Um apelo em prol da USP | Felipe Ortiz

busca | avançada
31131 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
>>> Civilizado?
>>> Um Cântico para Rimbaud, de Lúcia Bettencourt
>>> Dar títulos aos textos, dar nome aos bois
>>> Na CDHU, o coração das trevas
>>> Acordei que sonhava
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COMENTÁRIOS

Domingo, 15/9/2002
Comentários
Leitores


Um apelo em prol da USP
Prezado Eduardo, Não conhecia sua coluna até há poucos dias e quem me chamou a atenção para seu texto foi meu amigo Evandro Ferreira. Percebi, entre perplexo e maravilhado, que perdi muito tempo não o conhecendo. Agradeço a mais essa dica preciosa do Evandro e aviso você que vou tratar de acompanhá-lo todas as semanas e também de ler suas crônicas anteriores. Eduardo, você mexeu numa caixa de marimbondos. Sou aluno da USP há sete anos (fiz cinco anos de Direito, formando-me em 2000, e estou agora no segundo ano de Economia, campus de São Paulo) e, apesar de tudo, amo aquela Universidade. Amo-a porque tive o privilégio de contar com alguns grandes professores, bibliotecas muito boas e amigos que compartilham comigo a paixão pelo saber e com os quais mantive conversações das mais prazerosas. Mas estou muito preocupado com o destino da USP. Há longo tempo e com poder crescente, uma espécie de aliança ignóbil entre a mediocridade e a politização ameaça a Universidade e avança sobre ela como um tumor. Não são incomuns situações como: a) professores muito piores do que a opinião pública imagina que haja naquela Universidade, geralmente tida como a melhor do País (a vida acadêmica, dos concursos docentes à aposentadoria, infelizmente é muito menos exigente do que deveria ser); b) alunos de nível igualmente baixo, sem ao menos o domínio da língua pátria ou da matemática elementar, não só desabituados como hostis à leitura e à reflexão (e profundamente insatisfeitos com quaisquer exigências dos professores que requeiram essas habilidades), contribuindo para a perpetuação das deficiências de vários cursos (o que demonstra as falhas de um exame vestibular que, geralmente tido como muito difícil, na verdade está longe de ser suficientemente rigoroso); c) a exploração dessas deficiências por grupos políticos que se usam delas para fins inteiramente alheios aos da Universidade. Desejosos de saltar para uma carreira político-partidária após concluírem seus cursos (ou até antes disso), ou ainda de usar a Universidade como laboratório para experiências de táticas revolucionárias, esses grupos (quase invariavelmente esquerdistas - às vezes moderados, às vezes radicais, mas quase todos de esquerda) dominam as organizações de representação de estudantes, professores e funcionários. O debate sobre excelência científica e acadêmica sofre uma indevida politização que dificulta, cada vez mais, a solução das mazelas que a USP sofre. Eu pretendo ser professor e pesquisador da USP um dia e gostaria de poder trabalhar numa instituição que prezasse a qualidade como valor fundamental. Uma Universidade que cumprisse adequadamente seu papel social primordial - que é simples e precisamente o de oferecer aos interessados os meios e o ambiente adequados para a formação de uma elite intelectual madura, no sentido aristotélico do termo. Mas não encontro interlocutores nos Centros Acadêmicos, no DCE ou em qualquer outro órgão ou movimento representativo dos alunos. Eles estão preocupados em fazer da Universidade um trampolim para sua atividade política (freqüentemente revolucionária) e estão envolvidos demais na sua "militância" para se preocuparem com excelência. Eles nem têm uma noção clara dos fins da instituição universitária. Ou, quando a têm, concebem-na como um centro de formação de militantes para a transformação revolucionária da sociedade. Sua obra efetiva, porém, é a transformação da nossa USP em uma floresta, como você notou. O mínimo que deveria ter sido feito, diante de uma infâmia como essa festa em homenagem a Osama bin Laden, era um ato silencioso em memória das vítimas do atentado terrorista, em frente do local da festa e no mesmo horário, com a devida cobertura da imprensa universitária e extra-universitária. No entanto os representantes dos alunos, titulares dos meios e da obrigação moral de organizar uma reação como essa (ou qualquer outra), não querem saber de nada que possa dar a entender que a USP não está "unida" em torno da condenação ao "imperialismo ianque", "culpado pelos atentados". E assim eles se dedicam é à organização de barbáries como essa festa. Apelo a todos os membros da comunidade USP (alunos, professores e funcionários) que não concordam com esse estado de coisas a me escrever. Penso em montar um grupo de discussão para debatermos e refletirmos o que podemos fazer a respeito. Sei que não sou o único a se preocupar com excelência na Universidade. Também sei que não sou o único liberal-conservador que sente desagrado diante do evidente uso político da USP para propósitos de grupelhos esquerdistas. Quem estiver disposto a trocar idéias em torno de uma espécie de "Projeto USP", destinado a restabelecer a excelência e o pluralismo (sim, pois o tal "pensamento único" da Universidade é de esquerda), favor entrar em contato comigo. Antes que a aliança entre a mediocridade e a politização acabe definitivamente com qualquer possibilidade de reação na USP. Meu e-mail é felipeortiz78@yahoo.com.br. Motivos de escassez de tempo podem dificultar uma pronta resposta - não entendam isso como desconsideração da mensagem, por favor. Uma última palavra, que não consigo sufocar: li várias besteiras (e também, felizmente, muita sensatez) nos comentários acima, mas há pessoas que rompem todos os limites do bom-senso e da civilidade. Como advogado, eu informo a todos os freqüentadores deste Digestivo, os sérios como os engraçadinhos, que aquilo que o tal de Pablo-FFLCH escreveu está tipificado no art. 139 do Código Penal e chama-se difamação. Dá cadeia, de três meses a um ano, e multa. Também gera direito à indenização por danos morais, no juízo civil. E é bom que se saiba que, apesar de ele ter velhacamente omitido seu e-mail, ele não está tão anônimo assim, uma vez que seu TCP/IP está registrado e publicado.

[Sobre "Festa na floresta"]

por Felipe Ortiz
15/9/2002 às
22h05 200.184.182.2
(+) Felipe Ortiz no Digestivo...
 
Chega de blá blá blá.
Péssimo, Eduardo. Acho que você deveria aproveitar este espaço para discutir questões mais importantes, como por exemplo, alternativas de se valorizar nossa história e nossos historiadores, e salientar sua importância na formação do pensamento crítico, propor alternativas para resolver seus descontentamentos com a FFLCH (que representa o extremo do desprezo que vem sofrendo o ensino público brasileiro). Enquanto as pessoas que se julgam superiores (e seu artigo passa a impressão de que você se põe num pedestal)estão reproduzindo atitudes como a sua, nossa história, nossos historiadores, nossa universidade pública estão cada vez mais desacreditados, desvalorizados e sucateados, o povo brasileiro está sem referência (e se alguém viu o filme Cidade de Deus, ou acompanha os jornais pode imaginar quem é a referência atualmente). Não acho que com a sua crítica tosca qualquer coisa possa mudar. Poupe-me de críticas mal colocadas, poucos fatos, e os poucos descontextualizados e deturpados, para que possamos formar uma opinião sobre o tema. Seguindo sua lógica, temos que nos queixar não só dos historiadores, mas também deste jornalismo oco e manipulador, que infelizmente corre o risco de ser a referência dos desavisados. Mariana Leite - Cirurgiã-dentista

[Sobre "Festa na floresta"]

por Mariana Leite
15/9/2002 às
20h34 200.227.12.228
(+) Mariana Leite no Digestivo...
 
no fundo do peito bate calado
Waldemar, se eu algum dia perder o preconceito contra baterias eletrônicas, teclados pré-programados e coisas quetais, será por obra e mérito seu, ao ter permitido que eu ouvisse esse instigante trabalho do Moisés Santana. Parece incrível de ninguém (ao que me consta) tivesse ousado regravar a música que Caetano Veloso fez para os versos de Gregório de Mattos (“Triste Bahia”), ou ainda a interpretação aparentemente definitiva que Elis Regina tinha dado a “Bala com bala”, de João Bosco e Aldir Blanc. O Moisés é novo e tem peito de fazer isso e ainda compor letras como “Compromisso”, que se viessem de Chico Buarque seriam facilmente rotuladas como ranzinzice esquerdista. Parabéns pela sensibilidade em nos trazer essa crítica. Ainda estranho as eletroniquices, mas vejo que por trás delas, sem dúvida, também bate um coração.

[Sobre "A Música de Moisés Santana e João Suplicy"]

por Helion
15/9/2002 às
18h04 200.227.153.57
(+) Helion no Digestivo...
 
Comunistas brazucas
Não liga pra essa avalanche boçal, Eduardo. Um desses idiotas escreveu "Charlles de Goule" - só isso já diz tudo sobre o nível dos estudantes da FFLCH. Parabéns pelo excelente artigo.

[Sobre "Festa na floresta"]

por Lenine Leal
15/9/2002 às
16h38 200.162.253.205
(+) Lenine Leal no Digestivo...
 
Jornaleca
(texto enviado para o e-mail do CAHIS) Vemos logo que esse tal de Eduardo não é historiador mesmo... Coitado, fez um artigo, discutindo uma festa e seus motivos, mediante a análise de três ou quatro "cartas" de um grupo de discussão da internet. Ele não se interessou em perscrutar sobre os fatos, ou saber os motivos reais da associação com o terrorista Bin Laden, ou qualquer coisa. Na verdade, sinto que a grande conveniência desse sujeito, foi, a partir de uma discussão, a qual ele deturpou completamente (porque ele não publicou o primeiro e-mail - do Pedro - que explicava a discussão e os motivos da associação com o terrorista?), enumerar suas inúmeras (peço uma pequena licença aos poetas) mazelas contra a FFLCH, contra a greve, contra a Marilena Chauí, contra a menina que ele chama de "analfabeta sei lá o que", enfim. Acho que esse sujeito deve ter uma grande frustração não resolvida; Freud diria que é de cunho sexual: talvez esse sujeito seja homofóbico, ou talvez seja homossexual e, não tendo coragem de se assumir, veja na menina (e até mesmo na Marilena) uma possível inimiga... O que ele é mesmo? - Jornalista!!!! - jornalista? - É, jornalista... - Ah, então esqueça tudo o que eu disse... o cara é jornalista. Ps1: Havia, na festa, além de outras, quatro faixas grandes: numa delas estava escrito "VALEU", na outra "OSAMA", na outra "MELFI" (que, pra quem não sabe, é o reitor da USP) e, na última, "BUSH". Acho que não é necessário explicar... Ps2: Segue, abaixo, o primeiro e-mail mandado para o grupo do cahis: "E ai galera. Ontem rolou a primeira reunião oficial para organização da festa do dia 13. Nós discutimos sobre o "porquê" da festa, deixando claro que nossa intenção é principalmente indagar sobre o que e quem criou condições (ou motivos) para os atentados. Tb fazer a discussão na festa sobre a mitificação do Osama, e não "brincar" com as mortes. Deixamos claro que não queremos nem Bush nem Osama, mas este último conseguiu abalar a hegemonia mais que escrota norte americana. No dia da festa vamos fazer diversas "intervenções" no prédio: faixas, pintura, textos, etc. tudo para dar sentido ao evento e não nos caracterizarmos pró (cegamente) Osama. O som já esta agendado (equipamento) Cerveja já se sabe onde vai comprar: Makro comida já estão vendo: Cachorro quente da História, Pastel do Sintusp, Pipoca da Sociais (se pá junto com churras), Yaksoba do André. Destilados: A Rádio Livre da USP vai cuidar. Bandas: Até agora são 3: Maraca Manca, Libertadores do Côco, e uma terceira que esqueci o nome. Se alguém conhecer uma banda de reggea boa por favor entre em contato comigo. O Aquário estará fechado durante a Festa. Bem acho que é mais ou menos isso, a próxima reunião é sexta agora na salinha do fundo do aquário, aquela que a Zilda quer transformar em banheiro... Se esqueci alguma coisa por favor escrevam. Abraço, Pedro. " Ps3: Explico a sátira do texto (o meu), em relação aos jornalistas: a máxima "liberdade de imprensa" precede todas as outras; ou seja, fica difícil perceber aquilo que é ético ou não. Um exemplo: o jornalista Elio Gaspari, tempos atrás, escreveu artigos com sérias críticas contra a Profª. Zilda Iokoi (não quero entrar nesta questão, que já foi muito discutida), no entanto, antes de publicá-los, telefonou para esta professora, avisando-a sobre tal publicação. Aí fica a questão: Elio avisou a Profª. Zilda porque "achou" que era necessário, não que ele precisasse. Ou seja, como a máxima supracitada precede todas as outras, de um jornalista (ou de alguém que use tal alcunha) espera-se tudo (coisas que nem Freud explicaria). Até o artigo do Eduardo.

[Sobre "Festa na floresta"]

por Pablo - FFLCH
15/9/2002 às
13h52 200.148.9.111
(+) Pablo - FFLCH no Digestivo...
 
Que Medíocre!
Eduardo Carvalho, li seu artigo e achei extremamente preconceituoso. Realmente me espanta que um "colunista" não tenha conseguido acompanhar uma palestra da Prof. Marilena Chauí. Recomendo que da próxima vez você preste atenção no que ela tem a dizer, não na platéia. Pra mim isso cheira a inveja, e é de se entender (basta observar o conhecimento produzido pela professora e observar a triste realidade de seu artigo e dos frequentadores deste site) Aquele tapinha nas costas Eduardo Portela

[Sobre "Festa na floresta"]

por Eduardo Portela
15/9/2002 às
09h38 200.158.52.154
(+) Eduardo Portela no Digestivo...
 
Engulam essa Marginais!
Engulam essa pseudo comunas revolucionarios! Agora, cade os intelectuais da FFLCH para rebaterem as criticas contundentes de meu amigo Eduardo? Escondidos, provavelmente. Caro Henrique, notavelmente, o "cara que estuda administração na GV" escreve bem melhor do que voce... Nao desista, estude muito, que um dia, quem sabe, vc consegue escrever um texto argumentativo, nao apelativo! Saudacoes Luiz FFLCH USP

[Sobre "Festa na floresta"]

por Luiz
15/9/2002 à
01h31 200.204.40.166
(+) Luiz no Digestivo...
 
Parabéns de um aluno da FFLCH
Gostaria de congratular o Eduardo pelo texto magnífico que expressa com precisão a realidade na FFLCH. Como aluno de Ciências Sociais dessa faculdade, convivo diariamente com besteiras sem tamanho ditas e repetidas ininterruptamente por "mentes brilhantes e revolucionárias" que procuram mudar o mundo sem muitas vezes sequer saber empregar uma vírgula corretamente - repetindo a idéia no texto do Eduardo. Gostaria apenas de deixar registrado que, embora esses fatos sejam reais e desesperadores, nem todos os alunos da FFLCH se enquadram nessa categoria perniciosa à própria sociedade. Pelo contrário, basicamente temos 4 tipos de alunos por lá: 1. os pseudo-revolucionários (que organizaram a festa com esse nome e estão sempre envolvidos em baixarias); 2. os "ovelhinhas" (que seguem quem gritar mais alto); 3. os elucidados (que são ideologicamente autônomos, independente de suas preferências); 4. os "anti-modelo-FFLCH" (que procuram mudar essa imagem bisonha da faculdade, uma espécie de "militantes oposicionistas"). Infelizmente a grande maioria dos estudantes enquadra-se nos tipos 1 e 2, contribuindo para a manutenção da situação da faculdade. Em relação aos professores, estes já são, normalmente, mais autônomos, mas nem por isso deixam de contribuir em maior ou menor grau para a histeria generalizada. Não se impõem, deixam levar-se pelos gritos de alunos, enfim, acabam tornando-se "ovelhinhas", muitas vezes. É lamentável, porém estou certo que quem se dispor a estudar por lá, como eu fiz essa opção, tem de tudo para receber uma formação universitária de primeiríssima qualidade. É só saber "ligar o filtro". Um grande abraço a todos, Alexandre - FFLCH - Ciências Sociais

[Sobre "Festa na floresta"]

por Alexandre
14/9/2002 às
16h21 200.158.64.7
(+) Alexandre no Digestivo...
 
A intensidade do amor
Nao importa qual eh a sua angulacao, se eh sob a visao de Reich com a sua proposta de prazer ou mesmo aquele tipo de amor piegas, ridiculamente sentimental, o que nao se pode eh deixar simplesmente passar em branco isso em nossas vidas. Amar sempre, seja la com que intensidade for. Fernanda.

[Sobre "3,2,1: O Amor está no ar "]

por Fernanda
14/9/2002 às
12h10 204.191.83.106
(+) Fernanda no Digestivo...
 
Agradecimentos
Obrigado, Evandro, pela divulgação do blog..

[Sobre "O underground e o Estado"]

por Padawan
14/9/2002 às
12h13 200.227.179.103
(+) Padawan no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




LITERATURA COMENTADA - JORGE AMADO (LITERATURA BRASILEIRA)
ÁLVARO CARDOSO GOMES
ABRIL CULTURAL
(1981)
R$ 4,00



PARA GOSTAR DE LER 9 - CONTOS BRASILEIROS
CLARICE LISPECTOR; LYGIA FAGUNDES ETC
ÁTICA
(2008)
R$ 20,00



O HOMEM E O MUNDO NATURAL
KEITH THOMAS
COMPANHIA DAS LETRAS
(1988)
R$ 18,00



O ATAQUE À ÁGUIA - ALEX RIDER 4
ANTHONY HOROWITZ
FUNDAMENTO
(2014)
R$ 24,00



AVENTURAS DE UMA GOTA D'ÁGUA
SAMUEL MURGEL BRANCO
MODERNA
(1997)
R$ 11,00



O PRIMO BASILIO
EÇA DE QUEIROS
FOLHA
R$ 5,00



PEREGRINAÇÃO INTERIOR - VOLUME II O ANJO DA ESPERANÇA
ANTÓNIO ALÇADA BAPTISTA
EDITORIAL PRESENÇA
(1986)
R$ 61,77



FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA
J. FRED WESTON- EUGENE F. BRIGHAM
MAKRON BOOKS
(2019)
R$ 349,90



THE INFLAMMATORY BOWEL DISEASE YEARBOOK 2004
CHARLES N. BERNSTEIN (EDITOR)
REMEDICA
(2004)
R$ 98,00



A LÓGICA DO CISNE NEGRO
TALEB, NASSIM
BEST SELLER
(2008)
R$ 17,30





busca | avançada
31131 visitas/dia
1,3 milhão/mês