao de Samuel Murgel Branco pela Moderna (1998)
>>> Sexo, Sexualidade e Doenças Sexualmente Transmissíveis de Ruth Gouvêa Duarte pela Moderna (1995)
>>> O Grande Livro da Saúde Natural - 73 Segredos da Cura Sem Remedio de Agora Inc pela Jolivi (2018)
>>> Vinha de luz de Francisco Cândido Xavier pela Feb (2015)
>>> História da Riqueza do Homem de Leo Huberman pela Guanabara (1986)
>>> Por que os Homens Amam as Mulheres Poderosas? de Sherry Argov pela Sextante (2009)
>>> A Mágica de Pensar Grande de David J. Schwartz pela Record (1995)
>>> Abolição: Um Suave Jogo Político? de Leonardo Trevisan pela Moderna (1991)
>>> A Revolução Industrial de Roberto Antonio pela Moderna (2002)
>>> Globalização Estado Nacional e Espaço Mundial de Demétrio Magnoli pela Moderna (1998)
>>> A Marca de Uma Lágrima de Pedro Bandeira pela Moderna (1992)
>>> Evolução Das Espécies de Samuel Murgel Branco pela Moderna (2003)
>>> Plastico Bem Superfluo Ou Mal de Eduardo Leite do Canto pela Moderna (1995)
>>> História da Literatura Brasileira -2ª ed. revista e ampliada de Luciana Stegagno Picchio pela Nova Aguilar- Lacerda- ABL (2004)
>>> O Meio Ambiente em Debate de Samuel Murgel Branco pela Moderna (1998)
>>> Sentidos Da Vida Uma Pausa P Pensar de Flavio Gikovate pela Moderna (1998)
>>> A Industrialização Brasileira - de Sonia Medonças pela Moderna (2000)
>>> Multinacionais Desenvolvimento Ou Exploração? de Paulo Martinez pela Moderna (1987)
>>> Um Amor Alem Do Tempo de Leila R. Iannone pela Moderna (1990)
>>> O Novo Mapa do Mundo de Demétrio Magnoli pela Moderna (1999)
>>> Olhinhos de gato de Cecília Meireles pela Modernao (1983)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Terça-feira, 20/4/2004
Comentários
Ana Couto


Simplista
Ao longo do texto vc repete exaustivamente a expressão “Não sei se me explico bem” (ou um equivalente). Vc se explica, o problema é que seu ponto de vista é batido. Como batida é a juventude que num festival vaiou Tom Jobim e Chico Buarque, porque essa juventude queria o harmonicamente paupérrimo Vandré. Falar mal de Roberto Carlos hoje em dia é chutar um cachorro que, se não está morto, está moribundo. E a quem interessa isso? Ele tem um peso histórico. E não era dele “a única música possível da época”. No mesmo período os Mutantes tocavam suas guitarras e viajavam com suas drogas, como os jovens de Londres ou São Francisco. E Jorge Ben fundia samba com guitarras. Não eram políticos, eram músicos. Não estavam a fim de fomentar luta armada, mas de viver. Como a grande maioria da população brasileira. E quanto a sua referência a ‘Jesus Cristo’ o “gospel de corações ocos”, é bom lembrar que Maria Bethânia, uma das musas do show Opinião, o regravou poucos anos depois.

[Sobre "O Rei Roberto Carlos e a Ditadura"]

por Ana Couto
20/4/2004 às
11h33 200.151.15.117
 
Betinho/Boff x Campos/Francis
Lá veio um leitor citar aquele francês socialista e mau-caráter: “Se esses professorezinhos que escrevem coisas ilegíveis no jornal, de tão cultas, é claro, tivessem lido um pouco de Sartre, saberiam perfeitamente que o verdadeiro intelectual é aquele que dedica o seu avantajado intelecto às causas populares. Pois bem! O Brasil precisa disso” Isso quer dizer que Betinho e Boff são mais importantes pro pensamento brasileiro que Roberto Campos e Paulo Francis?

[Sobre "Contra os intelectuais"]

por Ana Couto
30/1/2004 às
14h03 200.151.62.83
 
esclarecendo
Kathe Kollwitz perdeu um filho de 18 anos na primeira guerra mundial, daí talvez tenha vindo sua morbidez.

[Sobre "Dicas Culturais: Lúcio Alves e Kathe Kollwitz"]

por Ana Couto
16/1/2004 às
02h18 200.151.121.226
 
discordo
Este trecho de seu texto é um absurdo: ”Vejam que a injustiça está dos dois lados – nos marginais, por não haver oportunidades nem perspectivas de melhora...” Justifica a marginalidade como conseqüência da pobreza, quando há milhões de pobres que vivem honestamente, sem optar pelo crime. Este é um erro comum na intelectualidade brasileira. Conheço trabalhadores que moram na Cidade de Deus, e que passaram a ser (muito mais) marginalizados por causa daquele filme, que mostra os moradores como criminosos.

[Sobre "Radiografia de um matador brasileiro"]

por Ana Couto
22/8/2003 às
09h08 200.216.31.232
 
Comparando ouro a miçangas.
Sua explicação do que significa entropia é desnecessária e mostra que vc não teve capacidade para entender sequer a crítica que estava sendo feita. Se em meu comentário acima eu destaco como clichê o uso de tal termo, logicamente não é por que ele me cause estranheza, justamente o contrário: é algo mais batido que perguntar a uma mulher qual o telefone do cachorrinho. Respondendo a sua questão, eu tenho uma boa biblioteca de arte. Mas vc não respondeu a minha: consegue desenhar um ser humano de forma adequada? Um cão? Pinta uma natureza morta? Se a resposta é não, como só pode se esperar de alguém que é ingênuo a ponto de idolatrar Pollock, eu sugiro a vc estudar um pouco desenho, há interessantes exemplos ao longo dos últimos 3000 anos de história da arte pré-Pollock. Só pra contextualizar, quando Shakespeare terminava A Tempestade, a ópera tinha acabado de nascer na Itália, Caravaggio tinha morrido há um ano, El Greco tinha acabado de pintar o Laocconte e Rubens pintava os Quatro Filósofos. Não há nada no século XX que possa ser comparado a este contexto - e misturar o patético Pollock nesta massa só faria sentido se o objetivo do texto fosse humilhá-lo. Não se compara ouro a miçangas.

[Sobre "O último Shakespeare"]

por Ana Couto
8/12/2002 à
01h39 200.216.30.7
 
Relativismo cultural barato
Em primeiro lugar acho errado falar de pinturas que não são lá muito conhecidas sem colocar uma reprodução delas ou indicar um link para tal. Em segundo é uma piada comparar um dos maiores artistas de todos os tempos com um pintor sem técnica, produto de uma forte campanha de marketing – sugiro a leitura do ensaio “Jack the dripper” de Affonso Romano de Sant`anna. Destaco um trecho de seu texto abaixo que é um exemplo de uso excessivo de jargões intelectualóides – com a inefável menção à entropia, citada em 9 de cada 10 textos sobre arte contemporânea – que não dizem nada, e para quem trabalha com pintura e desenho deixa claro que o autor não tem prática em nenhuma das duas matérias: “Porém, podemos descobrir evidências esmagadoras de acidente e deslocamento, uma mal contida representação de uma potencialidade caótica, de impulsos anárquicos para uma dissolução e uma desordem que se espalham implicitamente no espaço infinito além da borda da tela. Em qualquer direção, estamos contemplando não tanto uma representação de coisas na natureza, quanto uma representação do fenômeno da própria natureza. A disposição da tinta pela superfície foi determinada por suas energias, tornando-se ela própria uma imagem do paradoxo inelutável da natureza - sua proliferação irreprimível de formas e ritmos diferenciados e sua resistível tendência à entropia.” E por último, ao se falar de um navio, não se deve dizer população, (“O objetivo desta tempestade é naufragar um navio e levar sua população à ilha onde habitam Próspero e sua filha. Para tanto, Próspero mobiliza as terríveis forças da natureza e alcança seu objetivo.”)o mais adequado é tripulação.

[Sobre "O último Shakespeare"]

por Ana Couto
7/12/2002 às
03h37 200.216.31.220
 
Interessante texto
Interessante texto. Mas se Matisse não criou algo tão inovador quanto o cubismo, me parece que foi mais honesto ao longo da carreira, enquanto Picasso montou uma linha de produção e fez muitas coisas descartáveis.

[Sobre "Matisse e Picasso, lado a lado"]

por Ana Couto
21/11/2002 às
22h46 200.216.30.178
 
meias verdades
Só agora li este texto. Bom, vc esqueceu o escultor Bernini, Lampedusa, Umberto Eco, e muitos outros. Mas nos concentremos apenas em sua primeira frase: “Há um lobby italiano no mundo, e no Brasil, que chega a ser quase mais poderoso do que o famoso lobby israelense.” Vc sabe que isso não é verdade. Porque em todo o cinema americano há muito mais espaço para indivíduos do segundo grupo citado por vc. Porque Roberto Benigni com aquele filminho idiota – e ainda assim bem melhor que o Central do Brasil – pra ganhar o Oscar teve que falar do Holocausto. Assim como Spielberg, que apesar de ser da “comunidade” e ter revitalizado o cinema de entretenimento e rendido milhões para a indústria não era levado em consideração e só o passou a ser a partir de A Lista de Schindler. Agora, por que vc não cutuca a verdadeira onça com sua curta vara?

[Sobre "Grandes Carcamanos da História"]

por Ana Couto
20/11/2002 à
01h21 200.216.31.102
 
Julio Daio Borges
Editor

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Mandado de Segurança: Ação Popular, Ação Civil Pública, Mandando de I
Hely Lopes Meirelles
Malheiros
(1990)



Immunopathology of Tropical Diseases (capa Dura)
Ernesto Mendes
Sarvier
(1981)



Esquizofrenia
Cristiano S. Noto e Outros
Artmed



A Língua da Serpente
Jeter Neves

(1993)



Tom Sawyer - Huckleberry Finn
Mark Twain
Wordsworth



Pescadores de Coracoes
Antônio Maria
Universo dos Livros
(2011)



Como Aumentar as Vendas da Pequena Empresa
Carlos João Santos Pereira
Mercosul
(1998)



Information Engineering Planning & Analysis Book Ii
James Martin (book 2)
Prentice Hall
(1990)



Empresário: Pessoa e Patrimônio Vol. 1 Tratado de Direito Empresa
José da Silva Pacheco
Saraiva (sp)
(1979)



Todo Enem
Vários Autores
Ftd
(2015)





busca | avançada
97126 visitas/dia
2,6 milhões/mês