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COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Domingo, 7/8/2011
Comentários
I. Boris Vinha


Amigos on-line
Ana Elisa, quando posso e consigo... gosto de comentar seus posts. Neste não farei grandes 'discursos', quero somente parabeniza-la pelo o que escreve sempre e corretamente! Também eu descobri 'bons' amigos pela Internet, muitas vezes são mais sinceros se comparados com os que não são 'virtuais', mostram maior sensibilidade mesmo para 'não concordar' com o que postamos... talvez por estarem 'distantes'... 'cara a cara' pode ficar mais difícil. Mesmo que não seja um amigo seu em nenhuma rede social, a vejo sempre por aqui... e gosto do que leio... Abs. I. Boris Vinha

[Sobre "Você vem sempre aqui?"]

por I. Boris Vinha
http://www.clubedeautores.com.br/
7/8/2011 às
20h41 189.33.37.220
 
Escritores como jogadores
Nem livro nem editor terão fim! Somente serão reformulados. Possivelmente até evoluirão, como tudo o que ocorre na Natureza, no Cosmo. - O livro já foi de pedra lascada, passou ao papiro, depois impresso, as editoras e editores sempre procuraram 'vender os 'bestsellers' sem dar muita 'bola' para os escritores, principalmente os novatos. Chegou a Internet, multiplicaram-se os meios para evolução da distribuição, da propaganda, e multiplicaram-se os 'escritores', quer dizer, agora todos que aprendem, sofrivelmente, escrever já pensam em ser escritores... é mais ou menos como os garotos que querem ser 'jogadores de futebol'... todos querem! - Alguns sabem jogar bola, a maioria nem chutar sabe; e na literatura ocorre o mesmo, surgiram tantos escritores que nem sabem conjugar um verbo, ainda escrevem como quando 'crianças fazendo redação na escola', alguns escrevem 'idéia'... só para ser ter uma ideia; outros usam até gerundismo, daqueles tacanhos, em seus textos e contextos.

[Sobre "O fim do editor de livros"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
30/5/2011 às
09h25 189.33.36.192
 
Não sou contra Metrô, não
Realeza é realeza... Plebe é plebe! Exemplo de pura civilidade! Um povo, apesar de contestador, que respeita os costumes de seu país; não suja, não pertuba a ordem em um dia desses, o casamento dos seus príncipes. Dizem que a educação vem do berço... e é a pura verdade! Talvez o berço dos países mais em baixo, da ponta sul, seja menos 'nobre', mais esculhambado, mais empobrecido com a cultura pobre e bruta dos colonizadores das Américas Sulinas. Por isso alguns moradores 'mais limpinhos' de São Paulo, por exemplo... não querem Estação de Metrô nas suas portas... estação no Brasil representa sujeira, vendedor de paçoquinha, churrasquinho de gato, pipoca e afins... infelizmente! Metrô em países mais nobres não tem 'estação suntuosa e cheia de fricotes'... é só uma 'escadinha descendo para a própria'... não pertuba e nem deixa ninguém sujar, urinar na porta, jogar suas imundices... e nivelar tudo por baixo. E não sou contra Metrô, não!!! Só contra a sujeira que nos delegam!

[Sobre "Realeza"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
17/5/2011 às
10h32 189.33.44.12
 
O Ubaldo reclama, imagina eu!
Quanta verdade no contexto do texto do Ubaldo Ribeiro! - Poucos são os escritores, falo deles porque penso que sou um, que sobrevivem com livros;... muitos até são bons, nas nunca publicarão nada, a não ser em editoras por demanda,... quer dizer,... paga pelo autor ou parentes. Entretanto,... e sempre há um entretanto, alguns ganham uma nota 'morena',...(estou tentando ser politicamente correto), como o senhor Paulo Coelho, abençoado pelo deus da leitura, (quem é mesmo?) e vende livro como se vende passe de trem,... vai vender livro assim lá longe! Outros escrevem séries intermináveis, quase sempre sobre o Vaticano e seus segredos, e ganham muita grana! - E os que escrevem livros de mágicos, então,... nossa, esses ficam riquíssimos. -...Agora, se o Ubaldo reclama, imagine eu!!!

[Sobre "Vivendo de brisa"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
4/5/2011 às
19h01 189.33.44.49
 
Livros e e-books
iPad, de fato, dá de dez nos concorrentes, pelo menos por enquanto! Com o meu viajei recentemente, minha mulher o carregou na bolsa de mão,... sem problemas e volumes, e pude acessar meus e-mails até no meio da rua,... sem grandes transtornos. - Já o Kindle é muito bom,... o melhor;... publiquei um livro em papel, editora normal, e vendi poucos exemplares,... o mesmo que quase todos os escritores brasileiros vendem, salvo algumas exceções. - Publiquei o mesmo, e outros cinco, no Kindle e já vendi, no mundo todo, cinco vezes mais do que os 'normais'...

[Sobre "Kindle, iPad ou Android?"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
4/4/2011 às
13h32 189.33.44.198
 
Com medo dos e-books
As editoras convencionais, as que publicam em papel, quer dizer em "árvores" (não importa se com papel reciclado, ou não), se "arvoram" com medo dos e-books. Muitas assumem o temor e já aceitam os "leitores digitais", contratam a Amazon, o Google, e outros. E estão certinhas, porque as próximas gerações e muitos da atual já leem somente digitalmente... Livros de papel, infelizmente, mesmo sendo "românticos no sentido de nostalgia", estão com os dias contados, salvo alguns de arte, fotos, coisas assim. Tenho um livro publicado em papel que custa nas livrarias R$ 29,00; o mesmo livro, na Amazon, está a venda por US$ 10. E ganho 35% do preço da capa, mas isso pode chegar a 70%. Na editora convencional, a de papel, me pagam 6% do preço da capa, e com muito custo. Na verdade, quem ganha são as livrarias e as editoras, o autor vê navios e realiza o sonho de publicar, só isso! Mil livros em cada Kindle, uma biblioteca toda em sua viagem!

[Sobre "O incompreensível mercado dos e-books"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
4/3/2011 às
10h47 189.33.41.155
 
Editoras dominam a publicação
O humano não escrevia, não sabia como fazê-lo; um dia, há milhares de anos, um habitante de cavernas queria explicar "guturalmente" um fato que lhe ocorreu, mas não tinha "palavras" para tanto, então começou a rabiscar a parede de rocha tentando "desenhar" o fato. Fez, mais ou menos, um animal feroz lhe perseguindo, e todos o entenderam. Isso se espalhou e em pouco tempo muitos "escreviam", e todos eram publicados; diferente de hoje, quando as editoras dominam as publicações. Vieram os papiros, os chineses e japoneses "inventaram os tipos móveis", (Gutenberg somente aprimorou os tipos, quase 600 anos antes dele os orientais editaram e imprimiram livros, como a "bíblia budista", a "Tripitaka", impressa com blocos soltos de madeira, os tipos móveis). Grandes bibliotecas foram criadas, e agora no início do século XXI já podemos armazenar 1.000 livros em um pequeno Kindle, por exemplo. Em breve todas as bibliotecas caberão em um simples "chip". E no Kindle publicar é "grátis"!

[Sobre "História da leitura (I): as tábuas da lei e o rolo"]

por I. Boris Vinha
http://www.clubedeautores.com.br/
25/2/2011 às
10h14 189.33.41.227
 
Ler é um luxo
Rafael, sempre respeitei seus textos aqui no Digestivo, são sutis, inteligentes, sem rebuscamentos... Gostaria de ler seu livro...! Mas pode crer, amigo: no Brasil, quase não se lê. Porque, em países como o nosso, pobre de corpo, mente e alma, "é um luxo ler"... As editoras (normais, não as por demanda, que não fazem nada pelo autor) querem somente os autores já famosos, que vendem... e é lógico isso, pelo menos vendem alguma coisa, visam, claro, o lucro... Eu mesmo estou "quase" publicando um livro na Espanha... Uma editora de lá se interessou por ele através do Facebook...!

[Sobre "Escrevemos para nós mesmos (?)"]

por I. BorisVinha
http://www.mercanter.com.br
23/9/2010 às
10h10 201.81.131.28
 
Venham as editoras digitais!
Parabéns pela reportagem, tanto para a Noga como para o Julio! O assunto é pertinente, claro, objetivo, e muito atual; de fato, o livro digital é o futuro, não o presente ainda, mas chegará lá. Até porque as editoras convencionais se colocam no patamar de deuses, não dão bola para os autores brasileiros, ou pelo menos só dão para os conhecidos, para o Paulo Coelho e outros mais chegados... nem sempre os melhores que existem entre tantos excelentes escritores que não têm nenhuma chance ou oportunidade. Se não dão oportunidade para os novos, como saber se são bons e que venderão? Já as editoras por demanda são, salvo excessões, arapucas e "caixas registradoras"; cobram e não dão praticamente nada para o pobre autor, que, sem divulgação, distribuição, vê seus livros empoeirando-se nos cantos dos quartos da sua casa. Então, que venham as editoras digitais, talvez, assim, o Brasil passe a divulgar mais seus escritores, novos e antigos, vendedores ou não. Importa mesmo é a literatura.

[Sobre "Noga Sklar"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
1/3/2010 às
13h43 189.102.135.139
 
Que humanos são esses?
Sei, exatamente, como você se sentiu, e ainda sente; isso demora muito tempo para deixar nosso consciente; só depois de alguns anos é que será levado para o subconsciente e mesmo assim voltará como uma lembrança desagradável, de revolta. Dá vontade de contratar outros bandidos para aniquilar com esses bandidinhos, favelados ou não. Minha mulher, recentemente, passando justamente pelas imediações dessa ferida social que é a Paraisópolis, terra roubada de donos verdadeiros por gente que chegou À procura de algum sonho na cidade grande, mas encontrou somente pesadelos, foi humilhada, assaltada, arrastada para fora do carro, por menores e maiores ensandecidos e parecidos com feras, não com gente. Na verdade, são uma nova sub-espécie humana que se cria; são iguais uns aos outros, parecem-se, e são vagabundos mesmo, e não os frutos da sociedade burguesa, como querem alguns retrográdos, tontos, retardados dos pseudos direitos humanos. Que humanos são esses?

[Sobre "Fui assaltado"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
21/8/2009 às
08h50 201.6.91.63
 
Escrever é um ato obsessivo
Escrever é um ato obsessivo! Vira mania tão logo iniciemos a salutar prática da escrita; quer dizer, para quem gosta e conhece um mínimo de regras simples, como ler muito, analisar o que escreve, ter bom senso e conhecimento sobre o que pretende escrever. Quem não lê muito não consegue escrever nada, pode crer! Eu mesmo tenho 36 livros escritos, 3 publicados e aguardando a boa vontade das editoras em receber os outros para análise. É normal receber a manjada resposta dos editores: "Seu texto é ótimo, mas nossa agenda está lotada até o final do ano". Infelizmente, só os Paulos Coelhos é que têm vez no mundo literário desse nosso país que lê muito pouco; e, se não lê, escreve pouco, salvo escritores de blogs e poetas em profusão.

[Sobre "O prazer de ter escrito"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
15/7/2009 às
10h05 201.52.136.156
 
Mudando a impressão do livro
É assim, tudo se modifica e tudo se transforma (sem parodiar o Lavoisier, que disse: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"). O próprio Univerno muda, os valores foram mudados, antes escrevíamos com máquinas de escrever e televisor é coisa recente... Lógico que algo ocorrerá com os veículos informativos feitos de papel. Até as florestas mudarão e não nos darão mais celulose para o papel; o humano dará cabo de todas as árvores! Daí, não teremos mais livros de papel; os origâmis serão de plástico. Agora, acabar, não acaba, não; diminuirão os lançamentos em papel, ou por falta de papel ou por falta de editoras, mas um dia, lá no futuro distante, alguém os relançará como uma grande novidade, e o papel será sintético com as mesmas aplicações. Noticiosos de papel, é bom que acabem mesmo, são grandalhões e sujam as nossas mãos. Notícia, agora, as vejo pelo celular ou pela TV e ponto final. Já existem sites, como o Clube de Autores, que estão mudando a impressão de livro...

[Sobre "Os próximos capítulos do negócio do livro"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
10/7/2009 às
17h32 201.52.169.162
 
De saco cheio da Web também
Pilar, parabéns! Você é uma mulher de bom senso! Há muito não comento nada por aqui; aliás, não comento nada em lugar nenhum na internet. Também estou de "saco cheio" das idiotices de blogs - Twitter, então..., que coisinha mais besta que inventaram; só gente que não tem o que fazer o utiliza, é o Poço das Vaidades. E o Orkut? É de uma bestialidade sem fim! Gente querendo se mostrar (até demais!). Por que essa gente não arruma alguma coisa pra fazer? Penso mesmo que a internet se tornará, em breve, só um meio para se enviar e-mail e para programas de TV digital; não servirá para mais nada. Já experimentou ler livros, por exemplo, pela internet? Que cáca! Livro e jornal são de papel mesmo, e não importa se reciclado ou não. E o Michael fará falta mesmo! Chega de blogs e comentários inócuos, como alguns que querem aparecer como inteligentes; alguns escrevem até em inglês! Deus nos livre! Abraços. Respeito você! I. Boris Vinha

[Sobre "A graça da coisa"]

por I. Boris Vinha
http://www.mercanter.com.br
7/7/2009 às
10h40 201.52.141.51
 
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