Comentários de Adriana Baggio | Digestivo Cultural

busca | avançada
50504 visitas/dia
2,0 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Atom Pink Floyd faz show dia 1º e público usa óculos 3D no Teatro Alfa
>>> Musical Guerra de Papel reestreia dia 9 no Complexo Funarte
>>> Daniela Galanti autografa livro em São Paulo
>>> Death Note - O Musical reestreia no Teatro Miguel Falabella
>>> De Kombi na Praça - Pateo do Collegio
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Jô Soares (1938-2022)
>>> Casos de vestidos
>>> Elvis, o genial filme de Baz Luhrmann
>>> As fezes da esperança
>>> Quem vem lá?
>>> 80 anos do Paul McCartney
>>> Gramática da reprodução sexual: uma crônica
>>> Sexo, cinema-verdade e Pasolini
>>> O canteiro de poesia de Adriano Menezes
>>> As maravilhas do modo avião
Colunistas
Últimos Posts
>>> Canções Cruas, por Jacque Falcheti
>>> Running Up That Hill de Kate Bush por SingitLive
>>> Oye Como Va com Carlos e Cindy Blackman Santana
>>> Villa candidato a deputado federal (2022)
>>> A história do Meli, por Stelleo Tolda (2022)
>>> Fabio Massari sobre Um Álbum Italiano
>>> The Number of the Beast by Sophie Burrell
>>> Terra... Luna... E o Bitcoin?
>>> 500 Maiores Álbuns Brasileiros
>>> Albert King e Stevie Ray Vaughan (1983)
Últimos Posts
>>> Toilet Paper, Papel Sanitário
>>> Direitos e Deveres, a torto e a direita
>>> Os chinelos do Dr. Basílio
>>> Ecléticos e eficazes
>>> Sarapatel de Coruja
>>> Descartável
>>> Sorria
>>> O amor, sempre amor
>>> The Boys: entre o kitsch, a violência e o sexo
>>> Dura lex, só Gumex
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Eis a questão
>>> Private Equity e coronavírus
>>> The Smiths em 1983
>>> Liam
>>> Caro Francis, documentário de Nelson Hoineff
>>> A história do Meli, por Stelleo Tolda (2022)
>>> Quando a incapacidade é valorizada
>>> Do amanhecer ao adormecer: leitura, ato de amor
>>> Entrevista com Franklin Costa
>>> Curriculum vitae
Mais Recentes
>>> Não Posso Me Apaixonar de Bella Andre pela Novo Conceito (2013)
>>> As Meninas de Lygia Fagundes Telles pela Nova Fronteira (1985)
>>> O Jogo de Brad Meltzer pela Record (2005)
>>> O Filho do Brasil de Denise Paraná pela Xamã (1996)
>>> Nona de Erika Mattos da Veiga pela 7 Letras (2010)
>>> A Mulher V Moderna, à Moda Antiga de Cristiane Cardoso pela Unipro (2011)
>>> As Poderosas Rainhas de Amy Dickinson pela Ediouro (2009)
>>> Ecologia e socialismo de Michael Lowy pela Cortez (2005)
>>> Filosofia Política e Liberdade de Roland Corbisier pela Paz e Terra (1975)
>>> Nietzsche para estressados de Allan Percy pela Sextante (2011)
>>> La Visita de L a Anciana Dama de Friedrich Durrenmatt pela Gompania General Fabril (1960)
>>> A ideologia do trabalho de Paulo Sérgio do Carmo pela Moderna
>>> A invisível máquina do mundo de Marianne Wiggins pela Ediouro (2005)
>>> Chinese Medicinal Herbs of Hong Kong Vol. 2 Chinese / English de Vários pela Desconhecida (1984)
>>> The Prostate Cancer Protection Plan de Dr. Bob Arnot pela Little, Brown and Company (2000)
>>> Nueva Guia Completa del Museo del Prado de Antonio J. Onieva pela Mayfe (1980)
>>> Prestes Heroi e Caudilho de Valter Pedrosa pela Roteiro Editorial (1987)
>>> Memoria de mis putas tristes de Gabriel García Márquez pela Debolsillo (2008)
>>> Bandeira de bolso - Uma antologia poética de Manuel Bandeira pela L&PM (2010)
>>> A lacuna de Barbara Kingsolver pela Verus (2011)
>>> A Cabana de William P. Young pela Sextante (2008)
>>> Amityville de Jay Anson pela Darkside (2016)
>>> Eu fico Loko 2 de Christian Figueiredo de Caldas pela Novas páginas (2015)
>>> A queda As memórias de um pai em 424 passos de Diogo Mainardi pela Record (2012)
>>> O Diário de Anne Frank de Anne Frank pela Record (2016)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Quinta-feira, 4/8/2011
Comentários
Adriana Baggio


Tudo em um único aparelho?
Gian, belo (e oportuno) texto. Fico me perguntando se realmente as pessoas farão tudo em um único aparelho. Acho que teremos diversos tipos de aparelho que fazem tudo, mas faremos coisas diferentes neles. Por exemplo: se eu quiser assistir algo na TV com os amigos, vou preferir a TV ao celular ou ao computador, mesmo que a TV, o telefone e o computador possuam as mesmas funções. Me parece que cada objeto (ou meio, ou suporte) possui uma identidade própria, que vai além da sua capacidade de fazer isso ou aquilo, determinando nossa escolha pelo uso de um ou de outro.

[Sobre "A convergência das mídias"]

por Adriana Baggio
http://adrianabaggio.blogspot.com
4/8/2011 às
15h20 189.115.86.245
 
Não tinha me ocorrido
José, perfeita sua observação. Não tinha me ocorrido, mas faz todo sentido. Ao se "espelharem" na Dilma, eles estão desqualificando o tipo de mulher que ela é: assertiva, objetiva, não muito simpática e por aí vai. O problema é que mulher assim não é bem vista. Esses atributos, em um homem, são considerados positivos. Numa mulher, não.

[Sobre "Bombril: a marca que não evoluiu com as mulheres"]

por Adriana
http://adrianabaggio.blogspot.com
7/6/2011 às
18h31 200.144.145.4
 
Programa legal
Belo texto, Elisa, e parabéns por divulgar esse verdadeiro achado. O Globo Rural é um dos programas de TV mais redondos que eu conheço. A linguagem é mais solta, mais gostosa, os caras parecem mais autênticos. Será que é por que o Globo Rural não é uma grande "estrela" da programação, e aí eles deixam as pessoas trabalharem em paz, com criatividade, sem se preocupar tanto com fórmulas prontas? Seja lá o que for, olha que resultado bacana!

[Sobre "Poesia no Globo Rural"]

por Adriana
http://adrianabaggio.blogspot.com
22/4/2009 às
18h00 189.58.1.223
 
Escrevo porque...
... é uma das poucas coisas que faço medianamente bem na vida - junto com nadar e cozinhar.

[Sobre "Por que você escreve?"]

por Adriana Baggio
http://adrianabaggio.blogspot.com
19/3/2009 às
10h36 189.58.7.88
 
O Google também gosta
Ju, sua reflexão é um alento. Eu já cheguei ao ponto de me sentir culpada por escrever muito. Por tentar ser clara, nem que para isso precisasse de mais parágrafos. E me irrito quando preciso da informação e ela não está ali, porque alguém teve preguiça de articular um pouquinho mais seu discurso. Só me tranquilizei quando consegui aceitar que meu jeito de escrever é esse: longo, detalhado, talvez até argumentativo demais. O Google parece considerar relevante esse estilo "articulado" de escrever: meu portfolio virtual, em forma de blog, com seus longos posts descrevendo os trabalhos que fiz, é o 4º na busca orgânica do buscador quando alguém digita "redação publicitária".

[Sobre "Estamos nos desarticulando"]

por Adriana Baggio
http://adrianabaggio.blogspot.com
11/3/2009 às
15h45 189.58.18.115
 
O português dá a pista
Esse tipo de golpe está ficando cada vez mais sofisticado. Mesmo assim, alguns estelionatários ainda cometem descuidos grosseiros, como textos mal-escritos e erros de português. O problema é que muita gente "escreve errado" na internet (nos e-mails, no messenger, nos seus blogs), e por isso, talvez, erros crassos nestas mensagens não chamem muito a atenção das pessoas. Mas as empresas e suas respectivas agências de comunicação se preocupam muito com a qualidade de seus materiais. Portanto, texto mal redigido ou com erros de ortografia também são bons indicativos de golpe. Isso, é claro, se o indivíduo não tiver esquecido a língua portuguesa correta por falta de uso.

[Sobre "Caixa de entrada (?)"]

por Adriana
http://adrianabaggio.blogspot.com
28/7/2008 às
10h47 189.58.14.107
 
Overdose de informação, talvez
Sabe-tudo arrogante parece ser um mal de profissionais de comunicação em geral. Pelo menos, a sua descrição serviria direitinho para os publicitários. Sei lá, vai ver é o acesso à quantidade de informação, ou fato de produzir informação, que suba à cabeça dessas pessoas (eu, incluída, porque também faço parte do time). É por isso que, quando vou ensinar redação publicitária, por exemplo, é complicado convencer esses meninos que eles têm o que aprender, que exige algum esforço e que o curso não é só festa. Assim como você, tive experiências acadêmicas muito melhores com cursos que não da minha área. Em Administração, por exemplo, encontrei alunos mais sérios, mais focados e mais comprometidos com o que se dispuseram a estudar na faculdade.

[Sobre "Sabe-tudo dá plantão em boteco paulistano"]

por Adriana
http://adrianabaggio.blogspot.com
27/7/2008 às
17h19 189.58.14.227
 
Sem emprego? Procure trabalho
Débora, não desanime. De verdade. Coragem você mostrou que tem. Afinal, não é fácil assumir o desemprego. Para um determinado círculo social, não ter emprego (e até não ter um bom emprego) é quase como não ter identidade. Aproveitando para comentar o também excelente texto do Diogo, é como ele disse: se você não tem perfil para o mundo corporativo, siga um plano B. Pode acreditar: além de não ser a única opção, um emprego CLT em grande empresa pode pedir em troca sua alma. Tem muita gente disposta a entregar. Mas e o preço disso? Quanto mais independente você for desse mercado (sim, porque desemprego hoje é mercado, onde empresas como a Catho têm espaço para prosperar), mais forte e menos vulnerável você fica. Troque a palavra emprego pela palavra trabalho. Emprego é mais difícil de conseguir. Trabalho é bem mais fácil. E tem mais gente disposta a oferecer trabalho do que emprego, principalmente na área de comunicação. Boa sorte, garota!

[Sobre "Diário de uma desempregada"]

por Adriana
http://adrianabaggio.blogspot.com
5/5/2008 às
15h42 200.150.64.2
 
Canta, mas não leva
Ela tem direito de andar em paz sem ter que ouvir os comentários toscos dos homens. Essa lógica de que "tá pedindo" (a mesma usada para justificar o estupro, por sinal) é bem brasileira, infelizmente. Como se o homem não tivesse vontade própria, como se apenas reagisse a um fator externo. Se essa regra de que "mostrou é porque quer que falem", a macharada deveria aproveitar para elogiar o que a moça está mostrando aqui, que é o texto. Tenho até uma sugestão: "êita, texto gostoso. Esse eu lia até o caroço". A propósito, a revista TPM trata deste assunto na edição de março e colocou um vídeo no site, mostrando como os homens reagem quando são eles que recebem cantadas idiotas. Já adianto: eles gostam.

[Sobre "Segurando o Tchan"]

por Adriana
http://papricapicante.blogspot.com
9/4/2008 às
11h16 200.186.148.227
 
Também notícia de economia
Veronica, acho que você tem razão em muitas coisas. O que começou como notícia virou entretenimento - como muitas outras notícias por aí. Afinal, entretenimento vende mais jornal do que notícia (vide a abordagem sobre o resultado do desfile das escolas de samba dentro de um escândalo de proporções e prejuízos sociais muito maiores, nesta questão da máfia dos caça níqueis). Apesar disso, o Knut não deixa de ser um ursinho muito fofo, que proporciona momentos de verdadeira ternura. Tomo a liberdade de colocar aqui um link para um vídeo dele no YouTube. Dura 7 minutos, mas vale a pena. Com toda sua fofura, Knut também pode inspirar notícias relevantes nos cadernos de economia. No início de abril, por exemplo, as acões do zoológico alemão que hospeda o ursinho mais que dobraram. Ah, e Knut virou marca registrada.

[Sobre "Knutilidade Pública"]

por Adriana Baggio
http://papricapicante.blogspot.com
23/4/2007 às
14h52 200.186.148.226
 
De volta na folha de pagamento
Como tanta gente me deu apoio em forma de comentários, gostaria de compartilhar com vocês que estou "recolocada" novamente. O período como free lancer foi bem legal, eu aprendi bastante e conheci muitas pessoas. Apesar das preocupações, foi um tempo de boas experiências. Brigada!

[Sobre "Fui demitida, e agora?"]

por Adriana
17/11/2006 às
14h33 200.186.148.226
 
Déjà vu
Você deve trabalhar com publicidade, não é? Lendo seu texto meio veio uma sensação de déjà vu...

[Sobre "I do not want this"]

por Adriana
29/8/2006 às
18h44 201.47.15.185
 
Resposta ao Guga
Guga, em primeiro lugar, obrigada por seu comentário. Acho que você tem lido poucos livros escritos por mulheres. Talvez os textos que mais falem sobre relacionamento estejam nas revistas, e não nos livros. Se é com base nelas que você fez esse comentário, até posso te dar razão. Mas se você passar a ter um pouco mais de contato com a "literatura feminina", tenho certeza de que há de mudar essa opinião. A propósito: devem haver uns 100 títulos policiais de primeira qualidade de Agatha Christie e P. D. James. E "Cem anos de solidão" é um livro sobre vários relacionamentos, de várias gerações. Afinal, para falar de solidão é preciso falar também dos relacionamentos que não aconteceram, não é mesmo? Por último: caso você seja um "ser humano masculino", meus sentimentos. É muito triste a gente saber que já nasceu destinado à infelicidade.

[Sobre "O amor e as mulheres pelas letras de Carpinejar"]

por Adriana
20/7/2006 às
15h18 200.192.254.27
 
Os paradoxos de Copacabana
Caro LEM, adorei seu texto! Uma das coisas que mais me atraem no Rio é justamente a arquitetura, e nesse ponto, Copacabana é imbatível. Como você mesmo disse, as fachadas dos prédios são belíssimas, remontam a um outro tempo. É impossível não ficar imaginando histórias acontecendo por trás daquelas pomposas portas de latão, sempre bem guardadas por um indefectível porteiro. O que mais me intriga nesse bairro, porém, é a convivência do provinciano com o moderno. Em Copacabana estão, ao mesmo tempo, cosmopolitas de todas as partes do mundo e velhos moradores com hábitos idem. E por mais que seja o bairro de uma das capititais brasileiras mais economicamente ativas, suas lojas e comércios mantêm placas e luminosos como há muito não se vê, ou que se vê apenas em cidadezinhas do interior. Enfim, um lugar de constrastes, mesmo. Não me admira que você seja apaixonado por ele.

[Sobre "Copacabana e a cultura urbana carioca"]

por Adriana
7/6/2006 às
16h04 200.192.254.27
 
Tezza curitibano
Caro Alexsander e outros: o texto não diz que o Tezza nasceu na capital paranaense. Mas aproveito a oportunidade para reforçar o que vocês com certeza devem saber: que o escritor é radicado em Curitiba, trabalha aqui, dá aulas aqui, escreve aqui, fala sobre as pessoas e a cultura daqui e se considera mais curitibano do que os próprios curitibanos (como se pode verificar no site dele...).

[Sobre "Breve reflexão cultural sobre gaúchos e lagostas"]

por Adriana
19/1/2006 às
14h38 200.192.254.27
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Viaje a La Alcarria: Con los Versos de Su Cancionero Cada Uno En Lugar
Camilo José Cela
Destino
(1996)



Os Três Mosqueteiros
Laiz B. de Carvalho
Folha de S. Paulo
(2016)



Os Três Monges - Romance espirita
Luiz Carlos Carneiro
Lake
(1997)



Der Marchenkonig
Felix (Autor), Theo (Autor)
Langenscheidt
(2003)



A mocinha do mercado central
Stella Maris Rezende
Globo Livros
(2011)



Invisível
David Levithan; Cremer Andrea
Galera Record
(2014)



Sem Perdão
Frederick Forsyth
Record
(1982)



Foras da Lei Barulhentos
Vários Autores
Cosac & Naify
(2012)



O Melodrama - Debates Teatro
Jean-marie Thomasseau
Perspectiva
(2005)



O triângulo das bermudas
Charles Berlitz
Nova Fronteira
(1974)





busca | avançada
50504 visitas/dia
2,0 milhão/mês