Glamour e mistério em Belíssima | Luis Eduardo Matta | Digestivo Cultural

busca | avançada
34554 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
>>> Leminski, estações da poesia, por R. G. Lopes
>>> Crônica em sustenido
Colunistas
Últimos Posts
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Nubank na Hotmart
>>> O recente choque do petróleo
>>> Armínio comenta Paulo Guedes
>>> Jesus não era cristão
>>> Analisando o Amazon Prime
>>> Amazon Prime no Brasil
>>> Censura na Bienal do Rio 2019
>>> Tocalivros
Últimos Posts
>>> O céu sem o azul
>>> Ofendículos
>>> Grito primal V
>>> Grito primal IV
>>> Inequações de um travesseiro
>>> Caroço
>>> Serial Killer
>>> O jardim e as flores
>>> Agradecer antes, para pedir depois
>>> Esse é o meu vovô
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Festa na floresta
>>> A crítica musical
>>> 26 de Julho #digestivo10anos
>>> Por que escrevo
>>> História dos Estados Unidos
>>> Meu Telefunken
>>> Uma Receita de Bolo de Mel
>>> O apanhador no campo de centeio
>>> Curriculum vitae
>>> O Salão e a Selva
Mais Recentes
>>> Harry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling pela Rocco (2000)
>>> Infinite Jest de David Foster Wallace pela Back Bay Books (1996)
>>> Nine Dragons de Michael Connelly pela Hieronymus (2009)
>>> The Innocent de Taylor Stevens pela Crown Publishers (2011)
>>> The Watchman de Robert Crais pela Simon & Schuster (2007)
>>> The Watchman de Robert Crais pela Simon & Schuster (2007)
>>> Filosofia Para Crianças e Adolescentes de Maria Luiza Silveira Teles pela Vozes (2008)
>>> O Caminho da Perfeição de A. C. Bhaktivedanta Swami pela The Bhaktivedanta (2012)
>>> O Caminho da Perfeição de A. C. Bhaktivedanta Swami pela The Bhaktivedanta (2012)
>>> Vida de São Francisco de Assis de Tomás de Celano pela Vozes (2018)
>>> Apóstolo Paulo de Sarah Ruden pela Benvirá (2013)
>>> Apóstolo Paulo de Sarah Ruden pela Benvirá (2013)
>>> Astrologia e Fatalismo Magnetismo e Hipnose de Ferni Genevè pela Fase (1983)
>>> Práticas da leitura de Roger Chartier (org.) pela Estação Liberdade (2001)
>>> Universo em Desencanto A Verdadeira Origem da Humanidade Vol 1 de Não Informada pela Mundo Racional
>>> Matemática Financeira de Roberto Zentgraf pela Ztg (2002)
>>> Como Negociar Qualquer Coisa Com Qualquer Pessoa Em Qualquer Lugar do Mundo de Frank L. Acuff pela Senac (1998)
>>> Morte e Vida Severinas: das Ressurreições e Conservações ... Ed. Ltda. de Nelci Tinem e Luizamorim: Organização pela Impre. Univ. J. Pessoa (2012)
>>> Mais Trinta Mulheres que Estão Fazendo a Nova Literatura de Luiz Ruffato pela Record (2005)
>>> Príncipe Sidarta A Fuga do Palácio de Patricia Chendi pela Rocco (2000)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Como Criar Filhos Autoconfiantes de Anthony Gunn pela Gente (2011)
>>> Smart Work Why Organizations Full Of Intelligent People ... de Steven A. Stanton pela Do Autor (2016)
>>> Estatística Objetiva de Roberto Zentgraf pela Ztg (2001)
>>> Diários Messiânicos: uma Experiência de Extensão Universitária de Bruno Cesar Euphrasio de Mello pela Univ. Federal Rgs. (2015)
>>> The Lost Symbol de Dan Brown pela Doubleday (2009)
>>> Dez Dias de Cortiço de Ivan Jaf pela Ática (2009)
>>> Medicina do Além Um Presente de Jesus para a Humanidade de Fabio Alessio Romano Dionisi pela Dionisi (2014)
>>> Energia Renovável de Dme pela Dme
>>> São João Paulo Grande Seus Cinco Amores de Jason Evert pela Quadrante (2018)
>>> At Risk de Patricia Cornwell pela Little Brown And Company (2006)
>>> Gone For Good de Harlan Coben pela Na Orion Paperback (2007)
>>> When The Wind Blows de James Patterson pela Little Brown And Company (1998)
>>> Windmills Of The Gods de Sidney Sheldon pela William Morrow And Companhy (1987)
>>> If Tomorrow Comes de Sidney Sheldon pela William Morrow And Companhy (1985)
>>> Pearl Dakotah Treasures 2 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2004)
>>> Pearl Dakotah Treasures 2 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2004)
>>> Children Of The Lamp Book One de P. B. Kerr pela Orchard Books (2004)
>>> The Tale Of Despereaux de Kate Di Camillo pela Candlewick Press (2003)
>>> What She Left For Me de Tracie Peterson pela Bethany House (2005)
>>> Mulher (Trilingue) de Orestes Campos Barbosa pela Sografe, Belo Horizonte (2009)
>>> Mulher (Trilingue) de Orestes Campos Barbosa pela Sografe, Belo Horizonte (2009)
>>> A Christmas Carol de Charles Dickens pela Bendon (2014)
>>> A Christmas Carol de Charles Dickens pela Bendon (2014)
>>> Ruby Dakotah Treasures 1 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2003)
>>> Opal Dakotah Treasures 3 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2005)
>>> Amethyst Dakotah Treasures 4 de Lauraine Snelling pela Bethany House (2005)
COLUNAS

Terça-feira, 3/1/2006
Glamour e mistério em Belíssima
Luis Eduardo Matta

+ de 11200 Acessos
+ 1 Comentário(s)

Foi com alguma expectativa (não nego) que aguardei a estréia da novela Belíssima, da Rede Globo, no começo de novembro passado. Desde O Clone (2001), uma telenovela não me despertava tanta curiosidade. Talvez tenha contribuído para isso o fato de Belíssima ser ambientada no mundo da moda, à semelhança do que acontece com o meu mais recente romance, 120 Horas. Ou, então, o elenco estelar que conseguiu reunir nomes do quilate de Fernanda Montenegro, Glória Pires, Tony Ramos, Lima Duarte e Irene Ravache. Não importa. O certo é que a imprensa já falava muito de Belíssima no início de 2005, vários meses antes da sua anunciada estréia, antes mesmo de sua antecessora, a maçante e confusa América ir ao ar, quando o público ainda se encontrava às voltas com o dramalhão de Maria do Carmo e a sua filha desaparecida em Senhora do Destino.

Fui um assíduo espectador de novelas durante a minha infância e início da adolescência, o que compreende toda a década de 80 e os primeiros dois anos da de 90. Hoje não faço mais do que assistir a alguns capítulos eventualmente e, mesmo assim, só de uma ou outra produção. Embora meu interesse tenha diminuído sensivelmente, eu reconheço na novela um produto cultural de grande relevância. Aplaudo o capricho e o profissionalismo com que elas são feitas, os cenários, o figurino, todo o moderno aparato técnico envolvido, a atenção perfecccionista a todos os detalhes. As tramas, por outro lado, são um tanto repetitivas, envolvem quase sempre os mesmos arquétipos, as mesmas questões dramáticas e acabam muito parecidas, tornando-se inevitavelmente previsíveis, o que é um dos maiores pecados que uma obra de ficção pode cometer. Como quem dita os rumos da TV comercial é o público e o público atual é muito ágil na hora de usar o controle remoto para mudar de canal quando uma atração não lhe agrada, as emissoras têm muito medo de errar e acabam apostando sempre naquilo que já é conhecido e que tem poucos riscos de causar espécie numa assistência desabituada a mudanças bruscas na programação. De qualquer modo, muitos autores, no afã de agradar a esse público, costumam meter os pés pelas mãos e sacrificam a criatividade e a própria trama em nome da audiência a qualquer custo.

Bem, felizmente, esse não parece ser o caso de Belíssima. Desde o início, a novela tem navegado num enredo glamouroso, bem elaborado, fluente e sem atropelos. A impressão que passa é a de que o autor, Silvio de Abreu, a está escrevendo com muita calma e ciente de cada passo dado. Logo no primeiro capítulo isso ficou evidente. Em vez de apresentar todo o elenco de personagens de forma apressada e desordenada como, por exemplo, fez Gilberto Braga na estréia de Celebridade (2003), Silvio concentrou-se na trama propriamente dita, dando ênfase ao conflito entre a heroína Julia (Gloria Pires) e sua avó, a vilã Bia Falcão (Fernanda Montenegro) e, com grande habilidade, pondo em relevo o caráter de ambas, deixando, dessa forma, claro para o espectador qual seria o principal fio condutor da história. Com absoluta naturalidade, todos os demais personagens foram entrando em cena e os diversos núcleos foram sendo mostrados, sempre a reboque da trama, que é, inegavelmente, o elemento mais importante numa novela e do qual muitos autores, alguns até renomados, costumam se esquecer. Com isso, Belíssima tornou-se uma novela agradável de assistir, bem-humorada, versátil, tensa e sem apelações ou sensacionalismos. Uma novela equilibrada, bem amarrada, que mantém a atenção do espectador e se coloca à altura da sua compreensão, sem, contudo, fazer pouco da sua inteligência.

Para os próximos meses, Silvio de Abreu promete várias reviravoltas, entre elas o desaparecimento da vilã Bia, que dará uma atmosfera de thriller à história. Alguns assassinatos já ocorreram, mas ainda não deflagraram o suspense prometido pelo autor. Com certeza, é uma estratégia. Silvio garante que todos esses crimes estão ligados e que o clima de mistério aparecerá no momento certo. Há muito tempo a televisão brasileira nos deve uma novela que contenha um bom suspense, como ocorreu com O Astro e A Próxima Vítima. Acho que vou mudar os meus hábitos e abrir uma exceção para assistir a Belíssima com mais assiduidade, só para ver de perto o desenrolar dos próximos capítulos.

Uma nova diva para o jazz

Lembro-me perfeitamente da primeira vez em que ouvi a voz aveludada, grave e envolvente de Madeleine Peyroux. Foi há pouco mais de um ano, durante um café vespertino com a minha querida amiga Ellie Koelsch na Livraria Argumento, no Rio. Ellie, ao ouvir a música de Peyroux ressonando pelo salão num suave e agradável som ambiente, prontamente levantou-se da mesa e correu à seção de CDs da livraria, ávida para descobrir de quem era aquela "voz maravilhosa". Voltou com um CD da cantora, Careless Love, recém-lançado, que, por ser importado, lhe custara um bom dinheiro, e com um veredicto: "Não dou seis meses para você se tornar o maior fã dela".

Confesso que demorou mais de seis meses, mas o vaticínio concretizou-se, ao menos parcialmente. Não sei se me tornei o maior fã (acho meio difícil), mas, de qualquer maneira, minha amiga, hoje morando na Noruega, não pôde testemunhar o meu processo de enamoramento pela música de Madeleine Peyroux, processo este que, parafraseando Geisel e Golbery, ocorreu de forma lenta, gradual e segura. Digo segura, porque todo enamoramento, como é sabido, traz consigo uma carga considerável de emoção que, se vier desgovernada, pode nos levar ao colapso nervoso. E esse risco existe concretamente em relação à música desta cantora norte-americana de nome francês, que pode arrebatar de forma fulminante um apreciador mais desprevenido da boa música e é por isso que eu advirto ao leitor amigo: ouça Madeleine Peyroux, mas faça isso com prudência, pois, caso contrário, o seu coração musical poderá ser enfeitiçado de maneira irreversível. Sobretudo se você, como eu, ama o jazz e o blues.

A trajetória de Peyroux é interessante e merece algumas linhas. Ela nasceu em 1973 no estado norte-americano da Geórgia, numa cidade chamada Athens, que também foi berço de bandas célebres como R.E.M. e B-52's. Começou sua carreira na França, para onde se mudou com a família, nos anos 80, munida unicamente de um violão e de sua voz, percorrendo o país com o grupo Riverboat Shufflers. Tinha, na época, em torno de quinze anos. Pouco depois, trocou de banda e passou a fazer parte do The Lost Wandering Blues and Jazz Band, que a levou a viajar pela Europa, cantando músicas de Ella Fitzgerald e Billie Holiday. E foi justamente com o mito Billie Holiday, que ela passou a ser comparada, talvez pela conjugação entre o seu timbre de voz, a sua maneira de cantar e o seu repertório sofisticado, muito semelhantes aos da diva americana, morta em 1959. Peyroux, contudo, recusa a comparação. Afirma que as pessoas reconhecem Billie Holiday em sua voz, talvez porque ela tenha dado os primeiros passos na música ouvindo seus discos. De qualquer modo, a semelhança é inevitável. Ao escutar Peyroux cantando, tem-se de fato a impressão de se estar ouvindo Billie Holiday. Foi exatamente o que eu e minha amiga sentimos naquela tarde no café e que nos causou tanto frisson.

Madeleine Peyroux conta, ao que tudo indica, unicamente com dois CDs lançados até o momento: Dreamland, de 1996 e o já citado Careless Love, que recomendo desde logo, pois trata-se de um bálsamo para os nossos ouvidos, continuamente castigados pela decadência das rádios comerciais, que não se cansam de baixar cada vez mais o nível do seu repertório. Em Careless Love, encontraremos canções como a jazzística "Don't Cry Baby", uma linda regravação de "You're Gonna Make me Lonesome When you Go", de Bob Dylan e uma única faixa em francês, a suave "J'ai Deux Amours", muito bem executada, atestando que Peyroux, que foi morar na França praticamente sem falar francês, aprendeu muitíssimo bem a manejar o idioma de Balzac e Molière.

Não tive ainda o prazer de ouvir Dreamland, mas com relação à Careless Love, a minha sugestão é a seguinte: providencie um ambiente silencioso e à meia-luz, sente-se numa poltrona confortável sob a claridade de um abajur, prepare um drinque, pegue um bom livro para ler e ponha o CD para tocar. Essa verdadeira terapia não só irá deixá-lo(a) mais feliz, como irá fazer com que você nunca mais deseje outra vida.


Luis Eduardo Matta
Rio de Janeiro, 3/1/2006


Quem leu este, também leu esse(s):
01. Nos escuros dos caminhos noturnos de Elisa Andrade Buzzo
02. O massacre da primavera de Renato Alessandro dos Santos
03. Sejamos multiplicadores de Fabio Gomes
04. O cinema de Weerasethakul de Guilherme Carvalhal
05. Quero ser Marina Abramović de Elisa Andrade Buzzo


Mais Luis Eduardo Matta
Mais Acessadas de Luis Eduardo Matta em 2006
01. Sim, é possível ser feliz sozinho - 19/9/2006
02. A favor do voto obrigatório - 24/10/2006
03. Literatura de entretenimento e leitura no Brasil - 21/11/2006
04. As novas estantes virtuais - 14/2/2006
05. Reflexões para um mundo em crise - 16/5/2006


* esta seção é livre, não refletindo necessariamente a opinião do site

ENVIAR POR E-MAIL
E-mail:
Observações:
COMENTÁRIO(S) DOS LEITORES
3/1/2006
18h47min
LEM, não sou muito noveleira, mas "Belíssima" é realmente instigante e dá vontade de sentar no sofá para assistir. Ela tem o poder das boas novelas: faz a gente ter raiva, simpatia, desprezo pelos personagens. Aliás, essa Julia é uma boboca mesmo, não? Até aceita que o André mande ela ir no salão arrumar o cabelo antes de trabalhar!!! :)
[Leia outros Comentários de Adriana Baggio]
COMENTE ESTE TEXTO
Nome:
E-mail:
Blog/Twitter:
* o Digestivo Cultural se reserva o direito de ignorar Comentários que se utilizem de linguagem chula, difamatória ou ilegal;

** mensagens com tamanho superior a 1000 toques, sem identificação ou postadas por e-mails inválidos serão igualmente descartadas;

*** tampouco serão admitidos os 10 tipos de Comentador de Forum.




Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




O CIENTISTA
HENRY MARGENAU - DAVID BERGAMINI
JOSÉ OLYMPIO
(1970)
R$ 29,90
+ frete grátis



CONVENÇÃO EUROPÉIA DE DIREITOS HUMANOS
JOSÉ A F LOPES DE LIMA
MIZUNO
(2007)
R$ 10,00



O CORREIO DO CORPO
THÉRÈSE BERTHERAT
MARTINS FONTES
(1984)
R$ 25,00



SÍNTESE DE DOUTRINA SOCIAL
GABRIEL GALACHE
LOYOLA
R$ 16,07



IMPACTOS ECONOMICOS E FINANCEIROS DA UNESP PARA OS MUNICIPIOS
JOSÉ MURARI BOVO - ORG
UNESP
(2003)
R$ 5,00



THE MIND OF THE TOPS - A TRAJETÓRIA E A CONSTRUÇÃO DAS GRANDES MARCAS DO PARANÁ
JORGE POLYDORO ORG.
INSTITUTO AMANHÃ
(2015)
R$ 14,00



O FRACASSO DO ENSINO
CODECRI
REGIS FARR
(1982)
R$ 4,00



HISTÓRIAS PARA NINAR E SONHAR
RUTH MARSCHALEK NASCIMENTO
EKO
(2002)
R$ 14,77



INDEPENDÊNCIA - O COTIDIANO DA HISTÓRIA
EDGARD LUIZ DE BARROS
ÁTICA
(2000)
R$ 4,05



A FILHA DE BURGER
NADINE GORDIMER
ROCCO
(1985)
R$ 15,00





busca | avançada
34554 visitas/dia
1,1 milhão/mês